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Com o aumento da gasolina, o governo Temer intensificou o desemprego e a crise econômica

O aumento no preço do litro da gasolina para o valor de R$4,19, provoca um efeito em cascata para todos os setores, tendo em vista que há uma relação diretamente proporcional no frete e em toda logística do transporte nacional, que é focalizado nas rodovias. Dessa forma, o fabricante, os distribuidores e os vendedores incorporam os encargos na venda, transferindo a sobrecarga tributária repetidas vezes, até o produto chegar às mãos do consumidor. Assim, a unidade da latinha do refrigerante, que custa aproximadamente R$1,59 no atacado, salta para o preço final entre R$4,50, podendo chegar aos R$7,00 para o consumidor nas lanchonetes e restaurantes. Todavia, se calcularmos a carga tributária e o seu impacto no aumento dos combustíveis, o consumidor ficará assustado, porque ele descobrirá que o Estado consome direta e indiretamente 42,7% de tudo que é produzido e conquistado com o suor do seu trabalho, sem dar qualquer contrapartida no mundo real, salvo os conchavos, os apadrinhamentos e a cooperação financeira entre os políticos.

Como o agronegócio tem sua logística concentrada no transporte ferroviário, os maiores prejudicados serão os setores da indústria e do comércio, que estão concentrados na região sudeste, que são muito dependentes do transporte rodoviário para a distribuição e a revenda no restante do país. Em suma, o valor do atacado e do varejo aumentarão, enquanto que as empresas terão que fazer cortes para compensar o fluxo de caixa e o lucro, restando a única opção mais viável, que é a demissão, o que aumentará o desemprego e os gastos do governo com a seguridade social, além de ter impacto direto no comportamento do mercado consumidor, que há conta com 68 milhões de inadimplentes em 2017, conforme o CERASA e SPC.

A política econômica brasileira está fechando vagas de emprego, quando deveria abrir mais, focalizando o incentivo do consumo e a tributação por demanda. Mas, o governo focaliza a liquidação da economia nacional, aplicando altas taxas de juros para atrair o investidor estrangeiro, fechando as portas para as portas para as empresas nacionais. Isso é tangível para os cariocas, quando andam pelo centro do Rio de Janeiro e se deparam com as lojas e as salas comerciais fechadas. Entretanto, nada disso faz diferença para as metas do Banco do Central e do Ministério da Fazenda, que precisam fazer a política econômica para manterem a elite na ponta da pirâmide, no meio de uma crise política na Presidência da República, que está custando R$15 bilhões aos contribuintes. No final, as ações na bolsa de valores e os papéis do tesouro nacional valem mais do que sua própria nação.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Preocupados com a reforma da previdência, os brasileiros perderão seus direitos trabalhistas com a aprovação da terceirização no Congresso

terceirizacaoMeu caro leitor, eu ainda consigo me surpreender com a reação da opinião pública brasileira, embora o mecanismo de resposta esteja seguindo o planejamento adotado pelas forças econômicas e políticas, que evidenciam um tema polêmico, tipo a reforma da previdência, para liberar a terceirização de todas as atividades-fim dentro do Congresso Nacional, passando por cima das garantias trabalhistas, através de um caminho constitucional paralelo. Assim, por exemplo, uma escola poderá terceirizar a prestação dos serviços dos professores, das merendeiras, dos supervisores, colaboradores da limpeza e dos serviços gerais, dando margem legal para a anulação do 13º salário, FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) e férias, uma vez que as pessoas jurídicas não possuem as garantias trabalhistas das pessoas físicas.

Após 06 anos da investidura fracassada dos barões da indústria e do comércio paulistano e carioca pela terceirização no governo Dilma Rousseff, os empresários materializaram seus planos, através do governo do presidente Michel Temer, que não recebeu um único voto através da democracia, pagando sua parte na contrapartida da manutenção do político do PMDB no cargo, quando o Brasil deveria ter ingressado numa nova Eleição Presidencial, após o impeachment de julho de 2016.

Enquanto a imprensa te mantém focalizado nos possíveis 40 anos de contribuição e na aposentadoria pós-morte, a privatização da CEDAE foi aprovada na ALERJ, a Presidência da República focalizará a reforma previdenciária no âmbito privado e nos servidores públicos federais, deixando os Estados e Municípios encarregados das suas reformas no momento oportuno. Mas, a pior parte é saber que o governo cortará na carne do trabalhador, deixando de recolher R$417 bilhões das empresas, que não recolheram ou fizeram o recolhimento da forma errada, com o Bradesco na liderança, com seus R$700 milhões em dívidas junto ao INSS (Instituto Nacional da Seguridade Social).

Por fim, a propaganda do PMDB já está no ar, justificando cada ato calculado como necessário para o futuro da sociedade e do mercado nacional, quando uma minoria, composta por executivos, banqueiros e políticos, se beneficiará com lucros majorados, ao custo do tempo de vida dos trabalhadores brasileiros, que se mobilizam pelas causas certas nos momentos errados, porque um grupo de consultores em marketing e estratégia econômica decidiram as portas fechadas dentro do Palácio do Planalto.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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A Argentina de Macri assume a inflação acelerada e prioriza a transparência

Enquanto que o Palácio do Planalto, em conjunto com o COPOM (Comitê de Política Monetária) e o BANCO CENTRAL DO BRASIL, não assume que a inflação está muito além dos índices apontados pelas vias oficiais, a Argentina, sob a presidência de Macri, faz questão de assumir a realidade da economia, decidindo expedir novas cédulas do peso argentino, nos valores de 200, 500 e 1000 pesos, a partir de 2017. Até então, a nota mais alta da moeda argentina era de 100 pesos.

A inflação está afetando quase todas as economias do planeta, independentemente do porte e do sistema econômico escolhido, salvo a Inglaterra, cuja Libra Esterlina é calculada através do ONÇA TROY ou em cima do ouro.

Atualmente, 1 ARS (Peso Argentino) corresponde a R$0,30 ou US$7,44 (sete dólares, e quarenta e quatro centavos americanos).

De forma muito transparente, Macri está assumindo perante o mundo e o mercado que a Argentina está com a inflação acelerada, enquanto que serão necessários mecanismos maduros e equilibrados, com a sociedade, para que sejam solucionados. Todavia, em contrapartida, a decisão do Governo Argentino deixou as economias dos países da América do Sul expostas perante o mercado internacional.

Por fim, se a economia não der a resposta esperada por Macri, a Argentina terá que cortar um dos zeros das suas novas notas, objetivando reiniciar todo o ciclo econômico artificialmente. Entretanto, os desafios da Argentina são muito parecidos com os do Brasil, tendo em vista que o único caminho correto é a criação de milhares de vagas de emprego, a capacitação da mão-de-obra e o empreendedorismo, focalizando o setor dos serviços e o comércio.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Com otimismo, o Brasil só sairá da depressão econômica em 2019

Como o brasileiro pode fazer meta para 2016, recebendo salário mínimo e pagando impostos diretos e indiretos na proporcionalidade superior aos 33% do seu ganho mensal? – Só com milagre, crediário nas Casas Bahia e muita sorte, para que nada aconteça de extraordinário entre uma compra e outra. Embora pareça estranho o raciocínio, foi justamente nessa lógica de consumo que o Brasil se manteve nos últimos 20 anos, tratando-se da economia interna e do Bolsa Família.

O Brasil não pode abrir mão do bolsa família, mesmo com as pedaladas fiscais, tendo em vista que a indústria registrou o índice de regressão em 8%, enquanto que o governo assumiu a inflação, nos últimos 12 meses, em 10,72%, com a estimativa do aumento progressivo em 6,5% para 2016, se as metas forem atingidas de um lado, e os Estados e Municípios economizarem do outro. Todavia, os especialistas já calculam uma prévia de 33 meses de crise, considerando a intervenção do Banco Central a cada trimestre. Logo, os 6,5% de inflação, possivelmente, fecharão em 12% até dezembro de 2016, salvo o fato de acontecer um milagre na balança comercial, batendo SUPERÁVIT a cada trimestre, o que exigiria a injeção de mais dólares americanos por parte do governo, que ocasionaria uma nova sequência das pedaladas fiscais, objetivando conter um buraco de um lado, criando outro na dívida pública interna.

Em suma, a tendência do mercado é piorar, enquanto que ainda há muita água para chegar ao fundo do poço. A situação econômica se intensifica, quando o governo, depois de elevar a alíquota dos impostos, concede o aumento do salário mínimo nacional, aumentando a carga tributária e trabalhista das indústrias, que já estão pagando a conta por parte dos combustíveis, dos fretes e da energia. Enquanto que o governo assume a inflação de 10,72% em 2015, que serão 17,22% com a sequência em 2016, o mercado interno está encolhendo sua fatia do lucro na produção e na competitividade nacional e internacional, sofrendo com a inflação real superior aos 22% nos últimos 12 meses. Logo, a única alternativa da indústria e do comércio é demitir, para compensar o fluxo de caixa, focalizando a sobrevivência tributária.

Para agravar a situação, considerando a carga trabalhista e os impostos diretos e indiretos, a indústria e o comércio estão levando a facada média de 38%, se igualando aos índices tributários dos países com a melhor qualidade de vida do mundo, tais como a Suécia, a Noruega e a Suíça. Em suma, seguindo a linha da desigualdade tributária, onde a classe média e empresarial bancam o sistema para que os milionários e os assalariados paguem nada ou muito pouco, o governo deixará de arrecadar mais, por causa da alíquota aplicada na economia. Se a política interna focalizasse o emprego e a participação proporcional em todos os níveis de rendimento, o Estado poderia reduzir a média da alíquota dos impostos no teto máximo dos 22%, proporcionando maior incentivo na geração das novas frentes do trabalho formal, deixando a economia interna compensar e investir em si mesma, através do fluxo do capital. Entretanto, a ortodoxia política e governamental jamais praticaria tal mecanismo, porque a tradição brasileira se baseia na elevação das alíquotas para aumentar a receita, sem cortes nos Ministérios, Secretarias e departamentos públicos. No Brasil, a meta da eficiência tem lógica contrário ao restante do mundo, pois o departamento que é eficiente, fazendo o máximo com o mínimo, sofrerá cortes no orçamento no ano seguinte.

Por fim, em 2016, a fila do desemprego aumentará por culpa do governo e da sua estratégia econômica e financeira, que liquida o país para o investidor estrangeiro ficar mais rico e com pouco risco no mercado. O problema é que não basta injetar dólares americanos do tesouro no mercado para atrair a caça, quando o mercado é o resultado dos indicadores de liquidez, eficiência, remuneração, lucro bruto e líquido das empresas.  A lógica do governo funcionou por 12 anos, com a PETROBRÁS em alta, a Vale liderando o mercado da mineração, além das obras superfaturadas das Olimpíadas e da Copa do Mundo de 2014. O problema é que o mercado nacional não possui empresas de peso para apresentarem os indicadores atrativos para investimento, com exceção da AMBEV, FRIBOI, ITAÚ e BRADESCO.

A solução do governo será compensar a fila do desemprego, ampliando o suporte do Bolsa Família, aumentando o exército dos dependentes, seguindo a mesma lógica com os refugiados. Com otimismo, a economia só se estabilizará em 2019, com a indústria e o comércio se arrastando para sobervevirem às falhas na gestão por parte dos nossos governantes. Ironicamente, só ganhará dinheiro, quem tem muito capital para investir, principalmente no ramo do agronegócio e na indústria bélica e da defesa, cujos setores estão em desenvolvimento no Brasil, materializando acordos com a China, Estados Unidos, Suécia, Israel e Panamá.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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AÉCIO MOURA será a oportunidade de Rio Bonito provar se deseja mudança e ética na política

Aécio Moura, com sua esposa, Viviane, e as netas, Sara e Esther.

Aécio Moura, com sua esposa, Viviane, e as netas, Sara e Esther.

Com a cidade andando à passos de tartura nos últimos 25 anos, mantendo a política dos contratos temporários e dos cargos comissionados, focalizando a manutenção do exército eleitoral, independentemente de quem tenha sido o governante, Rio Bonito enfrenta uma crise financeira, seguindo a mesma tendência e o discurso dos governos, na esfera federal e estadual. Entretanto, a maior de todas as crises é, justamente, a ética e a moral, com uma sociedade que grita e exige mudanças, mas, na hora de praticar o discurso, o cidadão prefere seguir o caminho mais simples e prático, que é justamente manter o sistema como está. A alegação é bem simples: – Não aparecem nomes de candidatos que queiram se comprometer com a ética, a transparência e a moralidade na política. Seguindo tal lógica, os dois principais grupos políticos se digladiam numa verdadeira luta na lama durante o período eleitoral, falando mais mal do outro do que apresentando propostas reais e que deveriam ser cumpridas, principalmente, diante das circunstâncias da desculpa atual para nada se fazer: “A CRISE ECONÔMICA”, que parece se apresentar em todos os setores, com exceção das usinas do asfalto, na distribuição da energia elétrica, na venda dos combustíveis, e, por fim, nos recursos hídricos.

A pré-candidatura do AÉCIO MOURA traz á sociedade riobonitense a oportunidade do depósito do voto, objetivando a ética e o idealismo almejado pela categoria dos empresários riobonitenses, tendo em vista que o pré-candidato é muito respeitado no mercado local e regional, por atuar na área da construção civil e imobiliária. Sua força está justamente na autonomia e na indepedência do sistema, cumulada com a forma transparente que mantém seus negócios, bem como a vida religiosa e familiar.

Tive a oportunidade de conversar com o AÉCIO MOURA por, aproximadamente quatro horas, sem interrupção. Realmente, meus olhos brilharam com suas ideias e propostas, não no caso de ser eleito, mas na forma que o mesmo conduzirá sua campanha, caso a convenção do PDT mantenha seu posicionamento quanto sua pré-candidatura ao cargo de PREFEITO. Ele defende uma campanha sem palanque, baseada no corpo a corpo, focalizando pequenas e médias reuniões com a sociedade e a participação do eleitor. Ele não aceitará qualquer quantia por parte da pessoa jurídica (empresa), objetivando manter a transparência e a independência necessárias para gerir a cidade, evitando-se, assim, as tradicionais exigências dos nomes nas secretarias e na dinâmica da máquina pública. Aliás, ele afirmou, também, que não comprometerá seu patrimônio na campanha. Nesses casos, será uma campanha limpa e livre.  Em suma, a campanha dele já será sem qualquer comprometimento financeiro com os patrocinadores, ou político com o partido. Dessa forma, ele dá o primeiro passo para um governo limpo, livre, ético e transparente.

Durante nossa conversa, refletimos sobre a atual condição do Município de Rio Bonio, mencionando a dívida do IPREVIRB, o CAUC, a folha de pagamento da Prefeitura, a necessidade da redução do número das secretarias municipais, bem como dos cargos comissionados, objetivando a melhoria nos serviços públicos e na qualidade de vida do riobonitense, através do controle dos ativos, a diminuição dos passivos (despesas) e o fluxo de caixa do Município. Nota-se, pela linguagem contábil e financeira, que o AÉCIO MOURA almeja levar para o setor público toda sua experiência empreendedora no setor privado.

Quanto aos pré-candidatos ao cargo de VEREADOR, o AÉCIO MOURA fará questão de manter as mesmas regras e condições, objetivando manter a coerência nas propostas nos Poderes Executivo e Legislativo, navegando contra a correnteza da política do apadrinhamento e da compra do voto, combatendo a corrupção.

Por fim, o AÉCIO MOURA já está expondo as necessidades e as obrigações de um político no exercício da função pública, antes mesmo de oficializar sua candidatura, deixando bem claro que a ética e a moralidade precisam ser praticadas, exigindo exemplos e atitudes no cotidiano. Suas propostas e metodologias demonstram ir de encontro as necessidades reais da nossa cidade. Entretanto, só o futuro dirá se a sociedade riobonitense quer relamente a mudança, ou se o discruso ficará limitado à palavra, porque, no final, é a maioria dos votos válidos que decidirão.

Eu acredito no AÉCIO MOURA e o apoiarei por suas ideias e pelo seu exemplo como pai de família, empresário e cidadão.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

 

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A CNEC procura parceiros para vagas de estágio em Gestão em RH e Processos Gerenciais

A CNEC RIO BONITO procura parceiros para disponibilizarem vagas de estágio na área da Gestão em RH (Recursos Humanos) e Processos Gerenciais, através dos convênios. Dessa forma, o acadêmico ganha a oportunidade de colocar o conhecimento teórico na prática, enquanto que a empresa se torna competitiva com a troca de experiência na gestão de pessoas. No final, todos ganham, incluindo o próprio mercado de trabalho e de consumo.

Todas as empresas, tanto em Rio Bonito quanto na região, são potenciais agregadores de valor nos negócios e na aprendizagem, desde os microempreendedores individuais até as grandes empresas. Assim, incluímos como potenciais parceiros a CDL, a ASCIRB, as prefeituras, as  Câmaras dos Vereadores, o comércio, os serviços, a indústria e o agronegócio. Em suma, onde há relação com pessoas e com negócios, há oportunidade de estágio e crescimento econômico. Por isso, meu conselho é que invistam nessa ideia. Não vejam como custo, mas como um investimento para sua empresa e toda sociedade.

Para maiores informações, façam contato com a CNEC EAD –  polo Rio Bonito:

Alessandra Joice R. Nogueira
Responsável pela captação Cnec Ead
Email: cead.captador.riobonito@cnec.br
Tel: (21) 99907-7552.

 

Nadelson Costa Nogueira Junior