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A Quarta luz da loja maçônica

Esperamos que as constelações caiam em nossos braços, quando deveríamos seguir a lógica natural do universo, para nos elevarmos às estrelas e conquistarmos nosso lugar de direito entre os astros e corpos celestes. O mundo precisa da luz operante para sair da escuridão. Por isso, meu caro leitor, solicito humildemente que sejas luz ou cajado que transporta o fogo para dentro da caverna e do exílio.

O Orador é aquele que garante o cumprimento da Lei e que estabelece o caminho reto ao Venerável Mestre e aos irmãos dentro da Loja Maçônica. Onde está o Orador dos nossos lares, das nossas famílias? – Como caímos tanto diante de tanta abundancia e riqueza? Dizem que a Loja Maçônica possui três luzes para orientar o iniciado na lapidação da sua alma e moralidade. Todavia, me atrevo a discordar dos estatutos, manuais e landmarks para trazer a quarta luz aos céus do quadrilongo justo e perfeito, porque o Orador e a Lei, por ele relembrada, são um único astro com luz própria e que brilham do oriente ao ocidente e do norte ao sul, como o segundo sol, que está entrando em nosso sistema solar para alterar a ordem do dia e da noite, porque a humanidade precisa passar por uma nova revolução essencial no seu conteúdo e no pensamento contemporâneo.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Direção do Kingston Motta inova a educação, levando seus alunos para conhecerem os três poderes em Rio Bonito

Na última terça-feira, 19/09/2017, a diretora do Colégio  Municipal Kingston MottaIlma Matos Pessanha, e o padre e professor de filosofia, Fabiano De Carvalho Silva, levaram a turma do quarto ano para passear pelos três poderes no Município de Rio Bonito, começando pela Prefeitura, seguindo para a Câmara Municipal e terminando o ciclo no Fórum da Comarca.

A iniciativa do projeto partiu do professor de filosofia, Fabiano de Carvalho Silva, e da diretora, Ilma Matos Pessanha, que levaram 49 alunos para conhecerem os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, aprendendo sobre a cidadania e a organização do Estado.

Em relação à visita ao Fórum, tive o prazer de apresentar o prédio e a dinâmica processual desde a distribuição dos processos até o julgamento, aproveitando a Sala de Audiências e o Egrégio Tribunal do Júri como cenários legítimos das aulas de História e Filosofia. Simplesmente, acho muito interessante e importante essa aproximação entre a escola e o Poder Judiciário, enquanto que torço, e muito, para que aconteçam novos eventos e visitas, com a replicação do projeto para outras unidades escolares, tendo em vista que os olhos das crianças brilhavam diante da paisagem, que já foi incorporada ao cotidiano do meu trabalho diário na Justiça Fluminense, como algo comum.

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Por fim, Gostaria de agradecer à diretora do colégio, ao padre e professor de filosofia Fabiano De Carvalho Silva, à equipe dos professores e, principalmente, aos alunos que participaram da visita ao Fórum da Comarca de Rio Bonito para conhecerem a geografia, a organização e parte da história do Poder Judiciário Local. Foi uma honra poder recebê-los.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Júnior

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Grupo Espírita João Baptista é um lugar de amor, luz, conhecimento e caridade, que está aberto para todos

Na semana passada, eu quis fazer algo diferente. Fui com minha família ao Grupo Espírita João Baptista, localizado à Rua Major Bezerra Cavalcanti, nº 521, centro, Rio Bonito – RJ. Lá, assistimos a palestra sobre o estudo das obras de Allan Kardec, ministrada por Paula Sales, cujo tema era a Vinha de Luz e a lapidação do velho homem dentro de nós, com seus instintos e o egoísmo. Simplesmente, foram trinta minutos produtivos e enriquecedores, que levaram a alma humana aos auspícios do evangelho e ao contraste com nossa realidade atual, histórica, espiritual e evolutiva. Me desintoxiquei da tempestade das informações do cotidiano, cujo processo de filtragem se salva pouca coisa.

Hoje, meu coração necessitava da congregação física entre os irmãos, enquanto que meu espírito queria se nutrir com a sabedoria da palestra e a prece. E assim, foi dado de presente a palestra do Luis Celso Nunes, que atentava para a necessidade de nos tornamos persistentes e vigilantes diante das tribulações e das nossas próprias paixões na prática da caridade e no desenvolvimento nas relações humanas no mundo material e espiritual. Como a resposta a alguns questionamentos que tenho sobre o caos ético que paira sobre a humanidade, o irmão citou as palavras de Emmanuel, que explanavam o fato de que a exaltação evolutiva do espírito humano só é possível sob duas asas, a inteligência e o aperfeiçoamento moral pela experiência.

 

 

GRUPO ESPÍRITA JOÃO BAPTISTA – PROGRAMAÇÃO SEMANAL
Domingo 10:00 Palestra
Terça-Feira 18:00 Estudo das obras de André Luiz.
20:00 Estudo de O Evangelho segundo Espiritismo.
Quarta-Feira 13:30 Estudo das obras de Allan Kardec.
20:00 Palestra (30 min) e Passe (Fluidoterapia).
Quinta-Feira 18:00 Estudo das obras de Yvonne A. Pereira.
20:00 Estudo de O Livro dos Espíritos.
Sexta-Feira 08:00 Estudo das obras de Allan Kardec.
09:00 Estudo das obras de André Luiz.
Sábado 08:00 Estudo das obras de Allan Kardec.
09:30 Estudo doutrinário com pais e/ou responsáveis.
09:30 Evangelização infanto juvenil.
11:00 Mocidade espírita.

 

Em suma, mais uma vez a palestra foi providencial, construtiva, humana e divina, principalmente, num período marcado por conflitos éticos e morais contínuos na sociedade ocidental e oriental. No mais, se dê uma chance para conhecer o diferente e de se surpreender consigo mesmo diante do espelho da palavra e do conhecimento.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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35ª Subseção da OAB/RJ inaugura sua nova sede, ampliando seus serviços aos advogados e a sociedade civil

Em uma sexta-feira de festa para a advocacia de Rio Bonito, foi inaugurada, no fim da tarde do dia 25, a nova sede da 35 ª Subseção da OAB, localizada na Avenida Sete de Maio, 50 – Sala 301 – Edifício Henry Ford – Centro. Parte das comemorações pelo Mês da Advocacia, o evento também marcou os 30 anos de fundação da primeira representação da Ordem no município.

Com um espaço maior e mais moderno, a nova sede irá corresponder melhor aos desejos da advocacia da região, que hoje conta com mais de 400 profissionais. O novo espaço conta com um auditório com capacidade para 90 pessoas (para palestras, cursos e eventos técnicos de qualificação), escritório compartilhado e total infraestrutura para peticionamento eletrônico, com computadores e impressoras multifuncionais.  O presidente, César Gomes de Sá, comemorou a abertura do novo espaço e reafirmou a importância da OAB junto à população. “Aqui é a casa da cidadania, não apenas uma sede da Ordem. Inauguramos, hoje, um lugar de resistência, uma área comunitária”, disse durante seu discurso. César aproveitou a oportunidade para homenagear a toda equipe e funcionários da subseção, pela dedicação que depositam no trabalho. “Uma advocacia forte se constrói sobre os pilares do constante aperfeiçoamento cultural e da dignidade no exercício da nossa profissão. Essa não é só mais uma conquista, é um grande marco na trajetória da 35ª Subseção. Como sempre, mediante muitas lutas, reivindicações legítimas e trabalho, muito trabalho coletivo. Parabéns a todos e todas”.

Além de César, formaram a mesa do evento o presidente da Comissão de Prerrogativas e tesoureiro da Seccional, Luciano Bandeira; o diretor do Departamento de Apoio às Subseções (DAS), Carlos André Pedrazzi; o vice-presidente da Caarj, Fred Mendes; o presidente da OAB/São Gonçalo, Eliano Enzo; e o vice-presidente da Subseção de Rio Bonito, Adelcir Machado, fundador e primeiro mandatário da Ordem local – instalada no Fórum do município em fevereiro de 1987. Durante a comemoração dos 30 anos da subseção, Adelcir foi homenageado pelo presidente, devido à grande importância de sua contribuição para a comunidade local. “Agradecemos imensamente por todo o seu empenho e dedicação pela advocacia, durante tantos anos. Foram profissionais como Adelcir que fizeram da OAB o que ela é hoje, todos os dias nós colhemos os frutos do seu esforço em prol de uma advocacia comprometida e atenta às mudanças sociais”, disse César.

Em seu discurso, Luciano Bandeira ressaltou a relevância que a atual gestão tem dado às unidades do interior e destacou o fato de todos na mesa já terem sido ex-presidentes de subseções – Fred Mendes comandou a da Leopoldina, Pedrazzi a de Friburgo, e ele próprio a da Barra da Tijuca. “É nosso compromisso com a advocacia como um todo, e sabemos o que é necessário realizar”, afirmou, considerando que “a dignidade do advogado começa quando ele tem condições de exercer sua profissão com plenitude. Precisamos de uma classe forte, unida e valorizada, e esta sede representa um pouco disso. Temos aqui uma casa onde nossas prerrogativas são respeitadas, além de um espaço muito bem localizado, com facilidade de estacionamento, em um prédio novo, moderno e amplo, bem no centro da cidade”, disse.

