José Luiz Alves Antunes, Gibran Mansur e Aécio Moura.

Foi a desistência do Aécio Moura que trouxe Mandiocão de volta à política

Gosto da liberdade de expressão. É por tal motivo que criei o Café Poético e Filosófico, para não ter que me prender à censura dos patrocinadores ou à falta de visão estratégica dos políticos, que acreditam que podem controlar todos os canais de comunicação, começando pelos jornais e pelas rádios.

No momento, não tenho lado na política do mais do mesmo em Rio Bonito. Embora, que o meu blog tenha apresentado a posição paradoxal entre a Lei crua e a Jurisprudência na situação do José Luiz Alvez Antunes (Mandiocão), que foi prefeito em Rio Bonito por 03 mandatos nos últimos 30 anos, com forte penetração na elite e na massa popular do nosso Município.

É importante analisarmos que a saída do pré-candidato, AÉCIO MOURA, provocou o vazio na sociedade rio-bonitense, que clama por mudança na nossa cidade, principalmente nas comunidades católica e empresarial, que se sentem abandonadas pelo poder público nas últimas duas décadas, enquanto que a bandeira religiosa levantada pelo pré-candidato, Matheus Neto, incluindo sua ausência nas ruas, acarretaria na entrega da campanha à situação, que está representada pelo candidato, Marquinho Luanda (PMDB). Logo, considerando os efeitos estratégicos que já foram causados pela hipótese da candidatura do Mandiocão, seria infantil e leviano da minha parte, como escritor e analista, ignorá-los no contexto, nesse exato momento da construção da história. Tanto é verdade, que os mecanismos da comunicação social já começaram a divulgar  os valores de algumas condenações, que ainda estão em grau de recurso, e as contas reprovadas pelo TCE e pela Câmara Municipal.

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Ao centro, o empresário Bruno Guimarães Soares, Matheus Neto e Guilherme Cordeiro, na reunião estratégica do Conselho Comunitário de Segurança.

A verdade é que a situação não quer arriscar a possibilidade de enfrentar Mandiocão numa eleição, porque a probabilidade da derrota é muito grande. Todavia, o ex-prefeito terá que acionar a liminar provavelmente, o que se tornou um padrão em sua carreira política, enquanto que, considerando a velocidade processual, essa será sua última campanha eleitoral. Logo, meu foco não está no óbvio, mas no silêncio da sociedade rio-bonitense, que já está na expectativa de saber quem será o possível vice do José Luiz Alves Antunes, cujos holofotes estão direcionados na pessoa do empresário, BRUNO GUIMARÃES SOARES, uma vez que a lógica eleitoral indica a necessidade da construção de um novo nome.

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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