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Eu amo ser vizinho do Estúdio de Dança Sonharte

Em 2016, eu vi nascer o Estúdio de Dança Sonharte, literalmente ao lado da minha casa e colado no meu muro. Lembro-me que minha filha se interessou no primeiro momento em que viu as crianças, vestidas de bailarinas, se direcionarem à casa do vizinho, que estava se transformando em algo extraordinário, que, talvez, nem a própria idealizadora do projeto e professora de dança, Caroline Rodrigues, não poderia imaginar.

Ao longo do ano de 2016, era comum o fluxo dos carros e das famílias que vinham deixar ou buscar suas filhas no ballet, enquanto que era prazeroso ver o brilho nos olhos, o sorriso e a satisfação nos rostos daquelas meninas e suas respectivas mães e avós, que acompanharam e ainda acompanham a jornada semanal em busca da perfeição na coreografia, através da prática, dedicação, disciplina e, principalmente, do companheirismo e do trabalho em equipe.

Com dois anos de existência e dois espetáculos anuais apresentados no Teatro da CDL, Entre Laços em 2016 e Estações em 2017, fui a testemunha de um processo de transformação de uma geração de crianças e adolescentes que se descobriram nas artes e que estão investindo em planos maiores para o futuro, ora para dançar profissionalmente ou para atender aos anseios da alma. Mas, uma coisa é certa: – O Estúdio de Dança Sonharte não ensina só dança aos seus alunos, porque ele se tornou um espaço de convivência social e cultural, além de uma referência positiva para as crianças e suas respectivas famílias se reunirem, conversarem sobre o cotidiano e o momento destas pessoas pequenas, que possuem muitas ideias e qualidades para melhorar o mundo, através do amor, do sorriso, da sinceridade e da ingenuidade, quebrando as barreiras da indiferença e agregando valores, através da inclusão social. Isso é visível diariamente, quando as mães esperam suas filhas durante as aulas ou são realizados os eventos internos, tais como os chás, festas da fantasia e amigos ocultos.

O Estúdio de Dança Sonharte nunca me incomodou como vizinho, pai, filho, marido e cidadão. Muito pelo contrário, tendo em vista que ele trouxe vida à Rua Santa Clara, localizada no centro de Rio Bonito. Desde o início de 2017, o repertório musical das aulas e das coreografias, que iam de Antonio Vivaldi à música contemporânea, infelizmente, desapareceu em função do isolamento acústico provocado pela instalação do sistema de climatização no estabelecimento. Eu adorava degustar o café da manhã com o som solitário do piano, que me vinha muito baixo, aos  40 decibéis, conforme o aplicativo de medição do meu celular. Todavia, a surpresa no último espetáculo foi maior, porque eu não sabia, sequer, a trilha sonora.

Por fim, o Estúdio de Dança Sonharte, localizado na Rua Santa Clara, nº 99, centro, Rio Bonito – RJ, estará matriculando a partir do dia 01/02/2018, das 14:00 às 18:00 horas, oferecendo aulas de ballet, jazz, contemporânea, dança de salão, dança do ventre, hip hop (danças urbanas), dança materna e ministerial, com as modalidades distribuídas para o público infantil, jovem e adulto, porque a dança é a arte em movimento.

 

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Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Estúdio de Dança Sonharte apresenta Karina Freitas, professora de Ballet e Jazz

Com 06 anos de experiência no ballet e no jazz, a professora Karina Freitas integrou o grupo de dança ministerial amadora por 04 anos, estagiando ballet e jazz por 02 anos com a Carol Rodrigues, no Estúdio de Dança Sonharte e danças urbanas com o professor Marcos Paulo por 01 ano.

Ela também é estudante de fisioterapia, maximizando sua expertise na dança e nas coreografias, aplicando as noções da anatomia e fisiologia humana no desenvolvimento motor dos alunos e no processo criativo coreográfico na dança.
Para Karina Freitas, “a dança é algo que desejo levar consigo pro resto da sua vida, pois é uma linguagem incrível que nos permite expressar o que sentimos através dos movimentos do nosso corpo.”

 

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Por Karina Freitas.

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Estúdio de Dança Sonharte apresente Ruan Rope, professor de Ballet e Jazz

26952186_1636944879708226_8340134645046969349_oIngressando no Estúdio como professor em 2018, Ruan Rope iniciou seu envolvimento na dança em 2000 em um projeto em Tanguá “Educação sem Fronteiras”, nesse projeto se manteve por 4 anos, realizando inúmeras apresentações dentro e fora do município, onde teve o primeiro contato com o Ballet e o Jazz com a Prof. Veronica Cardoso, participando do festival no Sesc de São Gonçalo, de 2004 a 2007. Integrou a Cia Comrua de Niterói, que tem como diretor e coreógrafo Rodrigo Pires e Pamela Oliveira, participando do Festival do Corpo Livre na UFRJ, Festival de Macaé, e outros eventos na cidade de Niterói. Em 2007 participou da Abertura e do Encerramento dos Jogos Pan-americanos do Rio de Janeiro. No inicio de 2008, deixou a Cia e começou a ministrar na Igreja ( considerado o lugar mais importante onde dança, pelo professor ). Em 2013,  participou do Festival Internacional e da Mostra de Dança de Cabo Frio. De 2012 a 2017, participou do Festival de Dança Sacra em Petrópolis, promovido pela Roberta Berteli. Em seguida, fez a audição para a Cia RIO, que tem como Diretor e Coreografo nosso amigo e prof. Marcos Paulo. Em 2014, fez um curso com os Profetas da Dança em Macaé. Em 2013 retornou às aulas de Ballet e Jazz com a prof. Carol Rodrigues e Patrícia Araújo, continuando com a prof. Carol Rodrigues com o Ballet e o Jazz, e agora com o Contemporâneo com o prof. Eros Nunes .


Em 2014, Ruan Rope começou uma das fases mais importantes da sua vida, que foi a graduação em Educação Física e em 2017 teve a realização de um sonho, se tornando professor Licenciado em Educação Física.
O mais interessante é que ele pode perceber, nessa trajetória de um pouquinho de anos, são as amizades que conquistou e manteve com todos no mundo da dança, pessoas de muito longe que ainda hoje são meus amigos e continuaram sendo.

O Estúdio de Dança Sonharte, localizado na Rua Santa Clara, nº99, centro, Rio Bonito – RJ, oferece o curso de Ballet e Jazz infantil e para adultos, enquanto que as matrículas poderão ser feitas a partir do dia 01 de fevereiro de 2018, das 14:00 às 18:00 horas.

 

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Por Nadelson Costa Nogueira Junior

 

Marcos Paulo Borges, artista, dançarina e professor de danças urbanas no Estúdio de Dança Sonharte.

Estúdio de Dança Sonharte apresenta Marcos Paulo Borges, professor de danças urbanas

Marcos Paulo Borges, artista, dançarina e professor de danças urbanas no Estúdio de Dança Sonharte.

Marcos Paulo Borges, artista, dançarina e professor de danças urbanas no Estúdio de Dança Sonharte.

“(@MarcosPauloBC ‏) Artista/ Dançarino profissional pelo SPDRJ e bacharel em Produção Cultural pela Universidade Federal Fluminense. Iniciou na dança em 2005, fazendo aulas de jazz e ballet na Cia. De Dança Elizete Mascarenhas. Em 2007 teve seu primeiro contato com as danças urbanas e desde então a tem como seu principal objeto de estudo.

Participou de diversos cursos na área da dança, com professores renomados a nível nacional e internacional, como: Keoni Madrid, Mariel Martin, Lauren Courtellemont, Phillip (Pac Man), Jaja Vankova , Kapela, Meech Onomo, Caleaf Sellers, Buddah Strech, Marjorie Smarth, Gemini, Paris Goebel, Fatou Tera, Airton Tenório, Alex Neoral, Helffany Peçanha, Nilson Tavares, Aline Teixeira, Luiz Mendonça e Renato Cruz.
Fez parte da primeira turma do Curso de Capacitação em Danças Urbanas – Condança/ IDEBRA.

Fez parte de grupos como COMRUA, Meriti Urbano e D’Company.
Já participou de comercias e programas de TV como: Tv xuxa, Mais Você, Vem-Aí, Video Show, Sangue Bom, Os Trapalhões e Vinheta de Fim de Ano da Rede Globo. Integrou o elenco do espetáculo “ Isso é volei”, apresentado nas finais da superliga de vôlei 2013, coreografado por Caio Nunes. Atuou como coreógrafo do Miss Universe Rio de Janeiro 2015. Participou do Criança Esperança 2010, aniversário de 15 anos do PROJAC e Especial de Natal da Xuxa em 2010 e 2011.Integrou o elenco profissional das cerimônias de abertura e encerramento das Olimpíadas Rio 2016.
Em 2011 fundou a R.I.O Cia de dança, onde atua como diretor e produtor cultural. Ja participou e ganhou importantes festivais no Rio de Janeiro e fora, citando aprovação para o Festival Internacional de Hip Hop Curitiba e Festival de Dança de Joinville. Com a companhia já conquistou mais de 50 prêmios incluindo os três primeiro lugares no 12˚ e 13˚ Encontro Latino Americano de danças ( Salto – SP), 2˚Lugar no Festival de Dança de Joinville e melhor coreógrafo no XXII FENODAM.”

O Estúdio de Dança Sonharte, localizado na Rua Santa Clara, nº99, centro, Rio Bonito – RJ, oferece o curso de Danças Urbanas às Terças e Quintas-feiras, às 19:45 horas, enquanto que as matrículas poderão ser feitas a partir do dia 01 de fevereiro de 2018, das 14:00 às 18:00 horas.

 

 

 

 

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Estúdio de Dança Sonharte apresenta Vanessa Carvalho, professora da dança do ventre

Vanessa Carvalho, professora de dança do ventre - Estúdio de Dança Sonharte.

Vanessa Carvalho, professora de dança do ventre – Estúdio de Dança Sonharte.

Com o currículo profissional diversificado em habilidades e competências, com conteúdo e experiência, a professora Vanessa Carvalho iniciou na dança do ventre em 2012 com a Profª Ana Paula Mesquita (Niterói), buscando continuamente a atualização profissional e o aperfeiçoamento,  fazendo cursos, workshops com profissionais, considerados as referências no estilo oriental, tais como a professora e bailarina internacional Marta Korzun (Ucrânia), Natalia Trigo (Brasil), Christina Cordeiro (Brasil), Samira Halim (Brasil), Darah Hamad (Brasil), Ju Marconato (Brasil), Igor kischka (Brasil), entre outros.

Para Vanessa Carvalho, “a dança do ventre é algo mágico, que nos permite escrever com o corpo todo o sentimento mais profundo que a música transmite. Promove o encontro de grandes amizades e abre os nossos olhos para que possamos ver e entender o quanto somos especiais. Por isso, dance, sinta e se permita ter essa experiência!”

O Estúdio de Dança Sonharte, localizado na Rua Santa Clara, nº99, centro, Rio Bonito – RJ, oferece o curso de Dança do Ventre às quartas-feiras, às 18:30 e 20:00 horas, enquanto que as matrículas poderão ser feitas a partir do dia 01 de fevereiro de 2018, das 14:00 às 18:00 horas.

 

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Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Estúdio de Dança Sonharte se superou na apresentação do seu segundo espetáculo em 2017

Nos dias 21 e 22 de dezembro de 2017, o Estúdio de Dança Sonharte realizou seu segundo espetáculo, ESTAÇÕES, no Teatro da CDL Rio Bonito, apresentando 26 coreografias, cuja essência transcorria com as quatro estações do ano solar de uma dança para outra, trazendo uma nova interpretação das “Quatro Estações” de Antonio Vivaldi e o “Sonho de uma noite de Verão” de William Shakespeare, com direito às fadas, elfos da floresta, encantos, magia, violoncelo, mixagem, luzes e a arte em constante movimento.

Lembro-me de que fiquei surpreendido com a qualidade e o sincronismo na dança do ventre e no hip hop em 2016, quando a diretora Caroline Rodrigues inaugurou o projeto, apresentando o espetáculo “Entre Laços”, com a participação da R.I.O Companhia de Dança. Meu coração palpitava com o ritmo, a alta performance dos dançarinos e o nível de dificuldade da coreografia. Em 2017, não foi diferente, porque eu testemunhei a evolução, a revolução e a disciplina de toda uma geração de alunos, que se aperfeiçoaram ao longo de um ano e deram um show diante do público.

Seguindo uma sequência rítmica variável, as coreografias saltavam do clássico ao contemporâneo, sem perder a essência e a coerência, construindo uma sensível paisagem temática, que era perceptível na plateia, como que se o teatro estivesse em outra dimensão. Uma outra característica profunda no espetáculo foi a maturidade e a busca pela perfeição por parte dos alunos, o que elevou o Teatro da CDL ao nível do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, porque não é o lugar que se transforma por si só, salvo a manifestação humana.

A advogada e professora universitária, Ilana Aló, criou um personagem na dança teatral, que eu carinhosamente apelidei de “a filósofa francesa solitária”, por causa da boina, da caricatura e a encenação, cuja interpretação já se tornou uma marca registrada nas apresentações do Estúdio de Dança Sonharte, uma vez que todo o contexto da ópera me levou à reflexão da solidão e da beleza no meio das adversidades no cotidiano e na própria arte, ora numa estação de trem, ora na sala do apartamento cubículo em Paris, vivendo a variação das emoções, do tempo, das estações do ano e do aprimoramento humano.

Mais uma vez, a apresentação do Hip Hop roubou a cena da noite, mas não foi somente pela energia do ritmo e da coreografia, mas, pelo simples fato de que a R.I.O Companhia de Dança ingressou no projeto ao longo do ano de 2017 e apresentou a primeira turma do Estúdio Sonharte, quebrando tabus e afirmando ao público que a arte é acessível a todos, sem exceção.

Por fim, que venha o espetáculo de 2018, com mais ballet, dança do ventre, sapateado, flamenco e a tão esperada dança de salão. Que a Caroline Rodrigues e a equipe do Estúdio de Dança Sonharte nos surpreendam novamente com a evolução e o amadurecimento dos alunos, porque, quando eu me sento na plateia, sou transportado para as coreografias, enquanto que saio de lá melhor e com a certeza de que o a humanidade seria nada sem a arte, a música, a dança e o pensamento.

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Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Influência do Facebook no marketing digital e nos negócios no Brasil

Conforme o estudo desenvolvido pelo Scup em 2014, envolvendo 209 profissionais que compartilharam suas opiniões sobre o papel do Facebook no futuro do marketing digital, foi concluído que 90% dos profissionais o consideram a principal plataforma de estratégia de rede sociais das agências e empresas, enquanto que a ferramenta se tornará relevante em 36 meses, para 41,15%.

Os maiores benefícios do Facebook são:
Aumenta a visibilidade das suas ações de marketing 80,86%
Aumenta o tráfego dos seus sites 49,28%
Insights para melhorar os produtos e serviços 51,20%
Gera advogados e fidelidade à marca 31,58%
Gera Leads 26,79%
Gera novos negócios (vendas) 24,40%
Não traz benefícios 2,87%

 

O Facebook está morrendo.
Discordam. 45,93%
Discordam fortemente. 12,92%
Não tem certeza. 30,62%
Concordam que o Facebook está morrendo. 9,57%
Concordam Fortemente que o Facebook está morrendo. 0,96%

 

MELHORES HORÁRIOS PARA POSTAR NAS REDES SOCIAIS
INÍCIO FIM DIAS IMPORTANTE
FACEBOOK 13:00 17:00 Segunda à Sexta. O horário de maior audiênica é as 15:00 às quartas feiras.
INSTAGRAM 17:00 18:00 Segunda à Sexta. Aos sábados e domingos, entre as 17:00 e 18:00 há interação maior.
PINTEREST 14:00 16:00 Segunda à Sexta. O horário das 20:00 até as 23:00 nos dias úteis é muito útil para alcançar mais audiência.
TWITTER 13:00 15:00 Segunda à Quinta. Tweets com menos de 100 caracteres geram mais audiência que os tweets longos.

 

A pesquisa concluiu que 43,54% dos profissionais pretendem aumentar os investimentos no Facebook nos próximos 03 meses, enquanto que 33,97% manterão os investimentos atuais. Em contrapartida, 3,35% diminuirão os investimentos, enquanto que 19,14% não investem. O interessante é que salvo a resistência comum dos 19,14% supramencionada, ninguém afirmou que deixaria de investir no Facebook. Em suma, a ferramenta conquistou o mercado das marcas e dos negócios, se tornando um caminho consolidado.

Por fim, cabe ao leitor e ao investidor analisarem até que ponto a quantidade cobre a qualidade além dos gráficos e dos indicadores, bem como até que ponto o investimento se torna um caso de sucesso em relação ao lucro, à propagação da marca e as variações nas relações do consumo, cujos gráficos representam os fluxos e as densidades. Todavia, a compreensão do comportamento e o perfil do consumidor  é o elemento mais importante, se transformando no diamante nas relações virtuais.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

Gestor das Redes Sociais

 

 

 

 

 

 

 

 

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Brasileiro é programado na escola para não ter memória

cerebros-arvores-1000x520Após 20 anos dedicados, ao serviço público no Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro, à manutenção dos computadores e a criação das resenhas no Café Poético e Filosófico, atuando na imprensa local e nas redes sociais, me bateu a saudade do magistério, das dinâmicas de grupo, aulas particulares e trabalhos acadêmicos.

Com o contato social cotidiano, tenho percebido que as pessoas estão carentes do conhecimento sobre a cidadania, gestão, sociologia, filosofia, teoria geral do estado, ciências políticas, geopolítica e, principalmente, história e geografia. O problema fica mais latente, quando as duas últimas disciplinas se desmembram no estudo do Brasil, mundo e da atualidade. A questão é que a história e a geografia, por exemplo, são duas disciplinas tradicionais na grade curricular no nosso modelo de educação industrial público e privado, mas, mesmo assim, parece que a programação social está apagando a memória humana, quando deveria fazer justamente o contrário. A mesma dinâmica se repete nas universidades brasileiras, produzindo um exército de bacharéis com títulos e pouco conteúdo, comprometendo a qualidade na pós-graduação.

O fato é que, quando a nação e a sociedade não compreendem seu processo histórico e sua organização social, elas ficam perdidas e sem rumo, uma vez que se esquecem da sua identidade e dos seus valores, porque a educação pública e privada condicionou nossos filhos e netos à preparação contínua para os vestibulares e o ENEM, com suas fórmulas e artifícios de um lado, deixando a essência pedagógica em último plano do outro, que é justamente transmitir o conhecimento e perpetuá-lo através da prática, da teoria e do compartilhamento entre a sociedade e os indivíduos que a integram, produzindo habilidades, competência e soluções.

Tenho testemunhando vários intelectuais e pensadores virtuais culpando a imprensa e a rede globo pelas mazelas da atualidade e da república, quando, de fato, o problema está dentro do sistema e no modelo educacional praticado no Brasil, que paga pessimamente os professores e deixa as escolas sucateadas no setor público, com as mesmas tendências se replicando no setor privado, que descobriu o sistema de módulos para aumentar seu lucro e diminuir as despesas.

Por fim, sou obrigado a perguntar ao meu caro leitor, que é pai ou mãe: – O que vocês esperam deixar para as próximas gerações? Uma geração de bacharéis sem conteúdo ou uma sociedade pensante e que busque o norte na ética, na memória e na propagação do conhecimento?

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

 

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PMRB atrasa o pagamento dos salários dos servidores para forçar a Câmara Municipal na revisão da flexibilidade orçamentária em 2018

Assinando o atestado de incompetência gestora e assumindo a marca latente da infantilidade na política e administração pública brasileira, onde a vaidade e a personalidade do político interferem e influenciam as políticas públicas e todas as relações que envolvem o erário público, o governo Mandiocão atrasa os salários dos servidores públicos da PMRB, objetivando mobilizar a máquina, a partir do empregado, para forçar a Câmara Municipal de Rio Bonito na revisão da votação do remanejamento do valor de R$71,6 milhões em 2018, porque a pasta do planejamento não fez o dever de casa em relação ao equilíbrio fiscal e as garantias entre as receitas e despesas do Município de Rio Bonito, enquanto que a Câmara Municipal estabeleceu a flexibilidade de 0,5% (meio por cento) de R$238,9 milhões, deixando o governo com R$1,19 milhões para passar de uma conta para outra neste ano.

Fazendo a retrospectiva, com o orçamento de 2018 aprovado pela Câmara Municipal, em 2017, no valor presumido de R$238.999.216,93, o governo pediu a flexibilidade de 30% do valor, como de costume, enquanto que os vereadores aprovaram 0,5%. Na prática, isso quer dizer que o prefeito só poderá retirar R$1.194.996,08 do plano orçamentário anual ao longo de 2018, o que poderá comprometer vários projetos com os fundos próprios e o pagamento das contas da PMRB. Todavia, a culpa não é da Câmara ou dos vereadores, tendo em vista que foi o próprio governo que organizou o orçamento, através da Secretaria Municipal de Planejamento. Logo, pela primeira vez na história de Rio Bonito, o secretário de planejamento passou a ter a notoriedade e a responsabilidade que lhe são devidas ao cargo, cujas contas, aparentemente não estão batendo, levando o governo ao desespero previsto anteriormente.

É importante atentar o povo para o fato de que é a primeira vez que vejo a Câmara Municipal trabalhar da forma correta em relação à flexibilidade. Logo, toda a responsabilidade cairá nas mãos do prefeito e dos seus respectivos secretários, caso a contabilidade não se encaixe com a realidade, uma vez que o governo teve um ano para fazer o planejamento e o plano orçamentário. Assim sendo, terá muita gente falando no ouvido do prefeito para resolver o problema que acontecerá nas licitações, uma vez que não haverá a flexibilidade dos R$54 milhões para preencher os buracos entre uma conta e outra. Por outro lado, a lógica também indicará que o governo optará em pagar as licitações e os contratos do interesse, deixando a folha de pagamento em segundo plano, enquanto a manobra for permitida.

O prefeito Mandiocão está na mão do palhaço e terá que conversar com a Câmara Municipal e os vereadores para desenvolver seus projetos, caso contrário, continuará paralisado e cometendo erros consecutivos, por tratar as secretarias municipais de forma política, quando deveria ser técnica. No mais, que a flexibilidade seja de zero por cento de 2019 em diante, porque a Câmara Municipal representa o povo e deve saber para onde são investidos cada centavo do contribuinte.

Por fim, o Prefeito e o secretário de planejamento são os verdadeiros culpados pelo atraso no pagamento dos servidores e das contas do Município de Rio Bonito, porque a Câmara Municipal só aprova, reprova, faz leis e fiscaliza.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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No Brasil, o dinheiro jorra como água ou dá em árvore como folha e fruto

Eles trabalham nas empresas dos mais variados nichos no mercado, desde do ramo da exportação, conectando as pessoas jurídicas com os paraísos fiscais, até alcançarem a profundidade das licitações no poder público, constituindo uma rede de conexão corporativa e política, que constroem impérios e feudos da corrupção. Também mantém o status e ostentam o padrão de riqueza, que contradiz a lógica matemática, financeira e tributária brasileira, com carros importados, apartamentos e casas de praia nas áreas mais badaladas e caras do Estado do Rio de Janeiro, porque o dinheiro não brota no chão como água ou dá em árvore como folha ou fruto, salvo, se você for amigo confiável do político, que o transformará em laranja, para ter acesso ao dinheiro público e destruir o futuro do Brasil, do Estado do Rio de Janeiro e dos municípios, desviando o dinheiro das pastas da educação, saúde e desenvolvimento urbano.

Normalmente, as pessoas ligadas a esse tipo de conexão maligna indagam que não precisam mais se expor ou trabalhar, porque estão bem financeiramente, mas que farão para ajudar sua cidade, o Estado e o Brasil. Todavia, elas não abrem mão dos seus salários, do tráfico de influência e de todas as alegorias que envolvem o poder, porque, na realidade e contrariando o discurso original, o negócio da família precisa de todo o aparato para continuar existindo e ganhando dinheiro, de forma direta ou indireta, ora sugando tudo, ora lavando dinheiro ou captando percentuais de participação.

A corrupção é tão profunda no Brasil, que o presidente da república, Michel Temer, do PMDB, liberou R$12 bilhões em verbas, em 2017, para a base aliada ao governo, para continuar no poder e deixar os processos paralisados, pelo menos, enquanto ele estiver na presidência. Na prática, o governo federal foi liberando verbas, em sua maioria para projetos antigos e engavetados, estabelecendo, na maioria das vezes, quem os executaria. No caso de Rio Bonito, temos o exemplo da ciclovia superfaturada, cuja obra está paralisada.

É latente atentarmos para o fato de que o problema do Brasil não está somente na política, mas na classe empresarial e na elite que estão acostumados a ganhar dinheiro com o dinheiro público, através das licitações e dos empréstimos junto ao BNDES, Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil, tirando o problema de Brasília e dos palácios governamentais estaduais, trazendo-lhe para a sociedade, podendo ser uma pessoa comum, íntima, familiar ou conhecida no contexto.

Por fim, como já dizia Honore de Balzac: “Por trás de uma grande fortuna existe um crime”. Era difícil ver um milionário na imprensa internacional até a década de 1990, porque eles eram poucos, enquanto que se dedicavam à difícil arte de se perpetuar o capital, através dos investimentos. Foi por volta de 2003, que a moda das celebridades milionárias e bilionárias pegou na mídia global, com suas fusões corporativas, encantando o mundo com suas bolhas e ilusões. Mesmo assim, era comum a fortuna oriunda do acúmulo das heranças entre gerações. Todavia, o Brasil da atualidade está marcado pelo surgimento das grandes fortunas da noite para o dia, com pouco ou nenhum trabalho. Simplesmente, os amigos dos políticos se tornaram ricos e circulam entre os poderes da federação e os estrangeiros, sem dó, remorso ou arrependimento pelo mal que ainda causam à nação brasileira.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior