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A Quarta luz da loja maçônica

Esperamos que as constelações caiam em nossos braços, quando deveríamos seguir a lógica natural do universo, para nos elevarmos às estrelas e conquistarmos nosso lugar de direito entre os astros e corpos celestes. O mundo precisa da luz operante para sair da escuridão. Por isso, meu caro leitor, solicito humildemente que sejas luz ou cajado que transporta o fogo para dentro da caverna e do exílio.

O Orador é aquele que garante o cumprimento da Lei e que estabelece o caminho reto ao Venerável Mestre e aos irmãos dentro da Loja Maçônica. Onde está o Orador dos nossos lares, das nossas famílias? – Como caímos tanto diante de tanta abundancia e riqueza? Dizem que a Loja Maçônica possui três luzes para orientar o iniciado na lapidação da sua alma e moralidade. Todavia, me atrevo a discordar dos estatutos, manuais e landmarks para trazer a quarta luz aos céus do quadrilongo justo e perfeito, porque o Orador e a Lei, por ele relembrada, são um único astro com luz própria e que brilham do oriente ao ocidente e do norte ao sul, como o segundo sol, que está entrando em nosso sistema solar para alterar a ordem do dia e da noite, porque a humanidade precisa passar por uma nova revolução essencial no seu conteúdo e no pensamento contemporâneo.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Minha homenagem ao médico Paulo Cordeiro…

É difícil tecer qualquer comentário em relação aos fragmentos percebidos de uma personalidade, cuja intimidade nunca me foi compartilhada pelos anseios do destino. Mas, a pedido da minha esposa, escreverei, na tentativa de juntar os fragmentos dos relatos e das experiências das pessoas que tiveram a honra de conhecê-lo em vida e que sempre compartilharam dos seus bons fluídos com o mundo.

Como o super-homem estudando e aprendendo o conhecimento do universo no seu Palácio da Solidão, ele se isolou com sua família numa chácara, mas nunca abandonou seu jaleco de médico ou o exercício da caridade, quando solicitado, tanto aos amigos quanto aos estranhos.

Muito além do médico notório, sempre foi evidente a figura humana, paterna e amorosa, que abraçou sua esposa, seus dois filhos e netos, num amor incondicional, que era estendido aos seus amigos, baseado nessa mesma lealdade e confiança. E assim, ele se tornava o conselheiro, o amigo e o pai de todos, auxiliando na renovação cotidiana daqueles mais próximos.

Com a mesma serenidade e dedicação que o Paulo Cordeiro trouxe ao mundo em vida, tenho a certeza que assim o fará após a travessia ao plano espiritual, porque a morte é a passagem da consciência e da própria existência para outro nível da realidade, que está diretamente ligado ao nosso, como a doutrina de dois mundos. Logo, não tenho dúvida de que ele continuará vestindo seu jaleco branco, exercendo a medicina na caridade, auxiliando seus pares e o nosso Hospital Regional Darcy Vargas.

No final dessa jornada, meu caro leitor, mesmo com os olhos secos ou cheios de lágrimas, não teremos como negar de que foi construída uma corrente do bem, que se propagará por gerações entre seus familiares, amigos e pacientes, porque a luz se propaga e mostra novos caminhos àqueles que estão preparados e anseiam por um mundo melhor. Um milagre foi feito nessa vida, enquanto que somos o resultado e as testemunhas, mesmo que tenha sido no anonimato.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Uma Sessão de Tortura contínua para a Humanidade

Valorizamos a vida de forma demasiada, quando deveríamos valorizar a nobreza na existência por si só. O problema é que a humanidade só se depara com a realeza de tal contradição, quando a guerra está à sua porta, com uma arma mirando seu peito ou a faca tocando sutilmente seu pescoço.

Sob o vício inevitável da morte, até o pior dos seres consegue encontrar a falsa humildade para ludibriar o inquisidor. Mesmo que tenha que se rastejar e entregar todo seu círculo.

A garganta do delator fica seca, enquanto que seus olhos lacrimejam. Suas mãos tremem, enquanto os lábios suplicam pela vida. Quanto maior for o requinte na crueldade, maiores serão os gritos de agonia e súplicas do perdão, cujo merecimento se fez distante do seu testemunho moribundo.

A maioria pensará que estou falando dos vivos, mas não estou, tendo em vista que a morte nesse plano é um rito de passagem para uma dimensão mais densa, profunda e complexa da existência universal, pois existem pessoas que estão vivas, mas já agem como mortas, enquanto que legiões de mortos buscam a vida, para nutrirem suas almas desgastadas pela mentira, pelo ódio, pela dor e sofrimento alheio.

No discurso alegórico das campinas cheias de verde e flores, há uma realidade que os portadores da luz não dizem, alegando a segurança espiritual e o despreparo da maioria dos seres humanos: – Há uma guerra no mundo espiritual, que está muito além do narcisismo individualista ou da propriedade inalienável da sua alma, cuja trajetória é cinza e está muito acima ou abaixo dos conceitos do bem ou do mal ou do certo e errado.

Simplesmente, megalópoles e cidades foram construídas, tendo como ponto de partida a crosta terrestre e os cemitérios. Nelas, são reproduzidas as sensações, os anseios e os delírios da nossa realidade, como um rádio em sintonia com sua estação predileta. As pessoas continuam seus hábitos e se aprimoram, ora para o crescimento da coletividade ou para a diminuição da fé e da caridade. Todavia, a escravidão é uma prática comum diante da crise da energia. Assim, como acontece com os fundamentalistas no nosso mundo, grupos e exércitos são nutridos continuamente no mundo espiritual, objetivando a manutenção da rede psíquica entre os vivos e os mortos, porque nós somos os produtores da matéria-prima que sustenta o caos, através dos nossos sentimentos e do ectoplasma contaminado.

Há um momento, que temos que exercer a faculdade do juízo e decidir entre dar continuidade aos caos, na esperança de que o agente recupere sua luz e retorne à unicidade, ou aplicar a segunda morte, o que declinará na transmutação da consciência da vítima ao plano, cuja matéria não existe, vislumbrando que o milagre ou o total esquecimento da existência aconteçam. A questão é somente uma: – Qual seria o mínimo de humanidade exigido para continuarmos ou desistirmos de uma fonte de informação, cujo ruído e a dúvida se farão constantes, salvo a manifestação da intervenção divina e do milagre por si só? – Não importa. Porque o trabalho precisa ser mantido e propagado, em nome da segurança da maioria, enquanto que todos são vítimas do seu próprio conhecimento.

Por fim, cumpra seu papel legítimo na criação. Seja justo com todos e faça sua parte na manutenção da luz. Evite os atos e as pessoas que poderão colocá-lo numa sessão de tortura, porque o mal se degenera sozinho, até se consumir por inteiro. Logo, ele só continuará, se tiver sua ajuda.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Quando o assunto é economia, o brasileiro é hipócrita

Não há sombra de dúvidas de que a economia brasileira prosperou no governo Lula de 2003 a 2010, enquanto que a Dilma Rousseff conseguiu manter o padrão dos indicadores econômicos até 2013. Esse período foi marcado pelo renascimento da construção naval e civil, bem como da habitação popular, cujos empreendimentos atraíram a atenção dos investidores estrangeiros. Assim, a cereja do bolo do crescimento econômico foi o PRÉ SAL e as promessas de altos ganhos e investimentos no petróleo brasileiro. Todavia, em 2014, o sonho acabou.

O primeiro sinal de que o inevitável aconteceria, foi quando a OGX, de Eike Batista, sofreu sua primeira retração no mercado internacional, provocando o impacto de -R$42bilhões  na balança comercial, logo no primeiro trimestre de 2014. O governo brasileiro injetou no mercado o mesmo valor para deixar a balança comercial em superávit. E o mesmo mecanismo artificial foi aplicado até o término das eleições presidenciais, no mesmo ano.

Da mesma forma que o governo brasileiro injetou dinheiro artificialmente para permitir o fluxo do capital (capital de giro) no comércio exterior, realizando empréstimos às nações do terceiro mundo, o sistema público seguiu a dinâmica, injetando dinheiro no setor industrial e no agronegócio, utilizando o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal e o BNDES. Em suma, o Brasil estava crescendo nos índices econômicos, mas o setor da produção e o energético continuaram na mesma estrutura, porque injetaram dinheiro no mercado, sem planejar a base das operações futuras, que corresponderiam na construção de mais indústrias e geradores de energia. Resumidamente, os empresários se aproveitaram dos empréstimos com juros baixíssimos para ganharem muito dinheiro, através do aço, do petróleo, dos fundos de investimento e da construção civil. Mas, conforme a lei da responsabilidade, o governo não poderia injetar dinheiro no mercado no ano eleitoral, logo, a onda iniciada pela OGX, com seu fracasso operacional no PRÉ SAL, se estenderia ao mercado brasileiro como um todo, porque o bolo do crescimento econômico era uma miragem, construída por banqueiros e especuladores financeiros.

Deixando as ideologias de lado, fico assustado, quando observo o comportamento humano e empresarial do brasileiro, que construiu prédios e casas com o empréstimo do governo, ganhando muito dinheiro, sem remorso ou culpa. Será que eles realmente acreditavam que o dinheiro estava saindo da própria economia? – Acho que não, porque dinheiro não dá pé e exige muito trabalho e planejamento. Por exemplo, a cidade de Rio Bonito – RJ, que possui 57.000 habitantes, teve uma majoração astronômica no mercado imobiliário por causa do milagre econômico e do COMPERJ: – O terreno, medindo 12 X 30, saltou dos R$30.000,00 para R$200.000,00, enquanto que o imóvel padrão com 02 quartos saltou dos R$60.000,00 para R$780.000,00. O problema é que a cidade continua com a mesma configuração econômica da década de 1980, com altos índices de desemprego e desigualdade social, que se agravaram com a crise no COMPERJ.

As pessoas se perguntam para onde foram os R$167bilhões das pedaladas fiscais. Se vocês olharem os imóveis fechados, com as placas de aluga-se  ou vende-se, as indústrias e demais empresas, que fecharam suas portas nos últimos seis meses, encontrarão a resposta. No final, é fácil culpar o governo e a economia, quando, na realidade, muitos executivos e empresários ficaram milionários, especulando, comprando e vendendo, com o dinheiro público, que era injetado continuamente em setores estratégicos. Logo, não é errado afirmar que a Operação Lava-Jato retirou a PETROBRÁS do circuito da corrupção, deixando o ambiente limpo para que qualquer pesquisador possa analisar e tirar sua própria conclusão.

Por fim, a sociedade precisa compreender que retornamos à realidade brasileira, sem marketing ou ilusões. Isso quer dizer que o imóvel que está sendo vendido por R$780.000,00 vale, na realidade, R$270.000,00, porque a economia brasileira é baseada no salário mínimo e na capacidade de compra do cidadão.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Epístola do Século do Egoísmo.

Rio Bonito, 01 de janeiro de 2001.

A ERA DA INCERTEZA E DAS VAIDADES

Dedicado aos indivíduos que deixaram de lado suas vaidades e que lutaram pelo objetivo único de tornar o mundo melhor para seus descendentes; superando suas fobias., quando acordavam desesperados ao meio do pesadelo que lhe parecia não ter mais fim… Pois, assim é a realidade para o Filósofo, o Artista e o Poeta… Um trovão, um fio, um arrepio…
O homem foi expulso do paraíso porque havia um destino traçado pelo criador. Era necessário que o mesmo aprendesse com o pecado para poder se encontrar com a criação e com o Deus vivo… Todavia, desde o Livro de Gênesis, o homem só tem procurado o espelho e o reflexo de sua vontade, no intuito de alcançar o status inteligível e não a D-us.

O Século XX foi marcado, desde o início, por grandes descobertas científico-tecnológicas e efêmeros temores da alma humana. O Século XX foi marcado desde o início pela ansiedade e pela incerteza.
Na passagem do Século XIX para o Século XX, Emilie Durkheim, o patrono da Sociologia, narrava, em uma de suas obras, o comportamento patológico ou a anomalia social; onde centenas de protestantes e de judeus se suicidavam perante a incerteza que trazia a ideia de um Século novo (Teoria do Suicídio como fato social)… principalmente, quando os crentes daquela época acreditavam que aquela virada de século correspondia ao início do Final dos Tempos – pensamento fortemente defendido pelos apocalípticos até mesmo nos dias atuais que transcorrem o tempo presente desse escritor.
Talvez, os apocalípticos não estivessem errados; pois foi no Século XX que aconteceram as maiores loucuras até então feitas pela humanidade, assim como, o neocolonialismo; a Primeira Guerra Mundial; a Revolução Russa; a Queda da Bolsa de New York, em 1929; a Revolução Espanhola; o Nazismo; o Fascismo Italiano; o Comunismo; o anti semitismo; a Xenofobia; a Segunda Guerra Mundial; a Quebra do Tratado de Versalhes; o Assassinato de mais de 30 milhões de seres humanos… A quebra dos Direitos Humanos; A era nuclear; a Guerra Fria e suas consequências desastrosas, como a origem de outras guerras e guerrilhas… A Revolução Cubana; o bloqueio comercial de Cuba por parte dos americanos, assim como, a própria fome e a desigualdade social que sempre estiveram na face da terra. No Século XX, políticos falavam e profetizavam em nome de Deus; enquanto que outros defendiam a inexistência do mesmo. Nesse Século, novas religiões surgiram; renegando suas origens e atacando suas mães; Todavia, com a mesma oratória e maior concorrência de mercado e declínio na ética.
Foi no Século XX que os negros saíram de suas casas e foram lutar nas ruas no intuito de conquistar, não a liberdade, mas a igualdade social perante os brancos. Pois, foi no mesmo século, que os homens, vestidos de branco e encapuzados, invadiam as humildes casas da comunidade negra e enforcavam àqueles que pregavam a palavra de Deus e a justiça social. Isso aconteceu nos EUA durante dois terços do Século XX.
Certamente, o Século XX foi um centenário antagônico e extremamente rico no campo científico; pois foi nele que descobrimos a Radioatividade; estabelecemos e definimos o conceito abstrato de energia… Embora, tenha sido o filósofo e guerreiro árabe, Cícero, no Século VII D.C., o doutrinador da ideia da produção infinita de energia a partir da separação do átomo; foi no Século XX que Albert Einstein descobriu a equação da Relatividade E=MC2 (Energia é igual à massa vezes a velocidade da luz ao quadrado) e, a partir da mesma, ele reestruturou o panorama da Física; colocando a realidade humana na realidade teórica cosmopolar e nuclear. Muito além disso, Einstein alterou todos os conceitos básicos da física, determinando novas fronteiras para a ciência em geral… Nasciam, nessa mesma época áurea, os Anarquistas Epistemológicos… os homens que são contra o método.
Foi no Século XX que o homem observou suas células da forma mais completa possível, a partir do microscópio eletrônico. Foi no mesmo Século que a Engenharia Genética se desenvolveu; estabelecendo conceitos básicos como DNA (ácido Desoxirribonucléico) e RNA (ácido Ribonucléico)… Foi na década de 90 que o homem clonou uma ovelha… Em 2000, a Genética conseguiu cumprir a missão do Século: Mapear o código genético humano através do PROJETO GENOMA; no intuito de preservar a qualidade da espécie no futuro. Todavia, o mesmo projeto quebrava todos os princípios da ética e da moral no que diz respeito à vida, impreterivelmente, quando falávamos no assunto Clonagem de seres Humanos X Sobrevivência.
No Século XX, foram catalogadas mais de quatro luas ao redor de Saturno, quando, antes, eram catorze… Agora, são dezoito… E acreditam na possibilidade de existirem, talvez, até 24 luas ao redor do mesmo.
Foi no Século XX, durante a década de 60, que o homem pisou pela primeira vez a lua; dando início à conquista do espaço.
O Século o qual deixei para trás destruiu e criou mitos e fobias; reproduzindo o Método Científico, onde um Modelo melhor sobrepõe um outro… E aquilo que antes era a verdade se transforma numa grande mentira – Afinal, a ciência mais nada é do que FÉ decodificada em puro raciocínio lógico e matemático na qual tem um único objetivo: explicar bem aquilo que antes não tinha explicação.
No início do Século XX, a gripe levou um terço da população mundial. Depois, veio a Tuberculose, a Meningite, o Cólera, a Malária, e, entre tantas doenças transmitidas por vírus ou bactérias, vejo o HIV (AID’S) que não tem cura ainda; mas mantém uma forte solidariedade e muita esperança pelo Século que estamos começando a construir… Essas doenças são fatais se não forem tratadas; mas, pior é saber que o número de pessoas que morrem em acidentes de trânsito ou que falecem por fome é, centenas de vezes, maior. – Por isso afirmo o antagonismo de nossos tempos; pois temos muita tecnologia, mas pouco esclarecimento. Esquecemos de nos embebedar nos ideais iluministas do Século XVIII.
No Século XX, os homens construíram Armas Químicas e Biológicas no intuito de facilitar as coisas na área de combate; todavia, havia um problema em questão; pois um vírus, ou um composto químico, não saberiam distinguir a diferença existente entre um Soldado e um Civil… Entre um Adulto e uma Criança… Entre um Democrata e um Republicano… Entre um Assassino e um Inocente.
Foi nesse Século que a humanidade tentou reparar o mal que fora cometido contra os Judeus durante quase dois milênios e, impreterivelmente, durante o holocausto; permitindo que, em 1948, surgisse o Estado de Israel. Infelizmente, a comunidade Armênia não teve a mesma sorte; tendo seus remanescentes vagando pelo mundo como peregrinos sem causa ou tradição… Esses foram os frutos da Segunda Guerra Mundial e da Competição Capitalista existente entre os países do primeiro mundo no intuito de conseguir mais petróleo, mercado consumidor e poder.
Nesse Século, nunca o Estado confiscou tanto dinheiro e fez tão pouco pelo seu povo… E aquilo que fez, foi para a erosão eólica levar antes do nascimento de meus filhos. Mas no Século XX, muitas civilizações se destacaram na questão social, como os Estados Unidos da América, a Austrália, os países europeus, o Japão, entre outros; pois, no final desse Século, descobriram que o mais importante para um país é a qualidade de vida do cidadão… o resto vem com o passar do tempo, através de muito trabalho e dedicação da nação.
O Século XX foi um período marcado pelo encanto da democracia, do parlamento e da república. Todavia, o desencanto das ditaduras, forjado pelos oligopólios, marcou insensatamente essa época de grandes oratórias e poucas atitudes, de política e de politicagem.
Sobre o amor, aquele também conhecido como Filos, Eros ou Ágape, nunca um Século teve tanto amor em prática como esse; pois a humanidade do Século XX era essencialmente Epicurista por natureza… Muito além da argumentação, a década de 70 falaria por si só no movimento do “faça amor, não faça guerra”. Mas, também existiram os poetas contaminados pelo Mal do Século e a boêmia, como Vinícius de Moraes ou Graça Aranha… Poderia também falar de poetas bem menores como Nogueira Júnior.
Esse Século foi marcado pelas grandes conquistas e pelas flores, mas ambas saíram de moda… O mesmo aconteceu com a saia longa e a aliança… Aliás, no final do Século XX, o casamento ficou fora de moda, para não dizer… uma instituição em extinção.
Nesse Século, o Romantismo foi substituído pelo Realismo… O Realismo pelo Simbolismo… O Simbolismo pelo Surrealismo, pelo Dadaísmo entre outros “ismos”. Foi  no Século XX que o Modernismo e o Pós-Modernismo edificaram novas regras e quebraram as fronteiras dos estilos e épocas… Foi no mesmo Século que a Sétima Arte, o Cinema, ganhou luz, cor e forma… Ravel compôs e exaltou seu estupendo “Bolero”… A Pintura nunca mais foi mesma, como mais nada nesse mundo; pois o Século XX foi o centenário das revoluções… E assim foi de Salvador Dali ao Superhomem, dos Beatles ao U2, de Ravel ao Violeiro do Caos, de Charles Chaplin aos eloquentes e visionários da Arte por si mesma.
No Século XX, foi construído o primeiro computador… No mesmo Século, o homem foi se adaptando à máquina e a máquina ao homem. A informação era instantânea; pois tínhamos a telefonia convencional e celular, como a W.W.W. onde as crianças já nasciam com arroba (@) marcadas na testa. Nós estávamos na era digital…
Durante a Guerra da Bósnia era possível ver, em tempo real, um pai de família levar um tiro de fuzil no tórax, enquanto que sua filha de oito anos tentava tampar a cratera feita no peito dele… Esse era o sadismo do Século XX, assistir, na segurança do lar, o horror do mundo; montando uma escola familiar de violência.
Nunca, até então, um Século defendeu tanto a Liberdade, a Igualdade e a Fraternidade ao meio de tanto antagonismo e de tanta ebulição.
Nunca, até então, um Século se fez tão marcado pelos erros como o Século XX; pois as drogas foram exaltadas como deuses da antiguidade na constante fuga da realidade. A Cannabis Sativa, vulgar “Maconha”, por exemplo, envenenou a juventude americana desde a década de 20, se estendendo até a atualidade. A cocaína, embora proibida, deixou de ser o símbolo da marginalização popular, se tornando o bem de consumo da elite.
Durante o Século XX, inventaram aviões, carros, navios, foguetes, estações espaciais… Brincaram de Deus com a própria criação: Estabeleceram as regras da sobrevivência, da criação e, principalmente, da destruição em massa de nossa própria espécie. Nesse Século, inventaram de tudo um pouco… Exceto, uma fórmula que conseguisse conter nossas VAIDADES e INSEGURANÇAS… e, ironicamente, aumentaram nossas INCERTEZAS quando o intuito era de bani-las do nosso contexto.
No Século XX, mantiveram as coisas em pé… Mas até quando? A que custo? – Talvez o preço tenha sido o próprio Egoísmo que ocasionou a solidão que ainda se encontra dentro de nossos corações…

Nadelson Costa Nogueira Junior

Iniciação Maçônica de Nadelson Costa Nogueira Junior na Loja Guanabara nº IV

A LUVA BRANCA

LOJA   SIMB.. .  GUANABARA  N º 004

Rua Monsenhor Antonio de Souza Gens, n º 71, Centro – Rio Bonito – RJ – CEP.:  28800-000

  

Or. . .  de Rio Bonito, 19 de Setembro de 2000    E. . .   V. . .

 

   

A  LUVA   BRANCA

 

Existem momentos em que a alma se encontra tão distante e tão solitária, que qualquer ruído pode significar um instante de esperança ou de medo da incerteza…  É a partir de tais sentimentos que os objetos passam a ter vida, memória e necessidades…  É a partir do equilíbrio moral entre sentimentos tão antagônicos, que nasce a simbologia, onde alguns objetos passam a ter muito mais que meros significados, mas virtudes.

 

Existem dois pares de luvas brancas os quais significam a pureza, o compromisso com Deus, com a Pátria e com a Família…  Muito mais do que isso, os Pares me chamam a atenção aos deveres e responsabilidades para com a Sociedade…  Eles representam a luz e a virtude que devem emanar do fundo da alma humana a qual tem o compromisso divino de  cuidar carinhosamente da criação.   E assim, os irmãos cuidam de seus irmãos, simplesmente, porque, na verdade,  só podem existir a comunhão e o amor.

 

Um dos pares de luvas eu carrego comigo no intuito de manter vivo o sentimento e a responsabilidade que me cabe como cidadão e como Irmão…  E que o meu par nunca se suje;  pois ele é a simbologia de minha virtude e de minha alma…  Que o meu par nunca se perca em juízo e que passe de pai para filho, de geração a geração.

 

O segundo par tem o mesmo sentido e objetivo do primeiro, mas ele não me pertence;  embora  o carregue comigo intensamente.  O segundo par de luvas pertence a alguém que pode estar em Jerusalém, Tóquio, Londres, Bagdá ou até mesmo Rio Bonito… a dona dele pode morar em alguma dessas cidades do mundo…  Ela pode até ser minha vizinha ou ter estudado comigo o colegial inteiro…  Na verdade, eu não a conheço, embora a mesma se faça presente em meus sonhos todos os dias…  O segundo par de luvas pertence àquela que será a mãe e responsável tanto por mim quanto por meus descendentes…

 

Sou um solteiro que sonha em ser pai…  Sou um pai que sonha com muitos filhos…  Sou um sonhador que tem a loucura de ter uma Família…  Sou uma alma carente de amor.

 

Por isso eu afirmo que o primeiro par de luvas é o DEVER, enquanto que o segundo é a ESPERANÇA

 

 

Nadelson Costa Nogueira Júnior

AP. . .  M . . .

 

A Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição e a noite riobonitense.

O Melhor de Rio Bonito para os investidores estrangeiros

Trajeto Rio Bonito x Gávea - Aérea dos investidores.A pequena cidade de Rio Bonito, inserida recentemente na região metropolitana do Estado do Rio de Janeiro, ainda mantém as características do interior, primando pela qualidade de vida no estilo artesanal, aproveitando a beleza e o recanto de sua natureza, através da diversidade de sua fauna, flora e da riqueza hídrica.

Com a área correspondente a 456,45 Km², a população computada pela estimativa de 57.615 habitantes e o IDHM (Índice de Desenvolvimento Humano Municipal) calculado em 0,710, o Município de Rio Bonito foi divido em 03 distritos, sendo-lhes o Centro, Basílio e Boa Esperança, apresentando sua expressão econômica na agropecuária, embora suas forças produtivas e meios de produção estejam focalizados nos serviços, demonstrando que o riobonitense ainda possui muito potencial e terra produtiva para alavancar sua economia, através do pequeno produtor rural e do turismo ecológico.

O Município de Rio Bonito encontra-se, literalmente, no centro do Estado do Rio de Janeiro, sendo cortado pelas rodovias BR-101 e a RJ-124 (Via Lagos), o que lhe permite a instalação das indústrias de base e do setor da logística terrestre, aérea e marítima, por estar próximo do litoral e da região serrana, enquanto que se encontra a 76 km da capital, cujo percurso terrestre dura em média 58 minutos. Outrossim, considerando o deslocamento aéreo numa linha reta, a cidade fica a 63 Km dos principais empreendimentos do nosso Estado, fazendo fácil triangulação com Cabo Frio e Macaé.

Com as pedalas fiscais, a má gestão governamental no Estado do Rio de Janeiro e no Município de Rio Bonito, cumulados com as commodities e a crise mundial do petróleo, a arrecadação municipal despencará dos R$228.000.000,00, em 2016, para R$180.000.000,00  em 2017, enquanto que a máquina pública necessitará fazer cortes e compensações de um lado, além de ter a obrigação de constituir um plano econômico para gerar novas receitas, através da criação das novas empresas e vagas de trabalho, do outro. Assim cada pessoa empregada, corresponderá a novas receitas no futuro, além da diminuição do peso do desemprego.

A verdade é que todos os políticos e até mesmos os empresários estão pensando a política pública de forma errada, tendo em vista que todos os envolvidos querem encontrar a máquina pronta para sangrá-la na economia local ou regional, quando, na realidade, ninguém apresentou, até a presente data, um modelo, sequer, do projeto que prospectasse novos empreendimentos e gerasse novas receitas.

Por fim, os russos, chineses, alemães, israelenses, árabes e canadenses estão investindo no Brasil e no COMPERJ nesse exato momento. Por que não oferecermos aquilo que temos de melhor aos investidores estrangeiros? – Assim, espero que esse texto se propague pelas redes sociais e pela internet, no intuito de chamar a atenção de algum grande investidor chinês, russo, alemão, israelense, árabe ou, até mesmo, brasileiro, focalizando a instalação dos seus negócios na nossa cidade, para que Rio Bonito, Tanguá e Silva Jardim voltem ao ritmo do crescimento econômico das décadas já esquecidas na história do Brasil República e do Brasil Império.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Prefeita Solange Pereira de Almeida.

O impeachment de Solange Pereira de Almeida é a única opção para Rio Bonito

Considerando que as contas públicas não batem desde o início do governo; que o transporte universitário voltou a sofrer com a superlotação, colocando nossos jovens em risco na estrada; que a saúde e a educação estão precárias; que Rio Bonito está literalmente abandonada pelo poder público, incluindo o centro da cidade; bem como a condição judicial da prefeita, concluo que devemos pensar no método mais rápido, barato e mais eficiente para colocar o Município nos eixos. Podemos aguardar o cumprimento da Justiça, ou podemos adiantar o fardo com o pedido de IMPEACHMENT de Solange Pereira de Almeida. Isso caberia à Câmara dos Vereadores, aos grupos políticos e as Associações. Tenho certeza que o ato teria o apoio popular.

Com o impeachment de Solange, surgiriam, da Câmara dos Vereadores, dois candidatos ao cargo de prefeito para as Eleições 2016: – Marquinhos Luanda e Reis. Todavia, o governo seria automaticamente conduzido ao vice-prefeito, Anderson Tinoco, que convocaria a Câmara dos Vereadores para a análise governamental e das contas públicas, bem como para constituir seu gabinete de urgência, até que a situação se ajustasse ao termino do mandato.

Uma coisa é certa: – Não haverá acordo algum entre os servidores públicos municipais quanto ao plano de cargos e salários, bem como o piso salarial nacional para os professores, enquanto Solange for a Prefeita. Enquanto isso, o comércio, a indústria e os serviços perdem dinheiro, porque a maior contratante do Município não dá condições da economia local respirar.

Se os vereadores analisarem a condição ambiental, concluirão que a melhor alternativa é o impeachment, pois, assim, todos sairão ganhando. Todavia, insistir com a ideia de que tudo está ótimo, quando não está, será o mesmo que cometer suicídio político em 2016. Aliás, qual vereador desejará ficar ao lado da Prefeita, diante do quadro e do caos que a cidade se encontra, mesmo com o asfalto?

Acredito que com a saída da Solange, o nosso Hospital Regional Darcy Vargas, a saúde e a educação terão uma melhor chance de recuperação, pois, sobrará um ano de orçamento para serem investidos na cidade, na forma correta e com transparência. Aliás, o Anderson Tinoco foi expurgado do governo, por desejar o melhor para Rio Bonito, o que confrontava diretamente os interesses do grupo político dominante.

Está na hora da Câmara dos Vereadores tomar uma posição popular e justa para os riobonitenses. Caso contrário, os riobonitenses serão mais rigorosos com os critérios na hora de depositarem o voto nas próximas eleições. Principalmente, após as sessões extraordinárias na tentativa da aprovação rápida e silenciosa da mensagem 02/2016, que altera a diretoria do IPREVIRB, criando cargos e aumentando salários, como o exemplo o cargo do procurador, com o mandato de 06 anos, quando o Município e o IPREVIRB alegam problemas financeiros, propondo descontar os encargos dos aposentados e pensionistas.

Por fim, se a sociedade riobonitense não se mobilizar para afastar a prefeita do poder, a Câmara dos Vereadores possivelmente aprovará a venda dos terrenos e imóveis do nosso Município e em doses parceladas, além do empreendimento milionário do Estacionamento Privativo, que é a menina dos olhos da atual presidência da Câmara. Em suma, só sobrarão empréstimos e dívidas para serem pagos ou ignorados, cujos resultados comprometerão as aposentadorias dos servidores públicos municipais e os serviços públicos na nossa cidade, porque dinheiro não dá em pé, exigindo trabalho, planejamento, gestão e logística para ser ampliado e aplicado na forma correta.

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Como ingressar na maçonaria?

logo-macomAo longo dos últimos quinze anos, uma vez ou outra, me aparece um curioso, querendo conversar sobre a maçonaria e seus segredos. Há um padrão nas perguntas. Entretanto, de todas elas, a mais interessante de todas e pertinente é: – Como ingressar na maçonaria? – Minha resposta foi repensada, calculada e traduzida para as pessoas de todas as religiões, culturas e sociedades, sendo dividida em três níveis de profundidade:  conhecimento,  consciência e atitude.

Se o mundo contemporâneo fosse comparado a uma piscina olímpica, com sua água transbordando de forma constante e cristalina, seria certo afirmar que a água é a maçonaria, enquanto que todos que estão ao redor da piscina e dentro dela sofrem influências da Ordem, independentemente daquilo que o indivíduo ou seu grupo social acreditam ou deixam de acreditar. Para aqueles que não estão dentro da piscina, eu usarei o subnível chamado INCONSCIENTE.

Como ingressar na maçonaria? – Existem várias formas:

A primeira é quando o cavalheiro e sua família são convidados para assistirem a parte aberta de uma sessão magna de iniciação (noviço ou aprendiz), elevação (companheiro) ou exaltação (Mestre Maçom). Esse é o estágio mais profundo que um indivíduo terá a qualquer loja maçônica no planeta, tendo em vista que as demais sessões são fechadas aos membros.

A segunda é quando o cavalheiro, que tem que ser homem, livre e de bons costumes, ingressa na Ordem Maçônica, cujo procedimento pode ser realizado através do processo da  indicação ou da apresentação. Na indicação, o neófito é indicado por um irmão de dentro da Ordem, normalmente, tendo esse como padrinho e conselheiro até que o mesmo seja exaltado ao grau do Mestre. Na apresentação,  o candidato escreve uma carta do próprio punho, descrevendo seu perfil, valores e ideias, remetendo o documento à loja desejada. Daí por diante, se seus membros decidirem seguir com o processo, começarão as visitas e as entrevistas de praxe. A apresentação é procedimento muito popular na Maçonaria Mineira. Entretanto, por regra e desconhecimento por parte da maioria, o procedimento da indicação ainda é o mais aplicado.

Dentro das coisas que podem e devem ser ditas, quando perguntadas da maneira certa, eu considero importante explicar o que é a maçonaria: “Uma instituição que tem como objetivo promover o bem-estar da humanidade, cavando masmorras ao vício e elevando castelos à virtude.” É importante que o irmão compreenda os conceitos da liberdade e dos bons costumes, que são os quesitos obrigatórios no processo decisório. Logo, quando se fala em liberdade, essa expressão está diretamente ligada à capacidade do homem ter domínio de si e do seu sustento. Devemos lembrar que a maçonaria tem mais de 3500 anos e que vem de uma época que existiam mais escravos do que homens livres. Quanto aos costumes, o irmão deve apresentar nobreza e humildade em suas palavras e atitudes, sendo bom pai, bom marido, bom filho e bom cidadão. A ideia é justamente pegar tais propriedades e lapidá-las, para dar forma, conteúdo e conhecimento, objetivando a virtude e a sabedoria nas atitudes cotidianas.

hqdefaultExistem muitos segredos na maçonaria. Entretanto, eu acho que muitos mitos devem ser derrubados. Talvez, a existência de tais mitos seja proposital, objetivando construir um muro invisível ao redor da ordem, para que a massa e os curiosos não ultrapassem e permaneçam nos seus respectivos lugares. Tipo, ela sempre esteve presente na História e fez revoluções. Mas, você não percebe isso, porque só compreenderá o tamanho da essência e da filosofia maçônica, aquele que atravessar seus portões, mantendo suas virtudes intactas. É assim que vejo a maçonaria, terminando sua descrição, literalmente, como uma FAMÍLIA.

Esse texto chegará às três luzes das lojas. Ele será questionado e entregue ao Orador, que, após consultar as leis maçônicas, concluirá que nenhuma lei foi quebrada. Entretanto, nesse momento, estarei presente na consciência e no conhecimento desta nova geração, porque tive a atitude de ser o cavalheiro, mesmo estando no exílio, a pedido, porque posso fazer tudo que um maçom deveria fazer, independentemente de estar numa loja ou trajando paramentos.

Por fim, eu devo dar uma advertência: – A maçonaria é bonita e possui fundamentos éticos e morais elevados. Entretanto, por maior que seja o processo seletivo, as pessoas acabam cometendo erros, que são associados à Ordem, quando deveriam ficar na matéria da pessoalidade.

 

Por  Nadelson Costa Nogueira Junior

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Sobre a guerra bélica, o paradoxo e a inteligência espiritual

O maior problema de uma guerra declarada é que nós somos obrigados a escolher um lado. O silêncio e a omissão são escolhas, que terão consequências.

Numa guerra, quando se faz o certo, se mata ou morre. Quando se faz o errado também.

A guerra consome o melhor do soldado, que é justamente sua alma.

No final do combate, não importarão os vivos ou mortos, o derrotados e os vencedores, porque tudo estará em ruínas dentro dos padrões da humanidade.

As noites serão marcadas por pesadelos e o fantasma dos companheiros.

As cenas se repetirão, uma vez ou outra, com a mesma intensidade de sua ocorrência.

Mas, no final, tudo terá valido a pena se você lutou pelo certo.

O paradoxo só pode ser compreendido em tempos de conflitos, quando o comandante calcula o número dos resgatados entre os civis e escravos, subtraindo as baixas militares no lado inimigo. Se o resultado for positivo, isso significará que muitos irmãos foram libertos e verão a luz. Entretanto, se o cálculo for negativo, isso significará que a luta foi válida, mas que os soldados ficarão em dívida com a criação.

É por causa do paradoxo que a luz não inicia as guerras e os conflitos. Mas, se não existir uma alma justa do lado oponente, uma resistência moral qualquer, a mesma fórmula que determina a retificação da criação, também estabelece que deva existir o equilíbrio. Logo, se a ordem for dada, não ficará uma cidade em pé. Sua população será retirada desta existência, sem culpa ou remorso, porque as regras da prevenção são forças estabelecidas em todas as dimensões.

No mundo espiritual, existe a guerra bélica. Ela não é travada entre anjos e demônios, mas pelos próprios homens, aprisionados em sua vibração e frequência. Por isso, peço que idealizem os campos com as flores e o horizonte brilhante, com seus pensamentos e atitudes no presente e nesta realidade, tendo em vista que o produto ético e moral da sua existência, no mundo material, indicará sua frequência e vibração no outro mundo, em outra dimensão, porque estamos conectados, mas não desenvolvemos nossa inteligência espiritual para compreendermos isso.

Por fim, me atrevo a afirmar que a inteligência espiritual é o instrumento da comunicação capaz de tirar a humanidade do caminho cíclico da retificação, onde o homem existe para consertar falhas e condutas do passado, para a iluminação, que é marcada pela compreensão de si, da criação e do criador, transmitindo todo conhecimento possível para se melhorar e ao seu próximo.

Em períodos de guerra, a inteligência espiritual começa com um aperto de mão e a cooperação da confiança entre as partes, transformando tal aproximação em alianças, tratados, acordos, convenções e experiências mútuas, idealizando a paz e o fim da escravidão dos homens por outros homens e seres.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior