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Sem o monitoramento remoto, a Secretaria de Gestão e Ordem Pública é um cabide de emprego para PMRB

Modelo de Sala de controle de crises - Sistema de Monitoramento Remoto.

Modelo de Sala de controle de crises – Sistema de Monitoramento Remoto.

A PMRB montou uma comissão para avaliar e adequar a Guarda Municipal à Lei Federal nº13.022/14. O detalhe é que a comissão só encontrou um conflito entre os artigos 19 e 21 da Lei supramencionada, em relação à cor da farda e à organização dos postos hierárquicos, que não podem ser iguais àqueles utilizados pela polícia militar. É isso mesmo, meu caro leitor, a comissão se limitou ao conflito do uniforme e dos cargos, quando os pontos mais importantes ainda não foram mencionados no momento:  – A qualificação, o treinamento e o desenvolvimento contínuo dos agentes, que envolvem a utilização da força e dos armamentos letais e não letais.

O trabalho conjunto entre a chefia de gabinete, a procuradoria geral e a secretaria municipal de gestão e ordem pública, apresentou a oferta futura de 150 câmeras de monitoramento pelo município de Rio Bonito, com sala do gabinete de crise e novas instalações. Só há um grande detalhe na comunicação social da PMRB em relação ao monitoramento remoto e à guarda municipal, que os tabloides ainda não mencionaram: – O silêncio do prefeito José Luiz Alves Antunes (Mandiocão), enquanto que estão apresentando à sociedade riobonitense algo que ainda não aconteceu e poderá não acontecer, plagiando o filme MINORITY REPORT  estreado por Tom Cruise em 2002, cuja sinopse é a justiça, que se utiliza da tecnologia mediúnica para prever o crime no futuro, prendendo o meliante antes mesmo de cometê-lo. Em suma, noticiaram algo que não existe na realidade e que se baseia numa reunião conjunta entre membros de três secretarias, sem o comprometimento direto do prefeito com a sociedade.

Se a Câmara Municipal de Rio Bonito, a Ordem dos Advogados do Brasil, a Maçonaria, os empresários e a sociedade civil não cobrarem o monitoramento remoto e maiores investimentos na segurança pública, tudo se limitará às reuniões, com seus papos furados, regados com café, sucos e guloseimas, que só serviram para justificar a existência da Secretaria Municipal de Ordem Pública, com seu cabide de emprego.

Por fim, a gestão do Mandiocão demonstra que será mais do mesmo, focalizando as obras dos ginásios, das praças e postos de saúde, para garantir o lucro dos empreendedores do grupo dentro do governo, com as licitações, e fora com a venda dos loteamentos superfaturados, sem saneamento básico, pavimentação e energia elétrica, porque os empresários têm pressa e estão cheios de incertezas por conta da validade das liminares. E que cada cidadão contrate sua equipe de segurança privada e instale o sistema de monitoramento remoto em suas residências e estabelecimentos comerciais.

 

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

 

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