11760248_685203358278296_5749971196157401187_n

Quando a cadeira do dentista se transforma em terapia e amizade

10003760_434039870061314_927412383_oDesde criança, meus poucos dentistas já falavam que minha arcada dentária era resistente e ajustada.  Na verdade nunca entendi a diferença que tais conceitos fariam na minha vida. O fato é que, normalmente, eu visitava o dentista uma vez por década e só para fazer a famosa limpeza ou a assepsia bucal, depois da minha juventude e autonomia.

Após a queda de uma obturação, provocada pela imprudência em degustar um quebra-queixo, fui obrigado pelo destino a procurar o dentista. Entretanto, existiam várias variáveis desfavoráveis à continuidade com meus dentistas anteriores, tendo em vista que o primeiro da lista faleceu há 08 anos, enquanto que os outros deixaram Rio Bonito e só atendem no circuito Rio de Janeiro e Niterói. A única dentista, que poderia me dar a garantia de um tratamento qualitativo e humano, estava em crise de hérnia de disco e não poderia me atender.

A necessidade, cumulada com a dor na hora das refeições, me compeliu a inovar e quebrar as regras da confiança e da garantia. Assim, eu abri a lista dos dentistas credenciados ao Bradesco Saúde e Dental, visando encontrar um nome que preenchesse minhas necessidades, sem que tivesse que me deslocar ao Rio de Janeiro. Foi quando apareceu o nome da dentista ROSILENE CASTRO SILVA, cirurgiã dentista, inscrita CRO sob o nº28375 RJ, com consultório na Avenida Manuel Duarte, nº1750, Bela Vista, Rio Bonito – RJ. Literalmente, “a necessidade fez o sapo pular.” E eu pulei.

Fiz o contato telefônico e fui prontamente atendido pela secretária Bruna. A doutora Rosilene conversou comigo ao telefone, me encaixou no mesmo dia, realizou o orçamento e deu inicio ao tratamento para minimizar minha dor.

No decurso do tratamento, eu ficava fascinado com técnica utilizada pela dentista e sua assistente, que trabalham num sincronismo comum nas áreas da engenharia, tais como fulano A1, material M3 e assim foi. Meu tratamento terminou de um lado, enquanto que fiquei tão satisfeito e realizado, que levei minha família para fazer o Check-up. E, mesmo com toda a técnica e sincronismo no tratamento, devo dizer que nunca tinha visto uma dentista tão humana e praticante da empatia, como a Rosilene, salvo a Dr.ª Liliane. Ela conversa com o paciente, quando permitido, trocando ideia, aconselhando, e se transformando numa amiga. Acho que essa é a maneira certa de terminar o presente texto: – A obturação me permitiu aumentar minha rede de amigos e contatos.

Rosilene e Bruna, muito obrigado, por vocês humanizarem o tratamento e a relação com o paciente. A cadeira do dentista saiu da categoria tortura e foi elevada à categoria terapia, transformando-se numa espécie de divã tecnológico.

Em tempo, minha dentista anterior utilizava a mesma metodologia, logo, o destino me permitiu a continuidade de um modelo de humanização, que precisa ser mais praticado, porque é necessário se colocar no lugar do outro, praticando a empatia. Liliane, também sinto saudades suas.

 

Nadelson Costa Nogueira Junior

Comentários