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NÃO EXISTE O ACASO NA ESPIRITUALIDADE

 

Por mais que o tempo avance para o futuro, a população mundial aumenta de forma descontrolável, ultrapassando os 7,6 bilhões de habitantes, que consomem água, comida, serviços e produtos, gerando um mercado jamais testemunhando antes na História da Humanidade, que também traz consigo a fome, miséria, desigualdade social, pobreza e a guerra, que se especializou em diversas modalidades, podendo acontecer, inclusive, sem as bandeiras das nações, dentro do terrorismo e do processo de urbanização, para justificar o lucro e o poder de alguém sobre outrem.

O princípio da ação e reação se perpetua nas sociedades, nas relações humanas, na política e na religião. Dessa forma, fica claro e evidente o fato de que a realidade só está retribuindo aquilo que cultivamos por séculos durante o processo histórico da civilização e da exploração ou por décadas durante nossa existência individual. E mesmo assim, o antigo nunca foi tão atual e moderno, como o Código de Hamurabi, que se baseia no “olho por olho e dente por dente”, apresentando o modelo de justiça mais apropriado para o mundo material, baseado na compensação dos fluxos e na retificação do “pecado”. Não importa se sua religião fala em amor ao próximo ou defenda o respeito à diversidade, porque, se você tirar todos os dogmas, as proibições e as toneladas de linguiças que foram engordurando o pensamento social, encontraremos o princípio do “olho por olho e dente por dente”, que poderá aparecer de forma evidente através do discurso da espada ou no processo da reencarnação, que faz questão de disfarçar essas máculas, justificando, por exemplo, os acidentes coletivos como a providência divina para que os indivíduos envolvidos no incidente sejam retificados e quitem suas dívidas de vidas passadas.

Depois da reflexão supra, é imperativo analisarmos o fato de que a justiça divina segue um padrão reto e medido com o peso certo, buscando a retratação, a compensação e o aperfeiçoamento do Homem, enquanto que o consentimento do perdão não retira a responsabilidade do criminoso diante dos seus atos, mas torna o caminho mais salutar e suportável, quando ele compreende a necessidade da mudança para o desenvolvimento pessoal e de toda sua geração.

Enquanto alguns se apresentam na vida material para contribuírem com as nações que são os referenciais da iluminação e do desenvolvimento científico, a maioria está por cá para cumprir sua pena, compensando a existência entre méritos e deméritos, construindo uma rede neural e espiritual tão insana, que deixaria o purgatório da Divina Comédia de Dante pequeno no tamanho e na eficiência.

Por fim, não se desespere, porque a existência do espírito é uma viagem contínua entre a reencarnação e a pluralidade universal, idealizando a ordem no tempo e no espaço, além do processo essencial da iluminação, lapidando o homem velho dentro de nós e desenvolvendo as virtudes necessárias para essa geração e as próximas, sendo cada uma na sua própria época, cujos chamados ser-se-ão diante da necessidade dos médicos, santos e, porque não dizer os soldados da luz, cuja presença inibe o caos e estabelece a ordem desde a alta corte celestial até o último nível da escuridão, em terras desconhecidas, porque acabaram de ser criadas pelos medos e receios da própria humanidade, que ainda insiste em construir prisões, quando poderia desenvolver colônias, passear pelas campinas e colher flores.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior : .

Rio Bonito, 01 de agosto de 2018.

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Cavalgada Riobonitense é o encontro do sentimento com a amizade e a família

“É o contraste cultural ver o Mandiocão liderar a cavalgada com seus cavalos e cavaleiros, quando estamos no século XXI e com tanta tecnologia. Isso demonstra que a cidade ainda insiste em se manter no período do curral. Sendo assim, era para essa mesma galera pegar na enxada e no arado para plantar e produzir a agricultura de outros tempos. Isso ninguém quer por aqui, salvo se fantasiar de sertanejo para sair bem na fotografia.” (NOGUEIRA, 2018).

 

No dia 28 de abril de 2018, eu fiz um comentário simples e minimalista sobre a prática da cavalgada, que contará com posição de destaque no 172º aniversário de emancipação de Rio Bonito, uma vez que o prefeito Mandiocão é cavaleiro amante e praticante da arte, transformando o nicho numa forma personalizada da sua expressão política, mesmo que os riobonitenses tenham que conviver com os dejetos verdes deixados sobre o asfalto e o paralelepípedo.

