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Economia rio-bonitense está frágil e precisa se reinventar diante da crise

economia-criativaQuando o comércio rio-bonitense se apresenta de forma frágil no período natalino, fica latente que a bolha econômica construída em 2009, em função do COMPERJ, explodiu, enquanto que o sistema do salário mínimo não consegue mais sustentar os custos da alimentação, do aluguel supervalorizado e das necessidades básicas da família. A fragilidade econômica ficou mais latente, quando o Estado do Rio de Janeiro e o Município de Rio Bonito começaram a atrasar os salários ao longo do ano de 2016, deixando uma incógnita quanto ao pagamento do 13º salário até o último dia do ano.

Quando o comércio local assume sua fragilidade econômica no período do ano, que a maioria dos negócios aguardam o superávit, é porque torna-se necessário repensar a folha de pagamento e o plano de carreira dos colaboradores do setor privado, que são maiores em número dentro do mercado consumidor, mas que estão sobrevivendo entre as sucessões das dívidas, as contas sobrecarregadas tributariamente, os aluguéis acima da capacidade de renda da cidade, cumulada com a falta das novas oportunidades nos negócios e no mercado de trabalho.

Chegou a hora do comerciante, do empresário e do autônomo assumirem a responsabilidade parcial no caos econômico gerado em Rio Bonito. Os governantes dos últimos 24 anos possuem 50% da culpa e da responsabilidade, mas a sociedade e os setores econômicos também tiveram grande participação no processo, quando elevaram os aluguéis, o preço das mercadorias e dos serviços, mantendo padrão inverso em relação aos funcionários e suas respectivas famílias. Ao invés do leitor ver isso como um julgamento sumário, tecnicamente falando, a reflexão nos leva ao caminho inevitável da prática da RESPONSABILIDADE SOCIAL, que vai muito além da caridade travestida no marketing, através das ações nos orfanatos, hospitais e instituições beneficentes, uma vez que o conceito é cíclico e deve ser incorporado na mentalidade dos empresários, diretores, gerentes e chefes dos departamentos, objetivando cuidar dos colaboradores e de suas respectivas famílias, começando pela dignidade no salário e nos benefícios.

download-4Esse, também, é o momento para que o futuro governo já inicie seus trabalhos e projetos, focalizando maior proximidade da CDL (Câmara dos Dirigentes Lojistas), da ASCIRB (Associação Comercial e Industrial de Rio Bonito) e da sociedade civil, na busca por soluções aos problemas econômicos de Rio Bonito, que só serão resolvidos através da parceria com a iniciativa privada, vislumbrando a profissionalização, a capacitação, o treinamento e o desenvolvimento dos trabalhadores formais e informais, na reconstrução do mercado de trabalho local e regional.

Por fim, há um ditado judaico que afirma o seguinte: “Onde há crise, sempre haverá oportunidade.” A crise é latente, clara e evidente. Logo, precisamos tirar vantagem desse momento, que é uma crise generalizada, para potencializarmos nossas forças, diminuirmos nossas fraquezas, planejando o futuro para as próximas gerações, inovando e criando novas oportunidades e vagas de emprego.

 

Por Nadelson Cota Nogueira Junior

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Entenda o horário de verão e seus efeitos na economia sul-americana

horario-de-verao-02O horário de verão começará à meia-noite deste sábado para domingo, 16/10/16, logo, os relógios da região sudeste, sul e centro-oeste deverão ser adiantados em uma hora.

A medida tem como objetivo diminuir o consumo elétrico e energético no país, enquanto que sua aplicabilidade se manterá até o dia 19/02/2017.

O Brasil tem como meta a economia de R$147.500.000,00, conforme a expectativa da ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico), com o racionamento estimado em 3,7% nas regiões sudeste e centro-oeste, e 4,8% para a região sul, desde que não tenha que acionar as termoelétricas. Todavia, o maior inimigo será o clima do período, que gera maior luminosidade natural e, consequentemente, maior temperatura, principalmente, pelo fato do Brasil ser um país com clima equatorial e tropical, o que provoca o aumento do consumo da energia elétrica, por causa do uso do ar-condicionado e dos sistemas de climatização.

O principal foco do horário de verão é justamente o período das 18h às 21h, quando normalmente acontecem os picos no consumo de energia, que provocam as sobrecargas setoriais e os apagões, que podem durar minutos, podendo chegar a dias.

Analisando os efeitos do horário de verão na economia sul-americana, é latente o fato de que os brasileiros, possivelmente, sofrerão com o sistema das bandeiras e tarifas por parte da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANAEL), enquanto que considerável parte da energia economizada será redirecionada à Argentina, vislumbrando a manutenção energética do país, que depende estrategicamente do sistema elétrico brasileiro para manter-se, o que gera lucro ao setor energético, cujo capital é computado em dólares americanos. Por exemplo, só em janeiro de 2016, a Cammesa, operadora de energia elétrica argentina, importou do Brasil 153 MW.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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A Magia do Impeachment e as expectativas na economia

Conforme a ritualística legislativa, o impeachment deve ser recebido, com a sessão aberta, passar pela eleição no plenário, com maioria de 2/3 (dois terços) da Câmara dos Deputados. Após a eleição, o expediente deve ser encaminhado ao Senado para ser votado. Caso aprovado, nesta etapa, o presidente é afastado pelo prazo de 180 dias ou 06 meses, enquanto que o expediente será supervisionado pelo Excelentíssimo Presidente do Supremo Tribunal Federal. Em suma, o impeachment só pode tramitar sob a tese da prática do crime de responsabilidade, enquanto que será justamente essa a matéria analisada e julgada deste momento histórico adiante.

Conforme as estatísticas apresentadas pela imprensa, dos 513 deputados federais, 58,09% respondem processos na justiça, enquanto que, no Senado Federal, 60% dos 81 senadores se encontram na mesma situação.

Com a taxa de juros do cheque especial na casa dos 12,75% ao mês e 333% ao ano e a classe média endividada, os economistas mais otimistas esperam que o dólar retorne aos R$2,75, com o afastamento da Presidente Dilma Rousseff e a entrada do Presidente em Exercício, Michel Temer. Tudo num passe de mágica, mesmo com o barril de petróleo na casa dos US$48,00, e com a Petrobrás com 68% do valor de mercado comprometido, com as ações desvalorizando na Bolsa de Valores. Há uma contradição entre o idealizado no discurso político e a prática econômica nacional e internacional, enquanto que a gasolina teria que retroagir aos R$2,90.

Para intensificar o desafio econômico, as empreiteiras envolvidas nos escândalos estão proibidas de negociarem com o governo pelos próximos dois anos. Assim, só existem duas opções para o mercado interno: 01 – Anistiar as empreiteiras para que os trabalhos continuem em execução; ou 02 – Criarem mecanismos legais e constitucionais que possibilitem o remanejo das pessoas jurídicas penalizadas para outras, recém constituídas.

O governo Michel Temer terá que injetar dinheiro no mercado, para que o mesmo possa girar e movimentar a sociedade brasileira como antes da crise. Para tal, ele terá que movimentar o BNDES, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica. Todavia, há outro desafio, que seria o dinheiro para o financiamento. Todavia, eles já pensaram em tudo e fizeram a fusão do Ministério da Fazenda com o da Previdência Social. A lógica indica que o tesouro nacional fará novos movimentos com o dinheiro dos aposentados, como já vem acontecendo há bastante tempo em alguns Estados da Federação. Com tal fusão, o céu será o limite para realizar o ilusionismo.

