Dois-anos-de-Sophia-245

Me reconectei a Deus e me sincronizei com os negócios

A luz é afrodisíaca e entorpece aquele que se fez distante por algum tempo. A oração faz isso com qualquer praticante da fé. Poderíamos falar das taxas da endorfina que são lançadas na corrente sanguínea do ser humano no momento da realização, seja ela qual for. Mas, não diminuirei o tema aos números e as tentativas do homem em querer quantificar tudo, porque nós não somos máquinas. Prefiro mantê-lo no campo da existência, da consciência e da metafísica.

Após o falecimento do meu pai, em julho de 2015, ingressei numa espécie de crise existencial. Acendia as velas do Shabat e cumpria a ritualística, como de costume. Todavia, as ações pareciam mecânicas. Havia algo dentro de mim que estava atrapalhando minha conexão com o criador e a criação. Talvez, tenha sido o tamanho da dor e da perda, que sofri no silêncio. Talvez, seja o desligamento obrigatório e involuntário do patriarca da família.

Esse desconforto me afetou nos negócios, uma vez que meu sócio, mestre, conselheiro e amigo não estava mais comigo no plano material. Tive que parar os serviços nos últimos meses, tendo em vista que era imperativo dar um tempo, para diluir e reconstruir tudo, com ordem no tempo e no espaço.

Essa semana,  estou muito feliz, porque montei dois servidores e atendi alguns clientes na área da formatação e consultoria em TI ( Tecnologia da Informação). Arrumei o laboratório e coloquei as coisas no lugar. Estou pronto para continuar os projetos e o legado que construí junto com meu pai. Por isso, mãos na massa, porque tempo é dinheiro, enquanto que pretendo passar parte do meu conhecimento e aprendizado a minha filha.

Continuarei com a forma humanística de trabalho do patriarca, que seguia com a máxima:  “Não faça clientes, mas amigos.”

Mas, minha maior alegria foi ter me preparado para as orações, sem a correria e a interferência do trabalho. Exatamente no por do sol, acendi as velas do Shabat e senti a paz e a ternura, que havia esquecido, porque não estava mais sozinho, pois o criador estava comigo e com toda criação.

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

www.nadfad.com.br

india-trem-maharajas

Somos parte de uma locomotiva

Meu pai, minha mãe, meus avós e toda genealogia está em mim. Toda essa onipresença foi transferida à minha filha, enquanto que o rio sanguíneo continuará até quando Deus permitir. Embora, digam que cada um dará conta do seu próprio pecado, há uma programação dos erros e acertos, cujas gerações vão se ajustando para compensar a demanda. E assim, a existência em família se transforma numa locomotiva de emoções, lembranças, traumas e sentimentos.

É necessário o anonimato para se praticar a justiça, a ética, o certo e o bem. No final, não compreendemos que o mundo está nos ajustando, quando deveríamos ajustá-lo em reciprocidade. E, da mesma forma que jogamos o lixo na rua ou poluímos os rios e os mares, vamos recebendo uma explosão diária de negativismo, dor, raiva, ódio e violência. Depois, reproduzimos cada palavra e imagem, como se fossem verdades absolutas. Mas, elas não são.

Por mais que me bombardeiem com meias verdades, evidenciando o lado ruim da humanidade, optei por acreditar no ser bom que está dentro de cada um, capaz de se comover, de se sacrificar no silêncio da caridade, porque a bondade não faz propaganda. Ela simplesmente trabalha.

Não estou dizendo para que tu ignores a recessão ou a depressão econômica, ou que te desligues da realidade. Muito pelo contrário. Peço-te, do fundo da minha alma, que assistas e leias tudo ao redor. Depois, questiones cada palavra e cada imagem apresentadas nos veículos de comunicação ou repetidas pelas bocas das pessoas. Posiciones diante de tudo isso e racionalizes. No fim do dia, constatarás que o mundo não é tão feio quanto pintam. Enquanto que há bondade e amor dentro de todos, independentemente do saldo da conta bancária, ou daquilo que acreditas.

Se mesmo assim, a dúvida pairar no ar, admires teu filho, com a simplicidade do sorriso e o brilho da esperança nos olhos, porque somos parte de uma locomotiva, cuja estação poderá ser construída, contrariando o acaso ou o destino.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

Petrobras-Udav-Destaque

O COMPERJ e as vagas de emprego

O COMPERJ (Complexo Petroquímico do Estado do Rio de Janeiro) se tornou um grande problema para o governo do Estado, o Município de Itaboraí e a própria PETROBRÁS, tendo em vista que desde o projeto rascunhado no papel, o empreendimento foi idealizado como o catalizador de 200.000 vagas de emprego diretas e indiretas, que transformariam a economia de Itaboraí e dos municípios, que fazem parte do CONLESTE, no paraíso do emprego, da capacitação tecnológica e da especulação imobiliária.

De fato, o empreendimento cumpriu parte do seu papel, gerando vagas de emprego e incentivando a construção civil, principalmente, em Itaboraí. Mas, em 2014, quando a PETROBRÁS ficou no olho do furacão da crise política e dos consórcios, com a operação lava jato, as demissões foram em massa, afetando diretamente a vida dos ex-funcionários e de suas respectivas famílias. Não demorou muito para que os efeitos da ausência do capital de giro por parte dos demitidos, bem como das obrigações tributárias junto ao governo, afetassem toda a economia regional, desde a venda no varejo até a venda e o aluguel dos imóveis. Literalmente, o céu estava desabando para a maioria.

Atualmente, o COMPERJ se limitou a 3500 profissionais, cujos 70% são oriundos de outros Estados. Embora a imprensa esteja anunciando, aos ventos, que serão contratados aproximadamente 5500 profissionais, a verdade é que só ocorrerão duas licitações esse ano, referentes à finalização da UPGN e Central de Utilidade, que demandarão, no máximo, 2500 vagas. Todavia, considerando o ambiente econômico e a burocracia estatal, as vagas só surgirão no final do ano, tendo em vista que 2016 tem eleição municipal, paralisando considerável parte dos procedimentos do governo e das autarquias.

O Movimento “COMPERJ, EU QUERO TRABALHAR” representa 55 mil seguidores, que querem e precisam trabalhar. O problema é que, mesmo antes da crise e das demissões, os consórcios atuantes no COMPERJ optaram em migrar a mão-de-obra de outros Estados, deixando de dar prioridade ao trabalhador do Município de Itaboraí. Em suma, embora o contrato da mão-de-obra local fosse um dos quesitos, os mesmos se limitaram aos apadrinhamentos políticos. Todavia, o governo municipal e os órgãos fiscalizadores ficaram inertes, enquanto que muitos empresários e empreendedores da região se dedicaram à construção dos imóveis, focalizando a ajuda de custo das empresas no contrato, que tinha o limite de até R$3.000,00. Assim, na ganância, a própria economia local terminou de sufocar o mercado de trabalho e consumidor, expulsando parte da juventude e dos cidadãos para as cidades com o padrão de vida mais barato e com o mercado de trabalho mais amplo.

Por fim, tirando essas duas licitações, que estão na fase da finalização, os próximos projetos serão mais coesos, rápidos e com pouco investimento na economia local, porque os chineses estão assumindo a maioria dos empreendimentos da PETROBRÁS, enquanto que seus engenheiros e técnicos são conhecidos por construírem usinas e prédios em dias, no sistema da linha de montagem. Racionalmente, os chineses trazem os projetos prontos do oriente, construindo as estruturas como peças de LEGO. Logo, é mais um motivo para que o mercado imobiliário da região não se anime, diminuindo o preço dos aluguéis e dos imóveis à venda, porque a festa do COMPERJ acabou. Quem ganhou dinheiro, ganhou. Quem não ganhou, não ganhará mais.

Aliás, o projeto do COMPERJ foi reduzido do terceiro maior empreendimento do planeta para a indexação do seu sistema à refinaria de Duque de Caxias – REDUC.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

pezao-dilma

Para o governo e o PMDB do Estado do Rio de Janeiro, imagem é tudo

2016 começou com o anúncio das falhas e retardos na gestão no primeiro ano do governo Pezão, cumulados com a “crise na saúde pública do Estado”.  Contraditoriamente ao discurso, a ALERJ aprovou o aumento no salário do governador, dos deputados estaduais, secretários e outras autarquias, essa semana. As obras, cujas matérias-primas são a brita e o asfalta, continuam em execução e com força total, enquanto que o décimo-terceiro salário do funcionalismo público do Poder Executivo foi parcelado.

Mesmo alegando o déficit nas contas públicas em função da desvalorização do barril do petróleo, que interfere diretamente nos royalties e na receita, o Governo do Estado investirá quatro vezes mais em marketing e na imagem, seguindo a mesma estratégia do Sérgio Cabral e do Eduardo Paes, atual prefeito do Município do Rio de Janeiro. Isso, porque o PMDB lutará para fazer o próximo prefeito da capital fluminense, enquanto que Picciani focaliza o Palácio Guanabara, em 2018.

O PMDB fluminense construiu uma estratégia muito interessante e inteligente, tendo em vista que a imprensa e a população farão o clamor público, em função da crise na saúde, para que o Congresso Nacional aprove a CPMF, com a alíquota dobrada. Isso quer dizer que, além dos royalties do petróleo, cujos valores se estabilizarão mais cedo ou mais tarde, o Estado do Rio de Janeiro terá uma máquina arrecadadora, que colocará a receita nas nuvens, sem mover uma única pá ou, sequer, gerar uma vaga de trabalho.

Assim, compreendemos o jeito PMDB de governar, uma vez que os aumentos e os investimentos, que deveriam ser focalizados nos serviços públicos e na valorização do funcionalismo, acabam nas campanhas de marketing e imagem dos governantes, que associam suas fotografias aos eventos, com o dinheiro do povo. Enquanto que já decidiram nos Estados que a CPMF voltará, só não avisaram Brasília, ainda. E, conhecendo a hierarquia dos valores dos políticos, a receita aumentará, mas a saúde e a educação públicas continuarão abandonadas, porque a crise não é financeira, mas ética e moral.

No final, na pior de todas as possibilidades, Pezão sacrificará sua imagem, seu plano de governo e metas, para manter o PMDB no poder, porque parte do exército precisa ser comido no tabuleiro de xadrez, para que o oponente se empolgue e perca o jogo.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

Russian President Vladimir Putin heads the Cabinet meeting at the Novo-Ogaryovo presidential residence outside Moscow on Wednesday, March 5, 2014. (AP Photo/RIA Novosti, Alexei Druzhinin, Presidential Press Service)

A Rússia se posiciona como a alternativa bélica e econômica contra o ocidente

Vladimir Putin, presidente da Rússia, fez uma grande jogada essa semana, quando a inteligência do país divulgou sua lista de prevenções e segurança, colocando os Estados Unidos da América no topo da lista das ameaças.

Embora pareça óbvio para todos, depois das décadas da Guerra Fria, a transparência no relatório posiciona a Rússia como a potência líder do bloco dos países que odeiam o estilo de vida ocidental. Assim, teremos a maioria das ditaduras localizadas no norte e no centro da África, bem como dos países no Oriente Médio, e na Ásia. No continente americano, teríamos a Venezuela, a Bolívia, o Equador, o Uruguai e um ponto de interrogação no Brasil.

Putin definiu sua posição publicamente, e se apresentou como uma espécie de símbolo ou de inspiração ao bloco econômico e global, que existe há décadas, sem líderes expressivos, mas com muito ódio e petróleo para negociarem.

Por fim, olho a tensão no Oriente Médio com a mais profundidade nesse momento, porque o Irã recebeu a saudação indireta do Putin, enquanto que a Arábia Saudita tenta evitar o conflito, que nunca lhe pertenceu na realidade.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

arrogante-1

Boçalidade

A proposta inicial da internet era facilitar a comunicação entre os departamentos científicos e acadêmicos nas universidades. Depois, surgiram os gigantes do setor tecnológico, criando regras e nichos de negócios, objetivando o comércio eletrônico e o compartilhamento dos dados, com a gestão do conhecimento.

Estou conectado na internet continuamente desde 2003, embora utilizasse o serviço precário, disponibilizado na linha telefônica discada desde 1999. Vi empresas e projetos nascerem muito rápido, enquanto que o falecimento foi com a mesma velocidade e intensidade. Mesmo assim, muita coisa mudou de lá para cá, e foi para melhor.

Na atualidade, eu fico assustado, quando me deparo com as ideias e as propostas propagadas pelas redes sociais, porque deveríamos gerar a informação e o conhecimento, compartilhando-lhes com toda comunidade eletrônica. Todavia, a maioria dos conteúdos é fútil, temporal e sem sentido. Os usuários não querem ler e fazer a pesquisa com profundidade, porque quanto menos caracteres e linhas tiver o artigo, será melhor. E assim, sintetizamos o diálogo, as ideias e o próprio pensamento humano, como as mensagens rápidas no twitter.

Ironicamente, podemos construir projetos e compartilhá-los com o próximo, sendo conhecido ou estranho. Entretanto, quando poderíamos brilhar na produção literária ou na genialidade, optamos em transformar o produtivo no boçal.

Mesmo assim, tenho esperança em ver o brasileiro produzindo conteúdos de qualidade e se capacitando pela internet, com a educação à distância (EAD). Aliás, outra máxima que o brasileiro ainda não descobriu com o advento da internet: – É possível estudar em casa, sem o custo do deslocamento, da manutenção da sala de aula convencional e dos horários fixos. Enquanto o mundo está se especializando dentro das organizações ou nos lares, o brasileiro ainda se desloca às escolas e institutos acadêmicos, porque é difícil aceitar o novo e promover a mudança da consciência. É complicado construir uma arquitetura atualizada e dinâmica, quando a consciência coletiva insiste em continuar no passado. A situação fica mais latente, quando nos deparamos com as escolas sucateadas e os professores desvalorizados pelo Estado e por sua própria sociedade.

No final, compreenderemos que nada aconteceu ao acaso, enquanto que construímos cada peça do quebra-cabeça social e tecnológico brasileiro, que é incompreendido por seus criadores, limitando-se à pseudocultura do boçal, responsável pelas falhas humanas, bem como pela essência ética nula dos governantes. Quando nos olhamos no espelho, não nos reconhecemos, porque o reflexo é feio, limitando-se à boçalidade alheia e coletiva.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior : .

 

frases-sobre-sorriso-1

A experiência e o óbvio

Durante muito tempo, eu tenho nadado contra a corrente majoritária do pensamento e do comportamento humano. Enquanto as pessoas acumulam coisas, eu aprendi a viver experiências. Viajar é bom, mas não estou falando do turismo. Estou me referindo ao ato de admirar e aprender com o óbvio, como amar, comer, beber, conversar, ler, educar e, principalmente, compartilhar.

Sinto prazer em ficar na minha casa, degustar uma xícara de chá ou de café, comer um doce, escrever por escrever, bem como admirar o desenvolvimento da minha filha e da minha família.

Aprendi , ainda na infância, que o tudo jamais será o bastante para o consumista. Por isso, fui me desapegando das coisas, porque há sempre algo além no sorriso, na gargalhada ou na lágrima. Gosto de me surpreender pelo desconhecido, desde que haja a conexão, através de uma boa conversa, descobrindo um amigo, mesmo que nunca o veja depois da casualidade no ponto do ônibus ou na poltrona de um avião.

Admiro a dedicação de alguns pelo status, construindo carreiras e fazendo fortunas. O problema é que, na maioria das vezes, esse tipo de gente não possui profundidade, porque eles qualificam o mundo pelo poder do consumo.

No final, é no calor da família e da nossa casa que a posse acaba, porque no lugar do eu, existe o nós. Somente o pai, a mãe e os filhos poderão compreender a simplicidade dos pronomes, tendo em vista que o melhor fundo de investimento é a experiência de participar do desenvolvimento de alguém que será melhor do que sou. Caso contrário, a existência seria a total perda do tempo, se limitando à arte da vida na construção do abstrato.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

DSC_0024

AÉCIO MOURA e o dilema do vice

O nome do empresário, AÉCIO MOURA, está ganhando evidência por entre os setores estratégicos da economia riobonitense, tratando-se da possibilidade da sua candidatura ao cargo de prefeito, pelo PDT. Conhecido pela busca pelo perfeccionismo em seus projetos no setor da construção civil, o empresário construiu sua reputação na manutenção da justiça, da ética, da família, da fé e do trabalho, tornando-se uma referência na comunidade cristã local.

Com a personalidade e os valores fortes, AÉCIO MOURA defende a política com ética e livre da interferência dos patrocinadores, para que, caso sua candidatura seja oficializada, recebendo a maioria das intenções dos votos válidos nas eleições municipais deste ano, possa construir uma equipe íntegra, bem como fazer os sacrifícios necessários, objetivando estabilizar o tesouro municipal e aplicar as políticas públicas, com planejamento e eficiência. Todavia, há uma exigência, por parte do pré-candidato, que está incomodando os grupos políticos e alguns empresários, tendo em vista que, até a presente data, não abre mão de escolher seu vice-prefeito, cuja opção estaria inclinada ao Dawson Nascimento da Silva, que dedicou sua vida às artes e a restauração da cultura e da história de Rio Bonito.

Conforme os rumores pela cidade, alguns empresários influentes estão articulando para que Geison Demier, atual Presidente da ASCIRB (Associação Comercial e Industrial de Rio Bonito), seja indicado como vice-prefeito do possível candidato, AÉCIO MOURA. A formação da chapa construiria a base para o nascimento do grupo íntegro e unânime, diretamente ligado ao comércio e à indústria local. Seria algo inédito para os empresários, que foram ignorados pelos governos nos últimos 24 anos. A questão é sabermos se o AÉCIO MOURA mudará sua posição.

Enquanto isso, aguardaremos as convenções partidárias, que realizar-se-ão em março, bem como a oficialização dos seus respectivos avatares.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

O jornalista Flávio Azevedo, com Aécio Neves no evento do PSDB.

O jornalista Flávio Azevedo é o perfil que o PSDB precisa para prefeito em 2016

O panorama político de Rio Bonito está muito interessante para 2016, principalmente, quando o assunto se direciona ao PSDB local, que passa por uma crise interna, em função das janelas que poderão, ou não, ocorrer até as convenções, onde serão oficializadas as pré-candidaturas aos cargos de Prefeito, Vice-Prefeito e vereador.

A questão é bem simples, tendo em vista que o atual vice-prefeito, Anderson Tinoco Luz, é considerado a prata da casa e possível candidato ao cargo de Prefeito, pelo PSDB, nas próximas eleições. Todavia, a única propriedade que torna o Anderson Tinoco valioso para o partido é a possibilidade da cassação da atual prefeita, Solange Pereira de Almeida, que o excluiu do governo, em 2014. Em contrapartida, o partido inclinou total interesse na renovação, na restruturação estadual, regional e local, agregando nomes novos à filiação, tal como o jornalista, Flávio Azevedo, que tem demonstrado, através das redes sociais e da qualidade na produção dos seus vídeos, que ingressou no partido para ganhar e se tornar a opção popular e número um dentro do PSDB nas Eleições Municipais de 2016.

De um lado, o PSDB local tem o vice-prefeito que está apagado e ausente na política riobonitense, com pouca ou nenhuma visibilidade perante a opinião pública. Do outro, o jornalista, Flávio Azevedo, está realizando movimentos estratégicos dentro da Agenda 21 e na imprensa, agregando o valor e o prestígio social que o partido necessita e receberia gratuitamente.

Quem vencerá a disputa interna para se tornar a opção como candidato ao cargo de Prefeito de Rio Bonito, em 2016? Flávio Azevedo ou Anderson Tinoco? Enquanto isso, o possível pré-candidato, Matheus Neto, do PR, precisará fazer alianças políticas para tentar competir as eleições municipais. Qual dos dois nomes do PSDB agregaria maior valor popular e estratégico, diante da possibilidade e da necessidade de uma aliança? – Mas, vamos devagar, porque, conforme as conversas com os articuladores, o candidato do PR tem interesse em fazer a aliança com o pré-candidato, AÉCIO MOURA, do PDT, que se demonstra resistente à ideia de fazer alianças até a presente data, mesmo sob a pressão de alguns empresários influentes.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior