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A Difícil arte de existir e de se medir

Se a vida fosse uma novela ou série de TV, nós seríamos os protagonistas na juventude, cheios de razão, certezas e ideias. A juventude tem o poder de tornar seu portador inabalável, enquanto que toda existência, ao seu redor, se manifesta como uma grande plateia.

O tempo passa, enquanto que ganhamos a experiência com a idade. A razão absoluta se torna relativa. As certezas perdem espaço para as incertezas do cotidiano. As ideias próprias se esvaziam, cedendo espaço ao pensamento comum e coletivo. Dessa forma, deixamos de valorizar a singularidade, para nos tornarmos parte de algo maior do que nós mesmos, como a família, a religião e o convívio social. Simplesmente, nos tornamos atores coadjuvantes da vida das outras pessoas, enquanto que abandonamos o estrelado do nosso ego, assumindo um dos assentos no meio da multidão.

Não se preocupe, pois tais percepções são normais e naturais no ser humano, por causa da sua necessidade social de fazer parte de algo maior que sua própria existência. Seu ego ocupou o lugar esperado no seu tempo, enquanto que sua alma amadureceu entre seu nascimento e a velhice.

Agora, você está pronto para continuar a jornada, num mundo com paz, amor, tolerância, cumplicidade e sucesso, porque a pessoa só pode dar aquilo que tem, mesmo que a porção seja pouca.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Fátima Mendonça garantiu a continuidade na Comunicação Social do Município de Rio Bonito

Fátima Mendonça, ex-secretária municipal de comunicação da PMRB.

Fátima Mendonça, ex-secretária municipal de comunicação da PMRB.

Na concorrência existente entre os grupos políticos, em suas entradas e saídas do governo, os arquivos dos computadores são delatados, alguns documentos desaparecem e os protocolos da transmissão do poder são passados de um prefeito para outro, através da solenidade da entrega das chaves, que a ex-prefeita não o fez em 2017, incluindo a transição. Só quem acompanha os bastidores do governo e do serviço público entenderá a complexidade de se começar um governo em Rio Bonito, com ou sem transição, porque é preciso ter muita dedicação e conhecimento de rede para juntar as peças do quebra-cabeça administrativo para reorganizar e colocar as coisas no seu devido lugar, mesmo com a existência das secretarias municipais de planejamento e gestão pública, porque a Prefeitura está na idade da pedra, quando o mundo se encontra globalizado e na era digital.

Fazer a comunicação social de uma organização pública não é uma tarefa fácil, principalmente, tratando-se da PMRB (Prefeitura Municipal de Rio Bonito), com sua diversidade nas secretarias, departamentos e setores logísticos e administrativos, enquanto que suas funções vão muito além da construção das resenhas e da assessoria de imprensa, uma vez que a secretaria de comunicação social é responsável pelas relações públicas, pelo endomarketing e marketing, o trabalho da imagem institucional perante a sociedade civil, pelo cerimonial na recepção das autoridades nos eventos públicos, sendo-lhes abertos ou fechados, e pelas pesquisas da qualidade de satisfação do cliente (cidadão), o que deveria incluir o serviço da ouvidoria.

Mas, num circuito descontrolado, onde o caos parece imperar, vislumbrando tradicionalmente sabotar os governos sucessores, a ex-secretária de comunicação, Fátima Mendonça, teve a postura ética e coerente de transferir o site do Município de Rio Bonito, com seus protocolos de acesso e as redes sociais, priorizando o Facebook, o Twitter e o Youtube. Ela seguiu os princípios da continuidade, da eficiência e da impessoalidade, que são partes dos pilares que definem a gestão pública. Ela não se apropriou da coisa pública, mesmo que fosse virtual, transferindo parte do capital do conhecimento e da informação, incluindo a complexa carteira dos contatos digitais, ao atual governo. Embora a postura da ex-secretária pareça óbvia ao leitor e ao cidadão, ela se torna latente pelo simples fato de que não houve tal reciprocidade em 2013, quando a tradição gestora da transmissão foi realizada, também, sem transição.

