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Câmara Municipal de Rio Bonito tentou acabar com o Mandiocão de todas as formas e fracassou

Enquanto que, na teoria, a Câmara Municipal de Rio Bonito é o lugar em que dez pessoas, eleitas pelo povo, fiscalizam e decidem o melhor caminho para os 57.000 habitantes da cidade, na prática, a Câmara Municipal de Rio Bonito é o lugar em que a maioria das dez pessoas, eleitos pelo povo, decide o melhor para eles mesmos, destruindo o futuro dos 57.000 habitantes da cidade, incluindo as futuras gerações, quando falamos da saúde e da educação.

Por outro lado, a imprensa local está de olho nas nomeações do Mandiocão, que exonerou todo mundo há uma semana atrás, no final de julho de 2017. Todavia, eu gostaria que essa mesma imprensa se dedicasse à publicidade das nomeações dentro da Câmara Municipal de Rio Bonito, que parece uma caverna, isolada do mundo real, tratando-se da transparência e da comunicação com a sociedade.

Até hoje não compreendi os dois pesos e duas medidas da Câmara Municipal de Rio Bonito, que aprovou todas as contas da Solange Pereira de Almeida até agora, mas reprovou as do Mandiocão. O detalhe é que a ex-prefeita, por mais ilógico que pareça, consumiu o orçamento público todo, deixando uma dívida R$55 milhões, sem construir um legado. Por outro lado, o Mandiocão tem elefantes brancos construídos, fez seu legado, mas investiu um pouco mais dos 24% na saúde e na educação, ficando abaixo do mínimo estabelecido por lei, que são 25%.

Sem os cargos comissionados e o apoio do Mandiocão, os vereadores de Rio Bonito farão canibalismo para sobreviverem ao longo do mandato. Logo, só falta o caldeirão, as danças tribais e muito molho para amolecer a carne, porque falta voz, propósito, conteúdo e qualidade para se fazer oposição ao governo, mesmo com a maioria na casa legislativa.

Por fim, depois dos fracassos contínuos na tentativa de acabar com a carreira política do Mandiocão, acho que está na hora de aparecer um vereador capacitado, para tirar a presidência da Câmara Municipal do Reis. O problema é a latente incapacidade política e financeira para a missão, pois, mantê-lo no cargo está cômodo. A questão é saber até quando? – E a opinião pública delira com a possibilidade no imaginário humano.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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