Tropa De Elite 2 2

“Tropa de Elite 2” – Quando o espelho do cinema incomoda o crítico do sistema?

Todo o mundo ao nosso redor pode ser transformado em informação, conhecimento e notícia. Não faltam recursos, inspiração e espaço para o desenvolvimento. Todavia, o sensacionalista, por escolha, só vai apresentar a pior parte da humanidade para vendê-la, porque o mercado consome isso e com muita vontade. Aliás, a fofoca se propaga de forma maior e mais rápida, quando uma pessoa morre ou o casamento se acaba. Por exemplo, eu nunca vi qualquer pessoa vir no meu ouvido para falar que existe um projeto que leva alegria às crianças nos hospitais ou que lute pela consciência verde e o desenvolvimento sustentável da economia domésitca! Por fim, a crítica dá força ao autor, enquanto sua publicidade a legitima, independente de ser verdade ou não. É justamente desse mecanismo que surgem as patologias do Sistema, desde a venda dos produtos ou dos problemas. Há um marketing sendo proliferado, onde acusam os Poderes que regem o Estado. Todavia, a Imprensa, que se intitula o quarto poder, tem considerável culpa no contexto.

O Filme “Tropa de Elite 2”, mostra o exemplo do apresentador e comentarista, que era o instrumento materializado de tudo isso e mais um pouco. Quando apontam os exemplos do filme, indicam os políticos, os corruptos na polícia e no sistema, mas fazem questão de ignorarem o pior de todos os agentes em todo o contexto: – O falso moralista, que propaga uma realidade que não existe e que nunca existiu em sua vida, que toma a cerveja e come churrasco com os políticos e o curral eleitoral deles.

A obra supramencionada não convida o telespectador a refletir sobre os temas elencados, mas, principalmente, analisar que todos são suspeitos na ficção e na vida real.

Há um recado sendo dado no filme quanto a imprensa: – O jornalista de campo, que cumpre seu trabalho, sofre constante risco de vida no exercício pleno da profissão, enquanto que o sensacionalista, que come churrasco e bebe cerveja com os políticos, além de ser uma referência pública, acaba provocando e mantendo o risco de seus próprios colegas no exercício da profissão.

Mais uma vez, eu termino o artigo atentando para a visão induzida por parte da imprensa em passar aquilo que é do interesse dela, enquanto que sua própria imagem e função talvez estejam mais em risco no contexto do que os agentes questionados.

E assim, novos pensadores, novos blogueiros e iniciantes no jornalismo vão surgindo, na mesma escola que deveriam combater.

Nadelson Costa Nogueira Junior

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Conectando o afeto.

Estou vivendo um final de semana maravilhoso. Não fui à praia ou fiz qualquer viagem de pequena ou longa distância. Simplesmente, me sentei na minha sala, assisti um bom filme com minha família. Depois, fomos à casa dos meus pais, como de costume.
Mais do que lugares, eu quero lembrar daqueles que amo e que realmente importam. Família, curta com prazer, porque o tempo é algo que não temos.

 

Nadelson Costa Nogueira Junior

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Contando com o voto do político morto.

Há algo que a maioria das pessoas precisam compreender: – Os políticos querem os votos que seriam do Eduardo Campos. Logo, aparecerão lágrimas, manifestações e toda forma de teatro para aumentar o universo eleitoral. Na região sul e sudeste, os votos do PSB flutuarão para o Aécio Neves ou continuarão com a Marina Silva, se a mesma decidir continuar na disputa. Todavia, o Nordeste fechará com Dilma, porque a única resistência se foi.
A possibilidade da eleição presidencial ser resolvida no primeiro turno aumentou e se tornou tangível. Entretanto, quem possivelmente ganhará mais com a ausência do Eduardo Campos será o PMDB, tendo em vista que dois ministérios ficarão disponíveis para as negociações do poder. Essa, também, poderá ser uma oportunidade para o PR ampliar sua participação nas pastas ministeriais.
Uma coisa é certa: – Nessa eleição, a possibilidade de ficar em cima do muro só ocorrerá, se o eleitor anular o voto ou votar em branco, porque a terceira opção se tornou uma ilusão para a classe média. Aliás, a terceira opção já era uma ilusão para controlar o ambiente eleitoral até o segundo turno desde o início.

Nadelson Costa Nogueira Junior

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Dezesseis Luas.

Acabei de assistir o filme Dezesseis Luas. Para aqueles que esperam a mesmice da saga crepúsculo, já podem ir desarmados, tendo em vista que vai demorar bastante tempo para criarem um enredo tão ruim. O filme tem uma proposta muito interessante e chega a ser uma forma de questionamento do padrão de vida sulista americano, mesmo nos dias atuais.
Pessoalmente, eu gostei do filme e de sua proposta mística e existencialista. Tenho certeza de que os filósofos irão se amarrar. Não foi um dos melhores da safra cinematográfica deste ano de 2013, mas também não está entre os piores.
Se o apreciador da sétima arte não estiver atrás da profundidade no contexto, o filme preencherá todos os quesitos de um amor proibido e quase inatingível.

BEAUTIFUL CREATURES (L-r) ALICE ENGLERT as Lena Duchannes, JEREMY IRONS as Macon Ravenwood, ALDEN EHRENREICH as Ethan Wate and EMMY ROSSUM as Ridley Duchannes in Alcon Entertainment's supernatural love story “BEAUTIFUL CREATURES,” a Warner Bros. Pictures release. © 2013 Alcon Entertainment, LLC

BEAUTIFUL CREATURES (L-r) ALICE ENGLERT as Lena Duchannes, JEREMY IRONS as Macon Ravenwood, ALDEN EHRENREICH as Ethan Wate and EMMY ROSSUM as Ridley Duchannes in Alcon Entertainment’s supernatural love story “BEAUTIFUL CREATURES,” a Warner Bros. Pictures release. © 2013 Alcon Entertainment, LLC

BEAUTIFUL CREATURES (L-r) ALICE ENGLERT as Lena Duchannes, JEREMY IRONS as Macon Ravenwood, ALDEN EHRENREICH as Ethan Wate and EMMY ROSSUM as Ridley Duchannes in Alcon Entertainment's supernatural love story “BEAUTIFUL CREATURES,” a Warner Bros. Pictures release. © 2013 Alcon Entertainment, LLC

BEAUTIFUL CREATURES (L-r) ALICE ENGLERT as Lena Duchannes, JEREMY IRONS as Macon Ravenwood, ALDEN EHRENREICH as Ethan Wate and EMMY ROSSUM as Ridley Duchannes in Alcon Entertainment’s supernatural love story “BEAUTIFUL CREATURES,” a Warner Bros. Pictures release. © 2013 Alcon Entertainment, LLC

 

 

 

 

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OZ, mágico e Poderoso.

Acabei de sair do cinema com minha filha, que ficou apaixonada pelo filme do OZ. A obra valeu cada recurso gráfico apresentado. A história dá maior sentido ao Mágico de OZ produzido na década de 30.
Por fim, eu indico o novo projeto da Disney, principalmente, pela atuação brilhante da garota de porcelana. Não tem como ficar indiferente ao filme com o surgimento de um personagem tão forte e frágil.

OZ, mágico e Poderoso.

OZ, mágico e Poderoso.

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Cloud Atlas – A Viagem.

Assisti o filme “A Viagem” no cinema ontem. Muito mais do que mais uma adaptação de uma obra literária ao modelo de consumo numa película, o filme parte do princípio dos antepassados, da memória genética e espacial, da responsabilidade por tudo aquilo que fazemos ou de deixamos de fazer, provocando uma continuidade de eventos que envolvem as futuras gerações e, talvez, toda a humanidade.

Cloud Atas - A Viagem.

Cloud Atas – A Viagem.

O filme tem a duração de quase 03 horas, cuja extensão já é nítida quando a película se inicia e não são apresentados os traillers de praxe. Em sua dinâmica descontínua de espaço-tempo, o diretor conseguiu conectar cinco estórias distintas, em tempos diferentes, com personagens totalmente diversos, terminando a obra com uma conexão perfeita entre uma para outra, dando a idéia de continuidade, que é a proposta existencialista do filme.
Desde o recém-abolicionista até a deusa retratada por uma sociedade no período pós-apocalipse, a máxima da mensagem de um filme que te prende na cadeira por quase 03 horas é simplesmente essa: ” – Somos responsáveis por tudo, tendo em vista que nossos crimes e caridades provocam novos fatos e demonstram aquilo que realmente somos.” Por fim, acreditamos que podemos controlar tudo. Todavia, não conseguimos controlar nosso próprio corpo e as batidas dos nossos corações.
Terminarei a resenha, deixando mais uma pergunta ao meu caro leitor: – O que você prentede deixar evidenciado em sua existência e se prolongando pela continuidade das gerações? Seus crimes ou sua caridade? Essa foi a pergunta que os antepassados deixaram circulando ao redor de minha existência, desde o momento que me retirei do cinema com minha amada e querida esposa ontem.
A Viagem é um filme que indico ao público.

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COMENTÁRIOS SOBRE O CORPO, A ALMA E O ESPÍRITO.

Rio Bonito, 13 de janeiro de 2004.

A CONSCIÊNCIA DO CIDADÃO

Não se pode voltar o tempo… Só se pode aprender e apreender o conhecimento.
Vivo em tempos felizes, mas, quando se conhece o calor da batalha, quando se tem um símbolo e uma causa para lutar, tudo, nessa época de tanta razão e certeza, passa a não ter qualquer sentido. Pois a morte é saudosa àqueles que guardam parte de suas vidas na memória.
Em outros tempos, eu serviria um rei que estaria sempre ao lado de seu povo. Sua ordem seria acatada aos quatro cantos do reino; pois, nele, só haveria a paz e a prosperidade. Mas, como capricho da humanidade, a inveja das outras civilizações nos traria a desordem e a guerra. Eu poria minha armadura e armas, montaria meu cavalo em direção ao inimigo. Mataria e morreria em nome da justiça e da vontade do meu monarca.
Na saída do feudo, as mulheres levariam flores e pétalas de rosas para os soldados. Minha donzela estaria lá me desejando sorte e exigindo minha volta vitoriosa, ou o retorno do meu corpo estendido sob o escudo. Das duas formas, minha dinastia estaria honrada e remida. Com sorte, minha consorte me beijaria, choraria e me pediria para ficar com a tristeza no olhar.
Sem dúvida alguma, inúmeros corpos cairiam, como a ordem seria restabelecida; porque o meu rei manter-se-ia benevolente e justo, enquanto que, para o homem, jamais haver-se-ia injustiça.
Lembro-me que após as batalhas, visitava, em contemplação, o mar. Observava as estrelas em contraste com o reflexo frígido das águas. O fogo era a única manifestação de vida dentro do cenário sombrio do arrependimento.
E, vida após vida, fui mudando a ótica da batalha. Talvez, pela evolução da consciência; ou pela injustiça monárquica. Decerto, uma vez conhecendo a escravidão, não se pode aceitar as coisas como elas são. Então, passei a protestar através da força. Matei, roubei, dividi e menti em nome da procura constante da justiça. Mas, no final, ela nunca vinha. E, vida após vida, fui conhecendo o tronco, a forca, a guilhotina e o pelotão de fuzilamento.
Foi durante a viagem, no século XVIII, que aprendi o significado da palavra falada e escrita. Foi no mesmo século que me embebedei nos ideais de democracia, república e da retórica popular. Aprendi também que a vida tem seu preço: – Ou a liberdade, ou a tirania. Mas, continuei culpando o rei, quando o culpado real era o povo em sua pacata insegurança. Todavia, vivíamos a moda do cidadão e da nação.
Lembro-me que passamos por duas guerras mundiais e que todos os conceitos de civilização, outrora esquecidos na áfrica e Ásia, estavam sendo abandonados no seio das ideias, a Europa, com o consentimento popular e erudito. Simplesmente, o cidadão, a liga das noções, e as camadas populares davam lugar ao saudoso ostracismo e a novos regimes, que acobertavam ideais egoístas e antigos.
Lembro-me que, naquela época, só bastava discordar para ser considerado um criminoso. E assim, a teoria evolucionista de Darwin justificava todos os abusos de autoridades aos seres humanos, legitimando, através da ciência e com o consentimento das religiões cristãs, o extermínio de idealistas naturais, que só desejavam viver a sanidade da tradição e da família, os asiáticos, os africanos, os judeus e os ciganos. “SOMENTE OS MAIS FORTES SOBREVIVEM.” E, fundamentados no ideal da seleção natural, os alemães nos mandaram para os campos de concentração. Trabalhávamos catorze horas por dia, com pouca ração. Tínhamos, somente, a promessa da vida eterna. Mas, diante dos horrores da guerra, as promessas divinas e a esperança desaparecem por inteiro… E assim, fui perdendo minha família, membro por membro. E assim, fui me perdendo dentro da minha fé e da minha indignação. Fui o último de minha geração… Vi as constelações caírem e os buracos aumentarem. Vi também a carnificina e genocídio de três povos. Não me deram, sequer, uma pedra para eu tentar salvar minha família.
O mais estranho é que não fui preso por isso ou aquilo. Minha prisão foi fundamentada por minha tendência comunista. Foi, somente, mais tarde, que descobriram a minha origem. E queimaram meus livros e minhas escritas. Roubaram minha última gota de dignidade. Lembro-me das tentativas frustradas e revolucionárias em Hamburgo. Os cemitérios eram o cenário predileto dos cânticos e dos confrontos movidos com paus e pedras… Cantávamos num idioma, para mim, há muito tempo esquecido… Tenho pesadelos constantes sobre tais tragédias.
Talvez, se tivéssemos um rei justo, nada daquilo que aconteceu teria acontecido… E ainda, em perjúrio, fui confundido com os anarquistas que não tinham ideias exatas e que adoravam explodir bares e restaurantes.
Conheci o inferno terrestre e o limbo. Não vi as promessas divinas, mas descobri que há vida após a morte… Descobri também que há o bem e o mal… E que nossa consciência nos julga imortalmente. Há um plano divino para todos, mas a maioria não consegue concretiza-lo porque o mundo é grande e maior é o egocentrismo do indivíduo, que deseja superar o dever do cidadão.
Hoje, tenho a nova consciência de que o todo está em seu devido lugar. Não adianta se opor e se rebelar contra o Estado, as formas de governo e aos males da vida; pois as instituições sociais são formadas por homens, que possuem desejos e aspirações de sua época. A revolução pode até destruir o alicerce das instituições físicas, mas, diante da ignorância e da ganância individual, elas não passam de oportunidades para alternar àqueles que desejam o poder… E quanto maior o poder, maior será a responsabilidade, maior será o peso e o declínio. Só há uma forma decente e exata de revolução, a revolução de consciência, àquela que começa antes do útero materno e que se propaga pela transposição moral de geração a geração. Uma vez fertilizado o solo do conhecimento, a vida nunca mais será a mesma como a própria sociedade que conhecemos. Por tal motivo, solicito ao Divino que me dê à oportunidade de casar, ter filhos, educa-los e perpetuar parte de minha nova consciência através da instituição da família… E que o dia de meus descendentes sejam tão nobres, na magnitude da humildade, como têm sido os meus.
Já fui Senhor. Já fui escravo. Já fui filósofo e sofista. Já comandei legiões e também fui comandado. Ajudei a destituir reis e também fui destituído. Mas, nada disso tem mais importância, uma vez que a felicidade é fazer aquilo que se gosta. Estou feliz por ser ninguém, por não ter que comandar e decidir a vida de outros… Todavia, se, no futuro, se manifestar à obrigação de fazê-los, continuarei feliz; pois saberei que não veio de minha vontade e procura, mas da vontade do Altíssimo.
Gostaria de ter a oportunidade de pedir desculpas ao Rei; porque ele caiu, enquanto que os problemas sociais aumentaram. Precisei de três séculos e de duas guerras mundiais para compreender tudo isso. Aos leitores extemporâneos, só espero a compreensão das idéias e do espírito; porque, aos olhos materialistas, tudo que aqui narrei não passará dum ato de loucura que a ciência refutará sem perdão. Mas, não foi num momento de loucura que escrevi tal bula; e sim, num momento contínuo da consciência do meu dever de cidadão material e espiritual.

 

Nadelson Costa Nogueira Junior

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Comentários Solitários sobre o sonho.

Rio Bonito, 01 janeiro de 2001.

De verdade em verdade, existe uma força que faz os homens trabalharem em prol da sociedade, não porque eles desejam; mas, porque necessitam. Todavia, há um contrato abstrato que une um por um. O mesmo fenômeno se repete em todos os tipos de relacionamentos sociais. É a fé no contrato que torna tudo possível, Uma pessoa confiando sua segurança a outrem e a sociedade assegurando a individualidade de cada um, numa relação de troca e benefício. Poderíamos dizer que tudo isso seria um sonho, se não fosse verdade.
A consciência coletiva é superior à soma de todos os indivíduos que compõem a sociedade, porque todas as pessoas sonham e o sonho é superior a própria consciência humana. É por isso que nós inventamos coisas incríveis todos os dias no intuito de quebrarmos a rotina e de realiza-los. Todavia, há um elemento primordial para que os mesmos e o resto da realidade funcionem: – O amor, filho da prudência com a pobreza, patrono do heroísmo e da rebeldia, idealizador da disciplina e da devoção.
O Amor… Talvez não haja adjetivos ou vocábulos para defini-lo… Eros… Filos… Ágape… Decerto, essa palavra não possui um conceito claro ou coerente nas classificações gramaticais de nossa norma culta ou nas exatidões determinantes das ciências naturais. Sua medida e valor são de caráter incomensurável. A unidade mais precisa para medi-lo seria o carinho e a saudade. O resto se resume em meras palavras rebuscadas e bem colocadas, sob o ápice da irresponsabilidade, apelidadas de inspiração, arte ou fanatismo.
O amor só se manifesta quando ganhamos tudo ou quando não temos mais nada a perder. Quando estamos todos reunidos ou quando a solidão é a única companheira que nos consola. Quando defendemos cegamente os afetuosos ou quando somos justos para manter o juízo. O amor só se manifesta quando estamos insanos ao meio de tanta normalidade. O amor só se manifesta quando queremos o certo, mesmo estando o resto do mundo errado. Quando perdoamos no momento em que deveríamos odiar. Quando inspiramos, ao invés de tão somente desejarmos. Isso acontece, porque estamos fortes quando parecemos fracos, ou fracos quando não temos mais nada a temer. Isso acontece, porque o amor é sábio assim como sua origem divina.
O amor é feliz quando se está feliz,. e triste quando se está triste. É a canção universal sem notas e melodia, ou a escrita indecifrável do analfabeto. Ele é o irracional para os homens e o racional para o concreto. A diferença entre a verdade e a mentira.
Eu nunca amei ou fui amado. Mas, é de tal forma que idealizo o amor: “Como a arte de compartilhar com outrem, tendo alguém para cuidar e ser cuidado, e, no final, não ver o mundo perder o sentido, como vi acontecer, um dia, a um descrente desencantado com a luz da lua.”

Nadelson Costa Nogueira Junior