Por fim, o conhecimento institucional da PMRB não pode ficar retido nas mãos de um grupo político, porque seu patrimônio é dos riobonitenses e de toda a humanidade. A Fátima Mendonça compreendeu o tamanho da sua responsabilidade e se manteve fiel ao conceito filosófico e arquitetônico da secretaria de comunicação, materializado em seu planejamento estratégico. Assim, espero que o atual governo tenha a mesma postura ética, quando for transferir as chaves e os protocolos do Município, porque alguém tem que dar o primeiro passo e servir de exemplo positivo para as futuras gerações.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Precisamos buscar o verdadeiro espírito do Natal continuamente

É no momento da crise, que o ser humano consegue alcançar os extremos da sua essência, que pode decair à sobrevivência selvagem ou se elevar à nobreza da existência singular por si mesma. Logo, diante da crise econômica e financeira que testemunhamos, que foram provocadas pela crise ética e moral, que assolam a sociedade brasileira há décadas, várias famílias não poderão comprar os presentes, em conformidade à tradição consumista, ora por causa do déficit na renda familiar, dos problemas nos negócios ou por causa do fantasma do desemprego. Mas, a questão é: – Quem foi que disse que o Natal é a festa do consumismo e da troca dos presentes entre as pessoas? – Quem foi que reduziu uma data tão nobre no seu significado para uma relação de troca, banhada por bebidas e comidas, que se estende até o primeiro dia do ano, conforme o calendário gregoriano? – Precisamos fazer tais perguntas para compreendermos o presente e como chegamos até aqui, nesta encruzilhada ideológica que coloca o material acima do espiritual e da própria essência fraterna da família.

O Natal é uma festa cristã, baseada nos princípios universais da fé, da família, do amor e da caridade, cujo cenário do nascedouro do menino Jesus é representado pelos presépios ou pela liturgia teológica nas igrejas, que expressam o período de perseguição aos recém-nascidos judeus, levando José e Maria a se exilarem, declinando a trama do nascimento do messias cristão dentro de um celeiro, sem luxo ou ostentação. Os reis magos, que seguiram a grande estrela, lhe trazem presentes espirituais, tais como a fé, o amor e a caridade, elevando o celeiro com a conexão estabelecida entre àqueles que davam com aqueles que recebiam e retribuíam.

O espírito do Natal está diretamente ligado ao sentimento e à expressão humana do afeto e do carinho, cujo presente somos nós mesmos, quando seguramos uns aos outros no momento da alegria e da tristeza. Logo, não perca seu tempo enfrentando filas ou se endividando pelos próximos doze meses para comprar presentes materiais, quando o maior presente é você, dando aquele abraço apertado no seu próximo, expressando o amor através das atitudes.

Embora pareça pouco diante do consumismo, o afeto, o carinho, o amor e a caridade podem transformar um único momento num episódio mágico, que ficará registrado pela eternidade. Tais virtudes não separam, mas agregam a diversidade, o respeito e a tolerância entre os povos e as pessoas. Logo, não tenho dúvida de que o seu abraço de hoje poderá pacificar o conflito do amanhã, porque você se colocou no lugar do próximo, agora.

Assim, como estamos no ano 5777, no Shabat do dia 24 do mês de Kislev, cuja data natalina coincide com o Chanuká (A Festa das Luzes), eu termino desejando um feliz natal fraterno aos meus amigos cristãos e Chag Chanukah Sameach à comunidade judaica e aos exilados, porque estamos conectados ao Eterno e uns aos outros, compondo a harmonia com a criação.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Retrospectiva 2016 por Padre Dudu

“Quando me pediram este artigo para o nosso portal, recordei-me, imediatamente da Palavra de Paulo aos Romanos: “E porque nós sabemos que todas as coisas contribuem para o bem daqueles que amam a Deus” (Rm 8,28). É bem verdade que muitos de nós, como todo cidadão informado e consciente, poderia começar a recordar tantas situações que aconteceram ao longo deste ano de 2016: Da grande crise econômica aos escândalos de corrupção, do processo de impeachment ao novo presidente, dos atos terroristas à guerra no Oriente Médio, da perseguição aos cristãos à migração forçada de tantos irmãos, de tragédias naturais à episódios de violência que nunca imaginaríamos pensar…

Quem somos no meio de tudo isso? O que vemos e como vemos? O que esperamos?

Como cristãos somos homens e mulheres que carregamos uma Esperança que não decepciona (cf. Rm 5,5). E, ao mesmo tempo, somos carregados por Ela! Somos homens e mulheres como todos os outros; mas nos diferenciamos pela fé que nos faz ver além. Temos visão sobrenatural, vamos além das análises de conjuntura. Estamos além do psíquico e do sociológico, apesar de precisarmos deles.

Homens e mulheres que vivem no Espírito não são determinados pelos fatos! Há um número belíssimo no Documento de Aparecida que diz: “Os sinais da vitória de Cristo Ressuscitado nos estimulam enquanto suplicamos a graça da conversão e mantemos viva a esperança que não defrauda. O que nos define não são as circunstâncias dramáticas da vida, nem os desafios da sociedade ou as tarefas que devemos empreender, mas todo o amor recebido do Pai, graças a Jesus Cristo pela unção do Espírito Santo” (DA 14).

Quantas vezes ouvimos São João Paulo II afirmar categoricamente: “O mal e a morte não possuem a última palavra sobre a vida do homem”.

Somos homens e mulheres da Esperança porque somos homens e mulheres que nasceram pela Ressurreição Daquele que parecia ter perdido. Humanamente, na Cruz, Jesus também parecia um fracassado, um derrotado. Pense em tudo o que estava envolvido no exato instante em que Jesus morreu na Cruz! Em nenhum outro momento da História de Salvação haviam mais interesses eternos envolvidos! Existe, porém, na vida de todo homem um instante crucial, um Gólgota a subir, um Calvário a ser enfrentado, diariamente um madeiro a ser carregado. Este momento não pode ser evitado. Não podemos desistir! Quando alcançarmos o lado ressurreto da cruz, veremos bênçãos de vitória indescritíveis! Recordo-me de uma homilia do nosso Papa Emérito, Bento XVI, em que ele dizia que quem salvou o mundo foi um Crucificado, o que salvou o mundo foi a paciência de Deus. Portanto, irmãos, ainda que os acontecimentos de 2016 tenham ofuscado a tua visão ou até mesmo abalado teus sonhos e tua fé, lembre-se que o próprio Espírito Santo deu ao mundo, justamente neste ano da história, um Ano Santo: O Ano da Misericórdia!

Veja e entenda 2016 na ótica da Misericórdia! Faça memória grata do teu ano. Abra-se com confiança filial ao futuro kairós de Deus Pai em tua vida. Permita ser movido pelo Espírito, verdadeiro Protagonista da História humana. Como os santos, glorie-se nas tribulações! Sinta-se forte em suas fraquezas para que a Força de Cristo (que é o Espírito!) habite em você! A moldagem do nosso homem novo (do verdadeiro carismático) acontece pela submissão à Obra do Espírito que continua sendo entregue pela Cruz! Não renuncie ao Batismo da Cruz. Nele está o verdadeiro Batismo do Espírito Santo, o genuíno Avivamento! Nos tempos áridos, repensemos o que é realmente importante e essencial para nossa vida de fé e nossa salvação. Bendito 2016! Louvor e Glória a Ti, Senhor!

Que venha 2017, Ano Mariano no Brasil, Ano Jubilar para a Grande Família Carismática! Jubileu de Ouro! Existe Ouro que não passe pelo Fogo? Obrigado, Espírito de Deus! Te Amamos na Alegria e na Tribulação! Aleluia! Amém!”

Por Padre Dudu

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Estúdio de Dança Sonharte fez vanguarda no seu primeiro espetáculo

12523083_978160892259395_8317975220781603635_nAo assistir a apresentação das coreografias do espetáculo “Entre Laços”, produzido pela Equipe do Estúdio de Dança Sonharte e dirigido pela Caroline Rodrigues, me surpreendi com a qualidade coreográfica das crianças e a aplicação da técnica, tendo em vista que o projeto ainda não materializou seu primeiro ano, demonstrando a maturidade precoce das professoras e de toda equipe técnica, desde o repertório musical até a iluminação.

Sou vizinho de muro do Estúdio Sonharte, enquanto que acompanhei  os ensaios pelos temas musicais de dentro do meu quarto ao longo dos meses, imaginando como seria cada coreografia.

Adorei o espetáculo, me emocionei com a coreografia das crianças dançando com suas respectivas mães. A proposta da coreográfica da grávida foi linda, poética e contemplativa. A dança do ventre demonstrou o potencial das alunas e da Sonharte. Todavia, minha alma tremeu com a sincronia coreográfica da equipe do Hip Hop, cuja apresentação era merecedora da estreia no Canal Disney. Simplesmente, os meninos possuem a dança no DNA e quebraram todos os conceitos, superando as expectativas do público rio-bonitense.

Literalmente, o espetáculo “Entre Laços” começou no ritmo da turma baby class, progredindo para a mistura da dança clássica com a moderna, terminando na rebeldia necessária para todo movimento artístico e de vanguarda.

Por fim, sobre a última coreografia, eu poderia escrever uma tese de doutorado em história e filosofia da arte, uma vez que as dançarinas me provaram que é possível ensinar história e expressar o pensamento político e ideológico através da dança e do movimento, sem perder a postura ou cair no salto. Me sentei na platéia, preparado para ver mais do mesmo. Mas, fui surpreendido como artista e admirador do belo, ficando com o entusiasmo para acompanhar e aplaudir as futuras produções, com seus novos desafios. Assim, me levanto, bato palmas e ofereço flores em agradecimento, porque a maior retribuição da arte se materializa no reconhecimento.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

 

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O Brasil precisa abandonar o petróleo e abraçar a fusão nuclear

fusaoA Balança Comercial se baseia no confronto entre os produtos importados e exportados, enquanto que sua base se mantém na estrutura da reserva cambial e metalista, colocando o Onça Troy (Ouro) como referência mundial. Logo, para uma nação fechar o período de forma positiva, ou superávit, é necessário que as flutuações financeiras estejam abaixo da reserva cambial, enquanto que o país deverá exportar (vender) mais do que importar (comprar). Todavia, no caso do Brasil, a fórmula está sendo manipulada artificialmente pelo Governo desde 1994, priorizando a taxa de juros acima do mercado internacional para captar os investidores estrangeiros, além da injeção contínua dos dólares na flutuação do mercado, objetivando mantê-lo atrativo. No final, o contribuinte brasileiro paga caro pelo padrão de vida duas vezes, uma vez que a manutenção do aquário financeiro não é barata, enquanto que dinheiro não dá em árvore.

Desde 2003, o governo do ex-presidente da república, Luiz Inácio Lula da Silva, manteve a política econômica e cambial iniciada por FHC, utilizando-se, em contraposição, do mecanismo dos empréstimos às nações estrangeiras, bem como a intensificação das obras e grandes construções no exterior, convertendo os valores em dólares, que eram incorporados à balança comercial como investimentos, provocando o superávit artificial da economia. E foi assim que o governo do PT construiu a famosa “economia emergente” até a entrada da ex-presidente Dilma Rousseff, que retornou ao modelo econômico anterior ao período do real, investindo maciçamente no social, ignorando a necessidade primária do Brasil, que é justamente o investimento no setor energético e na produção industrial nacional.

Todavia, deixando a política cambial de lado no momento, é importante analisarmos que o Brasil se prendeu ao petróleo, deixando toda sua economia dependente do setor, que está em decadência e com os próximos trintas anos de contagem regressiva para sua subutilização na produção dos plásticos, tendo em vista o investimento maciço das maiores nações e economias do planeta na pesquisa e na produção das novas fontes de energia, mais limpas, baratas e sustentáveis, contrariando todas as regras do setor petrolífero. Logo, o que está acontecendo com os Estados Federativos produtores de petróleo, que estão imersos numa crise financeira, acontecerá com a União, se não investir nas novas formas de energia, afastando-se progressivamente do hidrocarboneto.

Para tornar o Mal Holandês ainda pior para o brasil, a Alemanha anunciou essa semana que conseguiu tornar operacional e com a segurança de 99,99% o primeiro reator de fusão nuclear, cujo seu mecanismo se baseia no formato de uma rosca de 16 metros, que controla os gases e o plasma através do magnetismo, sem contato direto com o material metálico do projeto. Assim, a Alemanha inaugurou uma nova etapa da evolução científica, elevando a corrida energética ao nível mais estratégico, limpo e infinito, alterando, inclusive, o panorama político do continente europeu, uma vez que a solução energética poderá alimentar a escala de bilhões de pessoas, diminuindo a importância logística da Rússia, que é responsável pela maior parte do fornecimento do gás aos europeus.

Por fim, o Brasil precisa abandonar os projetos hidrelétricos e petrolíferos, vislumbrando a tecnologia da fusão nuclear, que é literalmente a reprodução da manutenção energética do sol. O anuncio o reator alemão elevou o mundo contemporâneo ao panorama científico do filme “Jornada nas Estrelas”, uma vez que tal fonte de energia se encaixa perfeitamente como uma solução aos motores de dobra espacial e à autonomia colonial fora do planeta Terra. Entretanto, o governo brasileiro continuará insistindo no Pré-Sal e no modelo econômico sustentado pelos royalties do petróleo e pelo ICMS, que é descontado no destino, em Brasília, dentro do setor, enquanto que, contraditoriamente com a crise financeiro no Estado do Rio de Janeiro, o mesmo enviou mais de R$108 Bilhões em 2016, sozinho, sustentando a União e os Estados Federativos que não conseguiram evoluir autonomamente no último século.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

 

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Curso Operação Resgate completa 10 anos e realizará seu 1º Workshop

I WORKSHOP (SBV + ACLS)

Valor até 05/12 – 20,00 Matrícula
Após 05/12 – Matrícula R$70,00

O Valor da matrícula deverá ser realizado afim de confirmar a vaga.
Após o depósito referente a matrícula, enviar comprovante para contato@cursocor.com.br
ou whatsApp 21 98357-7996 com nome completo do participante.
Valor do Workshop R$ 100,00 (Sem o valor da matrícula).

 

Em comemoração aos 10 anos do Curso COR, será realizado no dia 17 de dezembro de 2016 (em NITERÓI – CDL) o 1º WORKSHOP do Curso Operação e Resgate.

O evento terá o objetivo promover atualizações do APH, voltados para RCP & PCR, através de complementações didáticas e oficinas práticas.

A programação abordará grandes eixos temáticos – Suporte Básico de Vida frente a uma PCR e Suporte Avançando em Cardiologia.

O Workshop promoverá oficinas de atualização, envolvendo diversos temas que tangenciam SBV e ACLS.

#Cronograma

1º WORKSHOP – SBV e ACLS do Curso COR.

08:30 as 08:50 – Credenciamento
09:00 as 12:30 – SBV
12:30 as 13:30 – Almoço
13:30 as 17:00 – ACLS
17:10 as 18:00 – Recomendações Finais
e entrega dos certificados.

Instrutores:
Luciano Oliveira (Bombeiro Militar e Enfermeiro Especialista em Urgência e Emergência).
Carlos de Lima (Enfermeiro Especialista em Urgência e Emergência).

Informações:
WhatsApp: 21 98357-7996
www.cursocor.com.br

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Deus te ama desde o ventre da tua mãe

“Preocupada, uma mulher procurou seu ginecologista.
– Doutor, eu estou com um problema muito sério e preciso da sua ajuda desesperadamente! Meu bebê não tem um ano e eu estou grávida novamente. Eu não quero outro filho.
Então o médico disse:
– Em que exatamente você quer que eu a ajude?
– Eu quero fazer um aborto!
Depois de pensar por alguns instantes, o médico falou:
– Olha, eu tive uma idéia que me parece melhor e também é menos arriscada.
A mulher sorriu satisfeita.
Então o médico continuou:
– Veja bem, para que você não tenha que tomar conta de dois bebês, vamos matar esse que está nos seus braços. Assim, você poderá descansar até que o outro nasça. Já que vamos matar um dos seus filhos, não importa qual deles. Dizem que os filhos são todos iguais para as mães. Não é mesmo? E, além do mais, sua vida não correrá risco com procedimentos cirúrgicos, se você escolher esse aí para matarmos.
A mulher ficou horrorizada com as palavras do médico e disse-lhe:
– Que monstruosidade o senhor está me propondo. Matar uma criança é um crime!
O médico respondeu-lhe:
– Eu concordo. Mas eu pensei que isso não fosse problema para você. Eu só estou sugerindo que você troque o filho que será morto.
Pelo semblante da mulher, o médico viu que tinha conseguido esclarecer seu ponto de vista.
E ele a convenceu que não há diferença entre matar uma criança que está nos braços ou uma que está no ventre. O crime é o mesmo.
Você sabe desde quando Deus te ama? DESDE O VENTRE DA TUA MÃE!”

 

Por Padre Eduardo Braga

#NÃOAOABORTO #SIMAVIDA ⚘

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A liberação parcial do aborto expõe um Brasil imaturo e frágil

abortoNo último dia 30/11/2016, o Supremo Tribunal Federal, através da primeira turma, que é composta por 05 Ministros, decidiu que não é crime praticar o aborto até o terceiro mês de gestação. A decisão é inédita e já provocou a reação dos diversos setores da sociedade civil. Todavia, ela não tem a força da Lei, tendo em vista que não foi levada ao plenário da suprema corte para a análise e votação, enquanto que a decisão da primeira turma já permite que os juízes elaborem suas sentenças seguindo a mesma tendência até o terceiro mês de gestação, aplicando a tese defendida pelo código de defesa biogenético. Entretanto, os magistrados ainda possuem liberdade na interpretação até que a matéria seja analisada pelos 11 ministros do STF, no plenário.

Embora a decisão já tenha impactado diretamente na opinião pública, o aborto ainda continua sendo um crime previsto no Código Penal, cuja sua prática é permitida nos casos em que a gravidez gere risco de vida à gestante ou que seja resultado do estupro, exigindo o acompanhamento médico. Logo, diante do conflito momentâneo provocado pela primeira turma do STF entre sua decisão e a própria essência do código penal, os juristas, magistrados e promotores públicos estão diante de uma situação atípica e inédita, que gerará mais demandas na Justiça, colocando o tema na prioridade máxima para a votação e decisão final por parte do STF, salvo as alterações constitucionais dentro do Congresso Nacional, que será o caminho escolhido pelas instituições sociais e religiosas mais ortodoxas.

A liberação do aborto até o terceiro mês de gestação coloca os princípios éticos, morais e religiosos em conflito, embora o Estado deva ser laico. Por outro lado, até que ponto o Estado tem o direito de intervir na vida pessoal das pessoas? Assim, seguindo o conflito generalizado entre as ideias, as opiniões e os valores, o tema está criando uma armadilha para a sociedade brasileira, uma vez que a liberação parcial do aborto abre as portas do Judiciário e do Congresso Nacional para enfrentar temas pertinentes, tais como a eutanásia e a pena de morte, além de demonstrar o fato de que a engenharia genética brasileira está se desenvolvendo, levando o termo “aglomerado de células”,  aplicado pelos Ministros da 1ª Turma do STF durante o debate, à generalização da matéria-prima da vida, podendo acontecer o salto quântico entre o embrião abortado até à clonagem dos animais e seres humanos.

Salvo as ponderações já apontadas no código penal, os defensores do aborto apontam sua prática como o instrumento de combate à fome, miséria e desigualdade social, além de argumentarem a diminuição dos gastos do ente público com os orfanatos e as instituições correcionais, tratando as consequências do egoísmo humano, enquanto que as causas continuam sendo ignoradas. Independentemente da religião, era para o indivíduo se guardar e proteger, praticando o sexo seguro com o uso da camisinha, do DIU e das variáveis opções dos anticoncepcionais. Assim, o Brasil não teria que passar por tais adversidades e, sequer, pensar em abrir as portas para as decisões individuais, que gerarão o carma para a nação e as gerações futuras. Se seguirmos por tais argumentações lúcidas, vamos legalizar o tráfico de drogas e anular todas as capitulações do código penal, tendo em vista que não falta demanda, enquanto que os condenados se dizem inocentes ou vítimas do sistema.

Por fim, estamos discutindo o aborto, quando deveríamos investir mais no ser humano, através da educação e da saúde pública de qualidade, valorizando a família e própria humanidade.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Sérgio Moro intensificou a Operação Lava Jatos a partir de um Land Rover

Ao assistir a palestra que o juiz federal, Sérgio Moro, ministrou na Universidade de Chicago, nos EUA, me veio a certeza de que, quando há o interesse da máquina judiciária e do fiscal da ordem pública, as operações policiais e periciais, bem como as auditorias ganham força, corpo, substância e substrato, criando desdobramentos diante dos novos fatos, das denúncias e do contexto probatório por si.

A maioria da nação brasileira não faz a menor ideia de como começou a Operação Lava Jatos, mas o magistrado apresentou a primeira peça do quebra-cabeça que promete alcançar desdobramentos nos crimes de fraude, enriquecimento ilícito, abuso de autoridade, abuso do poder econômico, evasão das divisas, criação de várias empresas laranjas, peculato, perjúrio, corrupção ativa e passiva, entre outros, cujos conteúdos comprometem desde o Palácio do Planalto, chegando as esferas dos Estados, crescendo com um câncer dentro dos palácios governamentais e nas Assembleias Legislativas, demonstrando que a máquina pública está doente, entrando no estágio terminal da ética e da moralidade. E pensar que todo o contexto se originou do desdobramento da conduta financeira e individual de um único ex-diretor da PETROBRÁS S/A, que tinha comprado, na época, um Land Rover, que, para o Ministério Público Federal não correspondia à capacidade econômica e financeira do investigado. No final, a história concluirá que as grandes corporações, as construtoras, os bancos, os executivos e os políticos ligados ao esquema da Operação Lava Jatos foram expostas à justiça, por causa de um Land Rover, que provocou o desdobramento mais profundo dentro da polícia federal.

Saindo da esfera da Operação Lava Jatso, me pergunto agora o que está acontecendo de errado em Rio Bonito, no Estado do Rio de Janeiro e no Brasil, tendo em vista que é um padrão o crescimento patrimonial dos políticos, dos vereadores aos senadores, enquanto que, com raríssimas exceções, o padrão do crescimento patrimonial é de 200% a 1200% por mandato, me vem a certeza de que, caso o juiz Sérgio Moro, a Procuradoria Geral da República e o Ministério Público realizassem a auditoria através do imposto de renda dos nossos representantes, poucos ficariam em pé e intactos. Logo, se o Land Rover do ex-diretor da PETROBRÁS causou tanto estrago, imaginem como ficariam as coisas, casos analisassem as casas de praia na região dos lagos, o número dos imóveis comprados ao longo do mandato, bem como o upgrade dos carros.

Por fim, o juiz Sérgio Moro se tornou um herói e um exemplo para a sociedade, porque ele seguiu em frente e executou seu trabalho, independentemente dos achismos e das ideologias políticas, tornando-se uma referência à magistratura estatual, federal e internacional. Assim, a Operação Lava Jato está reconstruindo o caminho do crime do colarinho branco, levando os agentes para o banco dos réus, enquanto que novas operações devem surgir nos Estados e nos Municípios, objetivando limpar a administração pública de um lado, além de restituir os valores furtados dos cofres públicos, do outro.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior