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DEZ PASSOS PARA COMEÇAR O ANO EM DEUS – Por Padre Dudu

“Diariamente, somos desafiados a “dar a Deus o que é de Deus e a César o que é de César”. É um bom combate, uma luta constante na batalha da vida! Não é só a ação ou a experiência que enriquecem nosso ser. Tudo depende da qualidade dos nossos atos e experiências. Uma abundância de ações mal vividas também pode esgotar nosso ser, esvaziar nossos sonhos, roubar o sentido da vida. Não podemos viver apenas para “fazer alguma coisa”.
Como viver no início deste Novo Ano?
Começar em comunhão com Deus, Sob o olhar carinhoso da Mãe: Guardar o primado de Deus! Nos primeiros instantes de 2016, pela fé, entregamos tudo a Ele! O cristão deveria, onde estivesse, com quem estivesse, parar e rezar. No primeiro dia do ano civil, a Igreja nos faz celebrar a “Mãe de Deus”. Dia Santo de preceito. Começar com a benção da Mãe nos deve confortar! Consagrar o novo ano a Ela: Eis um bom e santo segredo!
Vivendo reconciliados: Começar o ano com ressentimentos e mágoas não é inteligente nem poderá fazer bem. Aproveite o dia internacional da paz para estar em paz com todos! Libere perdão! Comece um novo ano interiormente livre, literalmente novo.
Em Família: Em meio ao contexto da crise, não se pode esquecer que a Família é o melhor recurso do ser humano. Basta pouco para programar algo em família. Na verdade, basta querer. Não são grandes viagens; mas momentos intensos vividos juntos nestes dias onde possivelmente todos gozam de férias.
Cuidar da saúde: Bom também seria tirar uns poucos dias para os exames de rotina. Cuidar do corpo que precisará ter forças suficientes para enfrentar os desafios do novo ano;

Viver com propósitos: Um pequeno plano de vida não faz mal a ninguém. Nada de esquemas rígidos e fechados; mas alguns objetivos, virtudes e propósitos a serem alcançados devem nos motivar quando as dificuldades chegarem;

O justo descanso: Descansar é sempre necessário e salutar. Repousar ao menos dois ou três dias é uma necessidade neste tempo presente. Fazer memória de como Deus, em sua fidelidade e providência, tem me ajudado; permitir a alma descansar em Deus, entregando a Ele as preocupações;

Boas leituras, sobretudo a Escritura: O tempo das férias pode ser propício para as leituras que enriquecem e fortalecem nosso espírito. Recordo de um pedido do Papa Bento: Leiam integralmente os pequenos livros da Bíblia durante as férias!

Visite parentes e amigos: Aproveitar o tempo livre para viver a “cultura do encontro” visitando pessoas que você não vê há algum tempo é um ato salutar;
Praticar obras de misericórdia: Como bons católicos, em comunhão com o Ano Santo da Misericórdia, o exercício das obras espirituais e corporais de Misericórdia pode ser um ato concreto para nossa vivência de férias verdadeiramente cristãs;
Participe da Santa Missa em Igrejas que você ainda não conhece: Ao fazer tua programação semanal ou mensal de férias, priorize a Santa Missa dominical, e, se puder, vá a uma Comunidade Católica diferente para perceber a riqueza e a diversidade da nossa Igreja. Se estiver em um grande centro onde tenha a Catedral, visite a Porta Santa neste Ano da Misericórdia!
Que a Fé no Deus Vivo e Verdadeiro nos diga que Ele nos acompanhará todos os dias deste ano que começamos. Sustentados pela Esperança, caminhemos na certeza de que é Fiel Quem fez a Promessa! Oh não! Ele Não dorme, nem cochila! O Seu Espírito virá em socorro à nossa fraqueza! Caminhemos, ao longo deste ano, Ano da Misericórdia, certos de que a alegria de Deus é nos perdoar e fazer em nós, como em Maria, maravilhas!”

Padre Dudu

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Com o Sabadão Alegre, Marcos Abrahão trouxe o modelo racional e sustentável para os eventos beneficentes

No último sábado, 21/10/2017, enquanto o deputado estadual, Marcos Abrahão, do PT do B, realizava o Sabadão Alegre no Complexo Poliesportivo Bonitão, para arrecadar mantimentos para ajudar o Asilo São Vicente de Paula, o Lar Maria de Nazareth e a Associação Pestalozzi de Silva Jardim, o público se via surpreendido pela cobrança simbólica para o uso dos brinquedos, a venda das bolas e a compra dos lanches. Mesmo assim, o evento teve êxito e merece aplausos em relação à organização e o acolhimento por parte da equipe do deputado e de sua família.

Numa conversa rápida com o deputado Marcos Abrahão, ele justificou a cobrança simbólica pelo uso dos brinquedos e o consumo durante o evento para comprar os mantimentos e utensílios mais caros e que são difíceis de serem arrecadados, tais como o cremogema, o leite em pó e a fralda geriátrica, por exemplo.

O evento serviu para, mais uma vez, demonstrar à sociedade riobonitense que o Complexo Poliesportivo Bonitão não serve somente para atender as demandas desportivas, se tornando uma referência no trabalho social e, principalmente, na participação das classes mais carentes. Não tenho dúvidas de que muitos outros projetos poderiam ser desenvolvidos na estrutura do Bonitão, desde que o prefeito José Luiz Alves Antunes (Mandiocão) descesse do seu pedestal em nome do crescimento da cidade e da região.

Por fim, como de costume, o deputado Marcos Abrahão utilizou o Bonitão para receber as autoridades políticas da região e do Estado do Rio de Janeiro, trazendo a articulação política e a ampliação da rede de contatos para o evento, o que considero muito importante para o capital político pessoal dele e de Rio Bonito. Na visão gestora, ele realizou um evento social, racional e sustentável, ensinando aos políticos da região que a ação social exige planejamento e vai muito além do marketing e da manutenção da logomarca dos partidos, das instituições e dos governos.

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Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Precisamos buscar o verdadeiro espírito do Natal continuamente

É no momento da crise, que o ser humano consegue alcançar os extremos da sua essência, que pode decair à sobrevivência selvagem ou se elevar à nobreza da existência singular por si mesma. Logo, diante da crise econômica e financeira que testemunhamos, que foram provocadas pela crise ética e moral, que assolam a sociedade brasileira há décadas, várias famílias não poderão comprar os presentes, em conformidade à tradição consumista, ora por causa do déficit na renda familiar, dos problemas nos negócios ou por causa do fantasma do desemprego. Mas, a questão é: – Quem foi que disse que o Natal é a festa do consumismo e da troca dos presentes entre as pessoas? – Quem foi que reduziu uma data tão nobre no seu significado para uma relação de troca, banhada por bebidas e comidas, que se estende até o primeiro dia do ano, conforme o calendário gregoriano? – Precisamos fazer tais perguntas para compreendermos o presente e como chegamos até aqui, nesta encruzilhada ideológica que coloca o material acima do espiritual e da própria essência fraterna da família.

O Natal é uma festa cristã, baseada nos princípios universais da fé, da família, do amor e da caridade, cujo cenário do nascedouro do menino Jesus é representado pelos presépios ou pela liturgia teológica nas igrejas, que expressam o período de perseguição aos recém-nascidos judeus, levando José e Maria a se exilarem, declinando a trama do nascimento do messias cristão dentro de um celeiro, sem luxo ou ostentação. Os reis magos, que seguiram a grande estrela, lhe trazem presentes espirituais, tais como a fé, o amor e a caridade, elevando o celeiro com a conexão estabelecida entre àqueles que davam com aqueles que recebiam e retribuíam.

O espírito do Natal está diretamente ligado ao sentimento e à expressão humana do afeto e do carinho, cujo presente somos nós mesmos, quando seguramos uns aos outros no momento da alegria e da tristeza. Logo, não perca seu tempo enfrentando filas ou se endividando pelos próximos doze meses para comprar presentes materiais, quando o maior presente é você, dando aquele abraço apertado no seu próximo, expressando o amor através das atitudes.

Embora pareça pouco diante do consumismo, o afeto, o carinho, o amor e a caridade podem transformar um único momento num episódio mágico, que ficará registrado pela eternidade. Tais virtudes não separam, mas agregam a diversidade, o respeito e a tolerância entre os povos e as pessoas. Logo, não tenho dúvida de que o seu abraço de hoje poderá pacificar o conflito do amanhã, porque você se colocou no lugar do próximo, agora.

Assim, como estamos no ano 5777, no Shabat do dia 24 do mês de Kislev, cuja data natalina coincide com o Chanuká (A Festa das Luzes), eu termino desejando um feliz natal fraterno aos meus amigos cristãos e Chag Chanukah Sameach à comunidade judaica e aos exilados, porque estamos conectados ao Eterno e uns aos outros, compondo a harmonia com a criação.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

Padre-Dudu-Braga

Já pensou no poder do teu voto?

“Menos de um mês nos separam das eleições municipais. É uma oportunidade para nossa população falar através das urnas. Não percamos a chance de ter uma participação ativa e consciente que resgate a política e eduque para cidadania. Recordemos que se trata de uma eleição sem o financiamento empresarial e regida pela lei da Ficha Limpa, relevantes conquistas da sociedade brasileira.
Vamos tentar partilhar nas próximas semanas alguns critérios que cristãos e homens de boa vontade devem levar em conta para votar dignamente.
Para começar nossa reflexão me utilizarei de uma comparação que os bispos filipinos fizeram entre os dez mandamentos e as eleições.

Vejamos:

Primeiramente, convidam a “não votar por um ateu ou por alguém que ofende o nome de Deus” e a não votar em candidatos que usam fazer promessas vazias, não mantidas.
Terceiro ponto: “as autoridades públicas devem garantir aos cidadãos um tempo destinado ao descanso e ao culto divino”; a quarta indicação recorda que os políticos têm o dever de promover políticas em favor da família.

Em relação ao mandamento “não matar”, o texto afirma que “um eleitor católico não pode votar em candidatos que se opõem à sacralidade da vida humana, desde a concepção até a morte natural”.

Sobre o sexto ponto, a Igreja recorda o compromisso em “promover a visão cristã da sexualidade e do matrimônio, com a dignidade e a autêntica liberdade de vida, realmente frutífera”. “O problema da população não é uma questão de números, mas de cuidado das pessoas e da melhoria de qualidade da vida humana”, recorda a mensagem.

Sobre o sétimo conselho, “não roubar”, os Bispos convidam a considerar candidatos não envolvidos em negócios sujos ou corrupção e apropriação indevida de dinheiro público; enquanto sobre o “falso testemunho” se convida a desconfiar das “mentiras da propaganda por parte de candidatos que enganam intencionalmente” para “receber o favor dos eleitores”. Enfim, o texto recorda o empenho necessário com o respeito da mulher e da dignidade humana e para libertar os cidadãos das consequências da pobreza.

Para escolher e votar bem é imprescindível conhecer, além dos programas dos partidos, os candidatos e sua proposta de trabalho, sabendo distinguir claramente as funções para as quais se candidatam. Dos prefeitos, no poder executivo, espera-se conduta ética nas ações públicas, nos contratos assinados, nas relações com os demais agentes políticos e com os poderes econômicos. Dos legisladores, os vereadores, requer-se uma ação correta de fiscalização e legislação que não passe por uma simples presença na bancada de sustentação ou de oposição ao executivo.

É fundamental considerar o passado do candidato, sua conduta moral e ética e, se já exerce algum cargo político, conhecer sua atuação na apresentação e votação de matérias e leis a favor do bem comum. A Lei da Ficha Limpa há de ser, neste caso, o instrumento iluminador do eleitor para barrar candidatos de ficha suja.

Vamos pensar bem; o poder para transformar este momento de crise pode estar passando pelas tuas mãos!

Deus te abençoe!
Padre Dudu

Unidos pelo Avivamento !”
Pe. Dudu

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A Mediunidade e a matéria

astrologia-astrocentro_719Há uma ironia na existência humana, quando se acredita na vida após a morte e no mundo espiritual, uma vez que a matéria é uma fase, enquanto que a morte se converte ao rito de passagem de uma realidade para outra.

Quando nascemos, somos programados geneticamente à sobrevivência, buscando a autopreservação. Literalmente, nos tornamos escravos da matéria, ora por expiação, ora por serviço voluntário, ora por missão. Não importa qual seja a finalidade da sua existência, desde que seu corpo seja preservado até o momento certo do seu desligamento.

O conceito da autopreservação é tão forte na humanidade, que fundimos o espírito e a alma à carne, tornando a matéria maior daquilo que é de verdade. Ironicamente, nos apegamos aos nossos corpos, considerando a mesma imortalidade do espírito e da consciência da sua alma, quando, de fato, há uma validade programada na carne, enquanto que a mesma fusão, que diminui nossa inteligência espiritual, nos torna prisioneiros do nosso próprio corpo.

Tomar consciência da unicidade, da inteligência espiritual e do fato de que somos a parte de um mecanismo complexo, cuja compreensão está muito além da capacidade humana na atualidade, é o primeiro passo para libertação da prisão corpórea, porque, quando nos tornamos conscientes, o corpo deixa de ser uma prisão, cheia de vícios e virtudes, tornando-se a moradia temporária do espírito, que almeja o ofício da manutenção da criação. No final, não importam os tamanhos, as responsabilidades e as conquistas, porque a existência do fluído vital possui uma ordem universal no tempo e no espaço, com profundidade e extensão infinitas, cujas fronteiras estão na continuidade em outras dimensões, com seus respectivos colaboradores.

Por fim, lembre-se que, enquanto seu corpo envelhece, seu espírito se torna maduro e incandescente. Pelo menos, essa deveria ser a finalidade da existência, independentemente daquilo que criamos ou acreditamos.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Conversando sobre a humanidade com Deus

ricos1eEterno, compartilhando da unicidade e da criação, suplico por justiça e misericórdia, tendo em vista que a humanidade ainda não chegou ao nível mais profundo da pobreza moral e ética, mas as bases da imoralidade estão fincadas nos corações petrificados dos seres humanos.

Eterno, nós estamos cheios da ganância, que originam as desigualdades sociais, a exploração e a escravidão do Homem, além da destruição do mundo natural. As pessoas estão fazendo filas gigantescas por emprego, enquanto que milhares de famílias passam fome, em total situação de miséria e pobreza material. Não há cura para as doenças, porque não há dinheiro para comprar os medicamentos.

Eterno, nossos governantes se afastaram da sociedade e ignoraram as consequências coletivas dos seus atos e decisões. Com isso, perdemos o respeito e deixamos de obedecer às autoridades. E, por pior que pareça, a situação se agravará, uma vez que virá a guerra civil, que se tornará uma guerra continental e mundial. Novamente, homem matará homem, famílias serão exterminadas com o apertar de um único botão. Será nesse momento que chegaremos à plenitude de que erramos, mas continuaremos destruindo, porque essa foi a programação da nossa natureza social e primitiva.

Eterno, rogo pela vinda do Messias. Todavia, não nos envie o salvador, porque Ele será incompreendido pelos políticos e religiosos. Possivelmente, Ele será adorado por muitos e perseguidos pelas instituições governamentais. No final, o matarão para que a profecia não seja cumprida.

Eterno, o inevitável acontecerá. Chegaremos ao limite da degradação humana e do canibalismo. Logo, na ausência dos justos, rogo que envie seus três anjos expiadores, para que possam provar da nossa hospitalidade e do melhor que temos para dar ao mundo e a Ti. E, se no final da jornada e do julgamento, não for encontrado um único justo, que seja aplicada a sentença, com a destruição de tudo.

Por fim, Eterno, imploro que tenha misericórdia das crianças, por dois motivos: – Elas são inocentes, enquanto que precisaremos das testemunhas, objetivando retardar o processo inevitável na relação entre o progresso, o crescimento populacional e a extinção de toda a espécie humana.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Liberdade é ter opção

Levei algumas décadas para compreender que ninguém tem o poder de tirar nossa liberdade, desde que seja consentido por nós mesmos.

Conheci pessoas que se achavam livres, mas que estavam presas ao consumismo e às convenções da sociedade contemporânea.

Conheci prisioneiros que viveram no cárcere, mas que suas mentes e almas estavam livres, mesmo cercados por paredes e grades.

Conheci pessoas que não possuíam nada, mas que se tornaram livres através da mão da caridade.

No final, compreendi que há liberdade, quando se tem mais de uma opção. Logo, não importa sua posição no jogo da vida, desde que você tenha optado estar lá.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Delinquência e Glória

Para o poeta não importa

Se a vida é feita de derrotas

Ou se comunga nas vitórias,

Porque, no final do conflito,

Só haverá a glória interna,

Suplantada no teor da conquista.

 

Não haverá troféu ou medalha.

A banda tocará no bar lá na esquina.

As pessoas continuarão no egoísmo de suas vidas,

Enquanto que o artista encerrará com um ponto,

Admirando o âmago da sua escrita,

Declamando cada verso com rima.

 

 

E é assim que se forja a arte na artéria,

Inundando suas lágrimas no quarto escuro,

Tirando de si a grandeza e a delinquência do riso.

O poeta se transforma no júri, nos aplausos e na plateia.

Ele se alimenta de si e da sua abstração intuitiva,

Pois a inovação é a criatividade em movimento.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

Padre Dudu - Canção Nova.

Como viver bem a Semana Santa?

“Somos um país de raiz profundamente cristã. Nossa cultura e, nestes próximos dias, também o nosso calendário, nos dão prova disso. Não é possível construir uma sociedade verdadeira sem a referência e a vivência dos valores humanos e cristãos. Construir, pensar e legislar prescindindo de Deus é uma tolice que a história nos comprova. Deus é nosso melhor e maior Recurso!
Pois bem, aproximando-se da Semana Santa, partilho algumas intuições que podem nos ajudar a vivê-la como cristãos autênticos, ou, ainda, como homens e mulheres de boa vontade que possuem bases cristãs e respeito a Deus.
1- Ainda que você retire esses dias para o justo descanso viajando, não se esqueça de Deus! Sendo você cristão católico veja com antecedência os horários da programação local. Ao menos a Missa do Sábado de Aleluia deve ser vivida com intenso fervor e devoção. Se você for evangélico-protestante, não deixe de celebrar o Domingo de Páscoa. Medite também o mistério da Cruz do Senhor. Se você é um irmão ou irmã que está afastado ou não pratica nenhuma religião, que tal ler um dos relatos do Evangelho sobre a Paixão e Morte de Jesus ou assistir um Filme?
2- Gostaria de pedir algo aos jovens: Não façam nem participem de festas na Sexta Feira Santa! Seria um ato de desrespeito e ultraje ao Cristo Jesus. Neste dia, somos chamados ao recolhimento e a sobriedade. Ok?
3- Se você é educador ou pai, estes dias são oportunos para falar do Amor de Deus aos seus filhos! Precisamos tanto do Amor nestes tempos! Não permita que o coelho roube o lugar do Salvador! Se você é cristão, recorde-se dos nossos irmãos mais velhos, os judeus. A Páscoa judaica era o momento propício deles recordarem as maravilhas do Senhor, ensinando às novas gerações;
4- Em muitas famílias, ainda há o salutar costume do almoço dominical. Poder-se-ia aproveitar o Domingo de Páscoa para se realizar um grande almoço festivo, onde houvesse um momento de reconciliação coletiva e uma oração de ação de graças pela salvação que Jesus nos trouxe na Páscoa. Um Pai Nosso bem rezado pode alcançar tantos corações!
5- Nosso País, que possivelmente atravessa um dos momentos mais difíceis de sua história, foi descoberto no tempo da Páscoa. Os cristãos que frequentam a Casa de Deus, os homens e mulheres tementes a Deus que oram e rezam em suas casas, poderiam elevar um grande clamor a Deus pela restauração e avivamento da nossa nação. Há uma palavra bíblica que diz: “Se então o povo sobre o qual for invocado meu nome se humilhar, orar, me procurar e se converter de sua má conduta, eu escutarei do céu, lhe perdoarei o pecado e restituirei a saúde da terra” (II Crônicas 7, 14).
Nenhum brasileiro pode se omitir nesta hora! Jesus Ressuscitado abençoe a nossa Pátria e povo brasileiro livrando-nos das serpentes, cobras, jararacas e escorpiões. Maria pise a cabeça de todos eles e interceda pelo bem de nosso povo para que haja ordem e progresso, Páscoa verdadeira, e não apenas no calendário civil e religioso. Deus, salve o nosso povo! Deus, salve o Brasil! Queremos uma Semana Santa, um Ano Santo, uma Nação Santa! Lave a jato todo mal! Amém!”

Por Padre Dudu

Iniciação Maçônica de Nadelson Costa Nogueira Junior na Loja Guanabara nº IV

A LUVA BRANCA

LOJA   SIMB.. .  GUANABARA  N º 004

Rua Monsenhor Antonio de Souza Gens, n º 71, Centro – Rio Bonito – RJ – CEP.:  28800-000

  

Or. . .  de Rio Bonito, 19 de Setembro de 2000    E. . .   V. . .

 

   

A  LUVA   BRANCA

 

Existem momentos em que a alma se encontra tão distante e tão solitária, que qualquer ruído pode significar um instante de esperança ou de medo da incerteza…  É a partir de tais sentimentos que os objetos passam a ter vida, memória e necessidades…  É a partir do equilíbrio moral entre sentimentos tão antagônicos, que nasce a simbologia, onde alguns objetos passam a ter muito mais que meros significados, mas virtudes.

 

Existem dois pares de luvas brancas os quais significam a pureza, o compromisso com Deus, com a Pátria e com a Família…  Muito mais do que isso, os Pares me chamam a atenção aos deveres e responsabilidades para com a Sociedade…  Eles representam a luz e a virtude que devem emanar do fundo da alma humana a qual tem o compromisso divino de  cuidar carinhosamente da criação.   E assim, os irmãos cuidam de seus irmãos, simplesmente, porque, na verdade,  só podem existir a comunhão e o amor.

 

Um dos pares de luvas eu carrego comigo no intuito de manter vivo o sentimento e a responsabilidade que me cabe como cidadão e como Irmão…  E que o meu par nunca se suje;  pois ele é a simbologia de minha virtude e de minha alma…  Que o meu par nunca se perca em juízo e que passe de pai para filho, de geração a geração.

 

O segundo par tem o mesmo sentido e objetivo do primeiro, mas ele não me pertence;  embora  o carregue comigo intensamente.  O segundo par de luvas pertence a alguém que pode estar em Jerusalém, Tóquio, Londres, Bagdá ou até mesmo Rio Bonito… a dona dele pode morar em alguma dessas cidades do mundo…  Ela pode até ser minha vizinha ou ter estudado comigo o colegial inteiro…  Na verdade, eu não a conheço, embora a mesma se faça presente em meus sonhos todos os dias…  O segundo par de luvas pertence àquela que será a mãe e responsável tanto por mim quanto por meus descendentes…

 

Sou um solteiro que sonha em ser pai…  Sou um pai que sonha com muitos filhos…  Sou um sonhador que tem a loucura de ter uma Família…  Sou uma alma carente de amor.

 

Por isso eu afirmo que o primeiro par de luvas é o DEVER, enquanto que o segundo é a ESPERANÇA

 

 

Nadelson Costa Nogueira Júnior

AP. . .  M . . .