RS-Assinatura-Atos-20150519-3-1030x581

Enquanto a Imprensa fala sobre a CPMF, a PETROBRÁS está sendo liquidada

Foi sancionado pela presidente, Dilma Rousseff, o orçamento com a receita no quantum de R$10.500.000.000,00 (dez bilhões e quinhentos milhões de reais) oriunda da CPMF, que ainda não foi aprovada pelo Congresso, logo, não existe. Em suma, o Palácio do Planalto já decidiu. Só falta o Congresso materializar o retorno do CPMF, para que o terrorismo estatal, com os servidores públicos do Estado do Rio de Janeiro e a saúde pública, acabe.

O Palácio do Planalto e a equipe econômica pretendem obter a receita de R$2,95 Trilhões, ainda, em 2016, contando que os Municípios e os Estados façam a economia de R$6,5 bilhões. Não ficará difícil obter a meta dos R$2,95 Trilhões, considerando o fato de que a Trade Chinesa está com R$8 Trilhões para investir na América Latina, tendo o Brasil como principal parceiro. Todavia, isso exigiria a liquidação, pelos próximos 25 anos, das jazidas minerais e petrolíferas, bem como considerável parte do ativo da PETROBRÁS.

Quanto aos Estados e Municípios, é otimismo em excesso esperar qualquer economia, principalmente, em ano eleitoral.

Por fim, há uma linha tênue na prática do governo, quanto à concessão e a privatização, uma vez que a predominância de um único parceiro em áreas estratégicas do Brasil, não compromete somente a economia interna, mas, principalmente, a superestrutura da economia internacional, tendo em vista que está muito evidente o fato de que burlaram as regras do jogo para que tudo chegasse ao ponto em que nos encontramos.

Não digo que a parceria entre a China e o Brasil é ruim. Entretanto, o nosso governo está deixando toda a nação, literalmente, na mão do palhaço. Só falta abrirem o capital da PETROBRÁS para materializar o modelo da privatização à chinesa.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

Comentários