No mais, vem aquela pergunta que poucos fizeram até agora: – Qual foi o crime de responsabilidade cometido por Dilma Rousseff? – No final, não importará mais, desde que o novo governo baixe o índice do desemprego, o dólar volte aos R$2,75, a gasolina retorne aos R$2,90 e os juros do cheque especial se estabilize abaixo dos 8% ao mês.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Quando o assunto é economia, o brasileiro é hipócrita

Não há sombra de dúvidas de que a economia brasileira prosperou no governo Lula de 2003 a 2010, enquanto que a Dilma Rousseff conseguiu manter o padrão dos indicadores econômicos até 2013. Esse período foi marcado pelo renascimento da construção naval e civil, bem como da habitação popular, cujos empreendimentos atraíram a atenção dos investidores estrangeiros. Assim, a cereja do bolo do crescimento econômico foi o PRÉ SAL e as promessas de altos ganhos e investimentos no petróleo brasileiro. Todavia, em 2014, o sonho acabou.

O primeiro sinal de que o inevitável aconteceria, foi quando a OGX, de Eike Batista, sofreu sua primeira retração no mercado internacional, provocando o impacto de -R$42bilhões  na balança comercial, logo no primeiro trimestre de 2014. O governo brasileiro injetou no mercado o mesmo valor para deixar a balança comercial em superávit. E o mesmo mecanismo artificial foi aplicado até o término das eleições presidenciais, no mesmo ano.

Da mesma forma que o governo brasileiro injetou dinheiro artificialmente para permitir o fluxo do capital (capital de giro) no comércio exterior, realizando empréstimos às nações do terceiro mundo, o sistema público seguiu a dinâmica, injetando dinheiro no setor industrial e no agronegócio, utilizando o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal e o BNDES. Em suma, o Brasil estava crescendo nos índices econômicos, mas o setor da produção e o energético continuaram na mesma estrutura, porque injetaram dinheiro no mercado, sem planejar a base das operações futuras, que corresponderiam na construção de mais indústrias e geradores de energia. Resumidamente, os empresários se aproveitaram dos empréstimos com juros baixíssimos para ganharem muito dinheiro, através do aço, do petróleo, dos fundos de investimento e da construção civil. Mas, conforme a lei da responsabilidade, o governo não poderia injetar dinheiro no mercado no ano eleitoral, logo, a onda iniciada pela OGX, com seu fracasso operacional no PRÉ SAL, se estenderia ao mercado brasileiro como um todo, porque o bolo do crescimento econômico era uma miragem, construída por banqueiros e especuladores financeiros.

Deixando as ideologias de lado, fico assustado, quando observo o comportamento humano e empresarial do brasileiro, que construiu prédios e casas com o empréstimo do governo, ganhando muito dinheiro, sem remorso ou culpa. Será que eles realmente acreditavam que o dinheiro estava saindo da própria economia? – Acho que não, porque dinheiro não dá pé e exige muito trabalho e planejamento. Por exemplo, a cidade de Rio Bonito – RJ, que possui 57.000 habitantes, teve uma majoração astronômica no mercado imobiliário por causa do milagre econômico e do COMPERJ: – O terreno, medindo 12 X 30, saltou dos R$30.000,00 para R$200.000,00, enquanto que o imóvel padrão com 02 quartos saltou dos R$60.000,00 para R$780.000,00. O problema é que a cidade continua com a mesma configuração econômica da década de 1980, com altos índices de desemprego e desigualdade social, que se agravaram com a crise no COMPERJ.

As pessoas se perguntam para onde foram os R$167bilhões das pedaladas fiscais. Se vocês olharem os imóveis fechados, com as placas de aluga-se  ou vende-se, as indústrias e demais empresas, que fecharam suas portas nos últimos seis meses, encontrarão a resposta. No final, é fácil culpar o governo e a economia, quando, na realidade, muitos executivos e empresários ficaram milionários, especulando, comprando e vendendo, com o dinheiro público, que era injetado continuamente em setores estratégicos. Logo, não é errado afirmar que a Operação Lava-Jato retirou a PETROBRÁS do circuito da corrupção, deixando o ambiente limpo para que qualquer pesquisador possa analisar e tirar sua própria conclusão.

Por fim, a sociedade precisa compreender que retornamos à realidade brasileira, sem marketing ou ilusões. Isso quer dizer que o imóvel que está sendo vendido por R$780.000,00 vale, na realidade, R$270.000,00, porque a economia brasileira é baseada no salário mínimo e na capacidade de compra do cidadão.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Os servidores públicos são peões no tabuleiro de xadrez do poder e na volta pela CPMF

Os servidores e a sociedade fluminense não compreenderam nada, quando o Governador em Exercício, Francisco Dornelles, demonstrou apoio público ao movimento da greve geral perante a mídia. A verdade é que o Governo do Estado do Rio de Janeiro está tentando fazer essa manobra desde outubro de 2015, para que a massa fosse para rua, exigindo o aumento e o pagamento dos salários dentro do calendário.  Resumidamente, o governo estadual usará o movimento da greve dos servidores como instrumento para persuadir a opinião pública e o governo federal , vislumbrando a liberação do quantum de R$1.000.000.000,00 (hum bilhão de reais) para tapar o buraco no RIOPREVIDÊNCIA.  Entretanto, a greve também terá a função de gerar o clamor público na sociedade brasileira, através da imprensa, para pressionarem a Câmara dos Deputados e o Senado na aprovação da nova CPMF, cuja receita fantasma já foi aprovada na  LDO deste ano, mesmo não existindo.

Pessoalmente, acho que o Governo do Estado do Rio de Janeiro assumiu sua posição de vanguarda dentro do movimento da greve e da crise, cuja propagação pela imprensa incentivará os movimentos nos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Espírito Santo, que terão o impacto profundo na sociedade, intensificando a crise econômica e política. No final, dirão que tudo foi em nome do resgate econômico, através da CPMF. A única questão nisso tudo é sabermos se os servidores alcançarão seus objetivos na greve, que são coerentes, reais e legítimos.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

DF - DILMA/MUNICÍPIOS/INVESTIMENTO - POLÍTICA - A presidente Dilma Rousseff,   acompanhada de seu vice, Michel Temer,   descendo a rampa para a cerimônia de   contratação de obras de saneamento do   Programa de Aceleração do Crescimento   (PAC) 2 em municípios com até 50 mil   habitantes, no Salão Nobre do Palácio   do Planalto, em Brasília, nesta quarta-  feira.   21/12/2011 - Foto: DIDA SAMPAIO/AGÊNCIA ESTADO/AE

A Economia só voltará a crescer, quando o Impeachment acontecer

Precisamos deixar a hipocrisia e as ideologias de lado nesse momento, para analisarmos a política nacional, que está afetando a economia e a vida de todos os brasileiros. Quando a Dilma Rousseff oficializou as pedalas, enviando o buraco bilionário nas contas públicas na casa dos três dígitos ao congresso nacional, ficou latente que não havia como jogar a sujeira para debaixo do tapete, mesmo com a aprovação, quando as planilhas do governo tinham sido reprovadas pelo Tribunal de Contas da União em 2015.

A verdade é que a Operação Lava-Jato fechou as portas da corrupção, da propina e dos mecanismos contábeis governamentais, que movimentavam o dinheiro da Petrobrás e de outras autarquias para o sistema paralelo, deixando o político à deriva e sem opções para os investimentos pessoais e os famosos fundos de campanha ou caixa dois, salvo as verbas da educação, da merenda escolar, da saúde pública e da previdência social, baseados no princípio de que, se não chegou ao destino, a verba poderá ser reutilizada em outros destinos, seguindo a vontade do governante e do seu respectivo grupo político. Assim, decidiram inverter a hierarquia das obrigações governamentais, colocando os fornecedores na primeira fila da prioridade, deixando os servidores no final, quando a Lei diz que a regra é justamente o contrário daquilo que está sendo praticado no Estado do Rio de Janeiro.

Na tentativa transparente de assumir o buraco nas contas, objetivando ganhar tempo no mandato para manter o plano de poder do Partido dos Trabalhadores, a presidente, Dilma Rousseff, acabou deixando tanto seu governo, como o Congresso Nacional expostos, diante do pacote econômico, que se baseava na única regra que o governo conhece: – Majorar os impostos, as taxas sobre os serviços da água, da luz, do telefone e dos combustíveis, provocando o aumento do desemprego e fechamento de milhares de empresas na sociedade.

Assim sendo, os industriais, os grandes empresários brasileiros e os investidores estrangeiros decidiram adiantar o inevitável, demitindo o máximo de gente possível, vislumbrando a intensificação do caos, que só parará com o impeachment da Dilma Rousseff. O mercado já percebeu que o governo não apresentará soluções reais e legítimas para a solução do problema econômico, enquanto que a troca do governante, mesmo que seja ilusória, dará a força e a energia necessária para que a economia volte a se movimentar por suas próprias pernas, com a intervenção mínima do Estado.

Chegou a hora da Dilma Rousseff se afastar para que as coisas voltem aos seus devidos lugares.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

A Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição e a noite riobonitense.

O Melhor de Rio Bonito para os investidores estrangeiros

Trajeto Rio Bonito x Gávea - Aérea dos investidores.A pequena cidade de Rio Bonito, inserida recentemente na região metropolitana do Estado do Rio de Janeiro, ainda mantém as características do interior, primando pela qualidade de vida no estilo artesanal, aproveitando a beleza e o recanto de sua natureza, através da diversidade de sua fauna, flora e da riqueza hídrica.

Com a área correspondente a 456,45 Km², a população computada pela estimativa de 57.615 habitantes e o IDHM (Índice de Desenvolvimento Humano Municipal) calculado em 0,710, o Município de Rio Bonito foi divido em 03 distritos, sendo-lhes o Centro, Basílio e Boa Esperança, apresentando sua expressão econômica na agropecuária, embora suas forças produtivas e meios de produção estejam focalizados nos serviços, demonstrando que o riobonitense ainda possui muito potencial e terra produtiva para alavancar sua economia, através do pequeno produtor rural e do turismo ecológico.

O Município de Rio Bonito encontra-se, literalmente, no centro do Estado do Rio de Janeiro, sendo cortado pelas rodovias BR-101 e a RJ-124 (Via Lagos), o que lhe permite a instalação das indústrias de base e do setor da logística terrestre, aérea e marítima, por estar próximo do litoral e da região serrana, enquanto que se encontra a 76 km da capital, cujo percurso terrestre dura em média 58 minutos. Outrossim, considerando o deslocamento aéreo numa linha reta, a cidade fica a 63 Km dos principais empreendimentos do nosso Estado, fazendo fácil triangulação com Cabo Frio e Macaé.

Com as pedalas fiscais, a má gestão governamental no Estado do Rio de Janeiro e no Município de Rio Bonito, cumulados com as commodities e a crise mundial do petróleo, a arrecadação municipal despencará dos R$228.000.000,00, em 2016, para R$180.000.000,00  em 2017, enquanto que a máquina pública necessitará fazer cortes e compensações de um lado, além de ter a obrigação de constituir um plano econômico para gerar novas receitas, através da criação das novas empresas e vagas de trabalho, do outro. Assim cada pessoa empregada, corresponderá a novas receitas no futuro, além da diminuição do peso do desemprego.

A verdade é que todos os políticos e até mesmos os empresários estão pensando a política pública de forma errada, tendo em vista que todos os envolvidos querem encontrar a máquina pronta para sangrá-la na economia local ou regional, quando, na realidade, ninguém apresentou, até a presente data, um modelo, sequer, do projeto que prospectasse novos empreendimentos e gerasse novas receitas.

Por fim, os russos, chineses, alemães, israelenses, árabes e canadenses estão investindo no Brasil e no COMPERJ nesse exato momento. Por que não oferecermos aquilo que temos de melhor aos investidores estrangeiros? – Assim, espero que esse texto se propague pelas redes sociais e pela internet, no intuito de chamar a atenção de algum grande investidor chinês, russo, alemão, israelense, árabe ou, até mesmo, brasileiro, focalizando a instalação dos seus negócios na nossa cidade, para que Rio Bonito, Tanguá e Silva Jardim voltem ao ritmo do crescimento econômico das décadas já esquecidas na história do Brasil República e do Brasil Império.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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A França inova com seu modelo sustentável de combate à fome e a pobreza

download (2)Na atualidade, o mundo ocidental está testemunhando, literalmente, a mudança de posições e de ideologias na política. Os governos de tendência esquerdista e trabalhista foram substituídos por partidos e líderes da extrema direita, que fizeram o dever de casa e estão demonstrando excelência na gestão. O exemplo de tal dinâmica é o governo do François Hollande, na República da França, que está dando investindo na geração das novas vagas de trabalho, na capacitação e no empreendedorismo, realizando cortes nas despesas desnecessárias, ajustando os valores às necessidades do presente e do futuro do povo francês.

Há um fator admirável no governo de François Hollande, tendo em vista que o presidente não perdeu o ânimo e não permitiu que o moral de sua nação despencasse, mesmo com dois atentados terroristas em menos de um ano.

Não bastavam as decisões e as políticas públicas supramencionadas, Hollande inovou perante a comunidade europeia essa semana, determinando que todos os supermercados não poderão mais descartar os alimentos das prateleiras e dos estoques nas lixeiras ou incinera-los, devendo doá-los às instituições de caridade. Essa foi a primeira medida de um governo, no combate à pobreza e a fome, que mobiliza a sociedade civil, sem que o governo tenha que apresentar qualquer contrapartida ou subsídio, salvo a fiscalização quanto ao cumprimento da Lei. As multas poderão chegar a 75 mil Euros, equivalente a R$328.000,00.

O presidente francês já afirmou perante a imprensa que articulará para que a medida seja aplicada em toda a comunidade europeia, como o primeiro modelo sustentável de combate a fome.

Esse é mais um modelo de políticas públicas que o Brasil poderia replicar, em substituição ao Projeto Fome Zero ou Bolsa Família, que comprometem o tesouro nacional por causa dos subsídios, enquanto que as respostas, até o momento, só se demonstraram eleitoreiras e paliativas.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Enquanto a Imprensa fala sobre a CPMF, a PETROBRÁS está sendo liquidada

Foi sancionado pela presidente, Dilma Rousseff, o orçamento com a receita no quantum de R$10.500.000.000,00 (dez bilhões e quinhentos milhões de reais) oriunda da CPMF, que ainda não foi aprovada pelo Congresso, logo, não existe. Em suma, o Palácio do Planalto já decidiu. Só falta o Congresso materializar o retorno do CPMF, para que o terrorismo estatal, com os servidores públicos do Estado do Rio de Janeiro e a saúde pública, acabe.

O Palácio do Planalto e a equipe econômica pretendem obter a receita de R$2,95 Trilhões, ainda, em 2016, contando que os Municípios e os Estados façam a economia de R$6,5 bilhões. Não ficará difícil obter a meta dos R$2,95 Trilhões, considerando o fato de que a Trade Chinesa está com R$8 Trilhões para investir na América Latina, tendo o Brasil como principal parceiro. Todavia, isso exigiria a liquidação, pelos próximos 25 anos, das jazidas minerais e petrolíferas, bem como considerável parte do ativo da PETROBRÁS.

Quanto aos Estados e Municípios, é otimismo em excesso esperar qualquer economia, principalmente, em ano eleitoral.

Por fim, há uma linha tênue na prática do governo, quanto à concessão e a privatização, uma vez que a predominância de um único parceiro em áreas estratégicas do Brasil, não compromete somente a economia interna, mas, principalmente, a superestrutura da economia internacional, tendo em vista que está muito evidente o fato de que burlaram as regras do jogo para que tudo chegasse ao ponto em que nos encontramos.

Não digo que a parceria entre a China e o Brasil é ruim. Entretanto, o nosso governo está deixando toda a nação, literalmente, na mão do palhaço. Só falta abrirem o capital da PETROBRÁS para materializar o modelo da privatização à chinesa.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior