Ricardo Abrahão.

Ricardo Abrahão, o idealista que valoriza as comunidades e os universitários

O empresário, Ricardo Abrahão - 29/06/2016.

O empresário, Ricardo Abrahão – 29/06/2016.

Seguindo o projeto da construção do perfil político rio-bonitense para as Eleições Municipais de 2016 para a Câmara Municipal, apresentarei o perfil do pré-candidato a vereador, Ricardo Abrahão Flores, filiado ao PPS (Partido Popular Socialista), com 34 anos de idade, casado, pai de uma filha, técnico e empresário de MMA da equipe UBFTeam, realizando eventos esportivos e culturais na cidade, desportista, músico, corretor de imóveis e designer. Envolvido com os bastidores da política há mais de 15 anos, atuando sempre na área da coordenação e do marketing político e eleitoral, depois de avaliar o cenário, o pré-candidato resolveu se candidatar a vereador, motivado pela necessidade da renovação na Câmara Municipal e a construção do perfil ideológico forte e comprometido com a cidade e o bem comum nas políticas públicas.

Embora o pré-candidato esteja filiado ao PPS, sua postura está mais próxima do PSOL (Partido Socialismo e Liberdade), uma vez que ele propõe o mandato coletivo, que consiste na formação de um conselho, constituído por pessoas técnicas das diversas áreas e representantes de classes e localidades, para que, as decisões sejam tomadas em conjunto, de forma contingencial e racional, vislumbrando a melhoria da qualidade de vida na sociedade e nas comunidades. Todavia, a singularidade das suas propostas ficam mais claras, quando ele apresenta a dinâmica das reuniões periódicas com a população, objetivando a comunicação contínua com as comunidades e as associações, para de entender as necessidades e apresentarem as soluções aos problemas. Em suma, enquanto o político veterano e tradicional desaparece da sociedade que o elegeu, o Ricardo Abrahão defende sua permanência e representatividade nas comunidades, participando e se inteirando do seu cotidiano.

Quanto ao transporte universitário, o pré-candidato mantém sua posição completamente favorável à aquisição da frota, tendo em vista que a diferença é enorme e gritante, quando são comparados os orçamentos da compra dos ônibus com os custos do contrato de locação ao longo do atual mandato (2013 a 2016). Dessa forma, o Ricardo Abrahão já deixa expresso seu apoio aos universitários rio-bonitenses.

Por fim, o pré-candidato apresenta o perfil inovador, transparente e engajado nas políticas públicas, demonstrando total conhecimento das funções e das responsabilidades do vereador, que se baseiam na criação das Leis, através dos projetos de lei, e na fiscalização do Poder Executivo, acrescentando, por sua ideologia social e política, a participação da sociedade durante o processo contínuo na construção da cidadania.

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

Reunião entre o ex-prefeito, José Luiz Alves Antunes, Bruno Soares, ex-presidente do CCS, e Alberto Gallo, diretor da Autopista Fluminense, em 2012.

Bruno Soares, o empresário que acredita no poder da sociedade civil organizada

Bruno Soares, presidindo uma das sessões do CCS (Conselho Comunitário de Segurança), em 2012.

Bruno Soares, presidindo uma das sessões do CCS (Conselho Comunitário de Segurança), em 2012.

Seguindo a construção do perfil político rio-bonitense para as Eleições Municipais deste ano, diante da especulação da sua pré-candidatura como vice-prefeito do José Luiz Alves Antunes, do PP (Partido Progressista), entrevistei o empresário do ramo da construção civil, Bruno Soares, filiado ao PSB (Partido Social Brasileiro), desde 2011, com 40 anos de idade, filho de Francisco Soares da antiga Franauto, casado, pai de três filhos, e com o nível superior incompleto no curso de Administração de Empresas. Embora, ele não tenha exercido qualquer função pública remunerada até a presente data, o empresário demonstrou seu poder de articulação e mobilização popular, quando exerceu a presidência do CCS (Conselho Comunitário de Segurança) em 2012, atuando diretamente entre a sociedade, o governo municipal e as autoridades estaduais.

Conhecidos pelos amigos de infância como Bruno Guima e popularmente como Bruno da Brunauto, que foi o nome da sua antiga agência de automóveis, o jovem empresário apresenta a postura eloquente na hora de conversar, demonstrando seu talento nato para os negócios e a articulação. Todavia, a parte mais interessante nele está no seu raciocínio lógico, na indignação com os problemas sociais em Rio Bonito, e a visão sistêmica e contingencial que possui sobre a realidade, trazendo, consigo, a proposta da aplicação do planejamento estratégico e as etapas do plano de negócios na administração pública, acrescentando os ingredientes do controle, do prazo para o cumprimento dos processos e a avaliação contínua das ações, colocando a ordem no caos orçamentário do Município de Rio Bonito.

Bruno Soares atuando na reunião com Beltrame, Secretário Estadual de Segurança Pública, César, Presidente da 35ª OAB/RJ, André, Presidente da CDL- Rio Bonito, Solange Pereira de Almeida, atual prefeita de Rio Bonito, José Luiz Alves Antunes, ex-prefeito de Rio Bonito, e Gustavo Martins, ex-presidente do Hospital Regional Darcy Vargas, em 2012.

Bruno Soares atuando na reunião com Beltrame, Secretário Estadual de Segurança Pública, César Gomes de Sá, Presidente da 35ª OAB/RJ, André Felício Goettert, Presidente da CDL- Rio Bonito, Solange Pereira de Almeida, atual prefeita de Rio Bonito, Guilherme Cordeiro, e Gustavo Martins, ex-presidente do Hospital Regional Darcy Vargas, em 2012.

Enquanto esteve na presidência do CCS, o Bruno Soares atuou brilhantemente com a Sociedade Civil e as organizações publicas e privadas, fazendo o canal de comunicação entre as comunidades, o setor empresarial, e os Poderes Executivo e Legislativo na jurisdição municipal, nos assuntos diretamente ligados à pasta da segurança pública, tais como a instalação da passarela ligando as localidades dos três coqueiros e viçosa, em relação à Via Lagos, a construção do viaduto do Green Valley junto à Autopista Fluninense, com o diretor, Alberto Gallo, bem como na reunião, agendada pela ex-deputada federal e atual prefeita, Solange Pereira de Almeida, com o Secretário de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro, José Mariano Beltrame, em decorrência dos altos índices dos furtos na saída dos bancos naquela época, que serviram de base para o aumento do efetivo policial e a obrigatoriedade dos biombos nos bancos, cuja autoria legislativa é do ex-vereador, Humberto Belgues.

Pessoalmente, considero a experiência informal do empresário louvável nas políticas públicas, cujos resultados demonstram seu perfil para o Poder Executivo, enquanto que sua aproximação pública ao ex-prefeito, José Luiz Alves Antunes, o coloca na posição de destaque para ser o vice-prefeito nesse pleito, bem como a pessoa certa para manter a unidade do grupo político, cumulada com o apoio empresarial. Todavia, o empresário deixa bem claro à opinião pública que, embora esteja com seu nome cotado para vice do Mandiocão, ele não permitirá que a situação lhe suba à cabeça, tendo em vista as circunstâncias e o fato de que poderá auxiliar a sociedade rio-bonitense, independentemente do cargo político, desde que seja possível a comunicação entre as lideranças comunitárias, a sociedade civil organizada e as autoridades competentes, mantendo, assim, a coerência no seu perfil articulador e diplomático.

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

desenvolvimento-sustentavel

O desenvolvimento sustentável e a conexão entre o passado, presente e futuro

“Voltando a história do Brasil, tivemos o ciclo do ouro, da cana de açúcar e do café. E, no pós-guerra com Getúlio Vargas, iniciou-se a revolução industrial, com mais de um século de atraso em relação à Inglaterra, que foi a pioneira. Assim sendo, houve muitos benefícios, mas também consequências maléficas, tais como o êxodo rural e a poluição, enquanto que as industrias se centralizaram em determinados lugares, como por exemplo o ABCD paulista, muitos problemas foram criados devido à falta de infraestrutura. Resumindo, as cidades ou regiões, independentemente de onde se situam geograficamente,  esqueceram de desenvolver uma política pública de auto sustentabilidade, aproveitando suas características próprias para o desenvolvimento de uma economia regional! Na minha opinião, é isto que precisa ser implantado, incucado,… Para que dessa forma não venhamos depender dos estaleiros em Niterói, do COMPERJ (Complexo Petroquímico do Estado do Rio de Janeiro), etc. Uma das causas do processo da falência latente, na minha opinião, foi exatamente a implantação de um complexo, erro já cometido no passado, já que a descentralização evita vários problemas, tais como o aumento nos aluguéis, falta de moradia, custo de vida alto, consumo de supérfluos, desmatamento, poluição, formação de favelas, etc. Quem não aprende com o passado, continua errando no presente e no futuro. É isso, que penso.”

Por Ruth Léa Flores de Sá

diva-beckett-castle

Os políticos precisam compreender seus próprios perfis no mercado

O objetivo é trazer a luz e a clareza no processo decisório.

O objetivo é trazer a luz e a clareza no processo decisório.

O político é um produto que é oferecido à sociedade, como a solução em algum ponto que está falhando no cotidiano, cujos interesses envolvem bairros, associações de moradores, organizações governamentais, empresas privadas e investidores.  A questão é saber quais são os perfis e as necessidades de cada grupo, até chegarmos à coletividade, e vice-versa.

Políticos veteranos já possuem o perfil com conteúdo, baseado em suas experiências, que deverá ser conectado à sociedade, vislumbrando alcançar o máximo de eleitores e cidadãos possíveis. Por outro lado, os políticos aspirantes possuem pouca experiência ou nenhuma, necessitando do suporte técnico para a construção de todo caminho.

Pessoalmente, eu acho muito mais fácil construir o perfil do político aspirante do que o veterano, tendo em vista que o veterano já está com sua imagem cristalizada e cheio dos vícios do sistema. Ele acredita que não precisa mudar e se adaptar às novas necessidades sociais do seu universo eleitoral, ficando ultrapassado e perdendo seu espaço no processo, aos poucos, apoiando-se, assim, no cabide de emprego, na compra do voto e nos acordos, que mantém o sistema como o conhecemos: – Falido, corrupto e degradável.

Tenho prestado consultoria política nas áreas da gestão, da comunicação e do marketing nos últimos 04 anos, observando o comportamento e o diálogo do empresário, do pré-candidato, do político profissional e do aspirante, que vagueiam em busca de uma identidade, que foi sugada pela soma dos seus erros com os problemas típicos da gestão pública. Todavia, por mais lógica e objetiva que seja a resposta para a condução ao caminho correto dentro do processo decisório, o cliente tende, na maioria das vezes, a valorizar sua percepção da realidade, dando continuidade ao erro, que é manter o grupo político, quando deveria fazer a manutenção social, econômica e estratégica da sociedade, que é uma fórmula temporária, que só se manterá por 03 mandatos no máximo, no caso do Poder Executivo, em função dos crimes de responsabilidade e da solidariedade nas improbidades administrativas.

O trabalho da consultoria ou do COACH me permite a construção do perfil e a compreensão para as escolhas metodológicas de cada cliente. É minha função apresentar todas as hipóteses e oferecer todos os caminhos logísticos. Todavia, a decisão final sempre será do cliente e de mais ninguém, incluindo toda responsabilidade.

Por fim, é importante ressaltar o fato de que todo produto tem seu ciclo de vida estabelecido na qualidade do seu material e na necessidade da sua existência, que estarão diretamente associados ao nicho do mercado direcionado e ao conceito da inovação, que lhe serão aplicados continuamente. É por tal motivo que os carros e os celulares são vendidos em função da sua geração tecnológica, porque as pessoas querem algo íntegro, que agregue valor e que tenha durabilidade. Assim, da mesma forma que acontece com os carros e os celulares, os políticos estão sujeitos às leis do mercado, incluindo a inovação e o Upgrade nos seus perfis. Entretanto, a maioria só acorda para a realidade, quando as fórmulas dos coeficientes não batem, mesmo com a troca dos partidos políticos, com suas respectivas coligações.

Se você se identificou com o contexto em algum momento, saiba que estou disponível para auxiliá-lo na jornada política, empresarial e gestora. Ligue para (21)98829-2915 e (21)2734-6548, ou envie seu e-mail para consultoria@nadelson.com.br.

 

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

Gestor de Recursos Humanos

 

marcos_abrahao

Esse é o momento do Marcos Abrahão, desde que o eleitor compreenda suas propostas e as necessidades de Rio Bonito

O deputado Marcos Abrahão, com Gustavo Abrahão e Nadelson Junior, na entrevista realizada em 19/06/2016.

O deputado Marcos Abrahão, com Gustavo Abrahão e Nadelson Junior, na entrevista realizada em 19/06/2016.

Seguindo a sequência na construção do perfil político riobonitense para prefeito em 2016, entrevistei o pré-candidato, Marcos Abrahão, do PT do B, com 54 anos de idade, deputado estadual desde 2003, empresário no ramo do material médico, odontológico e hospitalar, bacharel em Administração de Empresas, técnico em contabilidade, administração de empresas e em transações imobiliárias, cujo currículo legislativo inclui a autoria de 12 projetos de Leis, a vice-presidência da Câmara Municipal de Rio Bonito de 2001 a 2002, a presidência das comissões permanentes, na ALERJ, de obras públicas, de indicações legislativas, e de normas internas e proposições externas, além das 22 condecorações oriundas da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, da Legião dos Veteranos de Guerra do Brasil, da Associação dos Servidores do TCE (Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro), entre outras.

Logo no início, o pré-candidato já se apresentou com a vontade de registrar seu nome na história de Rio Bonito, de forma positiva, caso seja eleito pelo povo, focalizando a otimização dos serviços, a reengenharia da máquina pública, a participação público-privada e a prospecção das verbas e dos investimentos junto ao Governo do Estado do Rio de Janeiro e a União, utilizando sua formação tecnocrata e sua experiência legislativa para isso. Aliás, ele fez questão de enfatizar a palavra  “Administração” no lugar do vocábulo  “governo”, demonstrando a valorização técnica e a mudança do perfil gestor, que focalizará o controle e a fiscalização dos contratos e das licitações, aplicando a responsabilidade funcional aos atos praticados, implantando a transparência nas contas públicas.

Ao contrário de todos os pré-candidatos, até o momento presente, o Marcos Abrahão já possui sua plataforma política definida na Administração e o plano de governo, que será apresentado à sociedade futuramente.

Há outro ponto muito interessante na campanha do pré-candidato, que será coordenada pelo Mestre e Doutorando em Economia, Gustavo Abrahão, que está trazendo pensadores, técnicos e articuladores jovens e idealistas para o grupo, construindo uma estrutura notável e promissora para a nossa cidade, que reflete exatamente a proposta do deputado, que pode ser resumida em duas palavras: – ADMINISTRAÇÃO e TRANSPARÊNCIA, que afastam os fantasmas da politicagem.

Por fim, não posso deixar de registrar o fato de que fiquei surpreso com o currículo do pré-candidato, que nunca foi explorado por sua equipe de campanha antes, quando o mesmo já demonstra a longa distância dele, em relação aos demais, nos quesitos conhecimento técnico e experiência. Talvez, se explorassem isso nas eleições municipais em 2012, o Município de Rio Bonito não estivesse nas condições precárias da atualidade. O que me leva a repensar todo sistema na condição de cidadão, escritor e eleitor.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

tortura

Uma Sessão de Tortura contínua para a Humanidade

Valorizamos a vida de forma demasiada, quando deveríamos valorizar a nobreza na existência por si só. O problema é que a humanidade só se depara com a realeza de tal contradição, quando a guerra está à sua porta, com uma arma mirando seu peito ou a faca tocando sutilmente seu pescoço.

Sob o vício inevitável da morte, até o pior dos seres consegue encontrar a falsa humildade para ludibriar o inquisidor. Mesmo que tenha que se rastejar e entregar todo seu círculo.

