duvida-e-fé

Momento de reflexão sobre as Eleições Riobonitenses

Ao contrário do que o grupo político do Mandiocão pensa, eu gostaria muito que a situação dele estivesse definida antes da eleição, para que a democracia fosse exercida na plenitude. Sem neuras, medos ou dúvidas. Mas, foi o próprio candidato que quis assim. Ele chegou aqui com suas próprias escolhas e decisões. Aliás, ele decidiu passar por cima de tudo. Havia a presunção na vitória, que levou a maioria a não compreender o contexto, que tornou a Câmara Municipal inútil e a função do vereador, como fiscal da lei, sem sentido. Se isso for adiante, os prefeitos poderão torrar todo o dinheiro público, porque não acontecerá nada. Essa é a mensagem transmitida à sociedade e a opinião pública. A questão final é: – Quem vencerá no interior do eleitor? – A razão ou a emoção? O caso ficou mais latente, quando o STF definiu a soberania da Câmara Municipal em 10/08/2016. Logo, se o eleitor for pelo conhecimento e pela razão, já saberá o que fazer nas urnas. Todavia, se o eleitor for pelo coração, não há o que se discutir. O voto é o voto. É o momento singular e exclusivo entre o eleitor, a urna e todo o resto da sua vida.
Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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