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Em 2016, passei por cima dos grupos políticos, sem candidatos ou bandeiras. Somente escrevendo

Comportamento do CPF até 20/08/2016.

Comportamento do CPF até 20/08/2016.

Desde fevereiro de 2015, eu coloquei em prática o projeto Café Poético e Filosófico na internet, através do domínio www.nadelson.com.br, vislumbrando a criação de um espaço que fomentasse cultura, poesia, arte, política, ciência e notícia, através da construção dos conteúdos temáticos, com os recursos midiáticos disponíveis no mercado tecnológico.

No primeiro ano do projeto, a audiência fechou em 60.000 visualizações, enquanto que atualmente, no 18º mês, que ainda não terminou, a audiência ultrapassou o índice das 90.000 visualizações, mantendo sua média mensal, além de uma taxa de crescimento pequena. Todavia, prefiro que a audiência suba em pequenas taxas, sem comprometer a imagem e a ética profissional, do que elevá-la rapidamente, destruindo todos os princípios éticos, além de comprometer minha imagem pessoal.

Fui convidado pelos 03 (três) principais grupos políticos para compor suas respectivas equipes de campanha nas Eleições Municipais em 2016. Todavia, em nome de uma causa maior, declinei todos os convites, limitando-me à consultoria livre e por demanda, para não ter que carregar os vícios e as bandeiras ideológicas dos candidatos e das equipes, tanto na majoritária (Prefeito), quanto na proporcional (Vereadores). Em suma, o político me passa sua necessidade na área do marketing e da comunicação social, enquanto que eu realizo a leitura contingencial do ambiente, trançando as melhores opções, considerando a legislação e a ética. Todavia, como toda consultoria ou coach, a decisão sempre será do cliente, incluindo a responsabilidade pelos atos e fatos, que serão provocados pela estratégia escolhida.

Por fim, com a audiência atual na casa das 9700 visualizações e subindo, não faz sentido algum me prender aos grupos políticos, com o desequilíbrio entre suas forças e fraquezas, quando posso passar por cima deles, para alcançar o leitor, através dos seus celulares, tablets e computadores de mesa, indo muito além dos jornais e dos tabloides. Assim, na qualidade de gestor e escritor, deixo bem claro à opinião pública que só escrevo, porque ser cabo eleitoral é coisa de político.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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