A garganta do delator fica seca, enquanto que seus olhos lacrimejam. Suas mãos tremem, enquanto os lábios suplicam pela vida. Quanto maior for o requinte na crueldade, maiores serão os gritos de agonia e súplicas do perdão, cujo merecimento se fez distante do seu testemunho moribundo.

A maioria pensará que estou falando dos vivos, mas não estou, tendo em vista que a morte nesse plano é um rito de passagem para uma dimensão mais densa, profunda e complexa da existência universal, pois existem pessoas que estão vivas, mas já agem como mortas, enquanto que legiões de mortos buscam a vida, para nutrirem suas almas desgastadas pela mentira, pelo ódio, pela dor e sofrimento alheio.

No discurso alegórico das campinas cheias de verde e flores, há uma realidade que os portadores da luz não dizem, alegando a segurança espiritual e o despreparo da maioria dos seres humanos: – Há uma guerra no mundo espiritual, que está muito além do narcisismo individualista ou da propriedade inalienável da sua alma, cuja trajetória é cinza e está muito acima ou abaixo dos conceitos do bem ou do mal ou do certo e errado.

Simplesmente, megalópoles e cidades foram construídas, tendo como ponto de partida a crosta terrestre e os cemitérios. Nelas, são reproduzidas as sensações, os anseios e os delírios da nossa realidade, como um rádio em sintonia com sua estação predileta. As pessoas continuam seus hábitos e se aprimoram, ora para o crescimento da coletividade ou para a diminuição da fé e da caridade. Todavia, a escravidão é uma prática comum diante da crise da energia. Assim, como acontece com os fundamentalistas no nosso mundo, grupos e exércitos são nutridos continuamente no mundo espiritual, objetivando a manutenção da rede psíquica entre os vivos e os mortos, porque nós somos os produtores da matéria-prima que sustenta o caos, através dos nossos sentimentos e do ectoplasma contaminado.

Há um momento, que temos que exercer a faculdade do juízo e decidir entre dar continuidade aos caos, na esperança de que o agente recupere sua luz e retorne à unicidade, ou aplicar a segunda morte, o que declinará na transmutação da consciência da vítima ao plano, cuja matéria não existe, vislumbrando que o milagre ou o total esquecimento da existência aconteçam. A questão é somente uma: – Qual seria o mínimo de humanidade exigido para continuarmos ou desistirmos de uma fonte de informação, cujo ruído e a dúvida se farão constantes, salvo a manifestação da intervenção divina e do milagre por si só? – Não importa. Porque o trabalho precisa ser mantido e propagado, em nome da segurança da maioria, enquanto que todos são vítimas do seu próprio conhecimento.

Por fim, cumpra seu papel legítimo na criação. Seja justo com todos e faça sua parte na manutenção da luz. Evite os atos e as pessoas que poderão colocá-lo numa sessão de tortura, porque o mal se degenera sozinho, até se consumir por inteiro. Logo, ele só continuará, se tiver sua ajuda.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

th2YTHZWHO

O que os pré-candidatos planejam para Rio Bonito?

thABP99K62Nunca, em Rio Bonito, foi criada tanta expectativa em cima de uma eleição municipal como a deste ano de 2016, que já começou com nomes fortes na sociedade por parte dos empresários, cuja desenvoltura logrou-se na desistência prematura do Aécio Moura, que cativou o público com a proposta da campanha com o custo zero, em nome da moralidade e da ética, vislumbrando a gestão sem comprometimentos com os patrocinadores e afilhados, no caso da vitória. Assim, no quesito idealismo, o Aécio Moura abriu a porta para que os cidadãos rio-bonitenses pudessem pensar e refletir sobre a possibilidade de que existe a mudança, que dependerá da consciência, da postura e do voto de cada um, incluindo a fiscalização e a participação da sociedade nas políticas públicas, ora cobrando ou assessorando os Poderes Legislativo e Executivo.

Existem outros pontos na construção lógica de qualquer governo que poucos conhecem, tais como o princípio de que a administração pública deveria ser realizada de forma eficiente, cujo conceito baseia-se no fundamento de que a empresa deve fazer o máximo nos processos com o mínimo de custo possível, sem comprometer a qualidade dos serviços ou produtos oferecidos. Logo, na cabeça do gestor e do empresário, a educação, a saúde, o desenvolvimento urbano, a cultura, como todas as demais pastas deveriam ser racionalizadas, focalizando a sustentabilidade, que, numa linguagem simples, seria a geração de receita ao Município, através da prestação dos serviços, da fiscalização e dos procedimentos. A pasta da Cultura, por exemplo, deveria captar as verbas e os investimentos do setor público e  privado, objetivando a manutenção dos projetos e dos eventos culturais, a produção e a criação artística.

Pessoalmente, sempre considerei uma ignorância o pagamento mensal de R$900.000,00 no aluguel dos contêineres que compõem a UPA de Rio Bonito, quando esse valor poderia ser investido nos serviços do nosso Hospital Regional Darcy Vargas. O valor supramencionado fica mais latente, quando o Estado do Rio de Janeiro assume publicamente a crise financeira e econômica na máquina pública, faltando medicamentos e diminuindo os serviços.

Em suma, com dois parágrafos, consegui resumir o básico na gestão pública e para a elaboração do plano de governo. Todavia, nota-se um vazio nas propostas dos pré-candidatos a prefeito até o momento, incluindo os veteranos e os aspirantes. Fica aquela ideia de que o político se fascina com o poder de ter centenas de cargos comissionados e milhares de contratos sob o domínio da sua caneta. Todavia, ele não sabe o que fazer com a máquina pública para colocá-la em funcionamento. Os olhos brilham quando veem o orçamento do Município, com 57.000 habitantes, no valor estimado em R$228.000.000,00. Mas, na prática, entra governante e sai governante, os serviços são prestados de forma precária, o orçamento nunca é racionalizado, enquanto que a sociedade paga caro. Para piorar a situação, existe o passivo do IPREVIRB que está na casa dos R$200.000.000,00 e que dificulta o Município de Rio Bonito a ter acesso total aos investimentos públicos em Brasília.

Por fim, espero que os pré-candidatos, veteranos ou aspirantes, apresentem plataforma política, plano de governo e as propostas de racionalização dos serviços públicos, incluindo a geração de novas receitas, pois as campanhas precisam ter alma, essência e comprometimento com a sociedade. Quanto aos aspirantes na política, a incapacidade notória dos veteranos na produção e na inovação gestora não justifica o fato de que a nova geração queira ingressar na carreira, sem ter o mínimo necessário para o protocolo. Um erro não justifica o outro. Assim sendo, espero, na condição de cidadão e eleitor, ser surpreendido pelos novatos, com a apresentação organizada das ideias para o governo. Caso contrário, será o discurso da mudança, baseada na troca do nome, e nada mais, que poderá ser interpretado como oportunismo pela opinião pública, cuja tese fica cada vez mais cristalizada, quando os pré-candidatos não respondem as perguntas realizadas, se desviam do tema central, apresentando outro, ou quando montam sistemas de blindagem para manter a zona do controle, distanciando-se do cidadão e da sociedade, caminhando, justamente, na direção contrária da verdadeira democracia.

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

José Luiz Alves Antunes, Gibran Mansur e Aécio Moura.

Foi a desistência do Aécio Moura que trouxe Mandiocão de volta à política

Gosto da liberdade de expressão. É por tal motivo que criei o Café Poético e Filosófico, para não ter que me prender à censura dos patrocinadores ou à falta de visão estratégica dos políticos, que acreditam que podem controlar todos os canais de comunicação, começando pelos jornais e pelas rádios.

No momento, não tenho lado na política do mais do mesmo em Rio Bonito. Embora, que o meu blog tenha apresentado a posição paradoxal entre a Lei crua e a Jurisprudência na situação do José Luiz Alvez Antunes (Mandiocão), que foi prefeito em Rio Bonito por 03 mandatos nos últimos 30 anos, com forte penetração na elite e na massa popular do nosso Município.

É importante analisarmos que a saída do pré-candidato, AÉCIO MOURA, provocou o vazio na sociedade rio-bonitense, que clama por mudança na nossa cidade, principalmente nas comunidades católica e empresarial, que se sentem abandonadas pelo poder público nas últimas duas décadas, enquanto que a bandeira religiosa levantada pelo pré-candidato, Matheus Neto, incluindo sua ausência nas ruas, acarretaria na entrega da campanha à situação, que está representada pelo candidato, Marquinho Luanda (PMDB). Logo, considerando os efeitos estratégicos que já foram causados pela hipótese da candidatura do Mandiocão, seria infantil e leviano da minha parte, como escritor e analista, ignorá-los no contexto, nesse exato momento da construção da história. Tanto é verdade, que os mecanismos da comunicação social já começaram a divulgar  os valores de algumas condenações, que ainda estão em grau de recurso, e as contas reprovadas pelo TCE e pela Câmara Municipal.

44863953-c5bc-4915-9adc-693c7d41efaf

Ao centro, o empresário Bruno Guimarães Soares, Matheus Neto e Guilherme Cordeiro, na reunião estratégica do Conselho Comunitário de Segurança.

A verdade é que a situação não quer arriscar a possibilidade de enfrentar Mandiocão numa eleição, porque a probabilidade da derrota é muito grande. Todavia, o ex-prefeito terá que acionar a liminar provavelmente, o que se tornou um padrão em sua carreira política, enquanto que, considerando a velocidade processual, essa será sua última campanha eleitoral. Logo, meu foco não está no óbvio, mas no silêncio da sociedade rio-bonitense, que já está na expectativa de saber quem será o possível vice do José Luiz Alves Antunes, cujos holofotes estão direcionados na pessoa do empresário, BRUNO GUIMARÃES SOARES, uma vez que a lógica eleitoral indica a necessidade da construção de um novo nome.

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

cientistas-trabalhando-laboratorio-diabetes

O Câncer no legislativo precisa ser tratado, enquanto que a quimioterapia é o voto

Há uma contradição tangível entre o discurso e a prática, quando o tema é a ética e a moralidade na política brasileira, pois, por maiores que sejam os processos judiciais e as folhas dos antecedentes criminais dos políticos, o eleitor acaba votando neles ou nos seus filhos e netos, construindo uma rede de mentiras e impérios pessoais, cuja matéria-prima é o dinheiro público.

Inicialmente, eles ingressam no Poder Legislativo, barganhando cargos e contratos junto aos prefeitos, objetivando a manutenção do seu exército eleitoral.  Com o contato com a máquina pública e o sistema administrativo, o vereador constrói sua rede pessoal de veículos para transportar os doentes, os pobres e os necessitados aos hospitais e centros especializados, utilizando-se do mecanismo dos Municípios, que já possuem ou deveriam possuir toda a estrutura necessária para que tais artifícios não fossem realizados, porque a verba específica é enviada e gasta todos os meses. Todavia, quando o vereador é inteligente e se cerca de assessores capacitados, sua primeira atitude nas políticas públicas é constituir um instituto ou uma fundação, vislumbrando os investimentos estrangeiros e do próprio governo na esfera social. Mas, em Rio Bonito, a regra aplicada, até o presente momento, é o vereador não evoluir na sua consciência social, escravizando a massa para garantir o voto na próxima eleição.

Em contradição à consciência social, o vereador se reelege, almeja a Presidência da Câmara Municipal, passando a controlar todas as assessorias, os carros oficiais, o combustível e demais benefícios ligados ao cargo, vislumbrando fazer a maioria ou totalidade dos votos nos temas que são do interesse do governo, mas, na realidade, são do interesse dele, porque o jogo já tem suas cartas marcadas, enquanto que o pedágio dos contratos e das licitações precisam ser tributados ao Estado Paralelo, para garantir o pagamento e a possibilidade de renovação. E é exatamente nesse momento que o empresário, que possui família e empregados para sustentar, se vê refém de um sistema impiedoso e hipócrita, porque ele é obrigado a fazer parte do erro, sem ter qualquer opção, tendo em vista que ao fazer o certo, que seria a denúncia, terminaria na sua saída dos contratos e a falência do negócio.

No final, os vereadores, deputados e senadores se adaptam ao sistema e o utilizam para pagar o almoço, que parece ser gratuito à massa, mas não o é. A situação fica ainda mais latente e grave, quando se tem uma prefeita com condenação no segundo grau de jurisdição na Justiça Federal, cuja base legal obrigaria, moralmente, ao Poder Legislativo em proceder o impeachment e a condução ao sucessor de direito, enquanto que a cidade ficou paralisada ao longo do último mandato, porque a gestora foi cedendo aos poucos, até perder o controle das secretarias municipais e da máquina pública. Ela se tornou refém de sua própria vaidade, enquanto que o feudo de Rio Bonito se transformou numa monarquia constitucional.

Por fim, não me assusto com a postura dos nossos legisladores, porque a maioria não sabe como fazer, além de não ter vontade política para o aperfeiçoamento necessário. Simplesmente, eles se adaptaram às falhas do sistema, se tornando uma espécie de câncer, que precisa ser tratado com a quimioterapia do processo eleitoral. Todavia, ainda me assusto com os diretores das escolas na rede municipal, que são apadrinhados e que não se movimentam para denunciar o sucateamento da educação. Muito pelo contrário, eles se polarizam pelo poder, trazendo o conflito velado entre os grupos políticos para dentro da máquina pública, que se materializam nas perseguições, nas permutas e remoções para as áreas distantes do Município. Os diretores só se manifestam, quando os cargos lhes são retirados, por causa do sistema mantido exatamente pelo seu silêncio e de uma geração inteira dos profissionais da educação e da saúde, porque o mesmo mecanismo se repete em todas as pastas e secretarias.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

sgambbfnxjoprt8wi8m6

Rio Bonito e a política do mais do mesmo para prefeito

A Eleição Municipal 2016 ainda não começou, mas já se apresenta com tendências estranhas, principalmente, entre os aspirantes ao cargo de prefeito.

Mandiocão está calado, enquanto que o grupo está se articulando pelos bastidores. O detalhe é que o ex-prefeito mantém sua postura de sempre, independentemente da política, apertando a mão, abraçando e falando com todo mundo na rua. Em suma, é uma incógnita, cujo benefício da dúvida está lhe rendendo propaganda gratuita.

Marquinho Luanda está se fazendo presente na comunidade, todavia, pela primeira vez na história política rio-bonitense, o candidato da situação está com a máquina à disposição, incluindo o apoio direto do presidente da Câmara Municipal, enquanto que aquilo, que deveria lhe gerar  vantagem política, acabou se tornando um peso perante à opinião pública, tendo em vista que o apoio da prefeita, Solange Pereira de Almeida, lhe transfere o exército eleitoral e a gordura saturada do grupo político, na tentativa da perpetuação no poder. Aliás, mesmo sendo uma opção positiva ao eleitor por suas ideias e convicções, fica latente o fato de que o candidato se alinhou ao sistema, enquanto que, quanto maiores forem os apoios por parte dos vereadores, maiores serão os acordos, as concessões e os loteamentos da máquina pública.

De certa forma, o pré-candidato e deputado estadual, Marcos Abrahão, está numa situação privilegiada, uma vez que o voto  da revolta e da indignação tem demonstrado a tendência em lhe dar oportunidade.

Quanto aos demais candidatos ao cargo de prefeito, tenho visto o discurso da política e da cidadania participativa, focalizando o diálogo com a sociedade. Entretanto, se analisarmos o conteúdo das propostas, notaremos que todos falam em mudança na política e na gestão pública, como que se a simples mudança do nome tivesse o poder de alterar a consciência individual e coletiva dos vereadores e de toda cidade, tornando-se desnecessário o plano de governo e uma plataforma consistente. No final, fica aquela sensação de que trocarão o nome do prefeito, mas que Rio Bonito continuará a mesma coisa para seu povo.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior