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Prêmio Pascoalino é um divisor de águas na vida do artista

Arielen Lefay Helayel: "Sabe o que são esses objetos em minhas mãos? São troféus que ganhei em 2013 no Prêmio Pascoalino, o festival de teatro da FETAERJ, o mesmo festival que vamos receber em Rio Bonito do dia 25 de julho até o dia 2 de agosto. Assim como eu, muitos outros riobonitenses já ganharam prêmios nesse festival, procure saber e vocês irão se surpreender com a quantidade de Pascoalinos que temos em nossa cidade."

Arielen Lefay Helayel: “Sabe o que são esses objetos em minhas mãos? São troféus que ganhei em 2013 no Prêmio Pascoalino, o festival de teatro da FETAERJ, o mesmo festival que vamos receber em Rio Bonito do dia 25 de julho até o dia 2 de agosto. Assim como eu, muitos outros riobonitenses já ganharam prêmios nesse festival, procure saber e vocês irão se surpreender com a quantidade de Pascoalinos que temos em nossa cidade.”

“Faço teatro oficialmente desde 2004, o meu mentor no teatro, Juka Goulart, sempre me falava de um festival de teatro chamado  Prêmio Pascoalino, da FETAERJ.  Ele falava tão maravilhado, com tanto prazer, que me fazia ter vontade de participar desse momento tão único que ele descrevia, onde o mesmo dizia que sentia vontade de chorar toda vez que acabava.

Eu só consegui ir para o tal festival em 2011…

O que aconteceu?

Descobri o que é teatro de verdade e me apaixonei mais ainda!

O Prêmio Pascoalino se tornou um divisor de águas para mim. Onde pude me encher de arte, assistindo espetáculos todos os dias, debater sobre ele, oficinas que me trouxeram mais conhecimento… Eu respirei teatro intensamente por dez maravilhosos dias e chorei quando acabou.

Imagina um lugar onde se tem gente de todo o tipo, idade, crença, mas com a arte como prazer comum.

Todos os anos quando acaba o festival, da aquela dor no coração.  Se despedir dos amigos que provavelmente só terá a oportunidade de rever no próximo festival, de amigos que você fez e de repente não verá nunca mais, porém aparece o entusiasmo para os preparativos do ano seguinte.

Não consegui parar de ir, todo ano vou ao festival desde então. Ano passado, inclusive, levei o meu filho que só tinha 3 meses e minha mãe, que disse querer também participar todo ano.

A cada dia do ano conto quantos dias faltam para o festival e esse dia está chegando.

Esse ano, não farei malas para ir ao Prêmio Pascoalino, pois terei o prazer de receber esse momento mágico e singular em minha cidade.

Seja bem vinda FETAERJ a Rio Bonito.

Evoé!”

 

 

Por Arielen Lefay Helayel

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No desespero, o governo tenta transformar a luta dos professores numa disputa política, dando tiro no próprio pé

“Nossa,  como o governo está desesperado! Estão indo nas escolas e dizendo que querem ouvir os profissionais para buscar soluções. Estão com Fake (perfis falsos) no Facebook, tentando desmoralizar as pessoas que fazem parte do SEPE. Pessoas do Governo tentando o tempo todo denegrir a imagem dos Profissionais de Educação e jogar a população contra a categoria.

Eles não entenderam que o que está em questão não é partido e que muitos Profissionais da Educação, que estão no movimento, nunca se envolveram em Política, são Solange (ou deixaram de ser diante de toda essa situação), outros eram realmente governo anterior, outros nem são deste município etc…

O pior, é que ainda pensam que a população não está vendo e entendendo tudo que está se passando. Acreditam que ainda podem enganar a sociedade civil.

Quantas visitas já foram realizadas nas escolas e nada foi resolvido?

Até quando eles vão ficar pensando que ainda acreditamos em conto de fadas?

Atenção população, continuem sendo críticos! Vamos sair dessa lama que todas as esferas políticas tentam, o tempo todo, nos colocar. Todos nós já acordamos desse sono profundo.

Basta!!!

Temos que pensar em uma sociedade mais justa, sincera e honesta.”

 

Pelos Profissionais da Educação.

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A solução não é a redução da menor idade penal, mas uma educação de qualidade

 

Júlio César Batista, técnico em contabilidade e praticante do Aikido.

Júlio César Batista, técnico em contabilidade e praticante do Aikido.

“Sinto falta de bons argumentos para defender ou não a redução da maioridade penal.
Quem é a favor se limita a dizer que quem é contra só é contra porque nunca sofreu violência de um menor, ou ainda: “tá com pena do bandido leva pra casa!”
O Problema é bem mais complexo…
Reduzir a maioridade não vai se aplicar apenas aos crimes cometidos. A exploração sexual e aliciamento também irão sofrer mudanças. Venda de bebidas alcoólicas, habilitação para dirigir e por aí vai.
Baixar o limite de idade não resolve. O que fazer quando o assassino tem 15 anos de idade? Baixa-se mais um pouco a idade – ou os de 15 anos vão se considerar seguros para cometer crimes e se safar graças à idade. E depois 14, 13…
Em segundo lugar, já não existe espaço nas cadeias para os condenados, que têm suas penas aliviadas para abrir espaço para outros. O jovem condenado aos 16 anos, assim como acontece aos maiores, cumprirá um sexto da pena em prisão fechada e sairá dali diplomado em criminalidade, mesmo que o motivo de seu encarceramento tenha sido furto sem atentado à vida.
Sei que em alguns países, dependendo da gravidade do crime praticado, menores podem ser julgados como adultos e receber penas severas. Quais os crimes que mereceriam essa maior severidade, de quanto tempo seria essa condenação, isso deve ser discutido por grupos de juízes, psicólogos e representantes da população. E, tão importante quanto, seria construir prisões que fossem também locais de reabilitação.
E não se pode mudar a legislação, quando se trata de assunto tão importante, em 1 mês e sob comoção popular. Seriam necessários estudos, ouvir os juristas, psicólogos, representantes da sociedade, e não com base no que diz o Facebook. E sem providenciar primeiro os meios materiais para isso. Construir reformatórios, formar pessoal especializado…
E antes de pensar em punir, vamos dar ocupação e maiores oportunidades. Não se ouve dizer que crianças e jovens que tenham passado por programas e instituições como o Dançando Para Não Dançar (que forma bailarinos entre jovens de baixa renda e alguns deles já estão dançando na Europa e no Canadá) tenham se envolvido com delinquência. Nem a garotada da Fundação Gol de Letra. Nem os membros das mais de 90 orquestras formadas por jovens de baixa renda por esse Brasil afora. Precisamos de muitos projetos como esses. Lembro ainda a Fundação Lars Grael, Fundação Ayrton Senna. Li aqui mesmo, no Facebook, a psicóloga Yvonne Bezerra de Mello, que faz um ótimo trabalho junto a meninos de rua, dizendo que nunca viu tanto menino e menina sem ter nada o que fazer.”

 

Por Júlio César Batista

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A Guerra começou no Brasil, sob o fantasma do desemprego

Quando o assunto é pobreza, fome, miséria, diminuição da maior idade penal, entre outros temas provocantes, há uma tendência majoritária no cidadão em expor sua opinião, que deve ser respeitada. O interessante é que a tendência demonstra a solução do problema através da ditadura do indivíduo. Simplesmente, é como que se a prisão ou a pena de morte, por exemplo, resolveriam todos ou a maioria dos problemas sociais. Enquanto discutimos os sintomas da doença social, sua solução, sem qualquer sombra de dúvida está, em considerável parte, na educação, no processo de gerações.

A maioria dos problemas sociais são oriundos das falhas na formação familiar ou na educação industrial. O tempo passa, a população aumenta, e a demanda dos serviços também. Quando a oferta dos serviços e as opções não anulam a demanda, passamos pelo caos. Mas, estamos mantendo a conversa no nível saudável, pois ninguém falou nas guerras como mecanismos de ajustes das gerações e da própria economia. Embora pareça piada, o assunto é sério e exige prudência, diálogo e cautela, tendo em vista que a economia brasileira perdeu a força no alavancamento artificial das divisas, visando o superavit da balança comercial. Salvo os conflitos provocados na educação pública, agora, a sociedade brasileira vive sob a ameaça do desemprego em proporções jamais projetadas nos indicadores de desenvolvimento humano. Logo, o que poderá ser feito diante da ausência do emprego, no maior controle sob o auxílio desemprego e a asuência da capacitação? – Parece estranho o assunto, mas o problema pode entrar na sua vida amanhã ou na semana seguinte. Tudo dependerá do resultado quanto a Terceirização do trabalho no Congresso Nacional e da pressão que os industriais intensificarão sobre categoria política.

A única pergunta que não quer se calar no momento é a seguinte: – Por onde os americanos começarão uma nova guerra, para mandar sua juventude desempregada e que sobrecarregará o seguro social no futuro? – Vai parecer estranha a visão racionalista, mas essa tem sido a receita do sucesso da maioria das nações desenvolvidas: – Imperialismo, fundamentado na guerra, em nome da manutenção da paz. A regra será válida, se o local for estratégico e tiver recursos energéticos, hídricos e agrícolas.

Durante o governo Lula e a continuação do governo Dilma, o Brasil demonstrou uma tendência desenvolvimentista na área bélica, emprestou dinheiro a várias nações e financiou diversas obras extratégicas no exterior. Diante da condução das estratégias econômicas e dos acordos internacionais, cumulados com o sonho do Brasil em conquistar sua vaga permanente e com direito a voto no conselho de segurança da ONU, não me assustaria, se o nosso país patrocinasse a guerra de terceiros, com forte participação militar e corporativa em terras estrangeiras. Todavia, espero que os nossos governantes repensem a educação e seus efeitos diretos na sociedade, salvo contrário, entraremos em guerra com os vizinhos ou com os vizinhos dos outros, para diminuirmos a população de um lado, bem como, para evitarmos a guerra civil do outro.

Por fim, uma coisa é certa: – Depois que patrocinarmos a primeira guerra, os governantes mandarão nossos jovens às trincheiras, para equilibrarem as despesas e investimentos, disfarçando o movimento sob a bandeira do patriotismo ou da manutenção da paz pelo mundo.

 

Nadelson Costa Nogueira Junior

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Zeca Novais: – Como as coisas funcionam por aqui…

Zeca Novais e a arte pulsando na veia.

Zeca Novais e a arte pulsando na veia.

“Acabo de receber a notícia de que a Prefeitura Municipal de Rio Bonito está agitando um evento de teatro aqui na cidade em julho, através das Secretarias Municipais de Educação e de Cultura.

Coincidentemente, essa agitação “espontânea e repentina” se deu logo após a participação do Lona na Lua no Caldeirão do Huck, da Tv Globo.
Toda produção cultural em uma cidade em que há decadas não há oferta de cultura, lazer e entretenimento à população é válida.
Entretanto, o que me deixa indignado é que o Lona na Lua, hoje exemplo de empreendedorismo social em todo o Brasil (em todo o Brasil!), não recebe apoio do poder público dentro de sua própria cidade e tem que assistir a Prefeitura apoiar iniciativas de fora vindo pra cá.
A Secretária de Cultura do município há bastante tempo vem fazendo uma administração sofrível, baseada em chás literários para inglês ver e em eventos vazios fadados ao fracasso.
Aqui as coisas funcionam assim.
Não há natal, não há carnaval, não há festa de aniversário da cidade, nem desfile cívico.
Sábado, o grande Poeta Leir Moraes faleceu, e sequer foi decretado luto oficial por parte da Prefeitura Municipal.
O governo municipal apoia quem vem de fora, numa tentativa frustrada de tentar maquiar vexames de uma administração pífia e desorganizada, que persegue e tenta castrar qualquer organização que atua de forma independente.
O Lona na Lua tem por DIREITO receber R$ 80.000 (oitenta mil reais) de subvenção da Prefeitura Municipal de Rio Bonito para manutenção das atividades em seu Espaço Cultural, e até hoje (já estamos no meio do ano), nenhuma parcela deste valor nos foi repassada.
Essa subvenção foi aprovada pela Câmara de Vereadores no ano passado e está prevista no orçamento de 2015.
Não me causaria espanto saber que a Prefeitura anda investindo em iniciativas forasteiras que só vem aqui para sugar o município, que não dá conta nem de apoiar os artistas locais.
Tenho muito orgulho em ter colocado o nome do Rio Bonito em evidência para todo o Brasil, e em breve estaremos levando o nome de nossa cidade para Berlim, na Alemanha, a convite do Nobel da Paz Muhammad Yunus, mas aqui, justamente aqui, somos tratados desta forma.
Triste e decepcionado.
Isso precisa acabar.”

Zeca Novais

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A criança já ultrapssou a marca das 20.000 visualizações, com três meses de existência

Ai1yhu2FMnnKjtPoyMe1cqc0hZzYSBAZp1eiTK14-eCQÉ com imenso prazer que venho informar aos nossos leitores, parceiros e produtores de conteúdos, que o Café Poético e Filosófico, através do domínio www.nadelson.com.br, ultrapassou a difícil meta das 20.000 visualizações. Nada disso seria possível sem vocês.

Seguindo o princípio da transparência, o projeto Café Poético e Filosófico teve sua primeira publicação lançada no dia 18/03/15, ultrapassando a difícil marca das 20.000 visualizações em 15/06/15, menos de 03 meses.

O que deixa mais Feliz nesse período, é que o projeto conquistou seu espaço e deu voz a luta dos profissionais da educação, saindo da esfera na produção dos conteúdos e do conhecimento, por si só, prestando o nobre serviço de informar a sociedade, permitindo o feedback (retorno), que os jornais não permitem, mesmo, quando as matérias são publicadas, com a permissão dos patrocinadores.

O foco é manter a credibilidade do canal de um lado, agregando a geração de novos conteúdos, desde a área da notícia até aos questionamentos poéticos e filosóficos, relacionados à existência e a diversidade humana.

Por fim, os números demonstram que o projeto é novo, mas já nasceu com maturidade, transformando as redes sociais numa opção de ferramenta, quando, antes, as mesmas eram o caminho do início ao fim da comunicação digital. Logo, essa indepedência sistêmica e financeira, não só legitima o trabalho produzido, bem como, serve de registro histórico para a posteridade, gerando uma identidade virtual íntegra e riobonitense.

No mais, eu agradeço a todos pelo resultado e pela audiência. E que os trabalhos continuem, principalmente, a geração dos conteúdos.

 

Nadelson Costa Nogueira Junior

 

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O Fórum da Comarca de Rio Bonito é um edifício inteligente, sustentável e humano

Dr.ª Roberta Braga, Juíza Diretora do Fórum da Comarca de Rio Bonito e Titular da 2ª Vara.

Dr.ª Roberta Braga, Juíza Diretora do Fórum da Comarca de Rio Bonito e Titular da 2ª Vara.

No dia 23/01/2013, sob a direção da Juíza de Direito, Dr.ª ROBERTA DOS SANTOS BRAGA COSTA, a Comarca de Rio Bonito foi presenteada com um pedido que estava na pauta dos juízes diretores do fórum há vinte anos, pelo menos, um Fórum novo.  Todavia, o tempo investido, nos procedimentos burocráticos e orçamentários, foi retribuído de forma proporcional, tendo em vista que o Fórum JUIZ  MAURO  PREVOT possui  04 andares; 05 elevadores, sendo 03 sociais, 01 de serviços e 01 para o transporte carcerário; carceragem; banheiros feminino e masculino para cada andar, incluindo banheiros para portadores de necessidades especiais; estacionamento; cantina; diversas salas de expansão para a instalação das futuras varas, que serão criadas em função da necessidade e da demanda, dentro dos critérios do Egrégio Tribunal de Justiça de Estado do Rio de Janeiro.

A imponência do novo Fórum da Comarca de Rio Bonito é visível por aqueles que trafegam pela BR-101, incluindo seus jardins e o estacionamento interno. A estrutura fica mais magnífica, quando suas luzes externas fazem contraste com o vazio momentâneo da área, uma vez que sua instalação trará consigo o progresso, com novos prédios, estabelecimentos comerciais e escritórios de advocacia.

Entretanto, o Edifício do Fórum da Comarca de Rio Bonito tem uma característica singular, tendo em vista que foi o protótipo de uma linha de projeto arquitetônico, cujo foco é a sustentabilidade, apresentando um layout moderno, misturando o concreto e o vidro, tornando-se um modelo mais singular, ainda, para a própria estrutura arquitetônica do Município de Rio Bonito e da região.

O edifício do Fórum atende aos parâmetros da sustentabilidade, contando com vidros de alta eficiência para redução da irradiação solar; coleta seletiva do lixo, no local, visando à separação e a reciclagem, contribuindo para a diminuição significativa da poluição; elevadores inteligentes; placas solares para o aquecimento da água; acessibilidade, conforme a norma NBR 9050; bicicletário e cobertura verde, que maximiza o sistema hidráulico de reaproveitamento da água das chuvas, utilizando-as nas latrinas dos banheiros. A mesma cobertura verde diminui a intensidade da radiação solar na cobertura, permitindo que o sistema de climatização interna do prédio funcione de forma eficiente e otimizada.

 

Parte da equipe dos colaboradores do Fórum da Comarca de Rio Bonito.

Parte da equipe dos colaboradores do Fórum da Comarca de Rio Bonito.

Para os entusiastas da tecnologia da informação, o prédio conta com um ERP (Enterprise Resource Planning) ou Sistema de Gestão Empresarial, visando à automação da climatização interna, a vigilância, a rede lógica e a rede elétrica, agregando o conceito da “inteligência artificial” à sustentabilidade idealizada e materializada no projeto, o que eleva a estrutura arquitetônica ao padrão da inovação na solução dos problemas e na gestão dos resultados.

A frota veicular também tem  todos os procedimentos referentes ao abastecimento, manutenção e deslocamento dos veículos controlados no Sistema de Informações.

Atualmente, o Fórum é composto pelas  1ª e 2ª Varas; o Juizado Especial Cível; o Juizado Adjunto Especial Criminal e da Violência Doméstica;  a Central da Dívida Ativa; o Cartório Distribuidor, Contador e Partidor; o PROGER, o Apoio Técnico;  a Direção do Fórum; a Sala da Ordem dos Advogados; o Ministério Público e a Defensoria Pública, objetivando cumprir os padrões estabelecidos na missão e na visão do Poder Judiciário, quanto ao atendimento às partes na esfera judicial e administrativa.

É importante atentar para o fato de que, por maior que seja a tecnologia aplicada atualmente no Fórum, sua manutenção só é possível através do trabalho dos colaboradores, que são divididos em equipes, tais como da limpeza, da vigilância, da manutenção, orientadores do tráfego, motoristas e ascensoristas. Salvo, os projetos periódicos e extraordinários realizados pelas equipes oriundas dos departamentos do Egrégio Tribunal de Justiça, cujos atos e a comunicação institucional seguem aos padrões estabelecidos pela Alta Administração, baseados nos princípios da organização, unidade, hierarquia e eficiência, focalizando o cumprimento das metas e prazos estabelecidos, que são aplicados desde o cumprimento das ordens de serviços até a necessidade dos ajustes quanto a economia nos recursos hídricos e elétricos.

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No dia 25/05/2015, fui designado, oficialmente,  para exercer a função de Secretário da Direção do Fórum da Comarca de Rio Bonito, após 16 (dezesseis) anos atuando na atividade judicial, tanto na esfera operacional (cartório), quanto na estratégica (Gabinete do Juiz). Aceitei o desafio, tendo em vista que a experiência administrativa me aproximaria das competências que estou desenvolvendo com o término do curso de Tecnologia em Gestão em Recursos Humanos. Todavia, embora o tempo da função seja pouco, eu fiquei fascinado pelas caracterísitcas do prédio, bem como a dinâmica complexa da organização das pessoas (colaboradores), que, nele, trabalham diariamente, mantendo as coias em constante movimento. E assim, atuando de forma transversal entre o operacional e o estratégico na gestão de toda estrutura inteligente, sustentável e humana, a Juíza Diretora do Fórum determina os parâmetros e as soluções, enquanto que a secretaria executa o atos necessários para que os mesmos parâmetros sejam ajustados  e as soluções alcançadas, seguindo os objetivos do planejamento estratégico organizacional, dentro dos prazos e metas estabelecidas.

Nadelson Costa Nogueira Junior

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Bazar em prol do Lar Maria Nazareth

“Estamos precisando  de doações, roupas, acessórios e objetos de decoração .
Nossos amados idosos precisam da colaboração de todos, como também um carinho ( caridade moral ), ou seja, o asilo está aberto diariamente para visitas a partir das 15:00horas. Vocês não imaginam a felicidade deles ao ter alguém para conversar, para doar 20 minutos do seu precioso tempo .
As doações podem ser deixadas na própria loja cedida, localizada na Rua Getúlio Vargas, em frente ao banco Caixa Econômica Federal , centro , Rio Bonito .
Horário : segunda a sexta de 09:00 as 18:00 horas. Sábados das 09:00 às 17:00 horas.

Deste já agradeço a atenção emanada .

Boas vibrações para todos.”

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Silenciosamente, o governo está sabotando a sociedade

Há muito ódio em Rio Bonito. Caberia ao governo dar o primeiro passo. Uma negociação sempre é boa para os envolvidos. A imposição não dá margem para avanço. Respeito a posição pessoal de alguns técnicos e pesquisadores vinculados diretamente ao governo, bem como a janela das oportunidades aproveitadas. Todavia, a causa dos profissionais da educação é justa e não pode ser diminuída às disputas políticas. Está na hora do retorno à razão, para que a sociedade não continue no ciclo vicioso da causa e efeito, construindo, inconscientemente, as “falhas humanas” dentro dos sistemas sociais e nas políticas públicas. O objetivo da educação é construir o futuro digno da nação, o que é totalmente ao contrário daquilo que está sendo realizado há decadas, cujo resultado é o óbvio: – DESTRUIÇÃO.

Entretanto, destruir a educação pública é o mesmo que destruir e sabotar diretamente o comércio e a indústria brasileira, bem como aumentar o desemprego e a população carcerária. Logo, precisamos ser técnicos, para repensarmos o futuro de Rio Bonito e de toda a nação brasileira. Lembrem-se que os chineses estão logo ali, numa economia gloablizada e em crise.

 

Nadelson Costa Nogueira Junior

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Na ausência do diáglo com o Executivo, os professores se abrem com a sociedade

Julgamento-500x300“Nadelson Costa Nogueira Junior escreveu um belo texto no dia 01/06/15, contextualizando o cenário real de nosso País e que respinga nos Estados e Municípios. Essa é uma realidade e não podemos questionar.

Bom o que vemos agora é a diversidade dos pensamentos no atual contexto da Educação em Rio Bonito, no qual os Profissionais de Educação não aguentam mais a desvalorização que vem recebendo, seja na ilegalidade do salário que recebem, seja no trato no sentido de respeito aos serviços prestados ao longo dos anos, seja na valorização profissional etc.

Nós Profissionais de Educação estamos passando pela visão daqueles que hoje fazem parte do governo como irresponsáveis e como ignorantes. Mas, quando era outro governo no poder, estas mesmas pessoas estavam no lado que agora nós estamos, porém em minoria, porque não havia credibilidade nas ações naquela época, e sim, evidenciavam as questões políticas partidárias e os interesses pessoais.

Hoje está claro que os Profissionais de Educação não estão neste movimento por questões políticas partidárias e interesses pessoais, e sim pela coletividade. Nas assembleias e movimentos isso se confirma com a aderência dos Profissionais ao movimento.

Agora, é claro e notório que só não é maior essa aderência por conta da perseguição e do medo que se instala nas pessoas que ainda não aderiram. Aqueles novatos ou antigos, que não tiveram essa coragem de estar ao nosso lado, pesaram nas palavras da Prefeita no último dia 03/06, que iria cortar o ponto. Sabemos que muitos precisam desse salário, que é pouco para pagar o aluguel e etc.

thx1138-2Analisando as postagens diversificadas com relação a GREVE, vemos pais de famílias e outros funcionários (contratados, DAS…) de setores diversos da Educação ou não, que se manifestam alegando questões que sabemos ser difíceis para as famílias e a prefeitura contornarem, como: com quem deixar o filho, se a escola está em greve; ou pelos descontos dos prestadores de serviço com transporte escolar e outras situações, que pelas mídias lemos e que não são menos importantes.

Nós profissionais de Educação ficamos, sim, sentidos com todas essas situações que estão ocorrendo, assim como sabemos que as famílias e demais funcionários que se manifestam contra a greve também estão sentidos com a precariedade da Educação.

Isso não é uma questão pessoal entre Profissionais de Educação, famílias e demais funcionários da Prefeitura. Muito menos uma questão Política Partidária ou de interesses pessoais que a todo momento o governo tenta deixar em evidência. Isso é tentativa de tentar desmobilizar a Categoria que está unida, como jamais esteve na História de Rio Bonito.

Cortina de fumaça que tentam jogar a todo momento nas ações do SEPE!

Agora retomando o belo texto do Nadelson,  http://www.nadelson.com.br/precisamos-conversar-sobre-as-perseguicoes-aos-professores-e-a-utilizacao-do-fundeb/, estamos sofrendo com algo que foi implantado durante toda trajetória Política Federal de desvalorização da Educação e, que foi envenenando os Estados e Municípios.

Querem agora jogar a culpa nos Profissionais da educação, porque os pais não têm com quem deixar os filhos para irem trabalhar, porque alguns profissionais estão deixando de receber, porque tem escolas que não estão tendo aula. Isso é culpa nossa, porque estamos em GREVE, ou é culpa dos governantes, que por aqui passaram ou estão neste momento, e não cumprem com a Lei?

Que inversão é esta?

Não dá para entender?

img_investimentos_educacao_brasilSe estivéssemos recebendo o que a Lei nos garante, se tivéssemos uma escola pública de qualidade… estaríamos em GREVE? As famílias estariam tendo essa dificuldade? Alguns funcionários estariam deixando de receber o seu pagamento?

Vamos parar para analisar. A culpa é dos Profissionais da Educação?

De quem é a culpa na verdade?

Sabemos que a greve não é a melhor opção, mas já tentamos resolver essa situação no diálogo e nas negociações e nada foi resolvido.

Não podemos mais esperar e ficar acreditando em Papai Noel, coelhinho da Páscoa, porque todos os políticos, que por aqui passaram, se mostraram como verdadeiros Pinóquios.

Faremos a reposição das aulas assim que tudo estiver resolvido. As famílias podem ficar despreocupadas com isso, não é e nunca foi intenção dos Profissionais da Educação não repor as aulas. Agora, se a prefeitura descontar nossos pagamentos, quem demonstrará que não quer que os Profissionais de Educação reponham as aulas é o Poder Executivo. A culpa da não reposição não será nossa! Temos que estar atentos a isso!

Atenção Pais, Profissionais que não aderiram e sociedade, não culpem os Profissionais da Educação. Não caiam nessas falas isoladas e  políticas. O que eles querem é jogar a culpa de toda má administração dos três Poderes Federal, Estadual e municipal nas costas dos pequenos que, neste momento, são os Profissionais da Educação em Rio Bonito.”

 

Pelos Profissionais da Educação