Quando fiz a postagem no Facebook, fiz referência ao curral da época do Império, quando o riobonitense se recusa a pegar na enxada, no arado e no adubo para plantar ou tornar produtiva a pequena propriedade, mantendo o verdadeiro modelo econômico do nosso município, que se vende como um prestador de serviços, com altos índices de desemprego e com um mercado de trabalho limitadíssimo aos contadores, professores, vendedores e caixas dentro do comércio. Mandiocão faz seu marketing real e sincero de vida, representando o homem do campo, mas deixa o distrito de Boa Esperança abandonado. A situação se agrava quando a pessoa vai procurar emprego e é descartada na hora que informa sua residência, por causa do valor do transporte. Em suma, o único momento que o prefeito tem o contato real e sincero com o seu universo eleitoral é na hora da cavalgada.

Ao longo do debate, seis pessoas se apresentaram para defender seu nicho de negócio no ramo da criação e venda dos equinos, trazendo a argumentação de que o mercado nacional gera o montante de R$16 bilhões, que estão concentrados nos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul e Paraná. O Brasil possui o plantel de 600 mil cabeças, tendo o Estado do Rio de Janeiro a segunda posição, quando se trata da criação da raça mangalarga. Os números são expressivos e não podem ser ignorados. Todavia, tentaram impor a ideia de que os bilhões rendidos em outros estados justificariam o mercado bilionário ou doméstico em Rio Bonito, que não possui dados ou indicadores, porque não existem por parte da secretaria municipal de agricultura e os donos dos haras também não disponibilizam seus fluxos de caixa, quando o deveriam ter feito, a partir do momento que insistiram em abraçar a linha econômica como bandeira da justificativa.

Após o sinal do Batman ter reunido meia dúzia de cavaleiros despreparados para o combate, me apareceu o Fernando César, na manhã do dia 30 de abril, fazendo uma argumentação simples e objetiva sobre o mercado de equinos, trazendo a cavalgada para o campo antropológico, acrescentando sentimento, conectando o tempo, as pessoas e o espaço com os animais, agregando valores como amizade, família e companheirismo. Ele elevou a cavalgada ao encontro entre amigos e a demonstração do amor ao cavalo e ao próprio cavaleiro, sem enfeitar o pavão ou trazer dados e números da casa dos outros, construindo uma linha de raciocínio, inclusive, terapêutica, folclórica e cultural.

O Fernando César demonstrou que ainda existem pensadores coerentes na diversidade da sociedade brasileira, incorporando literalmente o cavaleiro e o cavalheiro inglês, com sua postura, escrita, educação, linha de raciocínio e cordialidade. Não sei qual raça de cavalo ele cria, mas sua dignidade foi merecedora dos cavalos árabes mencionados em Ben-Hur e da cavalaria inglesa conservadora, que mantém a escola mundial na etiqueta e na competição equestre. Ele me fez rever a questão social e emocional entorno da cultura. Aliás, com poucas linhas e de forma sucinta, o Fernando me demonstrou que é o amor que une os cavaleiros, enquanto que esse amor é tão grande, que eles não conseguem guardar para si e precisam compartilhar com o mundo, incluindo a marcha, o trote, o trato do pelo e a postura do animal. Até então, eu só conseguia fazer essa imagem na cultura gaúcha e mato-grossense, com os grandes fazendeiros e criadores. Mas, isso acontece em Rio Bonito no âmbito doméstico, sem muito enfeite ou arrogância, tornando a cavalgada folclórica, com significado e significância para o interior, agregando grande potencial turístico e econômico, se for considerando no plano diretor do turismo municipal.

Rio Bonito espera receber mais de 2.000 cavaleiros na sua cavalgada com o prefeito na abertura do evento dos 172 anos da sua emancipação, que passarão marchando com seus estandartes pelos átrios da cidade, lembrando as legiões romanas nos festejos de César e dos deuses após às vitórias na guerra sangrenta, impondo a civilização daquela época.

Por fim, ao Fernando César eu tiro o meu chapéu e me curvo por reconhece-lo como irmão e um verdadeiro amante da cavalaria, porque existem os amantes e aqueles que só visam o lucro no negócio e nada mais.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior:.

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DEZ PASSOS PARA COMEÇAR O ANO EM DEUS – Por Padre Dudu

“Diariamente, somos desafiados a “dar a Deus o que é de Deus e a César o que é de César”. É um bom combate, uma luta constante na batalha da vida! Não é só a ação ou a experiência que enriquecem nosso ser. Tudo depende da qualidade dos nossos atos e experiências. Uma abundância de ações mal vividas também pode esgotar nosso ser, esvaziar nossos sonhos, roubar o sentido da vida. Não podemos viver apenas para “fazer alguma coisa”.
Como viver no início deste Novo Ano?
Começar em comunhão com Deus, Sob o olhar carinhoso da Mãe: Guardar o primado de Deus! Nos primeiros instantes de 2016, pela fé, entregamos tudo a Ele! O cristão deveria, onde estivesse, com quem estivesse, parar e rezar. No primeiro dia do ano civil, a Igreja nos faz celebrar a “Mãe de Deus”. Dia Santo de preceito. Começar com a benção da Mãe nos deve confortar! Consagrar o novo ano a Ela: Eis um bom e santo segredo!
Vivendo reconciliados: Começar o ano com ressentimentos e mágoas não é inteligente nem poderá fazer bem. Aproveite o dia internacional da paz para estar em paz com todos! Libere perdão! Comece um novo ano interiormente livre, literalmente novo.
Em Família: Em meio ao contexto da crise, não se pode esquecer que a Família é o melhor recurso do ser humano. Basta pouco para programar algo em família. Na verdade, basta querer. Não são grandes viagens; mas momentos intensos vividos juntos nestes dias onde possivelmente todos gozam de férias.
Cuidar da saúde: Bom também seria tirar uns poucos dias para os exames de rotina. Cuidar do corpo que precisará ter forças suficientes para enfrentar os desafios do novo ano;

Viver com propósitos: Um pequeno plano de vida não faz mal a ninguém. Nada de esquemas rígidos e fechados; mas alguns objetivos, virtudes e propósitos a serem alcançados devem nos motivar quando as dificuldades chegarem;

O justo descanso: Descansar é sempre necessário e salutar. Repousar ao menos dois ou três dias é uma necessidade neste tempo presente. Fazer memória de como Deus, em sua fidelidade e providência, tem me ajudado; permitir a alma descansar em Deus, entregando a Ele as preocupações;

Boas leituras, sobretudo a Escritura: O tempo das férias pode ser propício para as leituras que enriquecem e fortalecem nosso espírito. Recordo de um pedido do Papa Bento: Leiam integralmente os pequenos livros da Bíblia durante as férias!

Visite parentes e amigos: Aproveitar o tempo livre para viver a “cultura do encontro” visitando pessoas que você não vê há algum tempo é um ato salutar;
Praticar obras de misericórdia: Como bons católicos, em comunhão com o Ano Santo da Misericórdia, o exercício das obras espirituais e corporais de Misericórdia pode ser um ato concreto para nossa vivência de férias verdadeiramente cristãs;
Participe da Santa Missa em Igrejas que você ainda não conhece: Ao fazer tua programação semanal ou mensal de férias, priorize a Santa Missa dominical, e, se puder, vá a uma Comunidade Católica diferente para perceber a riqueza e a diversidade da nossa Igreja. Se estiver em um grande centro onde tenha a Catedral, visite a Porta Santa neste Ano da Misericórdia!
Que a Fé no Deus Vivo e Verdadeiro nos diga que Ele nos acompanhará todos os dias deste ano que começamos. Sustentados pela Esperança, caminhemos na certeza de que é Fiel Quem fez a Promessa! Oh não! Ele Não dorme, nem cochila! O Seu Espírito virá em socorro à nossa fraqueza! Caminhemos, ao longo deste ano, Ano da Misericórdia, certos de que a alegria de Deus é nos perdoar e fazer em nós, como em Maria, maravilhas!”

Padre Dudu

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Com o Sabadão Alegre, Marcos Abrahão trouxe o modelo racional e sustentável para os eventos beneficentes

No último sábado, 21/10/2017, enquanto o deputado estadual, Marcos Abrahão, do PT do B, realizava o Sabadão Alegre no Complexo Poliesportivo Bonitão, para arrecadar mantimentos para ajudar o Asilo São Vicente de Paula, o Lar Maria de Nazareth e a Associação Pestalozzi de Silva Jardim, o público se via surpreendido pela cobrança simbólica para o uso dos brinquedos, a venda das bolas e a compra dos lanches. Mesmo assim, o evento teve êxito e merece aplausos em relação à organização e o acolhimento por parte da equipe do deputado e de sua família.

Numa conversa rápida com o deputado Marcos Abrahão, ele justificou a cobrança simbólica pelo uso dos brinquedos e o consumo durante o evento para comprar os mantimentos e utensílios mais caros e que são difíceis de serem arrecadados, tais como o cremogema, o leite em pó e a fralda geriátrica, por exemplo.

O evento serviu para, mais uma vez, demonstrar à sociedade riobonitense que o Complexo Poliesportivo Bonitão não serve somente para atender as demandas desportivas, se tornando uma referência no trabalho social e, principalmente, na participação das classes mais carentes. Não tenho dúvidas de que muitos outros projetos poderiam ser desenvolvidos na estrutura do Bonitão, desde que o prefeito José Luiz Alves Antunes (Mandiocão) descesse do seu pedestal em nome do crescimento da cidade e da região.

Por fim, como de costume, o deputado Marcos Abrahão utilizou o Bonitão para receber as autoridades políticas da região e do Estado do Rio de Janeiro, trazendo a articulação política e a ampliação da rede de contatos para o evento, o que considero muito importante para o capital político pessoal dele e de Rio Bonito. Na visão gestora, ele realizou um evento social, racional e sustentável, ensinando aos políticos da região que a ação social exige planejamento e vai muito além do marketing e da manutenção da logomarca dos partidos, das instituições e dos governos.

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Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Precisamos buscar o verdadeiro espírito do Natal continuamente

É no momento da crise, que o ser humano consegue alcançar os extremos da sua essência, que pode decair à sobrevivência selvagem ou se elevar à nobreza da existência singular por si mesma. Logo, diante da crise econômica e financeira que testemunhamos, que foram provocadas pela crise ética e moral, que assolam a sociedade brasileira há décadas, várias famílias não poderão comprar os presentes, em conformidade à tradição consumista, ora por causa do déficit na renda familiar, dos problemas nos negócios ou por causa do fantasma do desemprego. Mas, a questão é: – Quem foi que disse que o Natal é a festa do consumismo e da troca dos presentes entre as pessoas? – Quem foi que reduziu uma data tão nobre no seu significado para uma relação de troca, banhada por bebidas e comidas, que se estende até o primeiro dia do ano, conforme o calendário gregoriano? – Precisamos fazer tais perguntas para compreendermos o presente e como chegamos até aqui, nesta encruzilhada ideológica que coloca o material acima do espiritual e da própria essência fraterna da família.

O Natal é uma festa cristã, baseada nos princípios universais da fé, da família, do amor e da caridade, cujo cenário do nascedouro do menino Jesus é representado pelos presépios ou pela liturgia teológica nas igrejas, que expressam o período de perseguição aos recém-nascidos judeus, levando José e Maria a se exilarem, declinando a trama do nascimento do messias cristão dentro de um celeiro, sem luxo ou ostentação. Os reis magos, que seguiram a grande estrela, lhe trazem presentes espirituais, tais como a fé, o amor e a caridade, elevando o celeiro com a conexão estabelecida entre àqueles que davam com aqueles que recebiam e retribuíam.

O espírito do Natal está diretamente ligado ao sentimento e à expressão humana do afeto e do carinho, cujo presente somos nós mesmos, quando seguramos uns aos outros no momento da alegria e da tristeza. Logo, não perca seu tempo enfrentando filas ou se endividando pelos próximos doze meses para comprar presentes materiais, quando o maior presente é você, dando aquele abraço apertado no seu próximo, expressando o amor através das atitudes.

Embora pareça pouco diante do consumismo, o afeto, o carinho, o amor e a caridade podem transformar um único momento num episódio mágico, que ficará registrado pela eternidade. Tais virtudes não separam, mas agregam a diversidade, o respeito e a tolerância entre os povos e as pessoas. Logo, não tenho dúvida de que o seu abraço de hoje poderá pacificar o conflito do amanhã, porque você se colocou no lugar do próximo, agora.

Assim, como estamos no ano 5777, no Shabat do dia 24 do mês de Kislev, cuja data natalina coincide com o Chanuká (A Festa das Luzes), eu termino desejando um feliz natal fraterno aos meus amigos cristãos e Chag Chanukah Sameach à comunidade judaica e aos exilados, porque estamos conectados ao Eterno e uns aos outros, compondo a harmonia com a criação.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Já pensou no poder do teu voto?

“Menos de um mês nos separam das eleições municipais. É uma oportunidade para nossa população falar através das urnas. Não percamos a chance de ter uma participação ativa e consciente que resgate a política e eduque para cidadania. Recordemos que se trata de uma eleição sem o financiamento empresarial e regida pela lei da Ficha Limpa, relevantes conquistas da sociedade brasileira.
Vamos tentar partilhar nas próximas semanas alguns critérios que cristãos e homens de boa vontade devem levar em conta para votar dignamente.
Para começar nossa reflexão me utilizarei de uma comparação que os bispos filipinos fizeram entre os dez mandamentos e as eleições.

Vejamos:

Primeiramente, convidam a “não votar por um ateu ou por alguém que ofende o nome de Deus” e a não votar em candidatos que usam fazer promessas vazias, não mantidas.
Terceiro ponto: “as autoridades públicas devem garantir aos cidadãos um tempo destinado ao descanso e ao culto divino”; a quarta indicação recorda que os políticos têm o dever de promover políticas em favor da família.

Em relação ao mandamento “não matar”, o texto afirma que “um eleitor católico não pode votar em candidatos que se opõem à sacralidade da vida humana, desde a concepção até a morte natural”.

Sobre o sexto ponto, a Igreja recorda o compromisso em “promover a visão cristã da sexualidade e do matrimônio, com a dignidade e a autêntica liberdade de vida, realmente frutífera”. “O problema da população não é uma questão de números, mas de cuidado das pessoas e da melhoria de qualidade da vida humana”, recorda a mensagem.

Sobre o sétimo conselho, “não roubar”, os Bispos convidam a considerar candidatos não envolvidos em negócios sujos ou corrupção e apropriação indevida de dinheiro público; enquanto sobre o “falso testemunho” se convida a desconfiar das “mentiras da propaganda por parte de candidatos que enganam intencionalmente” para “receber o favor dos eleitores”. Enfim, o texto recorda o empenho necessário com o respeito da mulher e da dignidade humana e para libertar os cidadãos das consequências da pobreza.

Para escolher e votar bem é imprescindível conhecer, além dos programas dos partidos, os candidatos e sua proposta de trabalho, sabendo distinguir claramente as funções para as quais se candidatam. Dos prefeitos, no poder executivo, espera-se conduta ética nas ações públicas, nos contratos assinados, nas relações com os demais agentes políticos e com os poderes econômicos. Dos legisladores, os vereadores, requer-se uma ação correta de fiscalização e legislação que não passe por uma simples presença na bancada de sustentação ou de oposição ao executivo.

É fundamental considerar o passado do candidato, sua conduta moral e ética e, se já exerce algum cargo político, conhecer sua atuação na apresentação e votação de matérias e leis a favor do bem comum. A Lei da Ficha Limpa há de ser, neste caso, o instrumento iluminador do eleitor para barrar candidatos de ficha suja.

Vamos pensar bem; o poder para transformar este momento de crise pode estar passando pelas tuas mãos!

Deus te abençoe!
Padre Dudu

Unidos pelo Avivamento !”
Pe. Dudu

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A Mediunidade e a matéria

astrologia-astrocentro_719Há uma ironia na existência humana, quando se acredita na vida após a morte e no mundo espiritual, uma vez que a matéria é uma fase, enquanto que a morte se converte ao rito de passagem de uma realidade para outra.

Quando nascemos, somos programados geneticamente à sobrevivência, buscando a autopreservação. Literalmente, nos tornamos escravos da matéria, ora por expiação, ora por serviço voluntário, ora por missão. Não importa qual seja a finalidade da sua existência, desde que seu corpo seja preservado até o momento certo do seu desligamento.

O conceito da autopreservação é tão forte na humanidade, que fundimos o espírito e a alma à carne, tornando a matéria maior daquilo que é de verdade. Ironicamente, nos apegamos aos nossos corpos, considerando a mesma imortalidade do espírito e da consciência da sua alma, quando, de fato, há uma validade programada na carne, enquanto que a mesma fusão, que diminui nossa inteligência espiritual, nos torna prisioneiros do nosso próprio corpo.

Tomar consciência da unicidade, da inteligência espiritual e do fato de que somos a parte de um mecanismo complexo, cuja compreensão está muito além da capacidade humana na atualidade, é o primeiro passo para libertação da prisão corpórea, porque, quando nos tornamos conscientes, o corpo deixa de ser uma prisão, cheia de vícios e virtudes, tornando-se a moradia temporária do espírito, que almeja o ofício da manutenção da criação. No final, não importam os tamanhos, as responsabilidades e as conquistas, porque a existência do fluído vital possui uma ordem universal no tempo e no espaço, com profundidade e extensão infinitas, cujas fronteiras estão na continuidade em outras dimensões, com seus respectivos colaboradores.

Por fim, lembre-se que, enquanto seu corpo envelhece, seu espírito se torna maduro e incandescente. Pelo menos, essa deveria ser a finalidade da existência, independentemente daquilo que criamos ou acreditamos.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Conversando sobre a humanidade com Deus

ricos1eEterno, compartilhando da unicidade e da criação, suplico por justiça e misericórdia, tendo em vista que a humanidade ainda não chegou ao nível mais profundo da pobreza moral e ética, mas as bases da imoralidade estão fincadas nos corações petrificados dos seres humanos.

Eterno, nós estamos cheios da ganância, que originam as desigualdades sociais, a exploração e a escravidão do Homem, além da destruição do mundo natural. As pessoas estão fazendo filas gigantescas por emprego, enquanto que milhares de famílias passam fome, em total situação de miséria e pobreza material. Não há cura para as doenças, porque não há dinheiro para comprar os medicamentos.

Eterno, nossos governantes se afastaram da sociedade e ignoraram as consequências coletivas dos seus atos e decisões. Com isso, perdemos o respeito e deixamos de obedecer às autoridades. E, por pior que pareça, a situação se agravará, uma vez que virá a guerra civil, que se tornará uma guerra continental e mundial. Novamente, homem matará homem, famílias serão exterminadas com o apertar de um único botão. Será nesse momento que chegaremos à plenitude de que erramos, mas continuaremos destruindo, porque essa foi a programação da nossa natureza social e primitiva.

Eterno, rogo pela vinda do Messias. Todavia, não nos envie o salvador, porque Ele será incompreendido pelos políticos e religiosos. Possivelmente, Ele será adorado por muitos e perseguidos pelas instituições governamentais. No final, o matarão para que a profecia não seja cumprida.

Eterno, o inevitável acontecerá. Chegaremos ao limite da degradação humana e do canibalismo. Logo, na ausência dos justos, rogo que envie seus três anjos expiadores, para que possam provar da nossa hospitalidade e do melhor que temos para dar ao mundo e a Ti. E, se no final da jornada e do julgamento, não for encontrado um único justo, que seja aplicada a sentença, com a destruição de tudo.

Por fim, Eterno, imploro que tenha misericórdia das crianças, por dois motivos: – Elas são inocentes, enquanto que precisaremos das testemunhas, objetivando retardar o processo inevitável na relação entre o progresso, o crescimento populacional e a extinção de toda a espécie humana.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Liberdade é ter opção

Levei algumas décadas para compreender que ninguém tem o poder de tirar nossa liberdade, desde que seja consentido por nós mesmos.

Conheci pessoas que se achavam livres, mas que estavam presas ao consumismo e às convenções da sociedade contemporânea.

Conheci prisioneiros que viveram no cárcere, mas que suas mentes e almas estavam livres, mesmo cercados por paredes e grades.

Conheci pessoas que não possuíam nada, mas que se tornaram livres através da mão da caridade.

No final, compreendi que há liberdade, quando se tem mais de uma opção. Logo, não importa sua posição no jogo da vida, desde que você tenha optado estar lá.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Delinquência e Glória

Para o poeta não importa

Se a vida é feita de derrotas

Ou se comunga nas vitórias,

Porque, no final do conflito,

Só haverá a glória interna,

Suplantada no teor da conquista.

 

Não haverá troféu ou medalha.

A banda tocará no bar lá na esquina.

As pessoas continuarão no egoísmo de suas vidas,

Enquanto que o artista encerrará com um ponto,

Admirando o âmago da sua escrita,

Declamando cada verso com rima.

 

 

E é assim que se forja a arte na artéria,

Inundando suas lágrimas no quarto escuro,

Tirando de si a grandeza e a delinquência do riso.

O poeta se transforma no júri, nos aplausos e na plateia.

Ele se alimenta de si e da sua abstração intuitiva,

Pois a inovação é a criatividade em movimento.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior