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PMRB legitimou a greve na educação, quando abriu os processos seletivos e preencheu os cargos comissionados

Não sou o inimigo do SEPE e da Educação, mas considero a estratégia, até o momento, errônea, incluindo os pedidos, tendo em vista que deveriam pressionar a Câmara Municipal para que o o FUNDEB seja utilizado na forma prevista na Lei Federal, seguindo o mesmo modelo dentro da Justiça Federal. Há um momento que a organização precisa reavaliar suas ações, para traçar novas metas e objetivos.
Quanto à militância, lembro-me, por exemplo, que tentei ajudar a causa várias vezes no passado. Dexei de receber uma comenda na Cerimônia da Câmara dos Vereadores em 2015, por protesto pela Educação e o abandono da cidade. Mesmo não sendo professor atuante ou fazer parte da categoria. Acredito que não basta falar ou escrever, tendo em vista que a palavra sem ação, torna-se vazia e sem fundamento.
A Greve é legítima e necessária, mesmo não sendo o momento. O governo perdeu a razão quando abriu os processos seletivos simplificados, preencheu os cargos comissionados e decretou a calamidade financeira, cometendo uma sucessão de erros, desviando o foco perante à opinião pública.
Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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