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Com a Secretaria de Saúde em suas mãos, Matheus Neto se tornará o sucessor natural do Mandiocão para 2020

Com a condenação da ex-prefeita Solange Pereira de Almeida e seu impedimento legal para ocupar cargos políticos ou prestar serviços à administração pública pelo período de 06 anos, só no primeiro processo, a corrida eleitoral para a ALERJ, em Rio Bonito, ficou limitada ao deputado, Marcos Abrahão, do PT do B, e ao secretário municipal de saúde, Matheus Neto, do PR.

Enquanto a Solange Pereira de Almeida deixa o universo de 12000 eleitores leais, sem o vislumbre do surgimento de uma nova liderança política na sucessão do seu grupo, vejo uma grande oportunidade para o deputado Marcos Abrahão assumir tal posição. O problema é que somente a Solange consegue manter o grupo unido e focado, enquanto que a manutenção do seu exército eleitoral é cara, tanto para os políticos quanto o erário público. Assim, mesmo com a aproximação e o apoio do deputado estadual Paulo Melo, Marcos Abrahão precisará apresentar seu diferencial perante à opinião pública, caso ainda deseje continuar na disputa eleitoral para o cargo de prefeito em 2020.

Para potencializar a dificuldade estratégica do Marcos Abrahão para 2020, o sistema deixa bem claro e evidente a diferença existente entre os cargos de secretário municipal da saúde e o de deputado estadual na ALERJ, tendo em vista que Matheus Neto está aproveitando cada segundo e cada oportunidade para se colocar em cena, ficando com a evidência maior que o próprio prefeito Mandiocão e a vice-prefeita Rita da Educação. Por exemplo, na última sexta-feira, 17/03/2017, enquanto o deputado Marcos Abrahão colocava o folder digital na sua página oficial no Facebook, Matheus Neto se fez presente na logística da vacinação para a imunização da população contra a febre amarela, com direito à fotografia e pose com os cidadãos e simpatizantes do governo.

Por fim, ficou uma coisa muito nítida desde o primeiro dia do governo José Luiz Alves Antunes: – Matheus Neto amadureceu na gestão e no trabalho da sua própria imagem, tornando-se o sucessor do prefeito perante a opinião pública. Assim, caso ele não consiga ingressar como deputado na ALERJ, haverá confronto dentro do governo para as próximas eleições municipais, uma vez que a vice-prefeita, Rita da Educação, tem a aprovação e o apoio da maioria dos empresários, enquanto que o Matheus Neto está concentrando toda a atenção da opinião pública em si, convertendo as ações do governo em bônus para sua aprovação popular e consecutiva ascensão política.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Conheça o Esperança Futebol Clube e parte da história de Rio Bonito

16601972_1710927212531013_6868086610252758620_oHouve um momento histórico no desenvolvimento das cidades e de alguns bairros na américa latina, que a bandeira do time do futebol local era construída junto com os mercados, o comércio e a tradição, sendo incorporada como símbolo de toda comunidade. Para esses lugares, o futebol era muito mais que a união das pessoas para jogar bola e participar das competições, porque acabaram virando um estilo de vida, que se transporta no tempo, passando de uma geração para outra.

Em Rio Bonito, o processo não foi muito diferente do modelo supramencionado, enquanto que a disputa dos times também transportava as características dos seus respectivos bairros e diretorias, através das torcidas e dos patrocinadores.  Muitos se lembrarão da época áurea do Rio Bonito Atlético Clube, do Motorista F.C., do Castelo F.C. e do Cruzeiro Futebol Clube. Todavia, iremos para o dia 17/05/1931, quando o Esperança Futebol Clube foi fundado oficialmente por sua diretoria e sócios, representando o interior de Rio Bonito, com suas cerâmicas, lavouras e a criação de gado, na LRD (Liga Riobonitense de Desportos), conquistando, no futebol de campo, o bicampeonato Riobonitense de 1977 e 2009, a Copa Rio Bonito de 1980, o Torneio Início em 1963, Campeonato Riobonitense (Juniores) 1989 e o Tricampenato Riobonitense Juvenil de 1980, 1993 e 1995. No futsal (Futebol de Salão), o time conquistou o Campeonato Geral Riobonitense 2010, os Campeonatos Sub 7, 11 e 13 de 2010, a medalha de bronze no Sub 9 de 2010, Sub 7 e 9 de 2011, e 3° lugar no Indústria e Comércio Futsal Feminino de 2011.

Simplesmente, o Esperança Futebol Clube construiu sua história de vitórias e competições junto com a de Rio Bonito, conquistando seu lugar no Hall da Fama e Campeões. Se você deseja saber mais sobre o time, visite sua página no facebook (clique aqui), pesquisando, contribuindo e compartilhando.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Fátima Mendonça garantiu a continuidade na Comunicação Social do Município de Rio Bonito

Fátima Mendonça, ex-secretária municipal de comunicação da PMRB.

Fátima Mendonça, ex-secretária municipal de comunicação da PMRB.

Na concorrência existente entre os grupos políticos, em suas entradas e saídas do governo, os arquivos dos computadores são delatados, alguns documentos desaparecem e os protocolos da transmissão do poder são passados de um prefeito para outro, através da solenidade da entrega das chaves, que a ex-prefeita não o fez em 2017, incluindo a transição. Só quem acompanha os bastidores do governo e do serviço público entenderá a complexidade de se começar um governo em Rio Bonito, com ou sem transição, porque é preciso ter muita dedicação e conhecimento de rede para juntar as peças do quebra-cabeça administrativo para reorganizar e colocar as coisas no seu devido lugar, mesmo com a existência das secretarias municipais de planejamento e gestão pública, porque a Prefeitura está na idade da pedra, quando o mundo se encontra globalizado e na era digital.

Fazer a comunicação social de uma organização pública não é uma tarefa fácil, principalmente, tratando-se da PMRB (Prefeitura Municipal de Rio Bonito), com sua diversidade nas secretarias, departamentos e setores logísticos e administrativos, enquanto que suas funções vão muito além da construção das resenhas e da assessoria de imprensa, uma vez que a secretaria de comunicação social é responsável pelas relações públicas, pelo endomarketing e marketing, o trabalho da imagem institucional perante a sociedade civil, pelo cerimonial na recepção das autoridades nos eventos públicos, sendo-lhes abertos ou fechados, e pelas pesquisas da qualidade de satisfação do cliente (cidadão), o que deveria incluir o serviço da ouvidoria.

Mas, num circuito descontrolado, onde o caos parece imperar, vislumbrando tradicionalmente sabotar os governos sucessores, a ex-secretária de comunicação, Fátima Mendonça, teve a postura ética e coerente de transferir o site do Município de Rio Bonito, com seus protocolos de acesso e as redes sociais, priorizando o Facebook, o Twitter e o Youtube. Ela seguiu os princípios da continuidade, da eficiência e da impessoalidade, que são partes dos pilares que definem a gestão pública. Ela não se apropriou da coisa pública, mesmo que fosse virtual, transferindo parte do capital do conhecimento e da informação, incluindo a complexa carteira dos contatos digitais, ao atual governo. Embora a postura da ex-secretária pareça óbvia ao leitor e ao cidadão, ela se torna latente pelo simples fato de que não houve tal reciprocidade em 2013, quando a tradição gestora da transmissão foi realizada, também, sem transição.

Por fim, o conhecimento institucional da PMRB não pode ficar retido nas mãos de um grupo político, porque seu patrimônio é dos riobonitenses e de toda a humanidade. A Fátima Mendonça compreendeu o tamanho da sua responsabilidade e se manteve fiel ao conceito filosófico e arquitetônico da secretaria de comunicação, materializado em seu planejamento estratégico. Assim, espero que o atual governo tenha a mesma postura ética, quando for transferir as chaves e os protocolos do Município, porque alguém tem que dar o primeiro passo e servir de exemplo positivo para as futuras gerações.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Marcos Abrahão expõe a máquina pública ao se comprometer com os servidores

Depois da resenha sobre o compromisso na materialização do plano de cargos e salários dos servidores municipais, firmado por termo em cartório, pelo candidato Marcos Abrahão, tenho visto as pessoas questionarem a abordagem do deputado, recebendo, inclusive, várias mensagens pelo facebook e whatsapp, questionando o mecanismo. Assim sendo, tentarei esclarecer a opinião pública sobre a situação, tendo em vista as falhas na comunicação social dos grupos políticos.

Na visão jurídica, o termo firmado em cartório vincula o compromisso do candidato com a sociedade, a opinião pública e as categorias que compõem os quadros dos servidores públicos municipais rio-bonitenses. Eles poderão usar o mecanismo como base jurídica, vislumbrando a cobrança e o cumprimento, caso não seja materializado pelo candidato, uma vez eleito neste pleito. Precisamos compreender que bastaria a menção no Plano de Governo para que o plano de cargos e salários fosse considerado na campanha, principalmente, quando os outros candidatos não se comprometem publicamente sobre esse tema, entre outros. Todavia, depois dos planos de governos nas campanhas generalizadas, que são ignorados e esquecidos pelos seus proponentes. O termo de compromisso traz mais transparência ao candidato e à opinião pública.

Na visão gestora e administrativa, tenho visto a abordagem da oposição e, inclusive, de alguns representantes da categoria dos servidores públicos se manifestarem nas redes sociais e nos eventos do cotidiano, afirmando que o assunto necessita do estudo e da análise do impacto orçamentário, mencionando a situação do Município de Cabo Frio, como exemplo. Bem, esse tipo de comentário me causa estranheza, tendo em vista que já foram realizados dois estudos para a implantação do plano de cargos e salários na esfera municipal. O primeiro foi no último mandato do Mandiocão, que preferiu não aplica-lo na época, porque isso acabaria com o poder político da barganha com os cargos comissionados e os contratos, uma vez que seria necessária a redução dos mesmos em 50%, pelo menos, para que o Município pudesse fazer os ajustes e controlar os impactos orçamentários no futuro distante.  No caso da Solange Pereira de Almeida, o plano de cargos e salários continuou engavetado pelos mesmos motivos. Todavia, o mais interessante no pacote dos comentaristas de plantão é o fato de que os mesmos exerceram ou ainda exercem funções comissionadas dentro da municipalidade, transformando o tema numa briga de braço entre os grupos políticos, enquanto que é o servidor público o maior prejudicado pela história toda.

Precisamos atentar para o fato de que o Município de Cabo Frio materializou seu plano de cargos e salários com louvor, tendo em vista que sua arrecadação era elevadíssima, em função dos royalties do petróleo. Todavia, com a crise do petróleo, o mal holandês e as novas regras dos royalties, Cabo Frio não acreditou no cenário econômico que estava senado construído, com o anúncio antecipado de 05 anos, deixando de prospectar novas fontes de arrecadação ou de investir no desenvolvimento de outros setores produtivos em seus domínios, incluindo o próprio turismo.

No caso de Rio Bonito, nossa estimativa na arrecadação anual está na casa R$228 milhões, que são, em média, de R$16 milhões a R$19 milhões por mês. Pela ignorância gestora ao longo dos últimos 30 anos, a cidade perdeu considerável parte da sua população para os grandes centros, perdendo força nos seus indicadores sociais e econômicos, interferindo diretamente no cálculo dos royalties do petróleo, limitando tal receita aos pequeninos R$600.000,00 por mês. Logo, a situação do Município de Cabo Frio e de todos os municípios da Região dos Lagos é totalmente diferente daquela que se enquadra Rio Bonito.

Por fim, os políticos fazem saltos quânticos nas folhas de pagamento no penúltimo e no último ano do governo, às vezes dobrando ou triplicando os gastos com os recursos humanos, vislumbrando a manutenção dos seus exércitos políticos, quando deveriam valorizar a máquina pública, investindo nos servidores municipais, incluindo os médicos, enfermeiros e professores. Assim, o problema do plano de cargos e salários dos servidores sai da seara científica e jurídica, transformando-se numa questão ética, moral e ideológica, colocando os próprios servidores públicos no conflito, em nome das gratificações e das comissões, vislumbrando a incorporação dos 10% em seus salários, a cada ano trabalhado, criando o contraste dos supersalários aos apadrinhados, condenando o resto da categoria ao ostracismo.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Foi dada a largada na campanha eleitoral, tendo as redes sociais como palanque

Hoje, dia 16/08/2016, terça-feira, foi dada a largada no período eleitoral, que durará 45 dias, enquanto que despertei ao som do jingle do candidato a vereador Reis. Espero que os candidatos tenham bom senso e não comecem a poluir nossa cidade sonora e visualmente, tendo em vista que esse tipo de propaganda tem o efeito contrário, afastando o eleitor do candidato.

Os principais candidatos a prefeito já ingressaram com suas respectivas candidaturas na Justiça Eleitoral, tais como Mandiocão, Nº 11 do PP, Marcos Abrahão, Nº70 do PT do B, e Marquinho Luanda, Nº 15 do PMDB. Pela regra jurídica, os processos serão enviados ao Ministério Público Eleitoral para a análise, seguindo para o Magistrado Eleitoral para a decisão.

Considerando a reprovação das contas do ex-prefeito na Câmara Municipal, a lógica indica que haverá uma chuva dos pedidos de impugnação por parte das equipes jurídicas dos partidos e das coligações, que se basearão no cumprimento da Lei da Ficha Limpa.

Por fim, tanto o Marcos Abrahão quanto o Marquinho Luanda já apresentaram seus vídeos de inauguração das campanhas, utilizando a força das redes sociais e dos dispositivos móveis em suas estratégias. Todavia, espero ver muitos planos de governos, propostas e ideias por parte dos candidatos, cujas tendências indicam que deverão focalizar temas complexos tais como a educação, saúde,  segurança, cultura, turismo, IPREVIRB, controle interno e mercado de trabalho, com soluções viáveis na geração de emprego e renda.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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A comunicação é alma de todo negócio, incluindo a política

images (23)A politica é simples assim: – Você lê a resenha, executa o raciocínio lógico A = B+C, faz a relação entre as variáveis, calcula a audiência, acompanha a margem de impacto e faz a avaliação da campanha desenvolvida. E assim, uma ação desenvolve a outra, como uma corrente. Isso é fazer e compreender a opinião publica. Todavia, existem limites éticos e lógicos que não podem ser ultrapassados. Um grande exemplo deste caso é o politico não ter realizado nada de importante no seu mandato e propagar que construiu castelos e que tudo está bem, quando a realidade é oposta à ideia vendida.

Existe outra vertente da comunicação social e do marketing que a maioria dos políticos ignora, quando executa suas campanhas, que são os indicadores sociais e a mensagem que a consciência coletiva do universo pesquisado transmite à sociedade. Logo, não basta vender a ideia ou o produto, se não fizerem o plano e o planejamento do marketing e a projeção da comunicação social, pois ocorrerão ruídos, que debilitarão todo o trabalho desenvolvido. Trabalhar com a opinião pública é uma via de mão dupla, principalmente, quando se utiliza as redes sociais e a internet como veículos. Talvez, essa seja a grande façanha da comunicação digital em relação aos jornais, que informam, comunicam e fazem opinião pública, mas não dão feedback (retorno), deixando o leitor com a ideia na mão e nada mais. É por tal motivo que os jornais americanos abraçaram o twitter e o facebook, focalizando a inclusão digital e o upgrade do veículo de comunicação conservador e tradicional, unindo o velho ao inovador.

Por fim, meu conselho é que valorizem as forças e não se esqueçam das fraquezas. Uma campanha limpa e transparente reconhece seus erros para tentar corrigi-los. Negá-los, será um ato infantil, que alimentara os oponentes, e afastará o eleitor do processo democrático, o que inclinará no voto em branco ou nulo, e na abstenção voluntária do cidadão nas eleições. Aliás, se compararmos as estatísticas das eleições brasileiras, nos últimos 12 anos, notaremos que mais de 20% dos eleitores já se excluíram do processo eleitoral, enquanto que os índices tendem a subir aos 30%.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Explicando os prazos para vista no STJ, sem juridiquês

IMG-20150917-WA0000Diante do excesso de e-mails, mensagens in-box no facebook e no whatsapp, dos cidadãos, objetivando compreender a situação atual do processo da prefeita, Solange Pereira de Almeida, no Superior Tribunal de Justiça (STJ), decidi escrever o presente artigo.

No último dia 22/04/2015, o STJ publicou a mudança no seu regimento interno, que estabelce o prazo para devolução dos pedidos de vista dos Ministros, para 60 (sessenta) dias, prorrogáveis por mais 30 (trinta) dias, desde que justifcado, podendo chegar ao tempo máximo de 90 (noventa) dias. A devolução exige a apresentação do VOTO VISTA.  Entretanto, uma vez não cumprida a devolução com a apresentação do VOTO VISTA ou, com o decurso do prazo do prazo limite de 90 (noventa) dias, matendo-se o processo paralisado, o mesmo será incluído automaticamente na pauta de votação do colegiado de origem. O interessante é que a palavra AUTOMATICAMENTE é aplicada na norma, pelo simples fato de que o prazo é monitorado por um sistema eletrônico e autônomo.

Na prática, o STJ baixou o número de processo com vista de 338 para 313, enquanto que o tempo médio para devolução dos processos à pauta caiu de 322 para 49. Em suma, Solange Pereira de Almeida ganhou, no máximo, mais 90 (noventa) dias no Agravo Regimental, que poderá ser emendado com o rescesso forense. A única questão é que, caso o Ministro devolva os autos no prazo final, assim que o STJ  retornar do rescesso, o processo voltará a andar automaticamente, mantendo a mesma velocidade e dinâmica no STF.

Por fim, nada impede que o Vice-Prefeito, Anderson Tinoco (PSDB), se movimente e peça o afastamento da Prefeita até que haja a solução definitiva dos recursos, tendo em vista a perda do prazo e a ausência da certidão do trânsito em julgado no recurso do TRF da 2ª REGIÃO. A Câmara Municipal poderia fazer o mesmo ato na via judicial ou legislativa. A única pergunta que deve ser feita nesse exato momento é: – Por que nada foi realizado até agora?

 

Link do Superior Tribunal de Justiça:

http://bdjur.stj.jus.br/xmlui/bitstream/handle/2011/90474/Res%20_4_2015_PRE.pdf?sequence=3

Nadelson Costa Nogueira Junior

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O Facebook está mais próximo do mundo imaginário do que a realidade

Existem o mundo real e o dos sonhos. O facebook foi criado para que esses dois mundos pudessem se encontrar. Mas, no final, ambos os mundos continuam distintos, enquanto que o facebook perdeu o total sentido de sua existência, porque sua opinião sobre o mundo é surrealista, ficando mais próximo do imaginário do que do real.

Nadelson Costa Nogueira Junior