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Inspirado no exemplo da vereadora Marlene, Rafael Caldas investe no trabalho voluntário no Rio do Ouro

16708306_162241357612886_4441334804800153241_nCom 48 horas após a publicação da resenha, que apontava o exemplo da vereadora Marlene Carvalho Pereira na fiscalização dos serviços públicos e na atuação dentro do bairro da Serra do Sambê, o vereador Rafael Caldas, popularmente conhecido como Rafael do Rio do Ouro publicou sua atuação na pintura do quebra-molas no bairro do Rio do Ouro, apontando para o fato de que está acompanhando a leitura da opinião pública e buscando exemplos positivos para se espelhar e replicar na sociedade.

O vereador Rafael Caldas, filiado ao PT do B, está no seu primeiro mandato, obtendo 1051 votos nas urnas, demonstrando lealdade e respeito ao deputado estadual Marcos Abrahão, que o apoiou diretamente na última eleição, assumindo a posição de mentor e conselheiro. Ele está entre os 07 vereadores que votaram na manutenção do vereador Reginaldo Ferreira Dutra na presidência da Câmara Municipal pelo terceiro biênio consecutivo. Mesmo diante do carma gerado perante à opinião pública com a escolha do presidente da Câmara Municipal, vejo-lhe com possibilidades de progressão na carreira política.

16711839_162241350946220_1306241263466606380_nO vereador compreendeu a força da comunicação social e do trabalho de imagem dentro da política, sentindo o peso das decisões prematuramente. O simples fato dele tentar acompanhar o modelo de trabalho da vereadora Marlene Carvalho Pereira, já deve ser considerado como um avanço e a possibilidade de uma futura aliança dentro da Casa Legislativa com a liderança do governo.

Por fim, como pai, marido, filho e cidadão, ainda acredito no potencial das pessoas, desde que haja o exemplo para que possam se espelhar. O Rafael Caldas merece uma observação mais detalhada por parte da opinião pública, tendo em vista que foi o primeiro da nova geração a demonstrar alguma preocupação com a opinião pública, mesmo que seja tardia. Os outros seis vereadores que votaram no Reis para a presidência, continuaram no silêncio, no egoísmo e na esperança de que tudo caia no esquecimento, mesmo com as redes socais para registrarem as memórias no tempo e no espaço.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Fátima Mendonça garantiu a continuidade na Comunicação Social do Município de Rio Bonito

Fátima Mendonça, ex-secretária municipal de comunicação da PMRB.

Fátima Mendonça, ex-secretária municipal de comunicação da PMRB.

Na concorrência existente entre os grupos políticos, em suas entradas e saídas do governo, os arquivos dos computadores são delatados, alguns documentos desaparecem e os protocolos da transmissão do poder são passados de um prefeito para outro, através da solenidade da entrega das chaves, que a ex-prefeita não o fez em 2017, incluindo a transição. Só quem acompanha os bastidores do governo e do serviço público entenderá a complexidade de se começar um governo em Rio Bonito, com ou sem transição, porque é preciso ter muita dedicação e conhecimento de rede para juntar as peças do quebra-cabeça administrativo para reorganizar e colocar as coisas no seu devido lugar, mesmo com a existência das secretarias municipais de planejamento e gestão pública, porque a Prefeitura está na idade da pedra, quando o mundo se encontra globalizado e na era digital.

Fazer a comunicação social de uma organização pública não é uma tarefa fácil, principalmente, tratando-se da PMRB (Prefeitura Municipal de Rio Bonito), com sua diversidade nas secretarias, departamentos e setores logísticos e administrativos, enquanto que suas funções vão muito além da construção das resenhas e da assessoria de imprensa, uma vez que a secretaria de comunicação social é responsável pelas relações públicas, pelo endomarketing e marketing, o trabalho da imagem institucional perante a sociedade civil, pelo cerimonial na recepção das autoridades nos eventos públicos, sendo-lhes abertos ou fechados, e pelas pesquisas da qualidade de satisfação do cliente (cidadão), o que deveria incluir o serviço da ouvidoria.

Mas, num circuito descontrolado, onde o caos parece imperar, vislumbrando tradicionalmente sabotar os governos sucessores, a ex-secretária de comunicação, Fátima Mendonça, teve a postura ética e coerente de transferir o site do Município de Rio Bonito, com seus protocolos de acesso e as redes sociais, priorizando o Facebook, o Twitter e o Youtube. Ela seguiu os princípios da continuidade, da eficiência e da impessoalidade, que são partes dos pilares que definem a gestão pública. Ela não se apropriou da coisa pública, mesmo que fosse virtual, transferindo parte do capital do conhecimento e da informação, incluindo a complexa carteira dos contatos digitais, ao atual governo. Embora a postura da ex-secretária pareça óbvia ao leitor e ao cidadão, ela se torna latente pelo simples fato de que não houve tal reciprocidade em 2013, quando a tradição gestora da transmissão foi realizada, também, sem transição.

Por fim, o conhecimento institucional da PMRB não pode ficar retido nas mãos de um grupo político, porque seu patrimônio é dos riobonitenses e de toda a humanidade. A Fátima Mendonça compreendeu o tamanho da sua responsabilidade e se manteve fiel ao conceito filosófico e arquitetônico da secretaria de comunicação, materializado em seu planejamento estratégico. Assim, espero que o atual governo tenha a mesma postura ética, quando for transferir as chaves e os protocolos do Município, porque alguém tem que dar o primeiro passo e servir de exemplo positivo para as futuras gerações.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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A comunicação é alma de todo negócio, incluindo a política

images (23)A politica é simples assim: – Você lê a resenha, executa o raciocínio lógico A = B+C, faz a relação entre as variáveis, calcula a audiência, acompanha a margem de impacto e faz a avaliação da campanha desenvolvida. E assim, uma ação desenvolve a outra, como uma corrente. Isso é fazer e compreender a opinião publica. Todavia, existem limites éticos e lógicos que não podem ser ultrapassados. Um grande exemplo deste caso é o politico não ter realizado nada de importante no seu mandato e propagar que construiu castelos e que tudo está bem, quando a realidade é oposta à ideia vendida.

Existe outra vertente da comunicação social e do marketing que a maioria dos políticos ignora, quando executa suas campanhas, que são os indicadores sociais e a mensagem que a consciência coletiva do universo pesquisado transmite à sociedade. Logo, não basta vender a ideia ou o produto, se não fizerem o plano e o planejamento do marketing e a projeção da comunicação social, pois ocorrerão ruídos, que debilitarão todo o trabalho desenvolvido. Trabalhar com a opinião pública é uma via de mão dupla, principalmente, quando se utiliza as redes sociais e a internet como veículos. Talvez, essa seja a grande façanha da comunicação digital em relação aos jornais, que informam, comunicam e fazem opinião pública, mas não dão feedback (retorno), deixando o leitor com a ideia na mão e nada mais. É por tal motivo que os jornais americanos abraçaram o twitter e o facebook, focalizando a inclusão digital e o upgrade do veículo de comunicação conservador e tradicional, unindo o velho ao inovador.

Por fim, meu conselho é que valorizem as forças e não se esqueçam das fraquezas. Uma campanha limpa e transparente reconhece seus erros para tentar corrigi-los. Negá-los, será um ato infantil, que alimentara os oponentes, e afastará o eleitor do processo democrático, o que inclinará no voto em branco ou nulo, e na abstenção voluntária do cidadão nas eleições. Aliás, se compararmos as estatísticas das eleições brasileiras, nos últimos 12 anos, notaremos que mais de 20% dos eleitores já se excluíram do processo eleitoral, enquanto que os índices tendem a subir aos 30%.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior