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Tanguá passa pela madrugada do terror, com a explosão do caixa eletrônico do Banco do Brasil

whatsapp-image-2017-04-21-at-11-13-57Na madrugada desta sexta-feira, 21/04/2017, por volta das 03:30 horas, uma quadrilha explodiu a unidade dos caixas eletrônicos da Agência do Banco do Brasil, destruindo a estrutura do banco parcialmente.

Conforme os relatos, a resposta da polícia militar foi imediata, enquanto que houve a troca de tiros, o que resultou na fuga dos meliantes do local do crime. Ninguém ficou ferido.

A tentativa do furto dos caixas eletrônicos do Banco do Brasil nesta madrugada se tornou a cereja do bolo no mês de abril de 2017, diante dos roubos e da violência aplicada por partes dos criminosos junto ao comércio e as residências localizadas à margem da BR-101, em Tanguá.

A verdade é que a economia está estagnada, enquanto que a única melhoria foi na propaganda política do PSDB e do PMDB. O Brasil registrou oficialmente o fechamento de 71.000 vagas de emprego formal em março deste ano, aumentando a fila dos desempregados de um lado, e o desespero do mercado e das famílias do outro.

18076977_1531587190246800_8136162656930554327_oPara piorar a situação, a ausência do dinheiro e do emprego provocou o aumento da concentração da renda nas mãos do governo e da elite, não sobrando muito para os usuários das drogas furtarem em seus lares e nas comunidades, o que provocou a inadimplência do tráfico de drogas, obrigando os traficantes à executarem os devedores de um lado, além de praticarem outros crimes do outro.

A solução para o problema não é imediata, mas paliativa, tendo em vista que o problema é de origem econômica, enquanto que a única garantia de proteção da sociedade está nas mãos dos bravos combatentes da política militar e civil, que não são valorizados pelos governos e pela imprensa convencional.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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A Criminalidade bateu à porta das famílias tradicionais rio-bonitenses, exigindo medidas preventivas

download-3Como escritor, eu evito escrever sobre a criminalidade no município de Rio Bonito, tendo em vista que esse tipo de tema vende facilmente, por retratar o medo e o terror urbano, alertando a sociedade e a marginalidade estrangeira, como se fosse o sinal do Batman, chamando o coringa. Todavia, as circunstâncias me obrigaram a quebrar o código, vislumbrando alertar os rio-bonitenses sobre o problema, incluindo suas causas e efeitos.

Ontem à noite, sábado, 10/12/2016, por volta das 21:00 horas, uma adolescente foi abordada por dois marginais, que estavam armados e de moto, na Rua Dr. João Batista, conhecida como a Rua do Antigo Laboratório Kramer, que possui acesso direto à BR-101,  no sentido ao Rio de Janeiro. Os meliantes levaram o celular da menina e, automaticamente, deixaram o trauma na vítima, na família e em todo quadrante, tendo em vista que a área é considerada calma, enquanto que parte das famílias tradicionais de Rio Bonito reside por lá, há gerações.

Conforme as informações prestadas até o momento, a família foi à 119ª DP de Rio Bonito, registrando a ocorrência do crime, enquanto que o sistema de localização do celular roubado está indicando que o aparelho se encontra no bairro da varginha, localizado em Silva Jardim.

O problema ético e moral do noticiário criminal é que, quando o jornalista divulga o fato, acaba fazendo a propaganda do terror e do medo dentro da sociedade, o que ganha muita força em Rio Bonito, que é conhecida por ser uma cidade pacata e hospedeira aos seus visitantes. Assim, a divulgação da criminalidade, por menor que seja, atrapalha a dinâmica econômica e financeira da região, saindo do campo da individualidade e penetrando no campo da coletividade.

Os rio-bonitenses precisam se sentar para refletir como chegamos aqui, tendo em vista que a criminalidade é o resultado da diversidade das variáveis intervenientes, que vão desde a evasão na educação até a falta de capacitação profissional e a ausência na inclusão da maior parte da população no mercado de trabalho, causando o desequilíbrio na segurança pública, provocando a construção das fortalezas privadas, dos guetos nas periferias e dos feudos nas cidades do interior. O problema é que a rua é pública, enquanto que todos possuem o direito de ir e vir, independentemente de serem marginais ou trabalhadores. Logo, é imperativo para o próximo prefeito, José Luiz Alves Antunes, popularmente conhecido como Mandiocão, intensificar e investir no monitoramento remoto, objetivando reprimir, preventivamente, a criminalidade na nossa cidade, que está abandonada por parte da Administração Pública na saúde, na educação, no desenvolvimento urbano e na promoção social. O mecanismo do monitoramento ajudaria e muito o policiamento da cidade, principalmente no furto dos carros e dos celulares.

No mais, acho que é importante ressaltarmos o fato de que a criminalidade explodiu nos municípios vizinhos, mas que a cidade de Rio Bonito está abaixo do padrão estatístico na última década, salvo os crimes da violência doméstica, que foram computados recentemente.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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A liberação parcial do aborto expõe um Brasil imaturo e frágil

abortoNo último dia 30/11/2016, o Supremo Tribunal Federal, através da primeira turma, que é composta por 05 Ministros, decidiu que não é crime praticar o aborto até o terceiro mês de gestação. A decisão é inédita e já provocou a reação dos diversos setores da sociedade civil. Todavia, ela não tem a força da Lei, tendo em vista que não foi levada ao plenário da suprema corte para a análise e votação, enquanto que a decisão da primeira turma já permite que os juízes elaborem suas sentenças seguindo a mesma tendência até o terceiro mês de gestação, aplicando a tese defendida pelo código de defesa biogenético. Entretanto, os magistrados ainda possuem liberdade na interpretação até que a matéria seja analisada pelos 11 ministros do STF, no plenário.

Embora a decisão já tenha impactado diretamente na opinião pública, o aborto ainda continua sendo um crime previsto no Código Penal, cuja sua prática é permitida nos casos em que a gravidez gere risco de vida à gestante ou que seja resultado do estupro, exigindo o acompanhamento médico. Logo, diante do conflito momentâneo provocado pela primeira turma do STF entre sua decisão e a própria essência do código penal, os juristas, magistrados e promotores públicos estão diante de uma situação atípica e inédita, que gerará mais demandas na Justiça, colocando o tema na prioridade máxima para a votação e decisão final por parte do STF, salvo as alterações constitucionais dentro do Congresso Nacional, que será o caminho escolhido pelas instituições sociais e religiosas mais ortodoxas.

A liberação do aborto até o terceiro mês de gestação coloca os princípios éticos, morais e religiosos em conflito, embora o Estado deva ser laico. Por outro lado, até que ponto o Estado tem o direito de intervir na vida pessoal das pessoas? Assim, seguindo o conflito generalizado entre as ideias, as opiniões e os valores, o tema está criando uma armadilha para a sociedade brasileira, uma vez que a liberação parcial do aborto abre as portas do Judiciário e do Congresso Nacional para enfrentar temas pertinentes, tais como a eutanásia e a pena de morte, além de demonstrar o fato de que a engenharia genética brasileira está se desenvolvendo, levando o termo “aglomerado de células”,  aplicado pelos Ministros da 1ª Turma do STF durante o debate, à generalização da matéria-prima da vida, podendo acontecer o salto quântico entre o embrião abortado até à clonagem dos animais e seres humanos.

Salvo as ponderações já apontadas no código penal, os defensores do aborto apontam sua prática como o instrumento de combate à fome, miséria e desigualdade social, além de argumentarem a diminuição dos gastos do ente público com os orfanatos e as instituições correcionais, tratando as consequências do egoísmo humano, enquanto que as causas continuam sendo ignoradas. Independentemente da religião, era para o indivíduo se guardar e proteger, praticando o sexo seguro com o uso da camisinha, do DIU e das variáveis opções dos anticoncepcionais. Assim, o Brasil não teria que passar por tais adversidades e, sequer, pensar em abrir as portas para as decisões individuais, que gerarão o carma para a nação e as gerações futuras. Se seguirmos por tais argumentações lúcidas, vamos legalizar o tráfico de drogas e anular todas as capitulações do código penal, tendo em vista que não falta demanda, enquanto que os condenados se dizem inocentes ou vítimas do sistema.

Por fim, estamos discutindo o aborto, quando deveríamos investir mais no ser humano, através da educação e da saúde pública de qualidade, valorizando a família e própria humanidade.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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O Brasil está caminhando para a Guerra Civil

Não precisa ser expert em sociologia ou economia política para concluir que chegamos ao 3º estágio da estagnação econômica, que se desencadeará em todos os nichos da sociedade, assim como as drogas, as doenças sexualmente transmissíveis, a síndrome do pânico e a violência doméstica, que, por mais que tenham sido anunciadas e recebido bastante propaganda preventiva, ocorreram ao longo dos últimos 30 anos, se alastrando pela maior parte do planeta, ocupando o mesmo espaço da humanidade. Esse estágio foi conhecido pelo mundo em 1929, cujos historiadores e pesquisadores o chamam de DEPRESSÃO ECONÔMICA.

Para os leigos, a depressão econômica ocorre após um longo período de inflação, mesmo sendo controlada, que desencadeia o desequilíbrio na linha de produção, no estoque e no consumo, provocando os ajustes necessários por parte dos empregadores, que demitem em massa, para compensarem os buracos nas contas. O problema é que quanto mais gente é demitida, menor se torna o consumo. Quanto menor consumo, menor se torna a compra das mercadorias. Assim, as empresas continuam demitindo, até que o inevitável aconteça, que é a falência generalizada.

Na sociedade, a depressão econômica é anunciada com os efeitos do desemprego, que mantém as fórmulas supramencionadas, enquanto que o cidadão, que não tem opção, acaba ingressando na criminalidade para literalmente colocar comida em casa. Não satisfeito, o governo aumenta a água, a luz, os impostos e os tributos, sobrecarregando a indústria e o consumidor, que paga a maior parte da fatia na transferência dos encargos. Em suma, não precisa ser gênio para concluir que a violência e a criminalidade aumentarão, enquanto que os chefes de família cometerão suicídio nas áreas públicas, como uma forma de protesto. No caso do Brasil, a depressão foi oficialmente anunciada com a queda de 25% no consumo da cerveja no primeiro trimestre de 2016 em comparação com 2015. Isso quer dizer que o brasileiro está tentado se adaptar, deixando de beber nos bares, assumindo o último estágio da dieta econômica.

Não estamos vivendo uma simples inflação ou recessão econômica. Nós entramos na depressão econômica em outubro de 2015, quando o governo assumiu as pedaladas fiscais. Quando paralisaram a PETROBRÁS e as empreiteiras, independentemente das questões legais, paralisaram a maior parte da máquina econômica e produtiva do Brasil. Seguraram a válvula da corrupção por alguns meses, mas os políticos criaram uma crise econômica nos Estados Federativos e passaram a compensar os fornecedores e as licitações com o dinheiro da saúde e da educação, atrasando o pagamento dos servidores públicos e dos aposentados, sob a alegação da crise do petróleo com seus royalties.

Por fim, conforme a teoria geral econômica, a depressão econômica se agravará do estagio da inflação, do desemprego generalizado e da falência, para o aumento dos índices do suicídio, da violência doméstica e urbana, se alongando para a escarcez dos estoques, até que o nível máximo seja alcançado, que é a Guerra Civil. Logo, que sirva de alerta, já começaram os suicídios.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior