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Direção do Kingston Motta inova a educação, levando seus alunos para conhecerem os três poderes em Rio Bonito

Na última terça-feira, 19/09/2017, a diretora do Colégio  Municipal Kingston MottaIlma Matos Pessanha, e o padre e professor de filosofia, Fabiano De Carvalho Silva, levaram a turma do quarto ano para passear pelos três poderes no Município de Rio Bonito, começando pela Prefeitura, seguindo para a Câmara Municipal e terminando o ciclo no Fórum da Comarca.

A iniciativa do projeto partiu do professor de filosofia, Fabiano de Carvalho Silva, e da diretora, Ilma Matos Pessanha, que levaram 49 alunos para conhecerem os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, aprendendo sobre a cidadania e a organização do Estado.

Em relação à visita ao Fórum, tive o prazer de apresentar o prédio e a dinâmica processual desde a distribuição dos processos até o julgamento, aproveitando a Sala de Audiências e o Egrégio Tribunal do Júri como cenários legítimos das aulas de História e Filosofia. Simplesmente, acho muito interessante e importante essa aproximação entre a escola e o Poder Judiciário, enquanto que torço, e muito, para que aconteçam novos eventos e visitas, com a replicação do projeto para outras unidades escolares, tendo em vista que os olhos das crianças brilhavam diante da paisagem, que já foi incorporada ao cotidiano do meu trabalho diário na Justiça Fluminense, como algo comum.

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Por fim, Gostaria de agradecer à diretora do colégio, ao padre e professor de filosofia Fabiano De Carvalho Silva, à equipe dos professores e, principalmente, aos alunos que participaram da visita ao Fórum da Comarca de Rio Bonito para conhecerem a geografia, a organização e parte da história do Poder Judiciário Local. Foi uma honra poder recebê-los.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Júnior

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Rio Bonito precisa compreender o que está por trás da transferência da vara da justiça do trabalho para Itaboraí

Na última quinta-feira (14/09/2017), o presidente César Gomes de Sá, esteve na sede do TRT, junto de outros advogados da subseção, para participar da votação em torno da transferência da vara da Justiça do Trabalho do município de Rio Bonito, para Itaboraí. Durante seu discurso, o presidente citou os principais malefícios que a medida trará aos municípios de Rio Bonito, Tanguá e Silva Jardim, o que prejudicará o universo de 120.000 habitantes  diretamente, provocando o desiquilíbrio econômico e do acesso à cidadania aos municípios prejudicados, enquanto que as distribuições dos processos na Justiça do Trabalho desde sua inauguração, em Rio Bonito, foram superiores as de Cabo Frio e de outras localidades, demonstrando a demanda para a sua manutenção local.

Mesmo diante das justificativas e dos indicadores estatísticos apresentados pelo presidente César Gomes de Sá, o Órgão Especial do TRT decidiu pela transferência de Rio Bonito para Itaboraí.

A 35ª Subseção da OAB/RJ lutou bravamente até o último momento na sessão do órgão especial do TRT. Por outro lado, a PMRB e a Câmara Municipal de Rio Bonito quedaram-se inertes na mobilização política, limitando-se às notas de repúdio. No final, o Município de Rio Bonito está perdendo prestígio para Itaboraí, lembrando o período Imperial, com o Visconde de Itaboraí.

É importante dividir a seara política envolvida nesse assunto em questão, tendo em vista que, conforme os corredores do poder, o atual prefeito de Itaboraí, Sadinoel Souza, foi à Brasília pedir para que a Vara da Justiça do Trabalho instalada em Rio Bonito fosse transferida para a comarca de Itaboraí, cujo pedido foi materializado no último dia 14/09/2017, sob a alegação da demanda e da economia. Por outro lado, a transferência da Vara provocará a construção de um novo Fórum do Trabalho em Itaboraí no futuro, onde o pedido fará total sentido para o cidadão, o trabalhador, o advogado e o usuário dos serviços, trazendo mais gastos aos cofres públicos.

Há total sentido na inércia do prefeito Mandiocão e da Câmara Municipal de Rio Bonito sobre a transferência da Justiça do Trabalho para Itaboraí, tendo em vista que foi a Solange Pereira de Almeida que a trouxe para cidade no seu último mandato 2013/2016, se tornando a única contribuição real e necessária dela para Rio Bonito no mesmo período. Assim, em nome da vaidade pessoal do prefeito e do seu grupo político, a saída da Vara do Trabalho apagará o pouco legado da ex-prefeita, enquanto que a reversão futura, se for o caso, traria todo o sucesso da demanda para o grupo político, que insiste na reeleição e na sucessão, com seu plano de poder. O único detalhe é que, caso minha tese esteja correta, os interesses econômicos estarão acima da necessidade e da cidadania para a construção do futuro e mais novo Fórum da Justiça do Trabalho em Itaboraí, com suas licitações, contratos de trabalho e construtoras envolvidas.

Por fim, enquanto tivermos políticos medíocres e uma sociedade civil tão pacífica e apática, continuaremos perdendo tudo em Rio Bonito, no Estado do Rio de Janeiro e no Brasil.

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Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Professora Andréa Guimarães é mais uma vítima dos grupos políticos no governo Mandiocão

20900893_1657043144326214_9065063231302122218_oEssa semana foi marcada pela iniciativa do prefeito, José Luiz Alves Antunes, popularmente conhecido como Mandiocão, em intervir politicamente na pasta da educação, alterando a diretoria da escola Maria Lydia Coutinho, que estava sob direção da professora Andréa Guimarães, transferindo o cargo de confiança à professora Cieli Mendes. É isso mesmo, meu caro leitor, o cargo de diretor de escola na municipalidade é de confiança, deixando de ter qualquer critério curricular, acadêmico ou pedagógico. Só basta o prefeito fazer o mapa astral, alinhando as órbitas dos planetas e chegar à conclusão de que a pessoa tem potencial político para ocupar o cargo. E é assim que a educação pública municipal tem sido tratada nos últimos 25 anos, tanto nas mãos do Mandiocão, quanto nas da Solange.

O que torna o caso da Andréa Guimarães extraordinário, é que ela ingressou numa escola, considerada problemática pela Secretaria Municipal de Educação e pelos profissionais da educação, construindo a liga do amor, da compaixão e da solidariedade, conquistando o respeito dos alunos, dos pais dos alunos e da maioria da comunidade do Rio do Ouro. Simplesmente, ela plantou e está colhendo os frutos por parte da sociedade e da comunidade, que compreendeu o fato de que a escola é um lugar de segurança e de multiplicação do afeto e do conhecimento, principalmente diante da desigualdade social e da pobreza. Todavia, a atual gestão interpretou tudo como uma ameaça, materializando a única coisa que os grupos políticos sabem fazer em Rio Bonito: – Destruir as ações sociais e as políticas públicas que beneficiam a sociedade e levar as pessoas ao questionamento da realidade.

20934693_1657043147659547_2554571845005761768_oNo último dia 18/08/2017, a escola Maria Lydia Coutinho fez uma manifestação pacífica, pedindo pela manutenção da Andréa Guimarães na direção. Infelizmente, o prefeito, a vice-prefeita, que é conhecida como Rita da Educação, e o secretário de educação seguiram com o planejamento aplicado.

Mesmo com o antigo FUNDEF e o atual FUNDEB idealizando a gestão escolar participativa, conhecida nos corredores da política como “Gestão Democrática”, transformando o cargo de diretor de escola numa função eletiva pela comunidade escolar, composta por alunos, professores e pais de alunos, objetivando o sistema de colegiado e a administração direta dos 40% do valor do fundo, que deveriam ser investidos nas escolas, através das obras, compra dos recursos tecnológicos e didáticos, a PMRB insiste em manter o cargo de confiança e por indicação do prefeito. Dessa forma, a secretaria municipal de educação centraliza os R$58 milhões sob sua gestão direta, não sofrendo qualquer tipo de resistência nos quadros pedagógicos. Por outro lado, o dinheiro sai pelo ralo todos os anos, enquanto que as escolas estão sucateadas, os professores desmotivados e desvalorizados e a educação capengando morro abaixo.

Por fim, Manidocão e a Solange transformaram a educação pública municipal numa espécie de clube do whisky e literalmente num colégio eleitoral controlável, contrariando todos os princípios e as ideologias pedagógicas, que buscam o aperfeiçoamento da vida cotidiana, financeira, moral, ética e intelectual dos alunos e da diversidade da realidade que se encontram inseridos.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

 

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PMRB provoca a insatisfação da opinião pública com o projeto Bela Vista de Cara Nova

O vereador Claudinho do Bumbum Lanches trouxe o governo Mandiocão para o centro do conflito da impopularidade, por causa do anuncio da obra que será realizada na bela vista, sob o nome de “Bela Vista com Cara Nova”. O que era para ser um movimento positivo do governo, se tornou um fiasco, por falhas na comunicação social. Simplesmente, eles estão brincando de governar, cometendo erros seguidos. A coisa já começou errada, quando o vereador anunciou algo que deveria ser anunciado pelos canais oficiais do Poder Executivo Municipal.

A Jacuba está revoltada com a ausência da PMRB em relação à infraestrutura do bairro, e com toda razão. Solange prometeu levar o asfalto para lá no palanque e ao longo do seu último mandato, e até agora nada. A população da localidade ficou na expectativa por dias melhores, que ainda não chegaram. A mesma situação se repete com o Boqueirão, a Serra do Sambê e Nova Cidade, que está com a ponte do acesso principal parcialmente destruída, enquanto que a rodovia está sob a jurisdição do governo do Estado do Rio de Janeiro, que não dava respostas na época das vacas gordas, deixando a estrutura de lado diante da crise ética e moral.

Analisando as obras e o cenário político-econômico, o prefeito Mandiocão e o secretário de desenvolvimento econômico, Bruno Guimarães Soares, estão focalizando a região de lavras, para instalarem o segundo polo industrial de Rio Bonito, objetivando incentivar o crescimento da região, o que também intensificará os empreendimentos imobiliários. Se a política pública for bem planejada, gerará novas vagas de emprego e abrirá a oportunidade para novos negócios em Rio Bonito, aproveitando o novo formato da BR-101 naquela área.

Os rio-bonitenses não estão compreendendo o anúncio das obras na Bela Vista por parte da PMRB, tendo em vista que existem áreas precárias e abandonadas próximas ao centro da cidade, que aguardam por uma solução há anos. Todavia, eu vou explicar para o cidadão e o contribuinte a lógica do gestor público: – Se vocês observarem ao longo da Avenida Manuel Duarte – Bela Vista, localizarão dois loteamentos, que aumentarão os preços dos lotes com as obras, enquanto que existem vários terrenos, que acolherão projetos de edifícios para o futuro. Assim sendo, salvo o enriquecimento dos empreendedores, Mandiocão está planejando investir e incentivar o crescimento da cidade para o sentido do Rio do Ouro, Jacuba, Lavras e Sambê. Todavia, para que os projetos subsequentes possam acontecer, é necessário começar pela Bela Vista, que é parte importante da trajetória que se inicia no Basílio, com a via verde, e que terminará no futuro polo industrial de Lavras, à beira da BR-101.

Por fim, o inferno está cheio de boas intenções. Logo, espero que a equipe do governo Mandiocão consiga materializar as ações e conectá-las num projeto econômico maior. Todavia, eles parecem perdidos e desorientados, enquanto que, com o orçamento limitado, os patrocinadores tendem a priorizar o retorno dos investimentos do grupo, deixando a população de lado, que se sente abandonada em sem qualquer representatividade.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Você sabe quanto custa um vereador em Rio Bonito?

O leitor que estudou OSPB (Organização Social e Política do Brasil) e Educação Moral e Cívica na década de 1980, saberá responder na ponta da língua, que os vereadores tem a função de fiscalizar o Poder Executivo e de legislar, que significa fazer leis. O problema é que as duas disciplinas foram banidas da grade curricular com a abertura democrática, levando consigo a propagação do civismo, nacionalismo e da cidadania. Dessa forma, as gerações, que nasceram na década de 1990 para cá, não tem a menor ideia de como funciona o sistema público, o que é uma república e as funções dos políticos. Os heróis deles são o Pablo Escobar e a linha de produção das séries dos narcotraficantes em Hollywood ou em Paulínia – SP.

Em Rio Bonito, localizado no Estado do Rio de Janeiro, era para os vereadores fiscalizarem as contas públicas, os gastos, investimentos e projetos executados pelo Município. O problema é que eles não fazem, e, quando o fazem, é sempre pelos objetivos pessoais ou do grupo político. Quando o assunto é legislar ou fazer leis, o critério da qualidade despenca, enquanto que a maioria se utiliza da máxima reversa: “na natureza, nada se cria. Tudo se copia”.  Assim, com as funções CTRL + C e CTRL+V, os poucos projetos nascem, contrariando a constituição e atrapalhando a vida dos cidadãos e dos empresários.

A Câmara Municipal é a representação do Poder Legislativo na jurisdição municipal. Ela é autônoma, possui 10 vereadores e custa mais de R$6 milhões por ano ao contribuinte, com seu duodécimo. Isso quer dizer que cada vereador custa R$600.000,00 por ano, R$50.000,00 por mês e R$1.666,66 por dia, com a hora trabalhada computada em R$208,33. Agora, se pensarmos na Câmara Municipal como um todo, ela consome, em média, R$500.000,00 por mês, R$125.000,00 por semana, R$62.500,00 por sessão legislativa realizada.

Na prática, com o custo mensal de um vereador em Rio Bonito, daria para manter 25 professores e 22 médicos concursados na rede Municipal.

Certamente, aparecerá alguém patrocinado pela folha de pagamento, argumentando que o salário do vereador é de R$6.800,00 por mês e que os cálculos são absurdos, não batendo com a veracidade dos fatos, demonstrando a ignorância e a incapacidade na interpretação do fato e do ato administrativo em relação ao cálculo do custo, que é justamente uma das tarefas do vereador no cumprimento da função nobre do fiscal, ratificando a essência desta resenha.

Por fim, a Câmara Municipal é um elefante branco, enorme, gordo e desengonçado, que tem servido mais de enfeite à democracia rio-bonitense, afastando-se do seu ideal como instituição política na construção da sociedade a cada eleição realizada nos últimos 30 anos, sem se preocupar com a opinião pública e os índices de aprovação, porque o objetivo do político não é materializar as políticas públicas, mas controlar o duodécimo, sem a transparência e a participação popular necessárias.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Rafael do Rio do Ouro agiu como moleque ou foi vítima de fraude na eleição da presidência da Câmara Municipal para o biênio 2019/2020

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A sessão legislativa da última terça-feira, 08/08/2017, foi marcada pelos altos e baixos na eleição prematura do próximo presidente da Câmara Municipal de Rio Bonito para o biênio 2019/2020. O que deveria ter sido um protocolo simples, com a manifestação do voto por parte dos vereadores, acabou se transformando num desastre moral e ético, tendo em vista que, conforme o documento com o protocolo da Câmara Municipal, o vereador Rafael Caldas, popularmente conhecido como Rafael do Rio do Ouro, assinou a chapa opositora à situação, que tinha o vereador Fabiano Xeroca como candidato à presidência, afirmando desconhecer o ato e o fato administrativo no dia, migrando sua intenção de voto para o vereador Humberto Alexandre Belgues, expondo a fragilidade política que Rio Bonito, o Estado do Rio de Janeiro e o Brasil passam.

A demonstração pública da lealdade ao Marcos Abrahão utilizada pelo do vereador Rafael do Rio do Ouro, para justificar o rompimento com a chapa, acabou prejudicando e muito o deputado, que, conforme os comentários nos bastidores políticos, está se desgastando perante a opinião pública para se afastar do cenário, cuja jurisdição se limita à Câmara Municipal de Rio Bonito.

Como dito na resenha anterior, o voto do vereador foi coerente com sua linha de campanha, grupo político e partido, cuja base é totalmente dependente do deputado estadual Marcos Abrahão, que é considerado como um mentor e conselheiro do Rafael do Rio de Ouro. O problema é que o vereador assinou o documento oficial, que foi carimbado pela casa legislativa, compondo uma chapa. Pessoalmente, eu não vejo problemas no momento do voto do Rafael do Rio do Ouro, mas, com a publicidade do documento da chapa, ficou evidente que os 57.000 habitantes e 45.204 eleitores foram ignorados na decisão pessoal, que provocou o efeito dominó, que terá impacto no nosso município até 2020, na próxima eleição. O vereador foi antiético e deixou o deputado Marcos Abrahão exposto, com sua justificativa pública, que foi baseada na especulação, inclusive, de que a assinatura no documento não era real, o que poderá conduzir o cenário todo para dentro da delegacia de polícia e no judiciário diante da hipótese da fraude, que é justamente o que ele terá que fazer para sustentar a trama toda, mantendo-se na posição de vítima de uma conspiração política.

Por fim, existem caminhos e decisões que devem ser pensadas e ponderadas, enquanto que o vereador demonstrou imaturidade, assumindo posturas opostas à natureza do seu universo eleitoral, que podem ser executadas, mas que demonstram a total diferença entre o ser político e estar político, principalmente na prática da ética e da moralidade.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Rafael do Rio do Ouro foi coerente, quando votou para a presidência da Câmara Municipal no biênio 2019 / 2020

Hoje pela manhã desta quarta-feira, 09/08/2017, recebi o telefonema do deputado estadual, Marcos Abrahão, que espontaneamente informou que não pediu ao vereador, Rafael Caldas, popularmente conhecido como Rafael do Rio do Ouro, para votar em fulano ou ciclano, enquanto que ele não interviu nos assuntos ligados à Câmara Municipal de Rio Bonito, incluindo a escolha do presidente para o biênio 2019/2020.

Achei muito importante o feedback do deputado em relação ao posicionamento público do vereador, Rafael do Rio do Ouro, que fundamentou sua decisão na lealdade ao Marcos Abrahão, abandonando a chapa do vereador Fabiano Xeroca, votando no vereador Humberto Alexandre Belgues.

Precisamos lembrar que o vereador Rafael do Rio do Ouro e Humberto Belgues concorreram, apoiando o deputado Marcos Abrahão nas eleições municipais de 2016. Logo, a lógica do Rafael seria votar na chapa do Humberto Belgues, desde o início. O fato é que, com ou sem a intervenção do deputado, o vereador, que está no centro do cenário político nessa semana, decidiu o destino da Câmara Municipal, deixando a bancada governista com minoria e sem representatividade dentro da casa legislativa, salvo a boa vontade do futuro presidente, Humberto Alexandre Belgues, que defende a autonomia do legislativo municipal e demonstra estar focado no cargo de prefeito no futuro, talvez, na próxima eleição.

Há algo que me incomoda na política rio-bonitense, que é a necessidade de polarizar tudo nos grupos políticos, quando as políticas púbicas e os projetos passam a existir a partir do voto e busca pela coalizão, que são a matéria-prima da política e da essência democrática. Por outro lado, também fiquei incomodado com a resposta do vereador pela mudança da intenção do voto no episódio, que poderia ter se limitado ao simples “votei assim porque quis”. Mas, ele desejou expressar sua lealdade publicamente, trazendo o deputado para uma briga territorial, que está fora da sua jurisdição. Assim, deixando a manipulação da opinião pública nas redes sociais de lado, precisamos atentar para o fato de que o eleitor do Rafael do Rio do Ouro é o eleitor do Marcos Abrahão. Se por um lado, o vereador conquistou a rejeição daqueles que não votaram nele, do outro, ele se manteve na coerência ideológica e eleitoral.

Por fim, Humberto Alexandre Belgues foi eleito o presidente para o biênio 2019/2020, apresentando o discurso da busca pela harmonia com o Poder Executivo, buscando o melhor para o município, enquanto que só nos restará saber se o prefeito Mandiocão e seu staff compreenderão a mensagem. A chapa derrotada indica que fará igual ao Fluminense na esfera judicial, uma vez que alega irregularidade no rito. E é a vida que segue, com o vereador Reis como presidente da Câmara Municipal até o final de 2018.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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URGENTE: IPREVIRB informa sua folha de pagamento à transparência pública, com nomes, cargos e salários

“Água mole, pedra bruta. Tanto bate, até que fura”. Não poderia iniciar a resenha sem mencionar a força do ditado popular, que é antigo, mas que demonstra o potencial da comunicação social e eletrônica, através da internet e das redes sociais, principalmente nos quesitos da informação e do feedback (retorno) com a opinião pública e os órgãos governamentais e as autarquias, em relação à transparência.

Desde o início do mandato do prefeito José Luiz Alves Antunes (Mandiocão), a cidade de Rio Bonito tem testemunhado o confronto entre as forças políticas da oposição e da situação, que colocaram o Poder Executivo e o Legislativo municipal num conflito, que foi iniciado nas Eleições 2016 e que parece não ter mais fim. No meio da guerra, a lista dos cargos comissionados do poder executivo foi exposta nas redes socais, o que provocou a exoneração de todos na última semana de julho de 2017.

Diante do quadro atual, objetivando conquistar o apoio da opinião pública em relação aos atrasos nos repasses do desconto previdenciário dos servidores públicos, o IPREVIRB (Instituto de previdência dos servidores públicos municipais de Rio Bonito), através do diretor presidente, JOSÉ ANTONIO CARDOSO, abriu as portas para a transparência, enviando sua folha de pagamento mensal e as despesas, dando o primeiro passo para a transparência pública na esfera municipal, cuja planilha segue abaixo:

 

 

DIRETORIA MATR. CARGO SALÁRIO
AÉCIO RODRIGUES LOPES JUNIOR 3145 DIRETOR ADMINISTRATIVO R$6.880,00
CIRINEU PAES DE ALMEIDA 599 DIRETOR FINANCEIRO R$6.880,00
DENISE DE SOUZA MONTEIRO RAMOS 10071 DIRETORA R$6.880,00
GUSTAVO DA SILVA LOPES 10069 PROCURADOR R$6.880,00
JOSÉ ANTONIO CARDOSO 7059 DIRETOR PRESIDENTE R$6.880,00
SERGIO RICARDO LOPES DE MORAES 12027 DIRETOR DE SEGURIDADE R$6.880,00
SUB-TOTAL: R$41.280,00
CONSELHO FISCAL MATR. CARGO SALÁRIO
FRANÇOIS RANIERI MENDES FELIX 12155 CONSELHEIRO FISCAL R$600,46
MARCOS ANTONIO VELASCO BRAGA 17 CONSELHEIRO FISCAL R$600,46
WALTER LOPES TERRA 12159 CONSELHEIRO FISCAL R$600,46
SUB-TOTAL: R$1.801,38
CONSELHO DELIBERATIVO MATR. CARGO SALÁRIO
ARNALDO RODRIGUES DA SILVA 11249 CONSELHEIRO R$600,46
GENESIS MENDES 10067 CONSELHEIRO R$600,46
GEREMIAS AZEVEDO GUIMARÃES 22 CONSELHEIRO R$600,46
MARIA DALVA SANTOS DE OLIVEIRA 10068 CONSELHEIRO R$600,46
SAMUEL GOMES DE OLIVEIRA 7 CONSELHEIRO R$600,46
SUB-TOTAL: R$3.002,30
COMISSIONADOS MATR. CARGO SALÁRIO
ELISEU HENRIQUE TEIXEIRA 1042 CONTROLE INTERNO R$1.500,00
GUILHERME ARTHUR DE PAULA MELO 10050 ASSISTENTE R$880,00
LIVIA CARDOSO OLIVEIRA AMARAL 7112 ASSESSORA FINANCEIRA R$4.200,00
LUCIA HELENA DA SILVA 70896 ASSISTENTE R$950,00
RAINA BEZZI DE ALMEIDA 12031 ASSISTENTE R$880,00
TATIANA PIO BORGES PEIXOTO 12016 ASSESSORA R$4.200,00
VERÔNICA FERREIRA MACHADO VALADÃO TOSTES 7073 ASSISTENTE R$880,00
WIARA ROSADA COSTA 12032 ASSISTENTE R$950,00
SUB-TOTAL R$14.440,00
SERVIDORES EFETIVOS MATR. CARGO SALÁRIO
ALESSANDRA JOICE RAMALHO NOGUEIRA RONZANI 946 EFETIVO DA AUTARQUIA R$937,00
ANDREA IBRAHIM ROLEMBERG 949 EFETIVO DA AUTARQUIA R$937,00
GABRIEL MARTINS DIAS 948 EFETIVO DA AUTARQUIA R$937,00
RAFAEL PEIXOTO LOURENÇO 942 EFETIVO DA AUTARQUIA R$937,00
RODRIGO ANTONIETO DUTRA NASCIMENTO 944 EFETIVO DA AUTARQUIA R$937,00
SUELI LIMA DE ALMEIDA 945 EFETIVO DA AUTARQUIA R$937,00
THIAGO HOSANA FREIRE 943 EFETIVO DA AUTARQUIA R$937,00
YURI MORAIS DOS SANTOS 941 EFETIVO DA AUTARQUIA R$937,00
SUB-TOTAL: R$7.496,00
CUSTO TOTAL DA FOLHA DE PAGAMENTO MENSAL – 2017 R$68.019,68
Despesas Administrativas + atrasados de maio, junho e julho de 2017. R$39.171,90
TOTAL R$107.191,58

 

Por fim, deixei de mencionar os atrasos do último trimestre do governo Solange Pereira de Almeida, uma vez que o prefeito procedeu o pagamento parcial da dívida, levando, inclusive, sua comitiva para dentro do IPREVIRB diante dos holofotes da imprensa local.Na prática, se analisarmos a média dos descontos das licenças médicas, concluiremos que os valores estão entre R$100.000,00 a R$119.000,00. Dessa forma, a manutenção administrativa dos contratos e das despesas fixas da autarquia ficam comprometidas, tendo em vista seu custo mensal, computado em R$107.191,58. Assim, após a análise do fluxo de caixa do IPREVIRB, nota-se que o prefeito está trabalhando de forma equivocada na aplicação dos descontos, comprometendo a manutenção do fundo previdenciário e o pagamento dos aposentados.É importante atentar para o fato de que o IPREVIRB é uma autarquia autônoma, enquanto o Município de Rio Bonito tem a obrigação de realizar o repasse mensal para o instituto, não podendo realizar qualquer desconto, salvo as previsões legais. O problema é que o prefeito está concedendo licenças médicas, sem a verificação pericial, descontando-as nos repasses, sem a especificação e o motivo dos descontos. Assim, em função dos atrasos, a PMRB já sofreu o primeiro arresto, que poderá declinar no crime de apropriação indébita previdenciária.

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

 

 

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Câmara Municipal de Rio Bonito tentou acabar com o Mandiocão de todas as formas e fracassou

Enquanto que, na teoria, a Câmara Municipal de Rio Bonito é o lugar em que dez pessoas, eleitas pelo povo, fiscalizam e decidem o melhor caminho para os 57.000 habitantes da cidade, na prática, a Câmara Municipal de Rio Bonito é o lugar em que a maioria das dez pessoas, eleitos pelo povo, decide o melhor para eles mesmos, destruindo o futuro dos 57.000 habitantes da cidade, incluindo as futuras gerações, quando falamos da saúde e da educação.

Por outro lado, a imprensa local está de olho nas nomeações do Mandiocão, que exonerou todo mundo há uma semana atrás, no final de julho de 2017. Todavia, eu gostaria que essa mesma imprensa se dedicasse à publicidade das nomeações dentro da Câmara Municipal de Rio Bonito, que parece uma caverna, isolada do mundo real, tratando-se da transparência e da comunicação com a sociedade.

Até hoje não compreendi os dois pesos e duas medidas da Câmara Municipal de Rio Bonito, que aprovou todas as contas da Solange Pereira de Almeida até agora, mas reprovou as do Mandiocão. O detalhe é que a ex-prefeita, por mais ilógico que pareça, consumiu o orçamento público todo, deixando uma dívida R$55 milhões, sem construir um legado. Por outro lado, o Mandiocão tem elefantes brancos construídos, fez seu legado, mas investiu um pouco mais dos 24% na saúde e na educação, ficando abaixo do mínimo estabelecido por lei, que são 25%.

Sem os cargos comissionados e o apoio do Mandiocão, os vereadores de Rio Bonito farão canibalismo para sobreviverem ao longo do mandato. Logo, só falta o caldeirão, as danças tribais e muito molho para amolecer a carne, porque falta voz, propósito, conteúdo e qualidade para se fazer oposição ao governo, mesmo com a maioria na casa legislativa.

Por fim, depois dos fracassos contínuos na tentativa de acabar com a carreira política do Mandiocão, acho que está na hora de aparecer um vereador capacitado, para tirar a presidência da Câmara Municipal do Reis. O problema é a latente incapacidade política e financeira para a missão, pois, mantê-lo no cargo está cômodo. A questão é saber até quando? – E a opinião pública delira com a possibilidade no imaginário humano.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Com supersalários no passado, IPREVIRB ainda não pratica a transparência com a sociedade e os aposentados

Criado em abril de 2000, no governo de Solange Pereira de Almeida, o IPREVIRB (Instituto da Previdência dos Servidores Públicos do Município de Rio Bonito) ficou por 12 anos sob a mesma gestão e no anonimato para a opinião pública, mantendo o salário bruto do presidente no valor de R$33.000,00. Ao longo do governo Mandiocão de 2004 a 2012, o prefeito manteve o IPREVIRB intacto, respeitando sua autonomia, mesmo diante da influência direta da Câmara Municipal e do grupo político da Solange na autarquia, cujos cargos da diretoria e do conselho fiscal transitavam por um grupo seleto, cuja maioria se mantem até hoje nos quadros, ora como diretor, ora conselheiro e ora presidente.

Em 2013, no início do mandato da prefeita Solange, houve a mobilização política dentro dos poderes executivo e legislativo municipal, objetivando alterar a diretoria, desfragmentar as regalias da presidência para a criação de mais cargos, para atender a demanda dos pedidos políticos, principalmente dos vereadores. O processo demorou 03 anos para ser executado, materializando-se em 2016, com a reformulação jurídica e administrativa completa do IPREVIRB. Dessa forma, o cargo com a remuneração de R$33.000,00 caiu para R$6.880,00, mais as ajudas de custo da autarquia. O problema é que a despesa concentrada em R$33.000,00 anteriormente foi desfragmentad em vários cargos, cuja soma dos salários e dos encargos é muito superior ao dobro do supersalário anterior, enquanto que a autarquia continuou com seus problemas financeiros, principalmente, na hora de pagar o aposentado.

Buscando atender seu público alvo, em nome da transparência, no meio do conflito entre o prefeito e a maioria dos vereadores, o instituto já registrou seu domínio na internet, através do endereço www.iprevirb.com.br. O problema é que o site está em MANUTENÇÃO, sem a divulgação dos salários e dos cargos da atual gestão, que insiste em bater na tecla dos supersalários do passado, ignorando as máculas provocadas pelos arranjos políticos de 2013 para cá.

Por fim, na briga entre o IPREVIRB e o Prefeito Mandiocão, quem sai perdendo é o aposentado, que se tornou uma vítima do sistema econômico e político.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior