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Brasil não precisa mais dos ditadores, mas do retorno da constituição viva, através da Monarquia

Há uma carência programada e planejada no ensino brasileiro em relação à disciplina da História, principalmente, quando a disciplina fica específica à História do Brasil. Simplesmente, quanto mais nos aproximados do período Monárquico e Republicano, os temas são apresentados de forma rasa aos alunos, no intuito de enfraquecer o pensamento monarquista constitucional de um lado, além de manter a juventude, no processo de reposição das gerações, sob a zona do controle social, alimentando de forma direta as tendências do Estado, que se mantiveram no prisma conservador e da direita, preservando a propriedade, o latifúndio e a participação de uma minoria contribuinte de 20% de uma nação, que tem que sustentar a totalidade dos 200 milhões de habitantes.

Se o Brasil gozou a plenitude constitucional e a cidadania, é latente que foi na Monarquia, principalmente no reinado do Dom Pedro II, que foi um estadista, com a visão esplêndida do futuro da nossa nação, investindo na tecnologia e no desenvolvimento, enquanto que sua geração dos empresários e políticos não o acompanhavam na maioria dos projetos, devido à visão obtusa, limitada e escravagista do seu tempo. Precisamos apontar para um fato muito importante na História do Brasil, que nossos professores não contaram: – Os militares deram fim ao regime monárquico, porque a família real passou por cima do Congresso Nacional, abolindo a escravidão no país. Em retaliação ao ato irrevogável do Império, os senhores das fazendas de café e do açúcar se recusaram a contratar a maioria dos negros libertos, preferindo pagar a viagem e o salário ao imigrante europeu, alegando a transmissão da tecnologia, quando de fato a situação se limitava à vaidade humana.

A população negra foi para o campo e para os morros, que evoluíram para o modelo do subúrbio e das favelas que conhecemos hoje. O código penal previa o crime de vadiagem, levando o Estado a prender os negros desempregados, que estavam pelas ruas, levando-lhes ao trabalho forçado nos navios da marinha. Assim, dando o salto histórico superior a um século, nos deparamos com os problemas sociais construídos naquela época, não pelo Império, mas pela República das Espadas, que virou a do Café com Leite e se apresenta como a democracia da parceria entre o PMDB e o PSDB.

Por fim, aconselho a você, que é jovem e cheio de ideias para utilizar a internet e estudar mais sobre as monarquias europeias. Depois de analisar as informações da atualidade, faça uma pesquisa profunda sobre a Monarquia Constitucional Brasileira, e concluirás que éramos para ter seguido a tradição da Inglaterra, Holanda e da Finlândia, por exemplo, mas acabamos seguindo o sonho americano, conquistando direitos trabalhistas em períodos ditatoriais e colocando os políticos corruptos para brincarem de casinha com dinheiro público, deturpando a essência do Estado e do próprio povo brasileiro, que não fora consultado quando fizeram o golpe e a mudança do sistema, transferindo o poder moderador do Imperador para o Senado e a Câmara dos Deputados. O Brasil não precisa de mais senadores, mas do retorno do Rei e da legitimidade do Estado, que deve ser separada das questões do governo dentro da essência parlamentar da Monarquia Constitucional.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Brasil tem mais mortes violentas que as zonas de guerra, mas as autoridades se calam

Ao assistirmos o noticiário na televisão ou acompanharmos a programação nas rádios difusoras brasileiras, nos deparamos continuamente com as notícias envolvendo os arrastões, os tiroteios ao céu aberto, as disputas das facções criminosas pelo domínio do território, assaltos às agências bancárias, tráfico de drogas e armamentos, além da corrupção que assola o país, deixando a máquina pública sem resposta diante dos conflitos urbanos e das manipulações dentro do jogo do poder. Simplesmente, o tabuleiro está montado, enquanto que as peças são movimentadas desde as comunidades e favelas, alcançando as coberturas na zona sul do Rio de Janeiro, transmitindo a mensagem de que o cidadão tem que se esconder dentro de casa, porque está tudo dominado pelo crime desorganizado.

Entre os buracos criados pelo Congresso Nacional na elaboração das leis, o Poder Judiciário, mesmo com o magistrado concursado cumprindo seu papel com excelência, tem sua missão deturpada pelos Ministros dos Tribunais Superiores, que são indicados pelo Presidente da República e precisam da aprovação de dois terços do Senado Federal para assumirem os cargos. Dessa forma, o sistema garante seus interesses, através da manipulação nas esferas superiores. Mas, o mecanismo supramencionado não se limita ao prazer dos políticos, servindo como via de controle das maiores empresas nacionais e multinacionais.

Para piorar o contexto, as comissões dos direitos humanos estabelecem limites na segurança pública, que prejudicam mais a cidadania e o cidadão, dando poderes, voz e representação ao criminoso, transformando-lhes em vítimas de um sistema, que está condenando a polícia, que querendo ou não, é a instituição dos super-heróis dos tempos modernos, que lutam e se sacrificam nos limites da sociedade, para que possamos dormir em paz, o sono dos justos.

Acompanhando o twitter do Comandante do Exército, General Villas Boas, me deparo com os dados referentes aos números da guerra, que apontam que o Brasil teve 279.567 assassinatos no período de 05 anos, ultrapassando a Guerra da Síria, que teve 256.124 assassinatos no mesmo período. Em suma, a inteligência das Forças Armadas está acompanhando a situação da sociedade civil, concluindo que o Brasil já está numa guerra civil não declarada, porque as autoridades não querem assumir tal situação.

Por fim, diante da ausência e da incompetência estatal, o Brasil terá que optar entre a aplicação da Lei Marcial e da Intervenção Militar ou o armamento em massa da população, o intensificará o cenário do conflito, levando as cidades do interior ao sistema dos feudos, com muralhas, pontes, rios e crocodilos.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Rio-bonitenses reclamam das multas aplicadas pela Guarda Municipal e se esquecem que o culpado é o motorista

Nas últimas semanas, o tema central das conversas nas redes sociais, no whatsapp e nas ruas tem sido as multas de trânsito aplicadas em Rio Bonito, principalmente no horário das missas das Igrejas Católicas, localizadas no centro da cidade e na Praça Cruzeiro.

A iniciativa da Guarda Municipal está provocando a indignação dos infratores e demonstrando a total falta de bom senso dos cidadãos, que insistem em estacionar os carros em cima das calçadas, além da famosa fila dupla no trânsito, principalmente no horário da entrada e da saída dos alunos das principais escolas particulares ou em frente às farmácias. Simplesmente, fica aquela sensação de que a habilitação do motorista foi adquirida de forma estranha, tendo em vista o número excessivo e cansativo das horas das aulas práticas e teóricas nas autoescolas, além da difícil jornada para se conquistar a habilitação definitiva nos exames do DETRAN.

É importante lembrar ao leitor e, principalmente, aos infratores, que estacionar o carro em cima da calçada é considerado infração grave, correspondendo a cinco pontos na carteira de motorista, mais o valor da multa de R$195,23, que provocará a remoção do veículo, se for o caso, conforme o artigo 181, inciso VIII, da Lei 9503/97. Logo, não adianta chorar, tendo em vista que o bom exemplo sempre gerará bom exemplo, enquanto que a mesma lógica acontece no caso negativo, que é justamente a mentalidade praticada em Rio Bonito nas últimas duas décadas, quando o carro aparenta ser a continuidade do status quor do cidadão ou do pedigree da sua árvore genealógica, mantendo a ideia de que a cidade é um feudo, composto por servos e nobres.

Em tempo, não poderia terminar esta resenha sem exaltar elogios ao operacional do trânsito da Guarda Municipal e ao Prefeito José Luiz Alves Antunes (Mandiocão), uma vez que a Lei precisa ser cumprida, enquanto que a sociedade rio-bonitense necessita passar pelo choque de ordem para compreender o sentido das regras no convívio na coletividade.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Sabores do Cuscuz e a Pracinha do Green Valley são duas combinações perfeitas para o final de semana em Rio Bonito

Nesse domingo, dia 11/06/2017, tive o prazer de passar a tarde com minha família e amigos na praça do Green Valley. Simplesmente, foi uma experiência maravilhosa ver os jardins bem cuidados, os brinquedos em recuperação, o lago limpo e cheio de peixes, patos e uma garça. Sem dúvida alguma, mesmo com os problemas no fluxo de caixa da prefeitura, a equipe do governo Mandiocão e Rita sabe onde e como trabalhar, quando o assunto é lazer e urbanismo.

O que me chamou a atenção foi o estabelecimento comercial em frente à pracinha, a Lanchonete Smash Food, que está atendendo em parceria com a equipe do Sabores do Cuscuz, apresentando uma carteira boa, de qualidade e barata para os rio-bonitenses, vendendo desde pastel com caldo de cana até o frango assado e o açaí. É um pacote que a criançada gosta e se diverte. Todavia, por R$10,00, optei degustar o cuscuz com chocolate, que é feito com o cuscuz amarelo, lembrando e muito o cuscuz marroquino. A cobertura e o recheio do chocolate dão o estilo francês do Petit Gateau, cujo designer, o sabor e o contraste caem muito bem, principalmente, para os admiradores da cozinha turca ou marroquina.

O prato corresponde a uma refeição e alimentou 03 pessoas precisamente. Logo, eu o indico, enquanto que o chefe de cozinha poderia testá-lo, utilizando o chocolate amargo, o que aumentaria o contraste dos sabores.

Para você que gosta de hambúrgueres, frango assado e ainda curte o cuscuz nas versões doces e salgados, o estabelecimento funciona de terça a domingo, das 09:00 às 22:00 horas, prolongando o fim do expediente nos finais de semana. Logo visite o Smash Food e Sabores do Cuscuz, que estão localizados na Rua Evilário Alves de Mendonça, Green Valley – Rio Bonito – RJ, ou solicite o serviço de entrega em casa, que só funciona aos finais de semanas, através do telefone: (21)99933-5179, que também funciona no whatsapp.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Baleia-Azul…Permaneça no mar. Texto de Padre Dudu

“Baleia-Azul Volte para o Mar!
​Nem o nome do jogo, nem o país de seu nascimento são uma coincidência! Biólogos afirmam que a Baleia-azul, um dos maiores mamíferos do mundo, possui um comportamento suicida. Ao se perceberem doentes, nadam até a areia das praias para encalharem e perderem a vida. No trajeto, geralmente podem levar outras baleias sadias consigo. Já a Rússia está desde o ano de 2013 em primeiro lugar na lista de maior índice de suicídio dentre os países da Europa. Não se pode esquecer que a Rússia é o maior país do planeta!
​Tudo leva a crer que este jogo mortal chamado de “Baleia Azul (Blue Whale) foi planejado minuciosamente. Interessante foi a análise feita em primeira mão por uma psicóloga russa:
​ ”Dá a impressão de que as tarefas foram colocadas por psicólogos experientes. Tudo foi feito muito profissionalmente”, disse à Gazeta Russa a pesquisadora do Instituto de Psicoterapia e Psicologia Clínica, Anastassía Deliáguina.

​”Falando em termos gerais, as crianças são atraídas por qualquer mistério, especialmente se for relacionado à morte. Além disso, se um adolescente sofre de problemas psicológicos sérios ou trauma, não é surpresa que ele vá adiante com esse jogo até o fim”, disse ela.

​O jogo foi revelado em Maio de 2016 graças às investigações do jornal russo Nôvaia Gazeta. Estudando dados e causas de suicídios entre adolescentes russos, os jornalistas descobriram que mais de 100 dos jovens haviam cometido suicídio entre Novembro de 2015 e Abril de 2016 eram membros de comunidades na internet associadas de alguma maneira ao jogo da Baleia.

​Quando o principal líder do grupo, Philip Budeikein, de 21 anos, foi preso; os seus seguidores já haviam viralizado o jogo infernal pelas redes de todo mundo. Em fevereiro de 2017 o Centro Público Russo para Tecnologias de Internet registraram um novo pico no número de posts com essas hashtags, que começaram a aparecer no Instagram a uma frequência de uma por minuto! Em março de 2017, as autoridades da Rússia estavam investigando aproximadamente 130 casos de suicídio relacionados ao fenômeno. O jogo mortal chegou também a Europa onde fez até agora quase quatrocentas vítimas!

​A revista Veja on line, nestes últimos dias citou o caso de uma adolescente que em depressão entrou por engano neste jogo. Diz a entrevista: “Uma mulher se apresentou como curadora e a chamou para uma conversa privada. A adolescente conta que a curadora fez perguntas sobre ela e pediu que cortasse a perna – fazendo um desenho de uma estrela – e enviasse a foto. Só depois disso, ela seria aceita no grupo real”.

​Supostamente, o “jogo” envolve 50 desafios que precisam ser realizados quase sempre pela madrugada (4.20h) durante 50 dias. Alguns destes desafios envolvem a auto-mutilação, e a última tarefa-missão é o suicídio. Os seus idealizadores e mercadores da morte estudam as pessoas através do Facebook, e depois mandam convites. Todos os dias são criados novos grupos que nem sempre aparecem com o nome original. Alguns se chamam ”casa solitária”, “Estou no jogo”, “Acorde-me às 4.20h”, etc. Os grupos são coordenados pelos chamados “curadores” que convidam, aceitam, passam os desafios e os cobram. São eles que ameaçam os que desejam deixar o jogo, usando quase sempre a mesma frase: “Nós iremos atrás de você e de sua família”.
​Vejamos os cinco primeiros desafios:
1. Com uma navalha, escreva a sigla “F57” na palma da mão e em seguida enviar uma foto para o curador.
2. Assista filmes de terror e psicodélicos às 4:20 da manhã, mas não pode ser qualquer filme, o curador indicará, lembrando que ele fará perguntas sobre as cenas, pois ele quer saber se você realmente assistiu.
3. Corte seu braço com uma lâmina, “3 cortes grandes” mas é preciso ser sobre as veias e o corte não precisa ser muito profundo, envie a foto para o curador, e seguirá para o próximo nível.
4. Desenhe uma baleia azul e enviar a foto para o curador.
5. Se você está pronto para se tornar uma baleia escreva “SIM” em sua perna. Se não, corte-se muitas vezes “Castigue-se”.
Olhem os últimos:
45. O curador indicará a data da sua morte, e você aceitará.
46. Acorde as 4:20 e vá a uma estrada de ferro.
47. Não fale com ninguém o dia todo.
48. Fazer um voto de que você é realmente uma Baleia Azul.
49. Todos os dias, você deve acordar às 4:20 da manhã, assistir a vídeos de terror, ouvir música que “eles” lhe enviam, fazer 1 corte em seu corpo por dia, falar “com uma baleia”.
50. Tire sua própria vida.
​Pelo que percebi nestes dias pesquisando, estão vindo do Sul do País os primeiros alertas. A secretaria de saúde de Porto Alegre já emitiu nota sobre o fenômeno. O secretário de Segurança do Paraná, Wagner Mesquita, fez um apelo para que os jovens “não cedam a ameaças” do jogo Baleia-Azul, durante entrevista coletiva, em que anunciou a criação de uma força-tarefa para identificar os responsáveis pelos desafios, nesta quarta-feira, 19 de Abril.
​Até o presente momento foi lúcida, proativa e esclarecedora a fala do prefeito de Curitiba Rafael Greca que nomeou o jogo como “uma desgraça que chegou a Curitiba” e disse que os jovens e famílias da capital ”não merecem acreditar que a morte vale a pena, que o suicídio é bom e que a mutilação é necessária”. Falando as famílias, ele alertava: “Você precisa nos ajudar a reagir. Se você tem adolescentes, procure acolhê-los, trazê-los para perto de si. Se observar comportamento estranho de madrugada, reaja, interfira. Não os rejeite, mas traga-os para a conversa”. Greca ainda assinalou que o município acionou uma rede de proteção à vida, através de órgãos de segurança e da Polícia Federal. “Vamos trabalhar no sentido de alertar e prevenir essa praga moderna” acrescentou.

​O prefeito parece ter tocado em dois pontos fundamentais segundo o meu parecer: A família e o diálogo. Tive ainda mais certeza quando assistia um noticiário que trazia um caso de uma ocorrência do Mato Grosso do Sul. Uma professora conseguiu obter mensagens do telefone de um adolescente que tinha como desafio envenenar trinta crianças de três colégios diferentes. Na mensagem ele pedia perdão para todos os pais. Perguntei-me porque ele não teve abertura para falar com os próprios pais…
​Angela Bley, psicóloga coordenadora do instituto de psicologia do Hospital Pequeno Príncipe, de Curitiba, diz que o adolescente com autoestima baixa, sem vínculo familiar fortalecido é mais vulnerável a cair neste tipo de armadilha. “O que tem diálogo em casa, não é criticado o tempo todo, tem autoestima melhor, tem risco menor. Deixe que ele fale sobre o jogo, o que sente, é um momento de diálogo entre a família.”
​Difícil, mas urgente e necessário neste momento é o desafio de resgatarmos vínculos reais (a começar pelos familiares) numa cultura completamente virtual. Para uma geração que quase vive virtualmente, é pedir demais? Quantos adultos olham mais os celulares que os filhos? Podemos trocar o verbo jogar pelo verbo conversar? Quem são os primeiros a colocar os jogos nas mãos dos filhos? Encantei-me ao ver esta semana em uma oficina de arte-terapia o primeiro desenho no tecido de uma menina de sete anos…
​Algumas dicas de especialistas podem nos ajudar a refletir e repensar nosso comportamento com a geração y:
1. Fique atento à mudança de comportamento;
2. Compartilhe projetos de vida;
3. Abra espaço para diálogo;
4. Adolescentes devem buscar aliados e
5. Escolas podem criar iniciativas pela vida

​Ainda neste contexto deste jogo mortal, alguém corajosamente afirmava: ”Os nossos jovens estão se suicidando, e cada vez mais, porque a gente não presta atenção neles. Não é o desafio da Baleia-azul que está matando os nossos adolescentes. É a nossa insensibilidade”. Recordei-me, então de palavras proféticas da Madre Teresa de Calcutá: “A maior doença do Ocidente hoje não é a lepra nem a tuberculose; é ser indesejado, não ser amado e ser abandonado. Nós podemos curar as doenças físicas com a medicina, mas a única cura para a solidão, para o desespero e para a desesperança é o amor. Há muitas pessoas no mundo que estão morrendo por falta de um pedaço de pão, mas há muito mais gente morrendo por falta de um pouco de amor. A pobreza no Ocidente é um tipo diferente de pobreza não é só uma pobreza de solidão, mas também de espiritualidade. Há uma fome de amor e uma fome de Deus”.
​Sim, tudo indica que a cultura da morte atual continua fazendo suas vítimas e se atualizando porque falta Deus, e, portanto, falta amor!
​Esta iniciativa do mal poderia também nos levar a pensar o quanto estamos sendo lentos para o bem. Até quando os filhos das trevas, no dizer de Jesus, serão mais espertos que nós? Um exemplo, porém, de reação positiva foi criada por uma dupla de publicitários paulistanos que resolveu divulgar uma versão positiva do game: O ”Baleia Rosa”! Com otimismo, criaram 50 tarefas que fazem o bem ao outro e ao próprio jogador. Entre as propostas da “baleia do bem” estão tarefas como “Converse com alguém com quem você não fala há muito tempo” e “Grite na rua: eu me amo”. Isto sim nos dá esperança! Isto sim é digno da adolescência e da juventude! O Projeto de São Paulo me faz lembrar o apelo de ”Globalização da solidariedade” do Papa João Paulo II e a ”Cultura do encontro” do Papa Francisco. Também penso na música da jovem curitibana Ana Vilela, trem bala, quando ela fala de uma “chuva de vida que cai sobre nós”. É desta chuva que as novas gerações precisam!

​Sim, vamos rezando, amando, unidos pelo bem, educando as gerações com nossas atitudes para as virtudes que podem trazer novamente esperança para nosso país neste tempo de profunda crise moral, e colaborando para que esta “onda” passe o mais rápido possível e leve novamente a Baleia-Azul para o fundo do mar…”

Por Padre Dudu

20 de Abril de 2017

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Os brasileiros são pintos, escondidos dentro do ninho

Diante dos discursos construídos e compartilhados pelo vazio da autonomia humana, eu decidi me rebelar perante o mundo, passando uma tarde incrível com minha família, sem a interferência exterior.
Queria poder construir uma casca de ovo em volta de mim e daqueles que amo, para protegê-los dos flagelos contemporâneos. O único problema é que não tenho a galinha para aquecê-los, então, pedi ao Putin para não fechar o registro do gás da Rússia, porque a maioria dos europeus morreriam de frio.
Nesse exato momento, meu questionamento mais profundo é escolher qual roupa vestirei amanhã para ir ao trabalho, enquanto que os generais e os ditadores brincam de guerra na Síria, massacrando os civis com bombas, terrorismo e armas químicas.
Os brasileiros criticam o Donald Trump e sua ordem executiva presidencial para lançar mais de 50 mísseis na casa dos outros, lá no oriente médio. Simplesmente, eles precisam ser estudados, porque não sabem escolher presidente, não conhecem seus direitos e se acomodaram na alienação, esperando que os estrangeiros tragam seu modo de vida para cá. O problema é que os estrangeiros precisam dominar alguém para manter seu modo de vida e toda a propaganda.
Por fim, a galinha fugiu. As raposas se apossaram do galinheiro e estão admirando os ovos dentro dos ninhos. Elas esperam novas galinhas, porque ainda não compreenderam o fato de que só sairão pintos dali.
 
Por Nadelson Costa Nogueira Junior
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Avaliação do primeiro trimestre do governo Mandiocão

Peço desculpas aos meus amigos, familiares e aos empresários rio-bonitenses, mas é preciso acreditar em alguma coisa para existir. É necessário seguir a linha da coerência na busca pela informação e na transmissão dos fatos, independentemente do veículo de comunicação utilizado.

Esse tem sido um período de controvérsias e da busca de redenção por parte do governo José Luiz Alves Antunes (Mandiocão), do PP (Partido Progressista), tendo em vista que ele sentou na cadeira e assumiu o cargo de prefeito, puxando o tapete dos outros candidatos e da própria democracia. Seguindo a lógica jurídica, no dia 02/12/2016, o TSE suspendeu a continuidade de todos os recursos contra o político, em função da liminar que o tornou temporariamente elegível. Dessa forma, a possibilidade de uma nova eleição, que é considerada um pesadelo para muitos e um sonho para outros, foi descartada. Mas, salvo àqueles que estão diretamente ligados ao grupo político vencedor e os apaixonados, ficou latente a mácula moral e ética registrada no resultado das Eleições 2016, quando seus 14.826 votos foram anulados, contrariando as afirmações apresentadas no palanque pelo então candidato e sua equipe da articulação política.

Mesmo com a aprovação alta perante a sociedade, o atual governo começou seu legado, cometendo erros atrás de erros, decretando a calamidade financeira, sem ter anunciado o valor real da dívida herdada do governo anterior, porque não sabia ou lhe era conveniente não informar. O fato é que informaram à opinião pública que a dívida era de R$71 milhões, quando na verdade ela se limitava aos R$55 milhões. O prefeito nomeou parentes, materializando a prática do nepotismo, mesmo com o posicionamento desfavorável do STF (Supremo Tribunal Federal) em relação à indicação do filho do prefeito da cidade do Rio de Janeiro, Crivella.  Conforme o posicionamento do vereador Humberto Belgues, houve superfaturamento na compra dos alimentos, comparando os preços pagos pela PMRB àqueles aplicados ao mercado consumidor.

Em março, a rede de ensino público municipal, com suas 42 escolas, já iniciou o ano letivo com a greve dos profissionais da educação, que exigem o aumento dos salários e a utilização correta do FUNDEB, cujo governo deveria usar 60% para a complementar e valorizar o salário do professor, enquanto que os outros 40% deveriam ser investidos nas escolas, mediante a proporcionalidade do número dos alunos matriculados, o que já faria a cobertura das obras de manutenção e dos investimentos sociais, incluindo a compra da própria merenda escolar.

Mas, o Mandiocão foi eficiente em relação ao governo anterior, tendo em vista que a manutenção da iluminação pública está em andamento desde o dia 06/03/17, as ruas estão limpas no centro, seguindo a logística paulatinamente para os bairros e localidades mais distantes, enquanto que a cidade teve sua tão esperada festa de carnaval, contando com a participação público privada. A vice-prefeita, Rita de Cássia, demonstrou força e articulação, quando trouxe a participação privada para o universo público, recebendo doações e fazendo a manutenção plástica da paisagem nas escolas, cuja degradação já se registrava em 2012, quando Mandiocão era o prefeito em seu penúltimo mandato.

Infelizmente, após analisar o primeiro trimestre do atual governo, não posso deixar de atentar para o fato de que o grupo do Mandiocão não saiu do palanque, dando evidência extrema ao atual secretário de saúde, Matheus Neto, deixando a vice-prefeita isolada no combate dentro da pasta da educação, permitindo que a opinião pública interprete a leitura de uma possível sabotagem. Mas, isso não será problema para a vice-prefeita, que cuidará da comunicação no momento certo, quando as janelas estiverem alinhadas para os projetos maiores, pois ela nunca fugiu do trabalho e está somando forças para sua perspectiva no futuro, que focaliza a prefeitura, sob sua visão e idealização.

Por fim, eu tenho certeza de que a maioria dos erros cometidos até agora por conta do governo não teriam ocorrido, se a Rita de Cássia fosse a prefeita. Mesmo com toda a burocracia nos cargos comissionados e nas pastas governamentais, há um diferencial no atual governo que nunca existiu no grupo do Mandiocão, anteriormente. Ele está no perfil perfeccionista da vice-prefeita, que deixa evidente sua assinatura na logística da iluminação pública, no diálogo e na confiança da classe dos empresários no governo, incorporando o espírito da verdadeira esperança na atual administração pública por parte da sociedade. No mais, espero que o Mandiocão dê mais ouvidos a vice-prefeita nos conflitos, porque ela já demonstrou que poderá fazer muito mais do que foi realizado até agora.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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PMRB iniciará a vacinação preventiva contra a febre amarela a partir do dia 17/03/17

17311283_1366588480075354_7336568782516787705_o“A Prefeitura de Rio Bonito, através da secretaria de Saúde, vem á público comunicar que através de uma ação do Governo do Estado do Rio de Janeiro, devido ao caso de Febre Amarela na cidade de Casimiro de Abreu, será realizada a partir desta sexta-feira, 17, uma campanha de prevenção a Febre Amarela em oito unidades de saúde do município: ESF Basílio, ESF Boqueirão, ESF Praça Cruzeiro, ESF Rio do Ouro, ESF Parque Andreia, ESF Lavras, Ambulatório Loyola, Ambulatório Boa Esperança e duas unidades móveis. O atendimento será de 08:00 às 17:00h, incluindo nos finais de semana. É importante esclarecer que a campanha irá durar, a princípio, 30 dias e, até o momento, não há nenhum caso suspeito em Rio Bonito, portanto não há motivos para uma corrida aos postos.

A vacinação é recomendada para pessoas a partir de 9 meses de idade até aos 60 anos. Idosos acima da idade só poderão ser vacinados mediante apresentação de atestado médico que comprove boas condições de saúde. Crianças que tenham tomado a vacina de tríplice viral e varicela é recomendado um intervalo de 30 dias para ser vacinada. A secretaria de saúde solicita aos responsáveis que levem o cartão de vacina de crianças com menos de 5 anos de idade.

O prazo de imunização da vacina de febre amarela é de 10 dias, por isso a recomendação é que seja interrompida qualquer atividade desportiva e visitação em cachoeiras e trilhas.”

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Não é o momento para a Educação fazer greve em Rio Bonito, diante da crise e do desemprego

16939325_2227740087450411_6903258934469187052_nDe um lado, o governo municipal coloca o carro de som na rua para informar aos cidadãos rio-bonitenses que as aulas voltarão no dia 06/03/2017 na rede pública municipal de ensino. Do outro, o SEPE e os profissionais da educação informam que a greve começará no mesmo dia, sem previsão para o retorno.

A Ensino Público Rio-bonitense está sofrendo nos últimos 24 anos, com o FUNDEB (Antigo FUNDEF), sendo utilizado de forma errônea pelos prefeitos e secretários de educação, investindo sabe-se lá onde, tendo em vista que os profissionais da educação nunca receberam o teto estabelecido por Lei, enquanto que as escolas foram sucateadas com o tempo. A situação fica mais latente com as 47 escolas públicas municipais para gerir, num período assombrado pela crise financeira nacional, estadual e municipal.

A luta dos profissionais da educação é legítima e necessária. Todavia, analisando o ambiente político e econômico, os grevistas precisam questionar se esse é o momento, tendo em vista os R$55 milhões das dívidas herdadas do governo anterior, que se transforam em R$71 milhões com os parcelamentos das obrigações realizadas pela ex-prefeita nos últimos dias do mês de dezembro de 2016.

Na rixa política entre a Câmara Municipal e o prefeito Mandiocão, existem forças ocultas que estão se aproveitando da situação para patrocinarem suas manobras pessoais, vislumbrando colocar o governo contra a parede, que terminaria, no máximo, na concessão de mais cargos comissionados nas direções das escolas aos vereadores, e nada mais. Mas, as forças ocultas estão trabalhando, também, a partir da ALERJ, porque 2018 será ano eleitoral, com direito aos candidatos da situação e da oposição.

Defendo o movimento de grave e reconheço sua legitimidade. Todavia, se os profissionais da educação não iniciarem as aulas no dia 06/03/2017, eles poderão ficar quanto tempo quiserem, porque não há como se negociar em período de crise. Para piorar, existem famílias que precisam da escola mais do que nunca, porque a renda está comprometida, enquanto que a merenda escolar garante uma refeição diária ao estudante. Logo, o pouco apoio popular, que resta ao movimento de greve, se apagará nos primeiros dias, porque essa greve veio no momento errado e no governo errado. Era para ela ter ocorrido em 2014, sob a gestão da Solange Pereira de Almeida, após a compensação da dívida herdada no valor de R$21 milhões, quando a crise era somente moral e ética. No final, o maior perdedor será o aluno, que precisa cumprir o calendário escolar e aplicar a defesa alimentar, que transforma a merenda escolar numa estratégia social, que é valorizada diante do fantasma do desemprego.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Explicando a Comunicação Social para os políticos, os empresários e a opinião pública

download-1Desde o advento do Estado, da República, da organização dos três poderes e das relações institucionais, a imprensa tem atuado como uma ferramenta do controle social e da opinião pública, ora criando a opinião, ora desconstruindo as  ideias na massa. De fato, a Comunicação Social é uma arma para os governos e as organizações que precisam da aprovação social para continuarem o desenvolvimento dos seus respectivos projetos de poder e planos de negócios, incluindo os investimentos nas ações dentro da Bolsa de Valores, fazendo a conexão entre o presente, o passado e o futuro, ou desconectando tudo.

A atividade da imprensa é conceitual e estrategicamente livre, salve os conceitos e princípios do escritor e dos patrocinadores. Assim sendo, ao mesmo instante que a Comunicação Social atua como uma arma, criando opiniões e induzindo ideias, ela também atua como um escudo invisível de defesa dos interesses dos patrocinadores e investidores, porque a imprensa é um negócio, antes de qualquer outro achismo do leitor, gerando empregos e tendo a necessidade de compensar os custos da produção  e gerar lucro, como qualquer outra empresa em atividade.

Todavia, não basta ter a equipe e o veículo de comunicação, tais como TV, rádio, jornal e internet, se a confiabilidade do conjunto, perante a opinião pública, for baixa ou negativa. O fator “confiança” deve ser o primeiro item a ser considerado pelo patrocinador no momento do contrato do serviço, cujos termos devem ser considerados na transparência entre as partes, objetivando evitar o conflito ético, quando as coisas saírem do controle. E acreditem, elas sempre saem, principalmente, quando se está no ramo da política, dos governos e dos negócios, dentro da Bolsa de Valores.

É importante atentar para o fato de que o escritor precisa acreditar no produto e no conceito idealizado pelo cliente, caso contrário, não haverá planejamento estratégico e de marketing que possa consertar as falhas e ajustar os contratempos, principalmente, quando o tempo é seu maior inimigo. No caso da politica e dos governos, o tempo tem maior poder e influência no processo da comunicação, tendo em vista o mandato de 48 meses, com a média máxima de 36 meses para a idealização e a execução dos projetos, quando a imagem do político está à mercê da opinião pública e da fragilidade intelectual, moral e ética da sua própria equipe.

Por fim, a Comunicação Social e a atividade da imprensa se resumem à guerra da informação, aos conflitos de interesses dos grupos e à gestão do impacto e dos riscos, cujo vencedor será àquele que tiver a maior penetração na massa e a capacidade de desconstruir as ideias e opiniões plantadas na consciência social do universo trabalhado, ganhando o território físico e digital, aumentando sua influência e o domínio. Assim, caso tenha gostado da resenha e queira saber mais sobre nossa consultoria, é só telefonar para (21)98829-2915 ou enviar o e-mail para consultoria@nadelson.com.br.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior