13935157_1783860741832209_1792781596879297890_n1

Eu votarei na renovação e no choque de gestão, cuja lógica indica que é o Marcos Abrahão

A declaração do apoio dos jornais e dos canais de televisão aos candidatos à presidência da república é uma tradição forte na cultura americana, enquanto que provoca um impacto profundo na opinião pública, tendo em vista que são veículos maduros da comunicação, focalizando a sociedade em sua diversidade. Os jornais de fora estão divulgando o candidato Mandiocão, que teve sua candidatura indeferida e está em recurso, sustentando sua elegibilidade temporária numa liminar, que pode cair a qualquer momento, passando a mensagem expressa de que não existem limites durante as eleições, enquanto que sua vontade está acima da vontade de todos os riobonitenses, que são representados pela Câmara Municipal. Imaginem o que acontecerá, se for eleito. Por outro lado, ainda há a propagação da cultura da desinformação ao eleitor. É latente que a imprensa local está investindo na candidatura do Marquinho Luanda, batendo na tecla de que o mesmo não está com a atual prefeita. Assim, as pessoas têm me perguntado em quem votarei nesta Eleição em 2016, enquanto que não parei para pensar nisso até esse momento. A lógica da renovação e a situação da inelegibilidade do Mandiocão acabaram limitando o ambiente político ao vereador, Marquinho Luanda, e ao deputado estadual, Marcos Abrahão, que apresentou o melhor desempenho nas reuniões, no plano de governo e na condução da sua campanha. Não poderia deixar de mencionar o Carlos André, do PDT, que está nadando contra a correnteza do egoísmo, priorizando o corpo a corpo dentro das periferias.

Quando analiso a situação crítica do Hospital Regional Darcy Vargas, do IPREVIRB e da má gestão pública no nosso Município, me veem a inquestionável necessidade do choque de gestão, que não acontecerá dentro dos grupos políticos tradicionais, liderados pela Solange e pelo Mandiocão. E mais uma vez, exercitando a memória histórica e social, o Marcos Abrahão se encaixa no contexto como a solução, por nunca ter exercido o cargo. Em contrapartida, não consigo ver a mudança na gestão pública no modelo adotado pelo Marquinho Luanda, salvo a dança das cadeiras e a manutenção do sistema do apadrinhamento político.

As pessoas falam do Complexo Poliesportivo Bonitão e do Bonitinho, onde são desenvolvidas as principais competições e os eventos esportivos mais importantes da nossa cidade. As pessoas falam que o deputado nunca fez nada para Rio Bonito, quando ele gera empregos e fomenta o nicho do mercado esportivo. Logo, ele já demonstrou seu potencial gestor na iniciativa privada, enquanto que acho que seria muito interessante dar-lhe a oportunidade de demonstrar seu potencial no Poder Executivo. Se for eleito e der certo, e se a reeleição estiver em voga, então, que ele se reeleja. Todavia, se a resposta não for satisfatória no seu mandato, a solução será simples: – Renovaremos nas urnas, através do voto e do processo democrático.

Espero que a juventude compreenda que é o futuro dela que está em jogo nesse momento, enquanto que não há como se alcançar os resultados diferentes, cometendo os mesmos erros. Em 2016, o Município de Rio Bonito, com seus 57.000 habitantes e 45.000 eleitores, terá uma eleição singular, enquanto que é latente a predominância do voto jovem, com a idade compreendida entre os 18 a 24 anos. Será essa juventude que decidirá a eleição nas urnas.

Por fim, sou escritor e servidor público concursado. Não tenho interesse em cargos comissionados, contratos ou licitações no governo. Estou feliz e realizado no meu trabalho e com os meus próprios projetos. Dei oportunidade ao Mandiocão e a Solange Pereira de Almeida. Acho que a vaidade do Marcos Abrahão em querer entrar para a história, como o maior prefeito que Rio Bonito já teve, deve ser considerada, por seu amor ao município. Também acho que a equipe técnica do Mandiocão terá a oportunidade de participar deste novo governo, caso ele seja eleito, tendo em vista que seu grupo original é pequeno, enquanto que há espaço de sobra para os técnicos e àqueles que gostam do trabalho. Em suma, votarei com a razão, uma vez que não tenho interesse nessa demanda, salvo almejar uma Rio Bonito melhor, com os serviços essenciais prestados de forma equânime, além das respostas imperativas nas políticas públicas, que coloco a saúde pública, o combate ao desemprego, a segurança e o transporte universitário como prioridades.

 

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

Paixo

Mandiocão já tem o parecer favorável por parte do Ministério Público Eleitoral no seu recurso

Jpeg

O Ministério Público Eleitoral se manifestou pelo provimento do recurso no processo do indeferimento da candidatura do Mandiocão.  Ao que tudo indica, a estratégia da liminar que suspendeu os efeitos da sessão da Câmara Municipal, que reprovou suas contas em 2013, através do Agravo de Instrumento n°0305949-65.2016.8.19.0001 apresentado no Plantão Judicial, está funcionado, enquanto que tudo dependerá do posicionamento do relator, que poderá acompanhar o MPE ou discordar do posicionamento. Todavia, a lógica jurídica indica que o candidato terá seu recurso favorável, o que o tornará elegível em 2016, mesmo com o caráter temporário e delicado da liminar supramencionada.

No final, só resta aos eleitores do José Luiz Alves Antunes aguardarem o veredito na Justiça Eleitoral e nas urnas no próximo domingo.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

 

WhatsApp Image 2016-09-28 at 21.52.02

Anderson Caldeira, o candidato que trouxe a alma aos comícios em 2016

Na noite do dia 27/09/2016, eu entrevistei o candidato a vereador, ANDERSON CALDEIRA, do PPS, casado com Maria Fernanda, servidor público federal, pai de cinco filhos, detentor de uma mente brilhante e cheia de ideias para Rio Bonito.

Em 2013, diante da ausência da transparência no governo municipal, o Caldeira iniciou o complexo trabalho de peticionar diretamente ao Município, vislumbrando levantar as informações pertinentes aos gastos públicos, começando pelos aluguéis, as licitações, chegado às audiências públicas, com a maior arma que o cidadão tem para o exercício da cidadania, que é a informação. Assim, no meio desta jornada, o policial rodoviário federal acabou exercendo, gratuitamente, a função do fiscal do Poder Executivo, que é uma das funções dos vereadores, que deixam de aplicá-la, ora por falta do conhecimento necessário, por preguiça ou comodismo com a coisa pública.

Como uma reação em cadeia no mundo físico, o exercício da cidadania e a busca das informações acabaram influenciando o Caldeira na jornada pela compreensão da política e da luta pelos direito do cidadão. Dessa forma, o ativista despertou, participando ativamente das eleições municipais, como candidato.

Embora, ele seja candidato ao cargo de vereador, é nítido o fato de que, caso seja eleito, seu perfil está diretamente ligado ao Poder Executivo, através da gestão das políticas públicas e da articulação entre o governo e a sociedade. Quando o Caldeira fala, o comício sai da inércia e entra no sincronismo necessário entre o candidato e a comunidade, com os posicionamentos reais e sinceros, diretamente ligados às necessidades dos bairros. Logo, não tenho nenhum problema em afirmar que o Anderson Caldeira se tornou a alma da campanha, com seus discursos calorosos, que tocam na ferida do sistema, trazendo a alma, há bastante tempo esquecida, ao palanque. Todavia, o conteúdo dos seus discursos não foram ao acaso, uma vez que o candidato fez o trabalho de campo nos bairros e nas comunidades, mapeando seus problemas e suas necessidades, antes mesmo de se candidatar, demonstrando preocupação, planejamento e comprometimento.

A verdade é que o palanque e o comício não ganham a eleição, porque o candidato deve estar no meio do povo, enquanto que o Caldeira se empenhou naturalmente para isso, sendo uma mente brilhante que faz questão de passar e de ficar na multidão.

Pessoalmente, acredito que o Anderson Caldeira será um parlamentar inquisidor e punhos de ferro dentro na Câmara Municipal. Se ele já estava atuante nos bastidores, provocando a abertura da máquina pública para a transparência, exercendo sua cidadania. Imaginem o que ele fará, se for eleito! Logo, o candidato é uma das revelações da campanha eleitoral, em 2016, para o Legislativo, enquanto que tenho certeza que sua luta não se limitará ao cargo de vereador, ganhando ou não neste pleito, tendo em vista que o homem de chapéu, com camisa amarela, tem tudo para ser o próximo prefeito de Rio Bonito em 2020 ou, talvez, 2024. Tudo dependerá das tramas do destino, que faz suas reservas e desafios em etapas, fechando portas de um lado e abrindo outras do outro.

Por fim, eu lhe desejo sorte na sua jornada, Anderson Caldeira.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

 

urgente

URGENTE: – Mandiocão suspendeu a Sessão da Câmara e se torna elegível

O ex-prefeito e candidato, JOSÉ LUIZ ALVES ANTUNES, conhecido pelos riobonitneses como MANDIOCÃO, conseguiu  suspender os efeitos da sessão da Câmara Municipal que reprovou suas contas em 2013, através do Agravo de Instrumento n°0305949-65.2016.8.19.0001 apresentado no Plantão Judicial, o que o deixa temporariamente elegível para as eleições no próximo dia 02/10/2016. Resumidamente aos leigos no direito, o Mandiocão está dentro das eleições e seus votos serão computados.

Agora sim, os jogos vorazes da política riobonitense começaram, enquanto que todos os candidatos estão aptos no pleito.

Conforme as pesquisas da opinião pública, a decisão em questão afetará diretamente a eleição, deixando os três grupos políticos em equilíbrio diante do eleitor. Agora, caberá à opinião pública decidir na urna, quem será o melhor para administrar Rio Bonito pelos próximos quatro anos.

Pessoalmente, acho que a participação legitimada do Mandiocão nas eleições municipais permitirá o exercício da democracia, além de legitimar o resultado perante todos. Logo, que vença o melhor.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

WhatsApp Image 2016-09-27 at 02.26.20

No Sala Aberta, Nadelson Junior entrevista o Ricardo Abrahão

Nadelson Costa Nogueira Junior entrevista o candidato a vereador, Ricardo Abrahão, sobre suas propostas e ideias políticas para o Município de Rio Bonito. O Empresário, músico, designer e atleta, com 16 anos de experiência nos bastidores políticos, apresenta o mandato coletivo, o ICMS verde, a transparência nas contas pública, além da reflexão sobre a ética e o comportamento humano na atualidade. Vale a pena assistir.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

WhatsApp Image 2016-09-25 at 18.12.02

Ronny Martins, o cantor e músico sertanejo

WhatsApp Image 2016-09-25 at 18.12.02Estou degustando o rodizio de caldos, o Ronny Martins está cantando. Estou comendo pizza com a família, o cantor Ronny Martins está cantando. Estou comendo uma chuleta, o Ronny Martins está cantando. Estou fazendo reunião de negócios, o Ronny Martins está cantando. Parece até brincadeira, mas não é. O cantor sertanejo,  Ronny Martins, tem grande presença de palco e sabe conduzir a vibração da plateia durante seus shows e eventos. Ele está em atividade pelo circuito noturno da região e disponível para cantar em festas, reuniões e shows.

 

Ronny Martins – Músico e Cantor Sertanejo

Contato: (21)99506-6180.

E-mail: ronnymartins8@hotmail.com

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

José Luiz Alves Antunes (Mandiocão).

Mandiocão terá seus votos anulados, em função do indeferimento da sua candidatura

14462808_10202220798198608_6390932322016424414_nDepois de inúmeros telefonemas, mensagens in box no facebook e no whatsapp, fui compelido a escrever outra resenha sobre a condição eleitoral do Mandiocão nessas eleições, tendo em vista sua inelegibilidade provocada pela reprovação das suas contas pela Câmara Municipal em 2013, o que enquadrou o ex-prefeito, José Luiz Alves Antunes, na Lei da Ficha Limpa e no artigo 31, § 2º da Constituição Federal.

O Mandiocão já sofreu duas derrotas seguidas na justiça eleitoral, enquanto que sua equipe entrou com o recurso na segunda instância. O suposto candidato também entrou com a ação na justiça comum, solicitando, em caráter de urgência, o cancelamento da sessão da câmara municipal que reprovou suas contas em 2013, com o retardo de três anos, enquanto que o mesmo se defendeu em plenário, o que diminui em 99,9% as chances do êxito, mesmo alegando a quebra do protocolo por parte da sua defesa.

No dia da eleição, o Mandiocão aparecerá nas urnas, com seu nome, número e foto, enquanto que o eleitor terá essa opção para votar normalmente. Todavia, considerando as questões supramencionadas, o candidato está APTO, mas com INDEFERIMENTO COM RECURSO na ação do registro da sua candidatura, o que significa que os votos depositados no candidato ficarão congelados até a solução do recurso, com seu trânsito em julgado, enquanto que não serão computados no cálculo dos votos válidos. Conforme a maioria dos advogados e dos juristas da região, a situação do Mandiocão é irreversível, principalmente pelo pouco tempo que resta. Tive um debate muito interessante com o atual procurador do município, Gustavo Lopes, que me levou a escrever a atual resenha de forma objetiva e compreensível ao leitor e eleitor, enquanto que seu posicionamento nos leva justamente ao fato de que os votos depositados no José Luiz Alves Antunes serão ANULADOS. Após as pesquisas e análises, o procurador está correto no seu posicionamento, tendo em vista a elevada probabilidade matemática contrária ao ex-prefeito.

Embora seja muito difícil de acontecer em Rio Bonito, há outra possibilidade nesta eleição, tendo em vista que, de acordo com a Resolução TSE nº 23.372/2011, se houver no município candidato a prefeito com registro indeferido com recurso, o juiz só deverá proclamar o eleito para o cargo se a votação desse candidato sub judice não ultrapassar 50% dos votos válidos. Caso contrário, não deve haver proclamação até que o TSE julgue o recurso. Em suma, a Eleição no dia 02/10/2016 será disputada de fato pelos candidatos Marquinho Luanda, Marcos Abrahão, Carlos André e Luiz Benites. Os votos do Mandiocão só serão apurados, caso o recurso restabeleça sua candidatura, o que seria contrassenso diante do histórico eleitoral nacional. Logo, os riobonitenses saberão quem será o prefeito da nossa cidade no mesmo dia da eleição, enquanto que não há hipótese para uma nova eleição, tendo em vista as pesquisas e os indicadores eleitorais das eleições anteriores.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

13962909_815923721840658_7869608078932815962_o

Não vi Marquinho Luanda pedir o impeachment de Solange

O vereador, Marquinho Luanda, teve momentos iluminados na Câmara Municipal no mandato de 2013/2016. Todavia, mesmo com o barulho e os discursos calorosos, que foram divulgados pelo jornalista, Flávio Azevedo, apontando várias falhas no governo, na sua ausência de governabilidade, eu não vi o candidato ao cargo de prefeito entrar com o pedido de abertura do impeachment da prefeita, Solange Pereira de Almeida, mesmo com sua condenação no segundo grau de jurisdição na justiça federal. Muito pelo contrário, tendo em vista que o presidente da Câmara Municipal, o vereador Reis, foi aumentando seu poder e sua influência dentro da máquina pública, enquanto que o Marquinho Luanda foi se agregando à imagem e influência do seu par.

Eu gostaria que me explicassem que tipo de oposição foi essa, que se limitou ao tablado no plenário? Não fizeram um único requerimento para ser abandonado na gaveta da burocracia, nos anais da história. Muito pelo contrário, o governo teve plenitude para deliberar aquilo que queria e que achasse prioridade. Poderia me prender aos cargos comissionados, aos contratados e à máquina do sistema que estão utilizando nesse exato momento na manutenção do exército eleitoral, mas não o farei, tendo em vista que o silêncio do vereador manteve a desordem instaurada, enquanto que o raciocínio lógico indica que o caos continuará, uma vez que seria contrassenso não agregar o grupo que está trabalhando na campanha para participar do suposto governo, que está em construção.

Não estou escrevendo por escrever ou para ser o inquisidor do candidato A ou B. Todavia, há uma responsabilidade maior nesta eleição, enquanto que o Município necessita passar pelo choque de gestão, que só acontecerá com a mudança da mentalidade e do grupo. Se a Solange Pereira de Almeida não conseguiu alterar a consciência do seu grupo político, mesmo com sua experiência em Brasília e com sua complexa carteira de contatos, o que faz o eleitor achar que o Marquinho Luanda conseguiria?  Por fim, alegarão a fidelidade partidária e a falta de coalizão na Câmara Municipal para que a questão seguisse até o final. Mas, o fato demonstra que o silêncio foi cômodo para todos, porque ninguém se levantou para proteger os riobonitenses, enquanto que aguardavam a solução no STJ, quando poderiam ter poupado tempo e investimentos na nossa cidade. E se o PMDB esteve acima dos riobonitenses neste momento, o que fará o eleitor acreditar que será diferente em outros, quando as variáveis intervenientes são as mesmas? Era para o político colocar seus interesses pessoais abaixo das necessidades da coletividade e da própria democracia, independentemente da vitória ou da derrota.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

CjsTYlyW0AA1jxj

A política riobonitense e a inversão dos valores

hqdefaultEm Rio Bonito nas Eleições de 2016, tem o candidato da situação, que está com o apoio e a estrutura do governo, incluindo, supostamente, os comissionados e contratados. Ele não tem vínculo com a Solange, mas está utilizando toda a máquina sob o controle dela.  Em suma, ele é, mas não está.

Em Rio Bonito nas Eleições de 2016, tem candidato da oposição que teve suas contas reprovadas pela Câmara Municipal de Rio Bonito e que já sofreu três derrotas, sendo uma na justiça comum e duas na justiça eleitoral, que está concorrendo como “apto”, com a situação como “indeferimento com recurso”. Todavia, estão negando nas redes sociais e pelas ruas.

Os valores se inverteram, porque esse é o momento dos candidatos mostrarem suas propostas e o domínio dos principais temas das pastas, comprometendo-se com a opinião pública, vislumbrando o melhor para a coletividade. Todavia, os grupos políticos exigem o posicionamento partidário dos produtores dos conteúdos e resenhas, objetivando reduzir todo o contexto ao nível dos candidatos, cuja profundidade é de uma piscina inflável para menores de 05 anos.

Foram os próprios grupos políticos majoritários que trouxeram a evidência às minorias como o Marcos Abrahão, do PT do B, e ao Carlos André, do PDT, que optaram por metodologias distintas em suas campanhas, enquanto que a Lei da Ficha Limpa acabou auxiliando até aqui, de uma forma ou de outra.

A inversão dos valores é tão grande, que tem grupo político fazendo campanha contra os vereadores que votaram pela reprovação das contas do Mandiocão  em 2013, como que se o ato fosse algo leviano e uma perseguição política, quando os legisladores atuaram com louvor no cumprimento da Lei.

Por fim, a Eleição Municipal acontecerá em 10 dias. Logo, precisamos pensar nossas escolhas, vislumbrando o futuro dos nossos filhos, com sua infância e juventude. Lembrando que o governo federal assumiu, nessa semana, que o Brasil possui 12.000.000 de desempregados, enquanto que esse número subirá para 14.000.000 até o final do ano, conforme a estimativa.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

raio-x-panoramico-705211-MLB20503411464_112015-F

Fazendo o Raio X das Campanhas Eleitorais de Mandiocão ao Marcos Abrahão

WhatsApp Image 2016-09-20 at 21.31.17Literalmente, chegamos ao fundo poço, com os grupos políticos lutando ideologicamente na lama, quebrando a ética de um lado e ganhando tempo na legalidade do outro. Dessa forma, quando quase todos estão no mesmo nível da arena, o eleitor fica perdido, ora por amor, ora por desconhecimento, ora por falta de opção, ora porque precisa do contrato para alimentar a família. Assim, a eleição municipal de 2016 se transformou no verdadeiro cenário do pão e do circo romano, cujos gladiadores lutavam até a morte, enquanto que o vencedor retornava à casa do senhor, na esperança de sobreviver até a centésima luta, quando receberia sua espada de madeira e a liberdade almejada.

O candidato da situação, Marquinho Luanda, PMDB, Nº15, já segue o discurso padrão, apresentando sua família e convidando o eleitor para embarcar no seu sonho de um novo tempo, com ideias generalizadas no papel em relação à saúde, educação, segurança pública, cultura, desenvolvimento econômico e a geração das vagas do trabalho. Simplesmente, não há domínio de uma pasta específica em si. Por exemplo, a Solange é conhecida por focalizar a saúde e a promoção social, enquanto que o Mandiocão tem forte influência no desenvolvimento urbano e nas obras. No final, dá vontade de perguntar se ele vai me adotar, bem como os outros 44.999 eleitores riobonitenses.

WhatsApp Image 2016-09-20 at 21.31.34O candidato da oposição, José Luiz Alves Antunes, PP, Nº11, conhecido popularmente como Mandiocão, sobe no palanque com seu carisma singular, dando e recebendo a energia, numa relação alucinante, que faz o povo tremer. Todavia, tirando a euforia da micareta, muito pouco é apresentado. Ele está com um plano de governo focalizado na construção de mais ginásios poliesportivos e praças, além das festas e eventos na cidade, seguindo o padrão dos mandatos anteriores. Só tem um único problema, que é a questão do indeferimento da sua candidatura, que já lhe acarretou duas derrotas na Justiça Eleitoral, cujos fakes estão negando nas redes sociais, mas é uma realidade técnica e praticamente irreversível.

O candidato, Marcos Abrahão, PT do B, Nº70, está seguindo a campanha, focalizando o incentivo ao esporte e o lazer, e na economia regional, mantendo o discurso firme, batendo na necessidade do choque de gestão, pedindo ao eleitorado riobonitense que lhe dê a chance de entrar para história como o maior e melhor prefeito que a cidade já teve, cujo título, até então, não pertence ao Mandiocão, mas ao Aires Abdalla, na opinião da velha guarda. Sua principal vantagem, no momento, é nunca ter ocupado o cargo de prefeito, embora exerça a função do legislador nos últimos 16 anos, considerando o tempo de vereador e deputado estadual. O candidato vem enfrentado problemas com os fakes nas redes sociais, que insistem em fazer insinuações a sua conduta, gerando uma espécie de carma virtual. Seu plano de governo é coerente e está direcionado à realidade do nosso município.

O candidato, Carlos André, do PDT, Nº 12, está focalizando o corpo a corpo, fazendo uma verdadeira cruzada ideológica dentro das periferias e nas praças da nossa cidade. O plano de governo dele está focalizando o mandato participativo, seguindo ao modelo do PSOL, porém muito teórico e com pouca praticidade na realidade da nossa cidade. Mesmo assim, o candidato já merece um prêmio, só por estar nadando contra a corrente majoritária.

Se você é eleitor e está com dúvidas sobre a situação do seu candidato, entre no site do Tribunal Superior Eleitoral, e faça as pesquisas. Lá, você encontrar todas as informações pertinentes ao seu candidato, tais como as certidões de praxe, o plano de governo, contas e os doadores. Realmente, a Justiça Eleitoral está fazendo um trabalho transparente e brilhante nesta eleição, oferecendo o diferencial numa decisão tão difícil. Visite: http://www.tse.jus.br/eleicoes/eleicoes-2016/divulgacao-de-candidaturas-e-contas-eleitorais

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior