whatsapp-image-2017-04-21-at-11-13-55-1

Tanguá passa pela madrugada do terror, com a explosão do caixa eletrônico do Banco do Brasil

whatsapp-image-2017-04-21-at-11-13-57Na madrugada desta sexta-feira, 21/04/2017, por volta das 03:30 horas, uma quadrilha explodiu a unidade dos caixas eletrônicos da Agência do Banco do Brasil, destruindo a estrutura do banco parcialmente.

Conforme os relatos, a resposta da polícia militar foi imediata, enquanto que houve a troca de tiros, o que resultou na fuga dos meliantes do local do crime. Ninguém ficou ferido.

A tentativa do furto dos caixas eletrônicos do Banco do Brasil nesta madrugada se tornou a cereja do bolo no mês de abril de 2017, diante dos roubos e da violência aplicada por partes dos criminosos junto ao comércio e as residências localizadas à margem da BR-101, em Tanguá.

A verdade é que a economia está estagnada, enquanto que a única melhoria foi na propaganda política do PSDB e do PMDB. O Brasil registrou oficialmente o fechamento de 71.000 vagas de emprego formal em março deste ano, aumentando a fila dos desempregados de um lado, e o desespero do mercado e das famílias do outro.

18076977_1531587190246800_8136162656930554327_oPara piorar a situação, a ausência do dinheiro e do emprego provocou o aumento da concentração da renda nas mãos do governo e da elite, não sobrando muito para os usuários das drogas furtarem em seus lares e nas comunidades, o que provocou a inadimplência do tráfico de drogas, obrigando os traficantes à executarem os devedores de um lado, além de praticarem outros crimes do outro.

A solução para o problema não é imediata, mas paliativa, tendo em vista que o problema é de origem econômica, enquanto que a única garantia de proteção da sociedade está nas mãos dos bravos combatentes da política militar e civil, que não são valorizados pelos governos e pela imprensa convencional.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

whatsapp-image-2017-04-20-at-08-40-36

Em Tanguá, as autoridades e a sociedade utilizam as redes sociais no combate ao crime

Na terça-feira, 19/04/2017, a 35ª Subseção da OAB/RJ (Rio Bonito, Silva Jardim e Tanguá), representada pelo Dr. Romero Valentim, participou de reunião em novo formato, junto com empresários, autoridades e militares sobre a segurança pública no município de Tanguá, objetivando dar maior dinamismo às questões ligadas à segurança e a ordem pública.

De fato, a reunião foi a materialização da iniciativa adotada pela polícia militar, a guarda municipal, os comerciantes, a Câmara Municipal e outras autoridades, cuja origem se deu por meio do grupo organizado no WhatsApp, utilizando as redes sociais como uma ferramenta de informação e cooperação no combate à criminalidade no município de Tanguá, enquanto que o Comandante da 2ª CIA/PM, Capitão Marcelo, trouxe consigo a coordenação operacional necessária para aumentar a eficiência do projeto no operacional cotidiano e nas redes socais.

A inserção da OAB traz o suporte do ativismo jurídico e da ampliação da cidadania ao grupo, que demonstra potencial para se tornar o conselho comunitário de segurança pública ou uma associação comunitária, com corpo, alma, substrato e substância para dar maior voz à sociedade dentro das questões relacionadas à segurança pública e aos possíveis choques de ordem.

Por fim, o projeto vai de encontro aos conceitos adotados na comunicação digital, tais como a portabilidade e a construção do sistema de redes e células corporativas e domésticas, que conectam os cidadãos e a sociedade, facilitando a solução e a vigilância dos problemas sociais. No mais, espero que o município de Tanguá consiga desenvolver seus projetos de monitoramento remoto, deixando o município de Rio Bonito para trás nesse tema também, uma vez que as ideias não saem do papel e das promessas dos gestores públicos em relação aos temas pertinentes à pasta da Segurança Pública no lado de cá do rio.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

ficha-brasilia-2

Enquanto a Globo apresenta a novela da Odebrecht, o Governo faz a festa com o dinheiro público

Acompanhando a cobertura da Operação Lava Jatos e as delações premiadas da Odebrecht no horário nobre pela televisão, observo que a imprensa transformou o cenário numa novela, divulgando as partes convenientes das filmagens dos depoimentos perante o Ministério Público Federal, desconstruindo fatos de um lado, reconstruindo conceitos do outro, blindando os principais políticos e partidos brasileiro. No final, não ficarei assustado se as delações facilitarem as coisas para os executivos e as construtoras envolvidas no esquema de corrupção, enquanto que os políticos ficarão intocáveis, ora por causa do foro privilegiado, ora por força da imunidade parlamentar ou das filas processuais dentro da burocracia.

O interessante é que há uma regra geral para os contratos dentro da máquina pública: – As licitações que envolvem as maiores quantias de dinheiro resultam na vitória de alguém relacionado ao grupo do político vencedor. Essa regra se repete na União, nos Estados e Municípios. Assim, a sociedade finge que acredita no combate à corrupção, enquanto que cada um faz o seu marketing no seu próprio quadrado.  Logo, há um padrão nas licitações, que não foi criado pela Odebrecht, mas que está incorporado na cultura da gestão pública brasileira há décadas, abrindo a porta para os pedágios de 1% a 10% sobre os projetos, às bonificações pelo lobby por parte do político e manutenção do caixa dois, com o dinheiro da saúde, da educação e de qualquer outra pasta que poderia viabilizar a desigualdade social e a dependência econômica dentro do Brasil.

Enquanto o Jornal Nacional prende sua atenção ao óbvio no sistema de corrupção e propina dentro da esfera do poder público, as águias de sempre estão manipulando a atenção da sociedade, para que a reforma da previdência social e o aumento da jornada semanal de trabalho sejam aprovados. Por exemplo, os governos de Lula e da Dilma Rousseff intensificaram a transposição parcial do Rio São Francisco, levando água para o sertão nordestino. O Temer assumiu a Presidência da República, enquanto que a Rede Globo desenvolveu várias matérias apresentando a parte que não foi entregue da transposição, colocando o fato como um padrão, pegando aquilo que foi realizado anos antes para si, passando para o domínio do PMDB, como que se tudo tivesse ocorrido como um passe de mágica, levando o milagre nordestino para o paulistano e o carioca consumirem como verdade absoluta.

Por fim, a campanha eleitoral começou em abril de 2017, mas você não percebeu ainda, porque a imprensa está gerando uma expectativa, no intuito de vender um produto viciado em 2018.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

leblon

Empresas nacionais e estrangeiras estão trocando o Rio de Janeiro pelo Nordeste

Só no Rio de Janeiro 11.000 empresas foram fechadas em 2016, sendo a maioria ligada ao setor do comércio. Os motivos se misturam com o reajuste dos impostos e tributos, a elevação das taxas da iluminação pública, o aumento dos aluguéis e dos condomínios, e a queda na venda das mercadorias. O fenômeno se repete em quase todas as capitais do Brasil, com exceção de Salvador, Recife e Natal. Simplesmente, o Mercado Comum Europeu e os Americanos estão diminuindo custos, colocando as capitais nordestinas como parte da resposta para crise econômica brasileira e mundial, tendo em vista a maior proximidade da Europa e dos EUA, o que diminui os custos nos fretes e o tempo no transporte dos produtos. Em suma, “quanto menor o tempo, maior será o lucro”.

Viver no Rio de Janeiro sempre foi caro, mas o alto preço sempre foi maior para o carioca do que para o turista estrangeiro. Com a crise do Petróleo e a explosão da bolha imobiliária nacional, o brasileiro deixou de comprar à vista, passando a consumir no prazo. A fórmula do crescimento sem o investimento correto na educação e na capacitação científica e tecnológica se tornou obsoleta para o país, afetando os padrões econômicos e sociais. O problema é que foi criado um marketing internacional sobre a cidade e o Estado do Rio de Janeiro com a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016, que provocou total descontrole no mercado de trabalho e consumidor, tendo em vista que o dinheiro desapareceu com os estrangeiros, salvo o setor do turismo, deixando as obras faraônicas supervalorizadas, consideradas elefantes pelo setor privado, diante do alto custo para a manutenção mensal. Mas, a cereja do bolo ficou por conta dos proprietários dos imóveis, que majoraram os aluguéis de um lado, e a prefeitura que majorou o IPTU do outro. O carnaval de 2017 passou, o desemprego aumentou para 13 milhões de pessoas, mas os tributos e os impostos continuam os mesmos.

Na prática, as empresas estrangeiras e nacionais, que mantinham sede no Rio de Janeiro, decidiram fazer as malas e migrarem para o nordeste, acompanhando o caminho da linha férrea, que transporta a soja, a carne e o minério. Simplesmente, o Rio de Janeiro perdeu seu valor estratégico, salvo o petróleo, para o investidor, cuja opinião é de que aqui se paga muito para receber pouco no retorno social, tornando o conflito entre as facções do narcotráfico a cereja do bolo, com seus arrastões pelas rodovias e suas balas perdidas pela loteria da morte da cidadania.

Por fim, se os empresários e o governo não repensarem as políticas públicas e a responsabilidade social, ficaremos fadados ao fracasso econômico, financeiro e social. O primeiro passo é reduzir o valor do IPTU e dos condomínios, para reacender o mercado imobiliário carioca e fluminense.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

lider-transformacional

Precisamos conversar sobre o valor da liderança e do trabalho diante do crescimento do desemprego

Dentro de qualquer empresa, sendo-lhe grande ou pequena, a liderança da equipe poderá ser imposta pela organização, através da avaliação de desempenho, ou selecionada democraticamente pelos colaboradores. Todavia, independente do modelo aplicado para a seleção, tanto o líder quanto os colaboradores terão que compreender que a finalidade da empresa é o lucro, que só será possível com o cumprimento e a superação das metas, que exigirão prazos, disciplina e dedicação na produtividade individual e coletiva.

O líder sempre será o canal da comunicação entre os colaboradores e os gestores, principalmente, quando se tratar do chão da fábrica ou do operacional. Assim, a liderança ficará sempre na zona do conflito entre os interesses da empresa e da equipe, lembrando que, quando as regras são claras no contrato de trabalho, o colaborador tem a obrigação de cumprir sua parte de um lado, enquanto que a empresa deverá manter as suas do outro, depositando o salário no quinto dia útil do mês, incluindo os benefícios, as horas extras e as premiações.

O líder deverá ser o primeiro a chegar e o último a ir embora, mostrando o exemplo daquilo que é esperado pelo patrão. Quando as metas não são alcançadas, a produtividade fica comprometida, afetando e diminuindo o lucro dos investidores, obrigando a empresa a fazer cortes para ajustar as contas. Na maioria das vezes, os cortes se iniciam na demissão dos setores que se encontram com excessos, seguindo pelos improdutivos, que são apontados pelas avaliações de desempenho ou pelos gestores diretos. Culturalmente no Brasil, as empresas cortam diretamente no setor do RH e na comunicação institucional, contrariando o valor estratégico dentro das organizações.

Por fim, o colaborador não pode esperar que a liderança sustente a informalidade dentro da empresa, como se fosse um clube do Whisky, principalmente, quando a contrapartida da eficiência e da produtividade estão afetando negativamente as contas dos investidores. Logo, é preciso ter tato para não fazer parte do exército dos desempregados, que hoje está computado em 13.000.000 oficialmente no Brasil, transformando a carteira assinada e o pacote dos benefícios numa verdadeira mina de ouro, quando a economia se encontra estagnada, com a previsão otimista da melhora para 2022.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

Consultor em Gestão de Pessoas

as-mina-pira-quando-meu-pinto-ta-na-moda-5-800x400

Os brasileiros são pintos, escondidos dentro do ninho

Diante dos discursos construídos e compartilhados pelo vazio da autonomia humana, eu decidi me rebelar perante o mundo, passando uma tarde incrível com minha família, sem a interferência exterior.
Queria poder construir uma casca de ovo em volta de mim e daqueles que amo, para protegê-los dos flagelos contemporâneos. O único problema é que não tenho a galinha para aquecê-los, então, pedi ao Putin para não fechar o registro do gás da Rússia, porque a maioria dos europeus morreriam de frio.
Nesse exato momento, meu questionamento mais profundo é escolher qual roupa vestirei amanhã para ir ao trabalho, enquanto que os generais e os ditadores brincam de guerra na Síria, massacrando os civis com bombas, terrorismo e armas químicas.
Os brasileiros criticam o Donald Trump e sua ordem executiva presidencial para lançar mais de 50 mísseis na casa dos outros, lá no oriente médio. Simplesmente, eles precisam ser estudados, porque não sabem escolher presidente, não conhecem seus direitos e se acomodaram na alienação, esperando que os estrangeiros tragam seu modo de vida para cá. O problema é que os estrangeiros precisam dominar alguém para manter seu modo de vida e toda a propaganda.
Por fim, a galinha fugiu. As raposas se apossaram do galinheiro e estão admirando os ovos dentro dos ninhos. Elas esperam novas galinhas, porque ainda não compreenderam o fato de que só sairão pintos dali.
 
Por Nadelson Costa Nogueira Junior
edilon

Com a Justiça Eleitoral célere, vereador Dilon é condenado e poderá ser afastado ainda em 2017

Em consulta ao site do TRE – RJ, o processo nº373-39.2016.6.19.0032, referente à AÇÃO DE INVESTIGAÇÃO JUDICIAL ELEITORAL, ajuizada por ALEX DA CONCEIÇÃO SANTOS e pelo Ministério Público Eleitoral em face de EDILON DE SOUZA FERREIRA, tendo em vista a prática da captação ilícita de sufrágio no dia 02/10/2016, contrariando os termos do art. 41-A da Lei nº9504/97, está com a sentenciado na 1ª instância da Justiça Eleitoral, pelo JULGA PROCEDENTE o pedido para determinar a cassação do diploma e para declarar a inelegibilidade do EDILON DE SOUZA FERREIRA, para as eleições a se realizarem nos 08 (oito) anos subsequentes à eleição de 2016, em virtude da prática de captação ilícita de sufrágio, bem como para condená-lo ao pagamento de multa no valor de R$53.205,00 (cinquenta e três mil, duzentos e cinco reais), pela prática de captação ilícita de sufrágio, nos termos  do art. 41-A da Lei nº9504/97 c/c art. 22 da Lei Complementar nº 64/1990.

Conforme a Lei Eleitoral, “Art. 41-A. Ressalvado o disposto no art. 26 e seus incisos, constitui captação de sufrágio, vedada por esta Lei, o candidato doar, oferecer, prometer, ou entregar, ao eleitor, com o fim de obter-lhe o voto, bem ou vantagem pessoal de qualquer natureza, inclusive emprego ou função pública, desde o registro da candidatura até o dia da eleição, inclusive, sob pena de multa de mil a cinquenta mil Ufir, e cassação do registro ou do diploma, observado o procedimento previsto no art. 22 da Lei Complementar no 64, de 18 de maio de 1990.         (Incluído pela Lei nº 9.840, de 1999).” Assim, traduzindo a parte importante da sentença para os leigos, o réu foi condenado pela prática da compra do voto.

Após a realização da profunda pesquisa sobre o caso e a jurisprudência aplicada pela corrente majoritária do direito eleitoral, o réu tem o prazo de 03 (três) dias para recorrer da sentença, enquanto que a Justiça Eleitoral está muito célere, o que levaria ao acórdão dos desembargadores na 2ª instância do TRE-RJ em semanas. Assim, o vereador EDILON DE SOUZA FERREIRA se manteria no cargo, baseado no princípio da presunção da inocência. Todavia, ele preencheria as propriedades da inelegibilidade com a manutenção da condenação na 2ª instância, podendo ser afastado do cargo em função da Lei da Ficha Limpa. Logo, a lógica jurídica indica que haverá mudança na Câmara dos Vereadores ainda em 2017, enquanto que a vaga será preenchida pelo suplente, que nesse caso é o ALEX DA GUARDA (ALEX DA CONCEIÇÃO SANTOS), que também é um dos autores da ação.

Por fim, o tempo não está favorável ao vereador EDILON DE SOUZA FERREIRA, que possivelmente não conseguirá retardar a aplicação dos efeitos da sentença e ganhar tempo até o último grau do recurso hierárquico, uma vez que só bastará a publicação do primeiro recurso para que o ALEX DA GUARDA possa apresentar o pedido do cumprimento da Lei da Ficha Limpa na 2ª Instância, afastando o vereador e réu do cenário político.

 

whatsapp-image-2017-04-03-at-17-03-30

whatsapp-image-2017-04-03-at-17-03-33

whatsapp-image-2017-04-03-at-17-03-36

 

 

 

 

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

17758221_792149997609755_4193846506900420971_o

PRESIDENTE DA 35ª SUBSEÇÃO DA OAB ANUNCIA NOVIDADES PARA 2017

“No último mês a 35 ª Subseção comemorou uma série de conquistas que pretendem impactar positivamente sua atuação nos municípios de Rio Bonito, Silva Jardim e Tanguá. Entre elas está a aquisição de um estacionamento exclusivo próximo ao Fórum e um projeto voltado para mulheres em situação de risco.
Em homenagem pelo Mês da Mulher a Subseção lançou, nas últimas semanas, o projeto “OAB Por Elas”. A iniciativa pretende oferecer orientação jurídica gratuita para mulheres dos municípios de Rio Bonito, Silva Jardim e Tanguá, vítimas de violência doméstica. Coordenado pela Comissão OAB Mulher e pela Diretoria, a ação visa oferecer auxilio informativo sobre quais os caminhos as mulheres devem adotar, a fim de obter uma vida mais segura. O atendimento será realizado apenas por mulheres advogadas, uma vez ao mês e todo o processo será sigiloso. “Nós queremos colaborar para o empoderamento dessas mulheres, orientá-las e esclarecer tudo sobre seus direitos”, disse a presidente da Comissão, Paula Carvalho.

De acordo com o presidente, César Gomes de Sá, o “OAB por Elas” será realizado por um grupo integrado de mulheres da Comissão OAB Mulher, articuladas com órgãos públicos e instituições voltadas para o atendimento à mulher. “Nós estamos estabelecendo contato com o Ministério Público, a Defensoria Pública, Prefeituras e instituições que já façam ações pertinentes aos objetivos do projeto para que possamos encaminhar as vítimas às autoridades cabíveis. A OAB buscará a efetividade, bem como a formulação de politicas públicas que venham a tornar cada vez mais palpáveis os sistemas de proteção à mulher”, afirmou.
OAB busca Justiça Federal
Atualmente, uma das metas da Subseção é a de trazer uma sede da Justiça Federal para o município de Rio Bonito. Segundo César, essa é uma necessidade latente, visto que, a Justiça Federal que abrange o município está localizada em Niterói. “Muitos cidadãos não tem a mínima condição se dirigir à Niterói, esse é um grande problema para a sociedade como um todo, pois são assuntos de extrema relevância a se tratar”.

Enquanto aguarda o desenrolar com a Justiça Federal, o presidente anunciou a aquisição de uma nova sede para a entidade e de um estacionamento, em frente ao Fórum de Rio Bonito. “Nos próximos meses nós entregaremos esse estacionamento exclusivo para os advogados e advogadas que acessam o espaço. Essa era uma reclamação recorrente, principalmente das advogadas que precisam percorrer grandes distancias até chegarem ao local de trabalho”, contou.

Luta a favor da comunidade
Durante entrevista, o César falou sobre as principais atuações da OAB nos assuntos referentes à cidadania. De acordo com ele, a partir do atendimento na Ouvidoria, foi possível solicitar esclarecimentos dos mais diversos âmbitos sociais, a respeito de violações de direitos nos municípios de Rio Bonito, Tanguá e Silva Jardim. Já foram oficiados a Polícia Militar, a respeito da carência de efetivo policial nesses municípios; a Autopista Fluminense, para que preste esclarecimentos sobre a má qualidade dos serviços prestados; a Prefeitura de Rio Bonito, sobre o transporte público e outras carências, entre outros. “Na semana passada, diante das diversas denúncias de advogados e aposentados sobre o não recebimento de seus proventos há alguns meses, oficiamos o Instituto de Previdência dos Servidores Municipais de Rio Bonito, para que apresente as informações necessárias sobre a real situação da instituição e de seus aposentados. Realizamos também reuniões com gerentes de alguns bancos, para avaliarmos a melhor forma de atendimento à população. E pretendemos retornar no município de Tanguá, com o projeto “OAB vai a Escola”, onde falaremos sobre os malefícios do uso de drogas. Estamos empenhados em realizar o melhor atendimento à população e não desistiremos de lutar incansavelmente por seus direitos”, finalizou.”

 

danca-das-cediras-3-1

Com 90 dias do governo Madiocão, já começa a dança das cadeiras entre os secretários

Aos noventa dias do governo Mandiocão, começa da dança das cadeiras entre os secretários municipais, que, aparentemente, demonstram incapacidade para gerirem várias pastas ao mesmo tempo, enquanto que poucos se afastam por conta das forças ocultas, que estão sempre presentes no circuito do poder. Assim sendo, seguem as mudanças descritas abaixo:

Por força da portaria n°163/2017, Cantianila Fialho Mendonça, foi exonerada, a pedido, do cargo de Chefe de Gabinete, a contar de 30/03/17, sendo substituída pela servidora VERA LÚCIA PEREIRA DE SOUZA, que também exercerá interinamente os cargos de Secretária Municipal de Comunicação Social, a contar de 31/03/2017, através da portaria nº169/2017. O problema é que a atual chefe de gabinete não possui a aprovação do grupo político, como também, não está preparada para a articulação política e as demandas dos cargos, o que coloca sua indicação no universo do foro íntimo do prefeito, que deve estar focalizando a confiança exclusivamente, deixando a incorporação dos 10% da função comissionada para cada ano trabalhado de lado, tendo em vista que ela não é servidora concursada;

Por força da portaria nº166/2017, Matheus Rodrigues da Costa Neto, secretário de saúde, foi designado interinamente para exercer o cargo de Secretário Municipal de Prevenção à Dependência Química, a partir do dia 31/03/17, o que dará maior acesso aos fundos da pasta dentro da jurisdição do Estado e da União. Mantendo o foco na pasta da Prevenção à Dependência Química, a designação do Matheus Neto é estranha, uma vez que há gente extremamente capacitada para o cargo dentro do grupo, que é o caso do João Paulo Romanelli. Por outro lado, a pasta estava à deriva na mão da secretária municipal da promoção social (Desenvolvimento Social);

Por força da portaria nº168/2017, Vitor Ivo Gomes da Silva foi designado interinamente para exercer o cargo de Secretário Municipal de Projetos Especiais, a contar de 31/03/2017. É importante atentarmos para o fato de que a Secretaria de Projetos Especiais foi criada no Governo Solange Pereira de Almeida em 2013, para acelerar o expediente dos projetos da PMRB e editá-los nos moldes da ABNT para, então, enviá-los aos órgãos governamentais para a prospecção das verbas e dos investimentos públicos. Todavia, na prática, a secretaria serviu de cabide de emprego no governo anterior, mantendo a mesma perspectiva no atual. É importante atentarmos para fato administrativo de que o Sr. VITOR IVO GOMES DA SILVA foi também foi nomeado para o cargo de ASSESSOR ESPECIAL, a contar de 24/03/2017, por força da portaria nº161/2017.

Conforme os comentários das pessoas mais próximas ao poder municipal, é esperada a dança das cadeiras na pasta trabalho, que também possui grande potencial estratégico para o aumento da arrecadação e que precisa ser otimizada.

Por fim, considero um erro gravíssimo a exoneração da Cantianila da Chefia de Gabinete, mesmo que seja a pedido. Considerando a carência da inteligência organizacional e o ambiente político que o prefeito Mandiocão se encontra, deixar a Cantianila fora do tabuleiro é um luxo, que o grupo político não pode se permitir. Ela é a torre do grupo, o que a coloca numa posição estratégica, tanto para o combate quanto para a defesa. Seu afastamento da Chefia de Gabinete transformou o gabinete do governo num mero protocolo administrativo, que fará ofícios e memorandos para o prefeito.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

doria

Dória é o Jânio Quadros da atualidade. Só falta virar presidente.

Acho muito legal testemunhar a atuação do empresário João Dória Junior, do PSDB, como prefeito da cidade de São Paulo. Simplesmente, o prefeito se utilizou das regras do marketing durante as eleições, saindo da condição do azarão para o vencedor na disputa eleitoral em 2016.

Há algo muito interessante e sensível na comunicação social do Dória, que se apropriou das redes sociais e da comunicação digital, utilizando o Twitter, o Facebook e o Youtube. Dessa forma, o prefeito conseguiu ultrapassar a cobertura da imprensa convencional, alcançando a massa através dos celulares.

O que a maioria da opinião pública ainda não compreendeu é que o Dória tem a natureza do empresário e do investidor, transformando ações sem qualquer conexão com a realidade pública em conteúdos e eventos prioritários para o paulistano, que acabou de sair da administração do PT (Partido dos Trabalhadores), bipolarizando o universo entre a luta do bem contra o mal, mortadela versus coxinha, corruptos versus não corruptos. Bem, no cenário político, o brasileiro está vendo a corrupção vencer, salvo os marinheiros de primeira viagem na vida pública.

Não existe almoço ou janta de graça, porque alguém sempre pagará a conta, que, na maioria das vezes, fica pendurada no prego para que o contribuinte pague no momento oportuno para o sistema. Assim, os banheiros de inox estão sendo instalados pelo município de São Paulo, com custo zero para o erário público municipal, mas com financiamento direto do governo federal, oferecendo contrapartida com as isenções legais dentro do imposto de renda das empresas. Em suma, o Dória está vendendo uma imagem e um produto construídos em cima de si, querendo agregar o dinamismo dos negócios e das operações financeiras dentro da gestão pública, se esquecendo que a natureza dos negócios é o lucro, enquanto que os empresários e o setor privado não gostam de perder dinheiro. Logo, me pergunto até quando a maquiagem do marketing se sustentará.

Por fim, quando vejo o foco do Dória, que acabou de ingressar na Prefeitura da cidade de São Paulo, idealizando e induzindo o paulistano para conduzi-lo à Presidência da República, não posso deixar de retornar ao histórico do ex-presidente Jânio Quadros, que alcançou a Presidência do Brasil numa carreira meteórica e acelerada, que terminou num governo desastroso para os paulistanos e brasileiros, levando o país ao Golpe de Estado de 1964 e ao rompimento democrático.

Não poderia terminar esta resenha sem atentar para a essência do materialismo histórico, que se baseia no princípio de que a História é feita de homens que exploraram outros homens, enquanto que, em sua dialética, os fatos se repetem, trocando somente os nomes dos personagens. Logo, acenderei meu charuto e ficarei admirando o circo que estão querendo construir para o país.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior