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Precisamos conversar sobre o valor da liderança e do trabalho diante do crescimento do desemprego

Dentro de qualquer empresa, sendo-lhe grande ou pequena, a liderança da equipe poderá ser imposta pela organização, através da avaliação de desempenho, ou selecionada democraticamente pelos colaboradores. Todavia, independente do modelo aplicado para a seleção, tanto o líder quanto os colaboradores terão que compreender que a finalidade da empresa é o lucro, que só será possível com o cumprimento e a superação das metas, que exigirão prazos, disciplina e dedicação na produtividade individual e coletiva.

O líder sempre será o canal da comunicação entre os colaboradores e os gestores, principalmente, quando se tratar do chão da fábrica ou do operacional. Assim, a liderança ficará sempre na zona do conflito entre os interesses da empresa e da equipe, lembrando que, quando as regras são claras no contrato de trabalho, o colaborador tem a obrigação de cumprir sua parte de um lado, enquanto que a empresa deverá manter as suas do outro, depositando o salário no quinto dia útil do mês, incluindo os benefícios, as horas extras e as premiações.

O líder deverá ser o primeiro a chegar e o último a ir embora, mostrando o exemplo daquilo que é esperado pelo patrão. Quando as metas não são alcançadas, a produtividade fica comprometida, afetando e diminuindo o lucro dos investidores, obrigando a empresa a fazer cortes para ajustar as contas. Na maioria das vezes, os cortes se iniciam na demissão dos setores que se encontram com excessos, seguindo pelos improdutivos, que são apontados pelas avaliações de desempenho ou pelos gestores diretos. Culturalmente no Brasil, as empresas cortam diretamente no setor do RH e na comunicação institucional, contrariando o valor estratégico dentro das organizações.

Por fim, o colaborador não pode esperar que a liderança sustente a informalidade dentro da empresa, como se fosse um clube do Whisky, principalmente, quando a contrapartida da eficiência e da produtividade estão afetando negativamente as contas dos investidores. Logo, é preciso ter tato para não fazer parte do exército dos desempregados, que hoje está computado em 13.000.000 oficialmente no Brasil, transformando a carteira assinada e o pacote dos benefícios numa verdadeira mina de ouro, quando a economia se encontra estagnada, com a previsão otimista da melhora para 2022.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

Consultor em Gestão de Pessoas

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Fátima Mendonça garantiu a continuidade na Comunicação Social do Município de Rio Bonito

Fátima Mendonça, ex-secretária municipal de comunicação da PMRB.

Fátima Mendonça, ex-secretária municipal de comunicação da PMRB.

Na concorrência existente entre os grupos políticos, em suas entradas e saídas do governo, os arquivos dos computadores são delatados, alguns documentos desaparecem e os protocolos da transmissão do poder são passados de um prefeito para outro, através da solenidade da entrega das chaves, que a ex-prefeita não o fez em 2017, incluindo a transição. Só quem acompanha os bastidores do governo e do serviço público entenderá a complexidade de se começar um governo em Rio Bonito, com ou sem transição, porque é preciso ter muita dedicação e conhecimento de rede para juntar as peças do quebra-cabeça administrativo para reorganizar e colocar as coisas no seu devido lugar, mesmo com a existência das secretarias municipais de planejamento e gestão pública, porque a Prefeitura está na idade da pedra, quando o mundo se encontra globalizado e na era digital.

Fazer a comunicação social de uma organização pública não é uma tarefa fácil, principalmente, tratando-se da PMRB (Prefeitura Municipal de Rio Bonito), com sua diversidade nas secretarias, departamentos e setores logísticos e administrativos, enquanto que suas funções vão muito além da construção das resenhas e da assessoria de imprensa, uma vez que a secretaria de comunicação social é responsável pelas relações públicas, pelo endomarketing e marketing, o trabalho da imagem institucional perante a sociedade civil, pelo cerimonial na recepção das autoridades nos eventos públicos, sendo-lhes abertos ou fechados, e pelas pesquisas da qualidade de satisfação do cliente (cidadão), o que deveria incluir o serviço da ouvidoria.

Mas, num circuito descontrolado, onde o caos parece imperar, vislumbrando tradicionalmente sabotar os governos sucessores, a ex-secretária de comunicação, Fátima Mendonça, teve a postura ética e coerente de transferir o site do Município de Rio Bonito, com seus protocolos de acesso e as redes sociais, priorizando o Facebook, o Twitter e o Youtube. Ela seguiu os princípios da continuidade, da eficiência e da impessoalidade, que são partes dos pilares que definem a gestão pública. Ela não se apropriou da coisa pública, mesmo que fosse virtual, transferindo parte do capital do conhecimento e da informação, incluindo a complexa carteira dos contatos digitais, ao atual governo. Embora a postura da ex-secretária pareça óbvia ao leitor e ao cidadão, ela se torna latente pelo simples fato de que não houve tal reciprocidade em 2013, quando a tradição gestora da transmissão foi realizada, também, sem transição.

Por fim, o conhecimento institucional da PMRB não pode ficar retido nas mãos de um grupo político, porque seu patrimônio é dos riobonitenses e de toda a humanidade. A Fátima Mendonça compreendeu o tamanho da sua responsabilidade e se manteve fiel ao conceito filosófico e arquitetônico da secretaria de comunicação, materializado em seu planejamento estratégico. Assim, espero que o atual governo tenha a mesma postura ética, quando for transferir as chaves e os protocolos do Município, porque alguém tem que dar o primeiro passo e servir de exemplo positivo para as futuras gerações.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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O pai da inflação é o governo, enquanto que a mãe é a calamidade

O governo brasileiro está tão alucinado, que só falta tributar o oxigênio que respiramos e o número dos batimentos cardíacos por minuto dos cidadãos. O combustível sofreu três reajustes nos últimos 12 meses. A energia elétrica idem, sendo que o maior impacto foi na tributação e não no consumo.

O governo afirma que quem cria a inflação é o empresário, quando aumenta os preços. Todavia, isso não é verdade, tendo em vista que quem cria a inflação é o governo, quando emite mais notas da moeda no mercado, bem como eleva as taxas, impostos e tributos, incluindo, o aumento dos combustíveis, tendo em vista que a PETROBRÁS é uma empresa estatal. Logo, a bola de neve da inflação está tendo impacto na classe média e nas classes mais pobres, que não possuem ferramentas legais para transferirem parte ou todo peso tributário a outrem.

Em suma, se o Presidente da República, os Presidentes do Senado, da Câmara dos Deputados, das Assembleias Legislativas, das Câmaras dos Vereadores, bem como os governadores e prefeitos, fizessem o dever de casa, administrando a máquina com eficiência, demitindo os comissionados improdutivos e estabelecendo metas de produtividade, eficiência e consumo para as autarquias e departamentos públicos, simplesmente, sobraria dinheiro todos os anos, enquanto que não seria necessário fazer os ajustes financeiros e econômicos, como muito menos, desviar o dinheiro da previdência social, do pagamento dos servidores públicos e terminar de sucatear a educação e a saúde pública.

Para piorar, o salário mínimo é corrigindo, sempre abaixo da inflação real. Logo, está difícil manter essa máquina pública, que só suga o cidadão, sem dar retorno social e infraestrutura à sociedade.

Por fim, a política que deveria ser a cura para os problemas sociais e econômicos do Brasil, se tornou a doença, que precisa ser erradicada. A questão é: – Como, tendo em vista que os políticos querem se perpetuar no poder, com os salários e vantagens? Eles estão desconectados da realidade. O mundo do cidadão não possui as mesmas regras dos políticos. Logo, precisamos conhecer a experiência da gestão pública e da política em Israel, na Suécia, Suíça, Finlândia ou no Canadá.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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AÉCIO MOURA e o dilema do vice

O nome do empresário, AÉCIO MOURA, está ganhando evidência por entre os setores estratégicos da economia riobonitense, tratando-se da possibilidade da sua candidatura ao cargo de prefeito, pelo PDT. Conhecido pela busca pelo perfeccionismo em seus projetos no setor da construção civil, o empresário construiu sua reputação na manutenção da justiça, da ética, da família, da fé e do trabalho, tornando-se uma referência na comunidade cristã local.

Com a personalidade e os valores fortes, AÉCIO MOURA defende a política com ética e livre da interferência dos patrocinadores, para que, caso sua candidatura seja oficializada, recebendo a maioria das intenções dos votos válidos nas eleições municipais deste ano, possa construir uma equipe íntegra, bem como fazer os sacrifícios necessários, objetivando estabilizar o tesouro municipal e aplicar as políticas públicas, com planejamento e eficiência. Todavia, há uma exigência, por parte do pré-candidato, que está incomodando os grupos políticos e alguns empresários, tendo em vista que, até a presente data, não abre mão de escolher seu vice-prefeito, cuja opção estaria inclinada ao Dawson Nascimento da Silva, que dedicou sua vida às artes e a restauração da cultura e da história de Rio Bonito.

Conforme os rumores pela cidade, alguns empresários influentes estão articulando para que Geison Demier, atual Presidente da ASCIRB (Associação Comercial e Industrial de Rio Bonito), seja indicado como vice-prefeito do possível candidato, AÉCIO MOURA. A formação da chapa construiria a base para o nascimento do grupo íntegro e unânime, diretamente ligado ao comércio e à indústria local. Seria algo inédito para os empresários, que foram ignorados pelos governos nos últimos 24 anos. A questão é sabermos se o AÉCIO MOURA mudará sua posição.

Enquanto isso, aguardaremos as convenções partidárias, que realizar-se-ão em março, bem como a oficialização dos seus respectivos avatares.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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O Fórum da Comarca de Rio Bonito é um edifício inteligente, sustentável e humano

Dr.ª Roberta Braga, Juíza Diretora do Fórum da Comarca de Rio Bonito e Titular da 2ª Vara.

Dr.ª Roberta Braga, Juíza Diretora do Fórum da Comarca de Rio Bonito e Titular da 2ª Vara.

No dia 23/01/2013, sob a direção da Juíza de Direito, Dr.ª ROBERTA DOS SANTOS BRAGA COSTA, a Comarca de Rio Bonito foi presenteada com um pedido que estava na pauta dos juízes diretores do fórum há vinte anos, pelo menos, um Fórum novo.  Todavia, o tempo investido, nos procedimentos burocráticos e orçamentários, foi retribuído de forma proporcional, tendo em vista que o Fórum JUIZ  MAURO  PREVOT possui  04 andares; 05 elevadores, sendo 03 sociais, 01 de serviços e 01 para o transporte carcerário; carceragem; banheiros feminino e masculino para cada andar, incluindo banheiros para portadores de necessidades especiais; estacionamento; cantina; diversas salas de expansão para a instalação das futuras varas, que serão criadas em função da necessidade e da demanda, dentro dos critérios do Egrégio Tribunal de Justiça de Estado do Rio de Janeiro.

A imponência do novo Fórum da Comarca de Rio Bonito é visível por aqueles que trafegam pela BR-101, incluindo seus jardins e o estacionamento interno. A estrutura fica mais magnífica, quando suas luzes externas fazem contraste com o vazio momentâneo da área, uma vez que sua instalação trará consigo o progresso, com novos prédios, estabelecimentos comerciais e escritórios de advocacia.

Entretanto, o Edifício do Fórum da Comarca de Rio Bonito tem uma característica singular, tendo em vista que foi o protótipo de uma linha de projeto arquitetônico, cujo foco é a sustentabilidade, apresentando um layout moderno, misturando o concreto e o vidro, tornando-se um modelo mais singular, ainda, para a própria estrutura arquitetônica do Município de Rio Bonito e da região.

O edifício do Fórum atende aos parâmetros da sustentabilidade, contando com vidros de alta eficiência para redução da irradiação solar; coleta seletiva do lixo, no local, visando à separação e a reciclagem, contribuindo para a diminuição significativa da poluição; elevadores inteligentes; placas solares para o aquecimento da água; acessibilidade, conforme a norma NBR 9050; bicicletário e cobertura verde, que maximiza o sistema hidráulico de reaproveitamento da água das chuvas, utilizando-as nas latrinas dos banheiros. A mesma cobertura verde diminui a intensidade da radiação solar na cobertura, permitindo que o sistema de climatização interna do prédio funcione de forma eficiente e otimizada.

 

Parte da equipe dos colaboradores do Fórum da Comarca de Rio Bonito.

Parte da equipe dos colaboradores do Fórum da Comarca de Rio Bonito.

Para os entusiastas da tecnologia da informação, o prédio conta com um ERP (Enterprise Resource Planning) ou Sistema de Gestão Empresarial, visando à automação da climatização interna, a vigilância, a rede lógica e a rede elétrica, agregando o conceito da “inteligência artificial” à sustentabilidade idealizada e materializada no projeto, o que eleva a estrutura arquitetônica ao padrão da inovação na solução dos problemas e na gestão dos resultados.

A frota veicular também tem  todos os procedimentos referentes ao abastecimento, manutenção e deslocamento dos veículos controlados no Sistema de Informações.

Atualmente, o Fórum é composto pelas  1ª e 2ª Varas; o Juizado Especial Cível; o Juizado Adjunto Especial Criminal e da Violência Doméstica;  a Central da Dívida Ativa; o Cartório Distribuidor, Contador e Partidor; o PROGER, o Apoio Técnico;  a Direção do Fórum; a Sala da Ordem dos Advogados; o Ministério Público e a Defensoria Pública, objetivando cumprir os padrões estabelecidos na missão e na visão do Poder Judiciário, quanto ao atendimento às partes na esfera judicial e administrativa.

É importante atentar para o fato de que, por maior que seja a tecnologia aplicada atualmente no Fórum, sua manutenção só é possível através do trabalho dos colaboradores, que são divididos em equipes, tais como da limpeza, da vigilância, da manutenção, orientadores do tráfego, motoristas e ascensoristas. Salvo, os projetos periódicos e extraordinários realizados pelas equipes oriundas dos departamentos do Egrégio Tribunal de Justiça, cujos atos e a comunicação institucional seguem aos padrões estabelecidos pela Alta Administração, baseados nos princípios da organização, unidade, hierarquia e eficiência, focalizando o cumprimento das metas e prazos estabelecidos, que são aplicados desde o cumprimento das ordens de serviços até a necessidade dos ajustes quanto a economia nos recursos hídricos e elétricos.

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No dia 25/05/2015, fui designado, oficialmente,  para exercer a função de Secretário da Direção do Fórum da Comarca de Rio Bonito, após 16 (dezesseis) anos atuando na atividade judicial, tanto na esfera operacional (cartório), quanto na estratégica (Gabinete do Juiz). Aceitei o desafio, tendo em vista que a experiência administrativa me aproximaria das competências que estou desenvolvendo com o término do curso de Tecnologia em Gestão em Recursos Humanos. Todavia, embora o tempo da função seja pouco, eu fiquei fascinado pelas caracterísitcas do prédio, bem como a dinâmica complexa da organização das pessoas (colaboradores), que, nele, trabalham diariamente, mantendo as coias em constante movimento. E assim, atuando de forma transversal entre o operacional e o estratégico na gestão de toda estrutura inteligente, sustentável e humana, a Juíza Diretora do Fórum determina os parâmetros e as soluções, enquanto que a secretaria executa o atos necessários para que os mesmos parâmetros sejam ajustados  e as soluções alcançadas, seguindo os objetivos do planejamento estratégico organizacional, dentro dos prazos e metas estabelecidas.

Nadelson Costa Nogueira Junior