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O Brasil precisa exercer a anarquia para amadurecer sua democracia

recadox-com-br-a-anarquia-economica-da-sociedade-capitalista-de-hoje-em-12209T2x4pMyJ0O governo subiu os impostos, as taxas e os tributos, ao ponto de tornar inviável o consumo dos produtos eletrônicos, eletrodomésticos e automobilísticos. Simplesmente, as pessoas não estão consumindo tais utensílios, porque não sobra dinheiro no final do mês, enquanto que as contas estão fechando no vermelho, transformando a inadimplência numa bola de neve descontrolada, cujos efeitos afetam a economia nacional e doméstica.

Há outro parâmetro que não vi qualquer jornalista comentar no momento: – O SEDEX e o PAC, que são os serviços de entrega oferecidos pelos correios. Essa semana, deixei de realizar a compra de dois produtos baratos, cuja compra total fecharia em R$36,00, porque o SEDEX ficaria em, aproximadamente, R$46,00. Em suma, eu pagaria mais pelo transporte do que pelo produto em si. Essa dinâmica é aplicada nos correios, nos combustíveis, na energia elétrica, na água, no gás e em tudo que consumimos.

Não me importo em pagar até 40% daquilo que recebo como fruto do meu suor e trabalho, quando é possível ver os valores aplicados na sociedade, através da saúde, educação, segurança e na prestação dos demais serviços públicos, com qualidade. O problema é que o Governo só suga e se recusa em dar a contrapartida daquilo que lhe é obrigado pela Constituição Federal, alegando que Estado deve ter a atuação mínima na economia e nas suas próprias obrigações, aproximando os Poderes Executivo e Legislativo à nobreza do antigo Império Brasileiro, com suas ilustrações, cargos e salários sem sentido para a sociedade.

No final, sou obrigado a expressar algo, que jamais pensei que poderia ser pensado ou escrito: – Acho que precisamos pensar na ausência do Estado na teoria, porque sua ausência já é um fato notório na realidade. Talvez, a solução para a desordem histórica da nossa nação seja a anarquia, lançando a responsabilidade do Poder Legislativo nas mãos dos cidadãos, que falarão por si mesmos, através da internet, tornando desnecessária a existência do poder Legislativo como o conhecemos, com seus deputados e senadores, com seus gabinetes cheios de cargos comissionados, por onde escoam os apadrinhamentos e considerável parte do dinheiro público, que deveria ser investido na saúde, na educação e segurança da nação brasileira.

Historicamente, a imprensa constrói a ideia de que a culpa de todo o caos está na nação brasileira, quando, na realidade, a culpa é única e exclusivamente do Estado, que transforma Presidentes em Reis, Deputados e Senadores em Nobres, colocando o povo na condição de servos e escravos. Logo, os brasileiros não precisam carregar tamanho peso em suas costas.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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A Mediunidade e a matéria

astrologia-astrocentro_719Há uma ironia na existência humana, quando se acredita na vida após a morte e no mundo espiritual, uma vez que a matéria é uma fase, enquanto que a morte se converte ao rito de passagem de uma realidade para outra.

Quando nascemos, somos programados geneticamente à sobrevivência, buscando a autopreservação. Literalmente, nos tornamos escravos da matéria, ora por expiação, ora por serviço voluntário, ora por missão. Não importa qual seja a finalidade da sua existência, desde que seu corpo seja preservado até o momento certo do seu desligamento.

O conceito da autopreservação é tão forte na humanidade, que fundimos o espírito e a alma à carne, tornando a matéria maior daquilo que é de verdade. Ironicamente, nos apegamos aos nossos corpos, considerando a mesma imortalidade do espírito e da consciência da sua alma, quando, de fato, há uma validade programada na carne, enquanto que a mesma fusão, que diminui nossa inteligência espiritual, nos torna prisioneiros do nosso próprio corpo.

Tomar consciência da unicidade, da inteligência espiritual e do fato de que somos a parte de um mecanismo complexo, cuja compreensão está muito além da capacidade humana na atualidade, é o primeiro passo para libertação da prisão corpórea, porque, quando nos tornamos conscientes, o corpo deixa de ser uma prisão, cheia de vícios e virtudes, tornando-se a moradia temporária do espírito, que almeja o ofício da manutenção da criação. No final, não importam os tamanhos, as responsabilidades e as conquistas, porque a existência do fluído vital possui uma ordem universal no tempo e no espaço, com profundidade e extensão infinitas, cujas fronteiras estão na continuidade em outras dimensões, com seus respectivos colaboradores.

Por fim, lembre-se que, enquanto seu corpo envelhece, seu espírito se torna maduro e incandescente. Pelo menos, essa deveria ser a finalidade da existência, independentemente daquilo que criamos ou acreditamos.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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O Brasil está caminhando para a Guerra Civil

Não precisa ser expert em sociologia ou economia política para concluir que chegamos ao 3º estágio da estagnação econômica, que se desencadeará em todos os nichos da sociedade, assim como as drogas, as doenças sexualmente transmissíveis, a síndrome do pânico e a violência doméstica, que, por mais que tenham sido anunciadas e recebido bastante propaganda preventiva, ocorreram ao longo dos últimos 30 anos, se alastrando pela maior parte do planeta, ocupando o mesmo espaço da humanidade. Esse estágio foi conhecido pelo mundo em 1929, cujos historiadores e pesquisadores o chamam de DEPRESSÃO ECONÔMICA.

Para os leigos, a depressão econômica ocorre após um longo período de inflação, mesmo sendo controlada, que desencadeia o desequilíbrio na linha de produção, no estoque e no consumo, provocando os ajustes necessários por parte dos empregadores, que demitem em massa, para compensarem os buracos nas contas. O problema é que quanto mais gente é demitida, menor se torna o consumo. Quanto menor consumo, menor se torna a compra das mercadorias. Assim, as empresas continuam demitindo, até que o inevitável aconteça, que é a falência generalizada.

Na sociedade, a depressão econômica é anunciada com os efeitos do desemprego, que mantém as fórmulas supramencionadas, enquanto que o cidadão, que não tem opção, acaba ingressando na criminalidade para literalmente colocar comida em casa. Não satisfeito, o governo aumenta a água, a luz, os impostos e os tributos, sobrecarregando a indústria e o consumidor, que paga a maior parte da fatia na transferência dos encargos. Em suma, não precisa ser gênio para concluir que a violência e a criminalidade aumentarão, enquanto que os chefes de família cometerão suicídio nas áreas públicas, como uma forma de protesto. No caso do Brasil, a depressão foi oficialmente anunciada com a queda de 25% no consumo da cerveja no primeiro trimestre de 2016 em comparação com 2015. Isso quer dizer que o brasileiro está tentado se adaptar, deixando de beber nos bares, assumindo o último estágio da dieta econômica.

Não estamos vivendo uma simples inflação ou recessão econômica. Nós entramos na depressão econômica em outubro de 2015, quando o governo assumiu as pedaladas fiscais. Quando paralisaram a PETROBRÁS e as empreiteiras, independentemente das questões legais, paralisaram a maior parte da máquina econômica e produtiva do Brasil. Seguraram a válvula da corrupção por alguns meses, mas os políticos criaram uma crise econômica nos Estados Federativos e passaram a compensar os fornecedores e as licitações com o dinheiro da saúde e da educação, atrasando o pagamento dos servidores públicos e dos aposentados, sob a alegação da crise do petróleo com seus royalties.

Por fim, conforme a teoria geral econômica, a depressão econômica se agravará do estagio da inflação, do desemprego generalizado e da falência, para o aumento dos índices do suicídio, da violência doméstica e urbana, se alongando para a escarcez dos estoques, até que o nível máximo seja alcançado, que é a Guerra Civil. Logo, que sirva de alerta, já começaram os suicídios.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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A queda da ciclovia e os erros da gestão pública

13000354_1034586339949250_5019167992538819224_nCom pouco mais de 03 meses inaugurada, a queda da ciclovia Tim Maia, localizada em São Conrado, é a demonstração de que existem momentos que a inovação tecnológica não deve ser aplicada, principalmente, quando o quesito principal é a segurança do usuário dos serviços. Enquanto que a mídia e a sociedade carioca focalizam a queda de parte da ciclovia recém-inaugurada, com o custo de R$44,7 milhões, há um ponto da tragédia que ficou muito bem registrado nas imagens, uma vez que a força das ondas derrubou a estrutura que nem papel, enquanto que o viaduto, datado de 1922, continua intacto, demonstrando que foram escolhidos os materiais e os recursos errados no projeto, que deveria prever a força do mar, incluindo seus efeitos.

Não tem como olhar as imagens do acidente, sem questionar o fato de que milhões de reais foram investidos erroneamente, enquanto que o dinheiro do contribuinte desce pelo ralo.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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A comunicação é alma de todo negócio, incluindo a política

images (23)A politica é simples assim: – Você lê a resenha, executa o raciocínio lógico A = B+C, faz a relação entre as variáveis, calcula a audiência, acompanha a margem de impacto e faz a avaliação da campanha desenvolvida. E assim, uma ação desenvolve a outra, como uma corrente. Isso é fazer e compreender a opinião publica. Todavia, existem limites éticos e lógicos que não podem ser ultrapassados. Um grande exemplo deste caso é o politico não ter realizado nada de importante no seu mandato e propagar que construiu castelos e que tudo está bem, quando a realidade é oposta à ideia vendida.

Existe outra vertente da comunicação social e do marketing que a maioria dos políticos ignora, quando executa suas campanhas, que são os indicadores sociais e a mensagem que a consciência coletiva do universo pesquisado transmite à sociedade. Logo, não basta vender a ideia ou o produto, se não fizerem o plano e o planejamento do marketing e a projeção da comunicação social, pois ocorrerão ruídos, que debilitarão todo o trabalho desenvolvido. Trabalhar com a opinião pública é uma via de mão dupla, principalmente, quando se utiliza as redes sociais e a internet como veículos. Talvez, essa seja a grande façanha da comunicação digital em relação aos jornais, que informam, comunicam e fazem opinião pública, mas não dão feedback (retorno), deixando o leitor com a ideia na mão e nada mais. É por tal motivo que os jornais americanos abraçaram o twitter e o facebook, focalizando a inclusão digital e o upgrade do veículo de comunicação conservador e tradicional, unindo o velho ao inovador.

Por fim, meu conselho é que valorizem as forças e não se esqueçam das fraquezas. Uma campanha limpa e transparente reconhece seus erros para tentar corrigi-los. Negá-los, será um ato infantil, que alimentara os oponentes, e afastará o eleitor do processo democrático, o que inclinará no voto em branco ou nulo, e na abstenção voluntária do cidadão nas eleições. Aliás, se compararmos as estatísticas das eleições brasileiras, nos últimos 12 anos, notaremos que mais de 20% dos eleitores já se excluíram do processo eleitoral, enquanto que os índices tendem a subir aos 30%.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Sinceridade

Estou cansado.

Andei por vinte anos de história,

Para terminar no mesmo calçadão,

Vendo a elite glorificando a escória,

Colocando vendas nos olhos da nação.

A areia da praia me incomoda,

Enquanto que não consigo dar passos largos.

Simplesmente, meus pés atolaram nesta crosta,

Enquanto que meu corpo está em farrapos.

Quero chorar em sua água salgada, Copacabana,

Porque o trem do progresso saiu do trilho.

Sua locomotiva bebe cachaça com gasolina.

Seus sonhos e promessas foram adulterados,

E jogados debaixo do tapete durante a faxina.

Não satisfeitos com a maestria do teatro,

Me mandaram pagar a conta e nada mais.

Depois, o óbvio aconteceu:

– O Dólar subiu. A vara desceu…

No final, fiquei de castigo por minha sinceridade,

Olhando o cupom fiscal entre os dedos.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Anderson Tinoco e a busca desesperada por um vice

Analisando o panorama político rio-bonitense e as alianças partidárias que já se oficializaram, o vice-prefeito, Anderson Tinoco (PSDB), está perdendo o pouco tempo que lhe resta na articulação e na execução das estratégias, enquanto que sua única chance de tentar concorrer com Marquinho Luanda (PMDB), Matheus Neto (PR) e Marcos Abrahão (PT do B), ficou limitada à escolha do vice perfeito, que, conforme os indicadores sociais, teria que ser alguém do sexo feminino e com grande penetração no centro da cidade e no interior. Logo, saindo da perspectiva empresarial, a única forma de Anderson Tinoco dar a volta por cima será convidando a vereadora Rita da Educação (PP) para vice. Caso contrário, ele terá que contar com a sorte para que a prefeita, Solange Pereira de Almeida, seja cassada por força do processo que está paralisado no STJ, o que tiraria a máquina pública da situação e provocaria  uma grande mudança na configuração política e econômica atual.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

Padre Dudu - Canção Nova.

O WhatsApp de cada dia nos dai hoje?

“Não! A vida não é só WhatsApp! Ele não pode ser o nosso pão de cada dia! A vida não pode ser resolvida pelo WhatsApp! Será que um aplicativo, além de quase “onipresente”, pode ser também “onipotente”? Parece ser para tantos de nós! Quantos precisamos bater no peito? Não! Não se pode resolver tudo pelo WhatsApp! Definido como um aplicativo para comunicação por mensagens através dos smartphones, o WhatsApp se transformou em um dos principais meios de comunicação da atualidade, substituindo até mesmo as ligações e, o pior, as relações pessoais, a “cultura do encontro”. No entanto, assim como qualquer recurso humano, também o WhatsApp precisa ser usado com sabedoria e equilíbrio.
Precisamos de critérios
Talvez não estivéssemos preparados para a chegada deste aplicativo, atualmente quase “divinizado”; e, é exatamente por isso, que precisamos, em nossas conversas privadas ou em nossos inúmeros grupos, pensar em critérios e regras de conduta que devem ser sempre lembradas para o uso justo do WhatsApp.
A exposição da vida, a futilidade nos conteúdos desnecessários, a dispersão na concentração, a substituição da pessoa real pela virtual, o uso do aplicativo para não dizer o que precisamos dizer pessoalmente, a dependência viciosa de vivermos grudados no telefone por causa dele… Todas essas situações precisam nos fazer pensar. Até quando estamos sendo verdadeiramente livres depois do advento do WhatsApp em nossa vida? Quantos minutos conseguimos ficar sem olharmos o telefone? Conseguirmos ficar alguns dias sem usá-lo?
Precisamos nos questionar
A comunicação pelo smartphone e aplicativos ainda é um fenômeno recente, no entanto, ninguém pode negar que o contato contínuo e a instantaneidade fazem parte da essência deste aplicativo. A informação imediata e o perigo de ser absorvido pelo mundo virtual caminham juntos no uso do aplicativo.
Em qualquer tempo e lugar, pelo WhatsApp nossas mensagens podem ser recebidas e respondidas quase simultaneamente! A conversação em tempo real traz uma nova dinâmica social, ampliando-se a dimensão espaço- temporal. “O indivíduo está presente fisicamente, mas é absorvido por outro mundo tecnologicamente mediado”, disse um estudioso recentemente.
Novamente digo que não estávamos preparados para esse dilúvio de tecnologia virtual carregada de informações e possibilidades, e que, em muitas vezes, nos forçam a tomar decisões imediatas. Pessoalmente, o que mais tem me incomodado é que somos “pressionados” muitas vezes a agir a partir do que as pessoas nos pedem, perguntam ou exigem pelo telefone. Todos querem respostas e soluções para suas dúvidas e questões imediatamente, na mesma velocidade em que recebemos e respondemos as mensagens. Não temos praticamente o tempo que precisamos nem mesmo para pensar em responder. Quantas vezes podemos por isso ter respondido ou nos expressado de maneira errada?
A questão da sociabilidade, da convivência.
A alienação de algumas pessoas demonstrando a supervalorização do virtual em detrimento do diálogo e do convívio com outros indivíduos, é um dos fatores que certamente mais afeta de modo negativo. Várias pessoas estão completamente viciadas no WhatsApp. Não se trata apenas de adolescentes! Muitas das vezes não conseguimos distinguir o real do virtual. Um dos maiores problemas apontados por aqueles que estudam o assunto, e por quem decidiu cancelar a conta, é à “eterna conectividade”. Percebe-se que, com a facilidade da comunicação virtual, o convívio social e pessoal tem sido deixado de lado por muita gente. Isso é um risco não só para as relações afetivas, mas também, para a trajetória profissional do indivíduo, uma vez que assuntos importantes ainda demandam maior atenção e exigem que as informações sejam trocadas pessoalmente.
A cibercultura do nosso século, especialmente entre os jovens, transformou a internet num elemento da cultura atual. Pensemos na cultura da visibilidade provocada pelas telas dos computadores e telefones, por exemplo. As comunidades virtuais falam, por exemplo, de “eu visível” e “eu invisível”. Ninguém pode negar o quanto tudo isso tem tocado em nossas relações, tanto positivo quanto também negativamente
Quem de nós, ainda não dominado pelo vício, não se sentiu extremamente mal por estar em uma mesa, por exemplo, onde a atenção real foi desviada pela virtual? E naquela reunião, quando nos momentos mais importantes, alguém está no “Sapp”? O que pensar da cena absurda e grotesca daqueles quatro membros da família que estavam todos à mesa cada qual com seu telefone on line no Sapp?
Resolver tudo pelo WhatsApp?
O ritmo que atualmente a vida moderna nos impõe é uma rotina louca e acelerada. Nela, sobretudo, o telefone celular ampliou a possibilidade de coordenar à distância coisas corriqueiras e ordinárias sem querer ter tanto trabalho. Não estamos falando aqui daqueles que dependem quase que exclusivamente da rede telefônica para seu trabalho ordinário e cotidiano.
No entanto, cresce a tendência de resolver tudo via WhatsApp. É a famosa frase: “Eu mandei um Saap” ou ainda “Me manda um Saap”. É assim mesmo? Tem que ser assim mesmo para tudo? E o que dizer do absurdo de pessoas que terminam relacionamentos não só por causa do WhatsApp como também por WhatsApp? Vovó diria: “Meu filho, é o apocalipse!”.
A questão da Gestão do tempo
Ih…que ponto difícil! Quanto tempo estamos no Sapp? Nem sei! Quantas coisas deixamos de fazer é mais fácil pensar. Quantas horas de leitura, convivência, orações e sono passaram a ser subtraídas, sequestradas e roubadas depois que nós conhecemos o Sapp?
Prejuízos e limites no ambiente de trabalho e na Igreja?
Vale dizer que o alto grau de interatividade pode ser bastante prejudicial no trabalho, sobretudo, se o alerta sonoro do aplicativo fica ligado. Tem gente que não tem “desconfiômetro”! Nada contra os carteiros, mas ninguém merece aquele barulhinho do assovio! E na Missa? Sempre acho que veio do “grupo do inferno” mandado pelo capeta! Deus não precisa de WhatSapp para se comunicar conosco! Porém, a conversão também precisa passar primeiramente pelos ministros do culto. Temos visto coisas que até mesmo o grupo do inferno duvida…
A chegada constante de mensagens atrapalha a concentração e diminui significativamente a produtividade do profissional, o que tende a gerar atrasos e baixa qualidade.
Vejam esta frase de um jovem de São Gonçalo: “O whatsapp não me deixa trabalhar, mas me deixa viver”. O que pensar?
Alguém conseguiria trabalhar eficazmente estando online durante toda a carga horária? Se já reclamávamos da atenção que o cliente precisava antes, imagine agora…
O Conteúdo, O excesso desnecessário e a futilidade das Mensagens
Muitos usuários têm abandonado o aplicativo por conta da enxurrada de mensagens recebidas diariamente – algumas até sem importância – e pelo aumento desordenado do número de grupos – família, trabalho, escola, entre outros. Essas duas desvantagens acabam gerando um outro ponto negativo listado por quem utiliza o Sapp: O compartilhamento de conteúdo inapropriado. Não estou pensando em conteúdo impróprio, moralmente falando, mas o que dizer do dilúvio de pornografia que nossos adolescentes recebem atualmente pelo Saap?
Conflitos dos mais sensatos e a questão dos Grupos
A cobrança imediata porque você visualizou acredito ser uma das maiores dificuldades, mesmo que alguém pense diferente. Estar na chuva é pra ser molhar ou podemos pensar que se eu não dou conta, eu posso sair.
Mas, eis a questão: Ler ou não ler? E se você leu? Basta ler? Como esse WhatsApp é exigente! Não basta ler todas essas conversas, tem que participar! Porque seria muita falta de consideração da sua parte visualizar a mensagem e não manifestar a sua opinião. Se você não tiver tempo para responder, nem leia, é o que muitos pensam. Do contrário, a mensagem azul dirá para o seu amigo que você leu, mas não está nem aí para responder e quer mais que ele exploda! – é assim que ele vai se sentir (a propósito, é como você também se sente). E também não adianta muito não abrir a mensagem só para não constar como visualizada, porque o WhatsApp conta que “você foi visto pela última vez há 2 minutos atrás e não quis responder ninguém!” – semeando a discórdia!
Todos esperam que você leia os seus WhatsApps, como se cada um fosse único! O pior é que, inevitavelmente, um belo dia, enquanto você responde as suas últimas 672 mensagens não visualizadas, você acaba enviando para um grupo ou pessoa errada. Mais um problema; fora a questão do corretor, que não cansa de te constranger…
Quanto aos grupos, encontrei um texto de uma jornalista com umas reflexões legais:
“Além de todas essas pessoas aclamando a sua resposta com urgência, você também tem que dar atenção para os grupos: grupo dos amigos do colégio, dos amigos da faculdade, dos amigos que são mais amigos da faculdade, grupo do trabalho, grupo dos amigos do trabalho, grupo da família (e os 476 “Bom Dias” diários), grupo das melhores amigas…
Sair desses grupos não parece uma boa opção, porque, isso sim, seria o cúmulo dos cúmulos! Deixar um grupo do WhatsApp é o mesmo que desligar na cara das pessoas, ou mandá-las calar a boca. Sim, eu sei que no fundo essa é a sua vontade, mas você não quer que eles saibam – só que todos saberão, porque no exato minuto que você sair, aparecerá na tela: “você, pessoa ingrata, saiu”. Pronto! Ali já começam as especulações e outros integrantes do grupo irão se perguntar o motivo (este será o assunto do dia!) levantando as hipóteses mais absurdas: “Ela deve ter saído porque naquele dia eu falei que o ex dela estava ficando com a minha prima, com certeza ela não gostou porque ainda pensa nele. Ou então, agora ela está interessada na minha prima…” – mundo moderno. Se você procurava paz, errou. Você que só queria um tempinho para viver, agora terá que usar os seus próximos minutos para se explicar.
Eis que silenciar os grupos no Whatsapp parece ser a melhor solução”
A novidade do WhatSapp: A Criptografia
Nestes primeiros dias de Abril, nossos telefones pediram atualização; e eis que recebemos uma outra surpresa: A Criptografia!
Com o que chamam de “criptografia de ponta a ponta”, as mensagens são embaralhadas ao deixar o telefone da pessoa que as envia e só conseguem ser decodificadas no telefone de quem as recebe. A criptografia amplia a confidencialidade das informações que as pessoas trocam para lidar com assuntos de trabalho, fotos pessoais, etc. Já há polêmica em relação a esse novo recurso. Vamos esperar!
Peço perdão se me equivoquei em alguma coisa. Os que me conhecem sabem que essa nunca foi nem será minha área. Apenas partilhei situações do cotidiano vividas por mim e pelas pessoas que convivo ou atendo e que me passaram a incomodar um pouco ou bastante. Amigo WhatSaap, sei que você é importante é já me ajudou muito. Agradeço-lhe e talvez fiquemos um tempo sem nos falar. Que nossos amigos nos compreendam…”

Por Padre Dudu

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Marquinho Luanda é autônomo e uma opção positiva nas Eleições 2016

Seguindo com a construção do perfil político rio-bonitense, conversei por quase duas horas com o pré-candidato a prefeito e atual vereador, Marquinho Luanda, do PMDB, que demonstrou clareza, maturidade, objetividade, humildade e audácia nas suas propostas e postura política, cujo histórico está em desenvolvimento desde 2008, quando conquistou mais de 900 votos nas urnas, mas não ocupou o cargo no legislativo municipal, por causa das variáveis diretamente ligadas à legenda e ao universo dos votos válidos, para alcançar o coeficiente eleitoral.

Eleito para vereador em 2012, pelo PMDB, Marquinho Luanda foi escolhido pela cúpula estadual do partido para concorrer ao cargo de deputado federal, tendo em vista a ausência dos candidatos no Município, obtendo 12.012 votos. Naquele momento, o candidato tinha caído nas graças do atual presidente da ALERJ, Jorge Picciani, além de ter ficado no meio do conflito político entre Picciani e Paulo Melo, que era o presidente da ALERJ em 2014 e o principal aliado político da prefeita, Solange Pereira de Almeida, que centralizou toda sua energia na tentativa de prospectar votos ao Deputado Federal e Presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, isolando o Marquinho da máquina local, sabotando, literalmente, sua campanha. Mesmo assim, o Marquinho Luanda respondeu de forma positiva nas urnas, correndo o risco de ainda ocupar a cadeira de deputado federal como suplente. Em contrapartida, a prefeita, que possui a maioria das cadeiras na Câmara Municipal, tentou isolar o vereador de todas as formas, mesmo sendo colega do partido (PMDB), vislumbrando a reeleição ou a sucessão controlada pelo seu grupo político, cujos planos não tiveram êxito, em função das questões judiciais e da incapacidade gestora do atual governo.

O vereador, Marquinhos Luanda, votou contra o projeto do Estacionamento Rotativo, a proposta da alteração do IPREVIRB, além de ter atuado ao lado da vereadora Rita de Cássia na luta dos professores e na questão da educação municipal. Já o pré-candidato defende a valorização dos servidores públicos, o investimento na guarda municipal e no monitoramento remoto, focalizando seu discurso na manutenção racional e legal da educação e da saúde pública. Ele defende a otimização dos serviços da saúde na UPA, que está atendendo os municípios de Tanguá, Silva Jardim, Casimiro de Abreu, Itaboraí e adjacências, enquanto que os cidadãos rio-bonitenses estão sendo prejudicados em seu próprio município. Quanto ao Hospital Regional Darcy Vargas, o pré-candidato defende a gestão compartilhada e a auditoria contínua. Mas, a parte mais interessante das propostas do Marquinho Luanda, na minha opinião, se aplica na articulação da sua campanha, tendo em vista que, desde Aires Abdalla, eu não vejo um político que tenha conseguido se lançar candidato com o apoio unânime da Câmara Municipal e que conseguisse penetração nos três principais grupos políticos da nossa cidade, incluindo a comunidade católica e evangélica. Aliás, conforme as palavras do próprio, ele quer conquistar a confiança dos eleitores do Aires Abdalla, do José Luiz Alves Antunes (Mandiocão), da Solange Pereira de Almeida e, principalmente, do Aécio Moura.

Analisando o perfil do candidato de 2014 até a presente data, não tenho dúvidas de que a única coisa que liga a prefeita, Solange Pereira de Almeida, ao Marquinho Luanda é o partido político (PMDB), principalmente, após a saída do deputado estadual, Paulo Melo para o PTB, o que deixa bem claro e evidente que existe uma barreira emocional e ideológica entre os líderes, mesmo com a coligação municipal construída. No mais, acho que é preciso ter coragem para assumir posições públicas e inimigos declarados na política. O Marquinho Luanda teve essa coragem e é uma opção para os rio-bonitenses em 2016, enquanto que seu vice será o médico, JORGE BRANDÃO. No mais, vamos aguardar o desenrolar das tramas nos bastidores da política e seus efeitos na opinião pública.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

A vereadora Rita de Cássia, do PP.

Eu dedico meu respeito e admiração à vereadora Rita de Cássia por sua coerência

f3936a34196075e664661d8cca9d22c7_MHá uma bagunça generalizada na política brasileira. Em Rio Bonito, a bagunça é mais tímida, por causa do tamanho da sua população. Todavia, sofremos do mesmo problema: – Ausência das lideranças, que tenham uma trajetória idealista e ideológica linear, com o contato aberto e direto com o povo e que apresentem propostas reais, objetivas e tangíveis nas soluções dos problemas da cidade e de sua respectiva sociedade. O político brasileiro se especializou na compra do voto e na total desconexão com o público e a realidade, acreditando que tudo se resolverá no dinheiro, na mudança da sigla partidária e na montagem de uma coligação, composta por candidatos medianos, mas, que jamais se tornarão concorrentes reais. Assim, somando os votos comprados, com a média dos votos conquistados pelos outros candidatos em outras eleições, o político, sem ética, se manterá no poder.

Todavia, não precisava ser assim. Era para o político constituir sua equipe de campanha, apontando pessoas éticas e reconhecidas na sociedade para ajudarem na mobilização. Era para o mesmo político se fazer presente nas ruas e nos eventos sociais da cidade, apertando as mãos, beijando as crianças e, principalmente, apresentando seu plano de governo. Entretanto, em Rio Bonito, o panorama é justamente o contrário. O político desaparece por quatro anos, recebendo o salário do vereador, sem dar justificativas, sem dar explicações, colocando a culpa no prefeito, quando, inegavelmente, os vereadores se tornaram cúmplices, ora por omissão, ora por aprovarem e por não fiscalizarem. Mas, mesmo assim, os salários foram compensados todos os meses.

No século XXI, o político precisa compreender a opinião pública, o impacto e a necessidade no cumprimento das suas promessas, além de trabalhar sua imagem ao longo do mandato, não somente no período eleitoral. Por isso, aconselho aos políticos, que não estão envolvidos nos escândalos conhecidos ou secretos, para jogarem nas eleições de forma correta, ética e digna, sem comprar voto ou montar o cabide de empregos na máquina enferrujada do município. De preferência, contratem os profissionais da comunicação para trabalharem a imagem, os discursos e as alianças, com metodologia, razão, lógica e, o mais importante, transparência, para que a articulação faça sentido para a sociedade, que banca os salários e as vantagens de uma categoria ingrata, que não se preocupa em mentir, para justificar sua ausência no ofício e na manutenção das políticas públicas.

Não poderia terminar, sem expressar a lógica contraditória dos nossos políticos locais, que repetem o eco do impeachment de Dilma Rousseff, mas que mantém a prefeita, Solange Pereira de Almeida, no poder. Em suma, não adiantará fazer o discurso da oposição, quando as fotografias e os aliados são justamente os colaboradores do governo, que deveria ser deposto pelo legislador justo e comprometido com o bem estar dos seus cidadãos.  Se alguém discorda daquilo que escrevi, solicito que passeie pelas ruas da nossa amada Rio Bonito, e observe o abandono da cidade, com suas praças, escolas e postos de saúde. Não tem como um vereador ignorar o fato e dizer que não tem culpa pelas ausências, tendo em vista que, se a cidade chegou ao abandono que está, foi porque eles consentiram com o silêncio. Mas, não posso ser injusto, uma vez que, de 01/01/2013 até a presente data, eu só vi uma voz vibrar coerentemente dentro da Câmara Municipal de Rio Bonito, abraçando a causa dos professores e batendo nos pontos pertinentes da nossa cidade, incluindo a menção do afastamento da prefeita, Solange Pereira de Almeida. Seu nome é Rita de Cássia Antunes B. Martins Gomes, conhecida como Rita da Educação, que honrou seu eleitorado e seu lugar no legislativo municipal, representando a educação e o povo. Em tempo, gostaria muito de vê-la como prefeita ou vice, uma vez que o histórico da vereadora vislumbra uma campanha limpa, ética e transparente, indo de encontro aos indicadores sociais e às necessidades do nosso Município de Rio Bonito. Embora, muitos digam que a vereadora se aposentará da política, eu acredito na hipótese supramencionada da exaltação. Todavia, teremos que esperar as convecções, quando saberemos se o ex-prefeito, José Luiz Alves Antunes se candidatará e terá sabedoria na escolha do seu vice. No lugar dele, eu não pensaria duas vezes para materializar o convite.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior