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O Brasil é uma nação bipolar

O Brasil está passando pela bipolaridade do verde amarelo e do vermelho, da direita e da esquerda, do analfabeto e do intelectualizado, da mortadela e do queijo prato, de uma nova eleição e do impeachment.

Não importa quem está com a razão ou do lado certo, porque todos são repetidores das ideias, que foram construídas nos gabinetes dos marqueteiros, cujas campanhas são pagas com o dinheiro do povo, de um jeito ou de outro.

No final, não importará o vencedor dos clubes da torcida, porque a democracia foi sequestrada pelos partidos políticos, enquanto que suas ideias foram vendidas num posto de gasolina, numa saca de soja ou numa peça de carne bovina.

Hoje, estamos lutando contra os caras pintadas da década de noventa, que forjarão novos eventos históricos, objetivando a criação dos novos líderes políticos, através da imagem dos seus filhos. Daqui vinte anos, não importará o nome que os historiadores darão à bagunça que está acontecendo no presente, porque teremos que expulsá-los do poder, da mesma forma que fizemos com seus pais.

Por fim, digo isso, não porque sou vidente ou tenho bola de cristal, mas, por um único motivo: – O Brasileiro tem memória. Mesmo assim, votaremos no primeiro mentiroso bem vestido que aparecer, tendo em vista que a mentira é doce e comove o eleitor na sua última gota de esperança. Enquanto isso, o país é comprado pela China. Todavia, sua juventude quer aprender a falar inglês. As cores do verde e amarelo não possuem sentido patriótico para a nação, que sabotou a educação pública, objetivando manter as coisas e os fatos nos mesmos lugares, seguindo a ordem fixada pelo sistema, que consome a sociedade e a si mesmo.

Precisamos compreender que o Brasil é bipolar no poder e no dinheiro, porque a política é um negócio que precisa dar lucro, sem planejamento ou trabalho.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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