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Precisamos repensar a política riobonitense

Existem fatores que estão me incomodando como cidadão, tal como o STJ certificar quanto à inclusão do advogado no processo, enquanto que o TRF da 2ª Região e o STJ reconheceram o fato da perda do prazo recursal, mas, infelizmente, não foi certificado nos autos a competente CERTIDÃO DO TRÂNSITO EM JULGADO. Em suma, a inclusão ou não do advogado da defesa é mais importante do que a certidão que findaria o processo e provocaria a execução da sentença, que resultaria no afastamento imediato da Solange do cargo de prefeito do Município de Rio Bonito.

E assim, cada vez que a solução definitiva do processo se arrasta, a cidade está sendo fatiada aos poucos. A verdade é que os males realizados nos últimos 14 meses poderiam ser impedidos judicialmente pelo vice-prefeito, que cruzou os braços e nada fez.

Por fim, eu não tenho a dúvida de que o resultado final desta demanda será a manutenção da condenação, tendo em vista a perda do prazo recursal. Todavia, enquanto a defesa da Solange ganha tempo, objetivando terminar o mandato, os royalties do petróleo estão em jogo, incluindo a armadilha do estacionamento rotativo. Enquanto isso, vejo os grupos políticos no silêncio, porque, no final, as lideranças não estão preocupadas com a sociedade, mas com as participações no poder.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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