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O Brasil precisa abandonar o petróleo e abraçar a fusão nuclear

fusaoA Balança Comercial se baseia no confronto entre os produtos importados e exportados, enquanto que sua base se mantém na estrutura da reserva cambial e metalista, colocando o Onça Troy (Ouro) como referência mundial. Logo, para uma nação fechar o período de forma positiva, ou superávit, é necessário que as flutuações financeiras estejam abaixo da reserva cambial, enquanto que o país deverá exportar (vender) mais do que importar (comprar). Todavia, no caso do Brasil, a fórmula está sendo manipulada artificialmente pelo Governo desde 1994, priorizando a taxa de juros acima do mercado internacional para captar os investidores estrangeiros, além da injeção contínua dos dólares na flutuação do mercado, objetivando mantê-lo atrativo. No final, o contribuinte brasileiro paga caro pelo padrão de vida duas vezes, uma vez que a manutenção do aquário financeiro não é barata, enquanto que dinheiro não dá em árvore.

Desde 2003, o governo do ex-presidente da república, Luiz Inácio Lula da Silva, manteve a política econômica e cambial iniciada por FHC, utilizando-se, em contraposição, do mecanismo dos empréstimos às nações estrangeiras, bem como a intensificação das obras e grandes construções no exterior, convertendo os valores em dólares, que eram incorporados à balança comercial como investimentos, provocando o superávit artificial da economia. E foi assim que o governo do PT construiu a famosa “economia emergente” até a entrada da ex-presidente Dilma Rousseff, que retornou ao modelo econômico anterior ao período do real, investindo maciçamente no social, ignorando a necessidade primária do Brasil, que é justamente o investimento no setor energético e na produção industrial nacional.

Todavia, deixando a política cambial de lado no momento, é importante analisarmos que o Brasil se prendeu ao petróleo, deixando toda sua economia dependente do setor, que está em decadência e com os próximos trintas anos de contagem regressiva para sua subutilização na produção dos plásticos, tendo em vista o investimento maciço das maiores nações e economias do planeta na pesquisa e na produção das novas fontes de energia, mais limpas, baratas e sustentáveis, contrariando todas as regras do setor petrolífero. Logo, o que está acontecendo com os Estados Federativos produtores de petróleo, que estão imersos numa crise financeira, acontecerá com a União, se não investir nas novas formas de energia, afastando-se progressivamente do hidrocarboneto.

Para tornar o Mal Holandês ainda pior para o brasil, a Alemanha anunciou essa semana que conseguiu tornar operacional e com a segurança de 99,99% o primeiro reator de fusão nuclear, cujo seu mecanismo se baseia no formato de uma rosca de 16 metros, que controla os gases e o plasma através do magnetismo, sem contato direto com o material metálico do projeto. Assim, a Alemanha inaugurou uma nova etapa da evolução científica, elevando a corrida energética ao nível mais estratégico, limpo e infinito, alterando, inclusive, o panorama político do continente europeu, uma vez que a solução energética poderá alimentar a escala de bilhões de pessoas, diminuindo a importância logística da Rússia, que é responsável pela maior parte do fornecimento do gás aos europeus.

Por fim, o Brasil precisa abandonar os projetos hidrelétricos e petrolíferos, vislumbrando a tecnologia da fusão nuclear, que é literalmente a reprodução da manutenção energética do sol. O anuncio o reator alemão elevou o mundo contemporâneo ao panorama científico do filme “Jornada nas Estrelas”, uma vez que tal fonte de energia se encaixa perfeitamente como uma solução aos motores de dobra espacial e à autonomia colonial fora do planeta Terra. Entretanto, o governo brasileiro continuará insistindo no Pré-Sal e no modelo econômico sustentado pelos royalties do petróleo e pelo ICMS, que é descontado no destino, em Brasília, dentro do setor, enquanto que, contraditoriamente com a crise financeiro no Estado do Rio de Janeiro, o mesmo enviou mais de R$108 Bilhões em 2016, sozinho, sustentando a União e os Estados Federativos que não conseguiram evoluir autonomamente no último século.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

 

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Para o governo e o PMDB do Estado do Rio de Janeiro, imagem é tudo

2016 começou com o anúncio das falhas e retardos na gestão no primeiro ano do governo Pezão, cumulados com a “crise na saúde pública do Estado”.  Contraditoriamente ao discurso, a ALERJ aprovou o aumento no salário do governador, dos deputados estaduais, secretários e outras autarquias, essa semana. As obras, cujas matérias-primas são a brita e o asfalta, continuam em execução e com força total, enquanto que o décimo-terceiro salário do funcionalismo público do Poder Executivo foi parcelado.

Mesmo alegando o déficit nas contas públicas em função da desvalorização do barril do petróleo, que interfere diretamente nos royalties e na receita, o Governo do Estado investirá quatro vezes mais em marketing e na imagem, seguindo a mesma estratégia do Sérgio Cabral e do Eduardo Paes, atual prefeito do Município do Rio de Janeiro. Isso, porque o PMDB lutará para fazer o próximo prefeito da capital fluminense, enquanto que Picciani focaliza o Palácio Guanabara, em 2018.

O PMDB fluminense construiu uma estratégia muito interessante e inteligente, tendo em vista que a imprensa e a população farão o clamor público, em função da crise na saúde, para que o Congresso Nacional aprove a CPMF, com a alíquota dobrada. Isso quer dizer que, além dos royalties do petróleo, cujos valores se estabilizarão mais cedo ou mais tarde, o Estado do Rio de Janeiro terá uma máquina arrecadadora, que colocará a receita nas nuvens, sem mover uma única pá ou, sequer, gerar uma vaga de trabalho.

Assim, compreendemos o jeito PMDB de governar, uma vez que os aumentos e os investimentos, que deveriam ser focalizados nos serviços públicos e na valorização do funcionalismo, acabam nas campanhas de marketing e imagem dos governantes, que associam suas fotografias aos eventos, com o dinheiro do povo. Enquanto que já decidiram nos Estados que a CPMF voltará, só não avisaram Brasília, ainda. E, conhecendo a hierarquia dos valores dos políticos, a receita aumentará, mas a saúde e a educação públicas continuarão abandonadas, porque a crise não é financeira, mas ética e moral.

No final, na pior de todas as possibilidades, Pezão sacrificará sua imagem, seu plano de governo e metas, para manter o PMDB no poder, porque parte do exército precisa ser comido no tabuleiro de xadrez, para que o oponente se empolgue e perca o jogo.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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O ovo do povo

Por entre os brinquedos das crianças,

Os políticos se realizam,

Subornando, com a gratidão,

A dependência financeira e a ignorância.

 

Por entre os cargos comissionados,

Os políticos negociam,

Transformando o público em privado,

Fazendo cortesia com o chapéu alheio.

 

Por entre as palavras do discurso da crise da saúde,

Os políticos lamentam a falta de dinheiro e amiúde,

Mas não fazem qualquer economia,

Chantageando a opinião pública para pressionar Brasília.

 

Por entre erros e mais erros,

Os políticos transformaram a república em várias monarquias.

Gastam todo o dinheiro do tesouro,

Contando com o ovo do povo.

 

Na próxima eleição,

O político apertará sua mão.

Ele levará seu voto e trabalho.

Cometerá o crime perfeito, com o abraço.

 

Ele colocará a culpa na crise mundial.

Dirá que falta dinheiro para o investimento público.

Mas, patrocinará festas e andará em carro oficial,

Pois, para eles, o eleitor é somente um número.

 

O cidadão, na qualidade do otário,

Pensa que é tudo em função das regalias e do salário.

Entretanto, o político precisa do seu voto e consentimento,

Para fazer acordos e dividendos com o orçamento.

 

Quando você pensa que já viu de tudo,

O político passa a investir em pedra brita,

Porque ela é a matéria-prima do concreto

E do trono futurista do Poder Executivo.

 

Se o dinheiro acabar,

Eles criarão um novo imposto.

O Estado precisa arrecadar,

Contando com o ovo do povo.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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A elevação da meta fiscal denuncia que o Congresso Nacional e o Brasil possuem interesses diferentes

Com R$ 119.900.000.000,00 ou US$30 bilhões de Dólares, eu compraria um arquipélago na Europa e constituiria um novo país, uma nova nação. Embora a natureza deste comentário venha parecer uma piada, ela não é. As pedaladas fiscais e a utilização irracional do tesouro nacional em 2015, demonstram um fato, que analisarei de forma muito simples e objetiva: – O Brasil é um país com a extensão continental, com uma população grande, que mantém o discurso de que irradicou a fome com o Bolsa Família, mas deixou sua nação isolada na ignorância, sem saúde, sem educação, sem emprego, sem empregabilidade e sem noção da realidade política e administrativa do país.

Com o discurso de que o Brasil precisa se desenvolver, o Governo Federal massacrou o sistema de arrecadação e tributário da Região Sudeste, para supostamente investir nas regiões menos desenvolvidas do país, tais como o norte, nordeste e centro-oeste. O grande problema é que as gerações, descendentes da antiga SUDAM e SUDENE, possuem fome e sede de poder. Em suma, não importa quanto dinheiro será arrecadado, porque Brasília e os Estados Federativos da União consumirão tudo, mesmo que o preço seja o fim da aposentadoria do cidadão, a volta da inflação e a guerra civil não declarada nos grandes centros urbanos. Não bastava a gestão e a polítcia do Estado Mínimo para o povo, sucateando a saúde e a educação, porque os políticos querem tudo,incluindo seu sangue e seu corpo.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Novembro de lama e sangue

Esse novembro está mais quente que os outros.

Quero me trancar no quarto,

Apagar as luzes, deitar na cama pelado,

E ligar o ar condicionado no máximo.

 

Como não me bastasse o calor,

Meu corpo transpira de indignação e medo.

Além dos muros da segurança do meu castelo imaginário,

Vejo e só leio a dor provocada pela humanidade.

 

Há mortes em Mariana.

Executaram mais um atentado na França.

O acidente liberou parte da sujeira em Brasília.

 

O governo se solidariza com as vítimas do atentado.

Entretanto, continua dando passagem livre aos refugiados,

Defendendo o diálogo com os fanáticos.

 

 

O Papa Francisco pede cautela

Para que essa geração não viva uma nova guerra.

Enquanto isso, o Grupo dos Vinte discute o destino da síria,

Fazendo tratados além das suas soberanias, em outras terras.

 

A França respondeu com bombardeios aos terroristas.

O alerta vermelho foi acionado em toda democracia.

Putin fala em paz, mas alimenta a guerra,

Que lhe exige a estratégia e a arte da diplomacia.

 

Os refugiados sírios estão encurralados,

Pois, se voltarem, morrerão.

Se ficarem, correrão o risco de serem deportados.

 

Em Bento Gonçalves, a barragem da Vale se rompeu,

Enquanto que a lama enterrou parte de Mariana.

A maioria dos brasileiros não entendeu

Os motivos que levaram a imprensa nacional a falar somente da França.

 

O vale do Rio Doce está morto,

Diante do tamanho do acidente e de sua lógica.

A lama invadiu o leito do rio todo,

Contaminando suas águas com toda a tabela periódica.

 

A opinião pública julgou o acidente sumariamente,

Ignorando o terremoto e culpando àqueles que controlam suas nascentes.

E assim, já falta água potável para atender tanta gente.

 

No silêncio, me pergunto os motivos de tanta demência.

Os municípios receberam os royalties, mas ignoraram a contingência.

Na sua ganância por dinheiro, o Estado abandonou a providência.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Sobre os efeitos dos atos jurídicos, contábeis e administrativos em nossas vidas

Eu aprendi, nos cursos que estudei pela vida, que, no cotidiano da sociedade humana, todos passarão constantemente por atos e fatos jurídicos, contábeis e administrativos. Por mais inconsciente que seja o padrão da ocorrência de tais ações, bem como suas materializações na realidade, nos limitamos, quando indagados ou obrigados pela situação a analisarmos os resultados, exclusivamente, seguindo a tendência natural e humana. Logo, não foi por acaso que os americanos se especializaram na DRE (Demonstração do Resultado do Exercício), pois, através desta ferramenta contábil e gestora, podemos ver, de forma genérica, a saúde da organização, tendo como ponto de partido o FLUXO DE CAIXA.

No meu cotidiano, eu utilizo as planilhas eletrônicas, com o balancete mensal e o balanço patrimonial, registrando o ATIVO e o PASSIVO, projetando o fluxo de caixa no futuro, idealizando o prazo de 12 meses. Nos últimos 10 anos, o procedimento tem funcionado e bem, no controle do orçamento doméstico.

Atualmente, a intensificação da cultura e da consciência sustentável, tanto na parte financeira quanto na ambiental, objetivando a evolução e o desenvolvimento da consciência e do comportamento doméstico financeiro, no intuito de também convergi-lo ao nicho do setor dos investimentos, tem contribuído e muito na compreensão do ato e do fato contábil, dentro da visão contingencial de uma sociedade, em constante movimento e transformação. Isso é tangível na situação do brasileiro, que está enfrentando a inflação, cujo método de controle escolhido pelo governo foi justamente o índice exagerado na taxa dos juros, elevando a alíquota dos impostos e tributos muito acima do limite tolerável dos 32%, causando diminuição na arrecadação interna, mas, intencionalmente, tentando chamar a atenção do investidor estrangeiro e o nacional para investir nos papéis do tesouro. Consequentemente, as empresas vendem menos, diminuindo a produção e demitindo seus empregados, que deixarão de consumir no mercado, causando um efeito dominó no país inteiro.

A escrituração é importantíssima, bem como o restante do universo contabilístico e auditor, tendo em vista que as pessoas jurídicas tenderão a fazer empréstimos, objetivando o crescimento na produção e a conquista do mercado. O mesmo comportamento tende se repetir na vida doméstica da pessoa física. Logo, fazer o controle financeiro e econômico é uma necessidade imperativa nos tempos da globalização e da guerra cambial entre as grandes corporações e suas respectivas nações.

Por fim, independentemente da nossa capacitação e conhecimento, o brasileiro precisa compreender que utiliza muito mais os conselhos e os efeitos dos atos e fatos jurídicos, contábeis e administrativos, do que visitam o médico ao longo de suas vidas. Entretanto, a base do discurso, quando provocado, se limitará ao valor e ao uso limitado do salário mínimo.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior