ead-0035

Cursos profissionalizantes on-line para desenvolver novas habilidades e enfrentar a crise no mercado de trabalho brasileiro

Como consultor em gestão de pessoas, tenho notado a tendência das empresas em demitir os colaboradores no intuito de equilibrar as contas e garantir o lucro no exercício anual. Também tenho notada uma forte tendência no mercado de trabalho, que não está contratando os profissionais com mais de 45 anos de idade, obrigando-lhes ao recomeço numa nova profissão, ora na autonomia ou na informalidade, ou arriscar o pouco que tem no empreendedorismo, abrindo novos negócios, com alto risco diante da alta carga tributária e da instabilidade econômica brasileira.

Em resposta aos anseios da informalidade, o caminho mais objetivo para o desempregado é o investimento numa nova profissão, o que exigiria o tempo mínimo de dois anos, com mensalidades e deslocamentos entre sua casa e o curso. A boa notícia é que existe o recurso do EAD (Ensino à Distância) e vários cursos profissionalizantes, com valores baratos, que podem ser parcelados no cartão de crédito, cujo o prazo para o término é rápido, tendo em vista que o ritmo é determinado pelo aluno.

Assim sendo, apresento ao leitor os cursos descritos abaixo, que dependerão somente da internet e da sua atenção para se capacitar em uma nova profissão ou aumentar suas habilidades e competências:

 

01 – Clube do Técnico Reparador 2.0: Curso on-line de manutenção de geladeiras, lavadoras, forno de microondas e elétrica para reparo;

02 – Curso de Energia Solar Fotovoltaica de capacitação pessoal;

03 – Curso de Injeção Eletrônica (On-line);

04 – Curso de Mecânica do Automóvel Completo – Academia do Mecânico (On-line);

05 – Curso de Mecânica de Moto Completo – Academia do Mecânico (On-line);

06 – Curso de Mecânica de Refrigeração Domiciliar (On-line);

07 – Curso Técnico de CFTV Express (On-line);

08 – Energia Solar – Instalador Solar de Alta Performace;

09 – Curso on-line de mapeamento aéreo com DJI PHANTOM (DRONE).

 

Pretendo fazer outras resenhas, focalizando cursos mais ligados ao cotidiano dos serviços na região.

 

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior:.

maconaria-56c23549b40d9

A Quarta luz da loja maçônica

Esperamos que as constelações caiam em nossos braços, quando deveríamos seguir a lógica natural do universo, para nos elevarmos às estrelas e conquistarmos nosso lugar de direito entre os astros e corpos celestes. O mundo precisa da luz operante para sair da escuridão. Por isso, meu caro leitor, solicito humildemente que sejas luz ou cajado que transporta o fogo para dentro da caverna e do exílio.

O Orador é aquele que garante o cumprimento da Lei e que estabelece o caminho reto ao Venerável Mestre e aos irmãos dentro da Loja Maçônica. Onde está o Orador dos nossos lares, das nossas famílias? – Como caímos tanto diante de tanta abundancia e riqueza? Dizem que a Loja Maçônica possui três luzes para orientar o iniciado na lapidação da sua alma e moralidade. Todavia, me atrevo a discordar dos estatutos, manuais e landmarks para trazer a quarta luz aos céus do quadrilongo justo e perfeito, porque o Orador e a Lei, por ele relembrada, são um único astro com luz própria e que brilham do oriente ao ocidente e do norte ao sul, como o segundo sol, que está entrando em nosso sistema solar para alterar a ordem do dia e da noite, porque a humanidade precisa passar por uma nova revolução essencial no seu conteúdo e no pensamento contemporâneo.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

conceito-de-antropologia-e-outras-informac3a7c3b5es-8

Quando as minorias falam mais alto que a sociedade

Eu nasci em 1976. Estávamos na ditadura militar. O mundo vivia a bipolaridade da Guerra Fria. A Alemanha estava dividida pelo Muro de Berlim. Muita gente acreditava que comunista comia criancinha. Havia a hegemonia heterossexual e a família era o centro da vida social. Naquela época, as minorias não eram percebidas, porque a imprensa lutava contra a censura, enquanto que não existia a internet e as redes sociais. Na atualidade, tudo mudou. Mesmo assim, acho que perdemos uma parte da nossa essência no meio do caminho, porque as minorias ganharam voz e se tornaram maiores que a própria sociedade. E foi nessa lógica insana, que criaram o bolsa família e as políticas públicas que colocam os opostos no conflito direto, para que o Estado tenha sentido e os cidadãos fiquem confusos na comunicação social. Enquanto isso, os políticos ficam cada vez mais ricos, sem derramar uma única gota de suor.

Volto a dizer que não acredito na solução dos nossos problemas com novos nomes ingressando na vida política, pois o verdadeiro caminho está no dia-a-dia, na nossa postura dentro do trabalho, na escola, na religião e, principalmente, dentro de casa, com nossa família. Político gosta de dinheiro, caso contrário, ele seria líder comunitário e trabalharia na caridade.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

20171007_020641

PMRB inova a faixa de pedestres com tapete vermelho

Eu acho incrível o poder da imagem diante da sociedade. O simples fato da PMRB ter pintado a faixa de pedestre no centro da cidade, nos dá aquela falsa sensação de que a cidade não está abandonada pelo poder público e que as coisas melhorarão. No final, a tinta alimenta a esperança de que dias melhores virão para Rio Bonito.

O detalhe é que surgiram diversos comentários nas redes sociais, reprovando a iniciativa da PMRB ter pintado a faixa de pedestres com o contorno vermelho, seguindo o modelo aplicado, inclusive, em Juiz de Fora – MG. Os críticos utilizaram o modelo idealizado pelo conselho nacional de trânsito, que estabelece o modelo da faixa branca, com o fundo preto do asfalto. Aliás, o problema é justamente esse: – As leis são para inglês ver no Brasil, porque o Brasil nunca foi e jamais será a Inglaterra. A frase original do Brasil Império é latente e forte na antropologia e na sociologia jurídica nacional.

A questão da faixa de pedestres é pertinente aos olhos da lei. Mas, existem brechas técnicas que permitem a iniciativa da inovação. O que transforma o debate numa questão jurídica, que, pessoalmente, considero desnecessária e que só aumentará as estatísticas dos prazos e do término dos processos no Poder Judiciário, cuja matéria é merecedora do plenário do STF (Supremo Tribunal Federal).

Por fim, com o tapete vermelho e a faixa de pedestres reforçados, só falta o pedestre riobonitense compreender que ele só pode atravessar na faixa, enquanto que o motorista precisará relembrar que a parada na faixa é obrigatória, quando o pedestre pisa. E que comecem os jogos vorazes do egoísmo e da estupidez humana no trânsito local.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

22528436_1741220799284049_5390458972385391631_n

Com o Sabadão Alegre, Marcos Abrahão trouxe o modelo racional e sustentável para os eventos beneficentes

No último sábado, 21/10/2017, enquanto o deputado estadual, Marcos Abrahão, do PT do B, realizava o Sabadão Alegre no Complexo Poliesportivo Bonitão, para arrecadar mantimentos para ajudar o Asilo São Vicente de Paula, o Lar Maria de Nazareth e a Associação Pestalozzi de Silva Jardim, o público se via surpreendido pela cobrança simbólica para o uso dos brinquedos, a venda das bolas e a compra dos lanches. Mesmo assim, o evento teve êxito e merece aplausos em relação à organização e o acolhimento por parte da equipe do deputado e de sua família.

Numa conversa rápida com o deputado Marcos Abrahão, ele justificou a cobrança simbólica pelo uso dos brinquedos e o consumo durante o evento para comprar os mantimentos e utensílios mais caros e que são difíceis de serem arrecadados, tais como o cremogema, o leite em pó e a fralda geriátrica, por exemplo.

O evento serviu para, mais uma vez, demonstrar à sociedade riobonitense que o Complexo Poliesportivo Bonitão não serve somente para atender as demandas desportivas, se tornando uma referência no trabalho social e, principalmente, na participação das classes mais carentes. Não tenho dúvidas de que muitos outros projetos poderiam ser desenvolvidos na estrutura do Bonitão, desde que o prefeito José Luiz Alves Antunes (Mandiocão) descesse do seu pedestal em nome do crescimento da cidade e da região.

Por fim, como de costume, o deputado Marcos Abrahão utilizou o Bonitão para receber as autoridades políticas da região e do Estado do Rio de Janeiro, trazendo a articulação política e a ampliação da rede de contatos para o evento, o que considero muito importante para o capital político pessoal dele e de Rio Bonito. Na visão gestora, ele realizou um evento social, racional e sustentável, ensinando aos políticos da região que a ação social exige planejamento e vai muito além do marketing e da manutenção da logomarca dos partidos, das instituições e dos governos.

[layerslider id=”11″]

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior