O vice-prefeito, Anderson Tinoco, do PSDB.

Anderson Tinoco, prefeito em exercício, acompanha a questão do transporte universitário riobonitense de perto.

Na última quarta-feira, 20/03/2013, o Prefeito em exercício, Anderson Tinoco Luz, visitou o ônibus dos universitários e se deslocou com os nossos estudantes no trajeto Rio Bonito x Niterói.

O transporte universitário é um serviço de utilidade pública, oferecido pela Prefeitura Municipal de Rio Bonito há quase 20 anos, como solução na possibilidade de auxiliar na capacitação e no combate ao êxodo da juventude na nossa cidade, tendo em vista que, salvo o PRODERJ, com o EAD (Educação à distância), e a FACERB, com o curso superior em Administração, não há muita opção na capacitação ou na atualização dos nossos jovens e profissionais residentes.

A iniciativa do transporte universitário permitiu que muitos jovens ingressassem no ensino superior, que conquistassem seu espaço e que, principalmente, continuassem residindo em Rio Bonito. Todavia, desde o início, a prestação do serviço tem sofrido com os problemas causados pela manutenção dos ônibus, pela legitimidade e legalidade do serviço, diante da ausência da previsão legal, bem como a superlotação dos veículos, tendo em vista que a demanda dos estudantes sempre foi maior do que a capacidade de lotação dos ônibus utilizados, aumentando o desconforto, o risco de acidentes e os conflitos, tanto entre os universitários e a administração pública, quanto toda sociedade.

O prefeito em exercício dialogou com os alunos durante o deslocamento, materializando a importância do serviço prestado e a preocupação imediata em apresentar uma solução viável e, melhor ainda, definitiva para o transporte universitário, que poderá ser o aluguel da frota ou a compra dos novos ônibus. Entretanto, o assunto exige a aplicação de uma análise estratégica de impacto, tendo em vista que, embora as duas opções estejam com os custos próximos, a compra dos ônibus exigiria a instalação de novas estruturas e o aumento dos gastos permanentes com instalações, manutenção, combustível e profissionais capacitados.

A questão do transporte universitário é pertinente, enquanto que também tem sido debatida pelos vereadores nas últimas sessões.

É importante frisar que a solução do transporte universitário é somente um dos temas estratégicos que exigem a resposta imediata do governo, uma vez que Rio Bonito precisa ingressar no COMPERJ com o aumento da empregabilidade e da participação profissional de sua população, necessitando da instalação da Escola Técnica, do SENAI e das Universidades.

 

Nadelson Costa Nogueira Junior

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A solução do Ônibus Universitário não é mais uma questão política, mas de palavra.

As fotos divulgadas nas redes sociais demonstram que a coordenação do ônibus universitário de Rio Bonito não está sabendo gerenciar os quesitos da SEGURANÇA, da LEGALIDADE, e do RESPEITO aos cidadãos e aos universitários riobonitenses.
Quando 03 ônibus já não estavam atendendo a demanda, na qual os alunos deveriam ir sentados, com o padrão mínimo de segurança e de qualidade no serviço público prestado, a coordenação, não satisfeita, reduziu o número dos ônibus para dois, transformando o trajeto à universidade numa perigosa odisséia ao longo dos 68 Km de deslocamento na ida e na volta para casa.
Foi prometido o aluguél de 06 ônibus leitos na campanha eleitoral para atender a demanda dos universitários no trajeto Rio Bonito x Nitérói e Rio Bonito x São Gonçalo. Conforme a atual administração, os ônibus não foram contratados em função da burocracia da licitação, cumulada com a questão da compensação das dívidas herdadas da gestão anterior.
A situação dos universitários não pode permanecer mais do jeito que está, enquanto que os ônibus deverão ser contratados para atender a demanda, em cumprimento ao compromisso firmado na campanha.
Para apresentar o assunto com lucidez e objetividade, para aqueles que defendem a compra dos novos ônibus, já torno público e notório minha opinião pessoal, atentando para o fato de que sairá mais barato para a Prefeitura Municipal de Rio Bonito realizar a contratação dos veículos, tendo em vista que no mesmo serviço já estarão inclusos a manutenção e os motoristas. A mesma burocracia que existe para a compra do ônibus é aplicada na compra das peças, além da prefeitura ter que constituir um almoxarifado mecânico só para atender a demanda dos ônibus. Imaginem o custo que será gerado ao longo dos anos de um lado, com os prazos para as compras e os reparos do outro. A Petrobrás e a maioria dos Estados e Municípios já utilizam o sistema de contrato da frota, focalizando, principalmente, a transferência da manutenção ou da troca veicular, dando maior celeridade e qualidade na prestação do serviço proposto. Por fim, no mesmo pacote das vantagens, estão inclusos os seguros e os pacotes preventivos para garantirem a viagem segura para os usuários ou o pronto atendimento em caso de acidente ou colisão.
Esse é um momento histórico e importantíssimo para a sociedade riobonitense, diante da importância que a causa universitária vem tomando ao longo dos quase 20 anos do serviço, enquanto que a Câmara dos Vereadores tem se demonstrado comprometida e preocupada com a solução do problema, sendo o assunto mencionado nas últimas duas sessões da Casa Legislativa Municipal. Por fim, a Prefeita se comprometeu que resolveria o problema com o aluguél dos ônibus durante a campanha eleitoral em 2012, demonstrando a tendência unânime ou majoritária das forças políticas e sociais na solução do transporte universitário. Aliás, muito mais do que uma questão social, o Ônibus Universitário de Rio Bonito se tornou uma questão de palavra, enquanto que o cumprimento da promessa será a materialidade da confiança depositada por considerável parte da classe média e da nossa juventude.
Entretanto, após ao cumprimento da promessa dos 06 ônibus leitos, novos desafios chegarão aos universitários, tendo em vista que haverá uma limitação das vagas para o transporte universitário, considerando o fato de que naõ é permitido o transporte de passageiros em pé. Logo, salvo a formatura dos veteranos ou o aumento da frota, os novos estudantes, possivelmente, entrarão numa fila de espera.
A questão do Ônibus Universitário atenta para uma necessidade antiga e emergencial para toda a cidade: – A instalação dos cursos universitários, da Escola Técnica e do SENAI em Rio Bonito, pois, quanto maior for a nossa capacitação local, menor será a necessidade do ônibus, enquanto que outros municípios enviarão seus jovens para estudarem em Rio Bonito, aumentando a arrecadação, os salários e a qualidade de vida.

Nadelson Costa Nogueira Junior

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A Novidade no Vaticano e no Ocidente.

Desde 1929, quando foi oficialmente criado o Estado da Cidade do Vaticano, ou simplesmente Vaticano, sendo o ato materializado pelo Tratado de Latrão, a Igreja Católica passou a ter sua representatividade como país, 486483_439864089425081_1668687398_ncom direito à emissão dos passaportes diplomáticos, passaportes comuns, a nomeação dos embaixadores, bem como o exercício pleno administrativo e estrutural de qualquer outro Estado Moderno ou Republicano.
A criação do Vaticano trouxe à Igreja Católica e ao catolicismo a representatividade de país e território, enquanto que o mundo passava a reconhecer a Igreja como membro completo da Liga das Nações, que se transformou na atual ONU (Organização das Nações Unidas).

Todavia, muito antes de 1929, já há quase dois milênios, o cristianismo estava em atividade forte e global, tanto no ocidente quanto no oriente. A formalização da Igreja Católica, como a conhecemos até os dias atuais, teve inicio no Primeiro Concílio dos Bispos Cristãos Reunidos em Niceia, historicamente conhecido como Concílio de Niceia, em 325 D.C, que foi a primeira tentativa de obter um consenso da igreja, através de uma assembleia representando toda a cristandade. Neste concílio, foram estabelecidas as questões cristológicas entre a santíssima trindade; a construção da primeira parte do Credo Niceno; a fixação da data da Páscoa; e a promulgação do direito canônico.

Muito antes do Vaticano existir ou do mesmo se tornar um Estado Moderno e soberano, a Igreja Católica já exercia sua unidade, seus princípios e sua missão, através da Santa Sé, que é a alma que incorpora e dá sentido às paredes e muros dos monumentos do Vaticano, incluindo seus jardins e patrimônio. Logo, é correto afirmar que o conceito do Vaticano se aplica ao território, enquanto que a Santa Sé se delimita desde as relações diplomáticas até a presença de cada fiel católico em qualquer localidade no mundo, tendo em vista que não há possibilidade de se exercer o catolicismo sem a presença do sacerdócio ou de um padre, que é exatamente o posto inicial na hierarquia escolástica, e, sem dúvida alguma, a função mais importante de toda a Igreja, tendo em vista que a condição do sacerdócio estabelecida ao padre é contínua e se perpetua em todas as atribuições exercidas dentro da jurisdição da Santa Sé.

O Papa ou Sumo-Pontífice é o representante direto da autoridade da Igreja, tanto no Vaticano quanto na Santa Sé. Todavia, a atuação de Sua Santidade vai muito além do território do Vaticano ou até mesmo da própria Santa Sé, tendo em vista que a Igreja está presente dentro da maioria das nações do mundo, enquanto que, naquelas que não há uma representatividade forte da comunidade católica, tanto seus Chefes de Estado ou de Governo não podem ignorar a força diplomática e histórica que lhe foi investida. Logo, é correto afirmar que o Papa é como uma espécie de pai para todos os católicos, trazendo-lhes a ternura, o amor, a bondade, o conforto e a disciplina.

Existem aqueles que comparam o Papa aos reis. Todavia, essa comparação é errônea, tendo em vista que o Papa é oriundo de um conclave, o que subentende a ideia da escolha livre de um lado e da materialidade do voto do outro por parte dos cardeais membros. O Papa não assume a responsabilidade do exercício da autoridade que lhe foi investida porque seu pai foi Papa ou Rei, muito menos a escolha não se fundamenta no rio sanguíneo ou nobre para uma linha sucessória. Em suma, aos olhos mais coerentes, a Igreja, talvez, seja a instituição mais democrática dos últimos séculos, tendo em vista que cardeais de todos os continentes e da maioria das nações do mundo participam do conclave.

Na última quarta-feira, 13/03/2013, o conclave anunciou, através da fumaça branca, a escolha do novo Sumo-Pontífice. A expectativa da escolha era um fenômeno global, que afetava, inclusive, as nações da Europa, diretamente. Os analistas políticos não se atreviam em afirmar quaisquer possibilidades do nome na sucessão papal, tendo em vista que o conclave é realizado às portas fechadas do mundo, enquanto que qualquer cardeal, com direito a voto, poderia se candidatar. Todavia, havia uma expectativa maior por parte dos italianos, que possuem uma tradição no Papado; dos brasileiros, que são a maior nação oficialmente católica do mundo; e dos africanos, tendo em vista que a África é considerada o maior campo de catequese no momento, enquanto que as questões econômicas e diplomáticas entre a Europa e a África ficariam muito mais fáceis com a presença de um Papa de origem africana. A imprensa especulou até o último momento.

O novo brasão indica a unidade entre o Vaticano e a Santa Sé.

O novo brasão indica a unidade entre o Vaticano e a Santa Sé.

Quando o mundo esperava o anúncio de um Papa de origem italiana, brasileira, africana ou norte-americana, em função do posicionamento da Imprensa e da própria opinião pública, o resultado foi fascinante e, sem dúvida alguma, com total providência divina: – Sua Santidade, JORGE MARIO BERGOGLIO, com 76 anos de idade, argentino e jesuíta, para tornar o processo totalmente singular na história do papado, o novo Papa escolheu o nome de Francisco, indicando, desde o início, uma tendência humilde e sem qualquer apego material, salvo a ritualística que exige o exercício da responsabilidade de representar toda a nação global católica.

Num período marcado pela personificação das coisas e pela coisificação das pessoas, onde a aparência tem sido mais valorizada que o conteúdo, desde as questões ideológicas até as notícias do cotidiano. Num período onde as pessoas cobram ações, valores e atitudes do próximo, as quais não lhes são praticadas, onde a ética é falada e pouco exercida, a escolha do novo papa vem como resposta direta ao mundo, por sua formação jesuíta e catequista, tendo em vista que a humanidade precisa se aprofundar mais nas questões éticas e morais, focalizando o bom exemplo para gerar novos exemplos.

A nacionalidade argentina do novo papa não fará muita diferença para o Vaticano, tendo em vista que o exercício do sacerdócio torna seu praticante cidadão do mundo de um lado e subordinado à Santa Sé do outro. Todavia, aos olhos da nação católica, a quebra da tradição dos papas europeus é uma nova perspectiva de aproximação com os demais continentes, com maior valorização da América-Latina, onde há a maior concentração de católicos do mundo. O Papa Argentino aproxima o Mercado Comum Europeu do MERCOSUL e do NAFTA (Tratado Norte-Americano de Livre Comércio), unifica todo o continente americano, desde o Alasca até a Terra do Fogo, quebrando as fronteiras políticas, as diferenças idiomáticas entre o inglês, o francês, o espanhol e o português. A unificação das Américas, na concepção católica, dará maior suporte econômico aos países do bloco de um lado, enquanto que o próprio Vaticano poderá utilizar a mesma conexão para ampliar seu acesso aos novos territórios da evangelização, aproveitando a esfera econômica catequisar a África e a Ásia.

Há algo em relação ao Vaticano que as pessoas não levam muito em consideração em relação aos demais países: – Enquanto as potências lutam por petróleo, comida, energia e a supremacia política, o Vaticano focaliza toda sua energia na prospecção da fé e do bem comum da humanidade. Se um dia chegarmos à possibilidade de um governo democrático e planetário, o mecanismo só será possível através da Igreja Católica ou com o apoio dela.

Por fim, não poderia terminar, atentando para o fato de que talvez essa seja a primeira oportunidade real, desde a Reforma no século XVI, que o Vaticano tem para apresentar ao mundo o catolicismo global, com a visão além do continente europeu, focalizando a unidade e a cristandade inspiradas no primeiro concílio no século IV, D.C. Enquanto que o maior desafio do atual Papa e de seus sucessores será manter a integridade dos valores, da moral e da ética, num período marcado pelo consumo demasiado das ideias sem profundidade. Em suma, o cristão precisa se redescobrir no exercício da fé, para depois propagá-la ao restante do mundo, através da Igreja e do seu próprio exemplo.

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A Prefeitura Municipal de Rio Bonito e o TRT avançam mais um passo para a instalção do Posto Avançado da Justiça do Trabalho

No último dia 26/02/2013, foi realizada a assinatura do protocolo de intenções entre o Município de Rio Bonito e o Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região, que teve o objetivo de registrar a cooperação entre as partes, visando à instalação do posto avançado (PAV) da Vara do Trabalho de Itaborái no Município de Rio Bonito, com jurisdição plena nos municípios de Rio Bonito, Tanguá e Silva Jardim.
Participaram da reunião, a presidente do TRT/RJ, desembargadora Maria de Lourdes Sallaberry, e os prefeitos dos municípios de Rio Bonito, Solange Pereira de Almeida, e de Itaboraí, Helil Cardozo, intermediada pelo juiz Titular da VT, Andre Corrêa Figueira. Também estiveram presentes os advogados, César Gomes de Sá e Jocivaldo Lopes da Silva, ambos, presidentes da OAB/RJ, subseção de Rio Bonito e Itaboraí, respectivamente.

A Instalação do Posto Avançado (PAV) da Vara do Trabalho em Rio Bonito é mais um significante avanço da justiça social para a região, além de ampliar o circuito estratégico com o Poder Judiciário, possibilitando maior suporte ao advogado e ao trabalhador no exercício pleno do direito e da cidadania.

 

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A partir da esquerda, em sentido horário: o prefeito Helil Cardozo; o juiz do Trabalho Andre Corrêa Figueira; a desembargadora Maria de Lourdes Sallaberry; e a prefeita Solange Pereira de Almeida.

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A desembargadora Maria de Lourdes Sallaberry; o advogado César Gomes de Sá; a prefeita Solange Pereira de Almeida; o prefeito Helil Cardozo; o advogado Jocivaldo Lopes da Silva; e o juiz do Trabalho Andre Corrêa Figueira.

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A assinatura do convênio

 

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Dezesseis Luas.

Acabei de assistir o filme Dezesseis Luas. Para aqueles que esperam a mesmice da saga crepúsculo, já podem ir desarmados, tendo em vista que vai demorar bastante tempo para criarem um enredo tão ruim. O filme tem uma proposta muito interessante e chega a ser uma forma de questionamento do padrão de vida sulista americano, mesmo nos dias atuais.
Pessoalmente, eu gostei do filme e de sua proposta mística e existencialista. Tenho certeza de que os filósofos irão se amarrar. Não foi um dos melhores da safra cinematográfica deste ano de 2013, mas também não está entre os piores.
Se o apreciador da sétima arte não estiver atrás da profundidade no contexto, o filme preencherá todos os quesitos de um amor proibido e quase inatingível.

BEAUTIFUL CREATURES (L-r) ALICE ENGLERT as Lena Duchannes, JEREMY IRONS as Macon Ravenwood, ALDEN EHRENREICH as Ethan Wate and EMMY ROSSUM as Ridley Duchannes in Alcon Entertainment's supernatural love story “BEAUTIFUL CREATURES,” a Warner Bros. Pictures release. © 2013 Alcon Entertainment, LLC

BEAUTIFUL CREATURES (L-r) ALICE ENGLERT as Lena Duchannes, JEREMY IRONS as Macon Ravenwood, ALDEN EHRENREICH as Ethan Wate and EMMY ROSSUM as Ridley Duchannes in Alcon Entertainment’s supernatural love story “BEAUTIFUL CREATURES,” a Warner Bros. Pictures release. © 2013 Alcon Entertainment, LLC

BEAUTIFUL CREATURES (L-r) ALICE ENGLERT as Lena Duchannes, JEREMY IRONS as Macon Ravenwood, ALDEN EHRENREICH as Ethan Wate and EMMY ROSSUM as Ridley Duchannes in Alcon Entertainment's supernatural love story “BEAUTIFUL CREATURES,” a Warner Bros. Pictures release. © 2013 Alcon Entertainment, LLC

BEAUTIFUL CREATURES (L-r) ALICE ENGLERT as Lena Duchannes, JEREMY IRONS as Macon Ravenwood, ALDEN EHRENREICH as Ethan Wate and EMMY ROSSUM as Ridley Duchannes in Alcon Entertainment’s supernatural love story “BEAUTIFUL CREATURES,” a Warner Bros. Pictures release. © 2013 Alcon Entertainment, LLC

 

 

 

 

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OZ, mágico e Poderoso.

Acabei de sair do cinema com minha filha, que ficou apaixonada pelo filme do OZ. A obra valeu cada recurso gráfico apresentado. A história dá maior sentido ao Mágico de OZ produzido na década de 30.
Por fim, eu indico o novo projeto da Disney, principalmente, pela atuação brilhante da garota de porcelana. Não tem como ficar indiferente ao filme com o surgimento de um personagem tão forte e frágil.

OZ, mágico e Poderoso.

OZ, mágico e Poderoso.