Para Pedrazzi, a nova casa dos advogados de Rio Bonito, Tanguá e Silva Jardim deve representar uma maior aproximação com a população. “Baseado no belo trabalho que o presidente César e sua equipe vem realizando nesta subseção, não me resta nenhuma dúvida de que esse será um espaço utilizado pelo povo e para o povo. E esse é um momento de muito orgulho pra mim, pois me sinto honrado em participar dessa conquista e  poder entregar essa casa para toda a comunidade rio-bonitense”, disse.

Ainda durante o evento, foi lançado o projeto “Memória da Advocacia”, uma parceria da Subseção com o historiador Dawson Nascimento da Silva, que busca produzir um registro fotográfico dos principais personagens da área jurídica nos municípios de Rio Bonito, Silva Jardim e Tanguá, e suas principais contribuições para esse território. “Esse é um projeto que idealizamos há muito tempo, inicialmente produzimos esse painel com os principais advogados do século XIX e pretendemos, em conjunto com a seccional, transformar essa pesquisa em um livro”, contou Dawson.

 

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Mandiocão gasta o triplo do orçamento da merenda escolar com os cargos comissionados em 2017

Com o orçamento estimado em R$200 milhões para 2017, a cidade de Rio Bonito está no meio de uma guerra entre os três principais grupos políticos pelo poder, que envolve empresários, contratos, licitações, empreendimentos, tráfico de influência, ganância e domínio de território. Ter acesso à prefeitura de Rio Bonito se tornou o suporte político, financeiro e econômico para os grupos políticos da Solange Pereira de Almeida e do José Luiz Alves Antunes (Mandiocão) nos últimos 25 anos, com suas secretarias, cargos comissionados e os contratos temporários, que foram utilizados irresponsavelmente por anos, recrutando os soldados da política local, até que a Justiça Pública exigiu o cumprimento da lei, estabelecendo o processo seletivo simplificado. Mesmo assim, o sistema se adaptou, enquanto que os soldados e os mercenários continuaram sendo recrutados a cada mudança de governo, como peças no tabuleiro de xadrez.

O combate político se intensificou entre os poderes executivo e o legislativo municipal, elevando o conflito à exposição dos comissionados do governo, com nomes, cargos e salários. Todavia, muito além da exposição, faltou a estratégia ao autor intelectual, uma vez que a informação é poder, enquanto que este poder foi compartilhado pelos princípios errados. Logo, pegarei as mesmas informações e as transformarei em indicadores simples para a compreensão do cidadão.

 

 

CUSTO COM COMISSIONADOS – PMRB – 2017
CARGO VAGAS VENCIMENTO CUSTO MENSAL CUSTO ANUAL
Secretário Municipal 16 R$6.880,00 R$110.080,00 R$1.320.960,00
Assessor Especial 4 R$6.880,00 R$27.520,00 R$330.240,00
Assessor DAS-1 22 R$2.932,00 R$64.504,00 R$774.048,00
Assessor DAS-2 59 R$1.559,00 R$91.981,00 R$1.103.772,00
Assessor DAS-3 30 R$1.233,00 R$36.990,00 R$443.880,00
Assessor DAS-4 66 R$935,00 R$61.710,00 R$740.520,00
Diretor de Departamento DAS-4 (R$935,00 para servdior) 6 R$937,00 R$5.622,00 R$67.464,00
Diretor de Divisão DAS-5 (R$560,00 para servidor) 15 R$937,00 R$14.055,00 R$168.660,00
Assistente DAS-5 (R$560,00 para servidor) 49 R$937,00 R$45.913,00 R$550.956,00
Assistente DAS-6 (R$520,00 para servidor) 18 R$937,00 R$16.866,00 R$202.392,00
TOTAL 285 R$24.167,00 R$475.241,00 R$5.702.892,00

Analisando os números, nota-se que o prefeito não utilizou todos os cargos disponíveis, racionalizando a demanda, concentrando a gestão pública nas mãos das pessoas sem vínculo com o serviço público, desvalorizando o servidor público municipal, com raríssimas exceções. Quanto maior é o vencimento, a participação dos servidores públicos de carreira diminui na gestão pública.

Há um outro ponto muito interessante nas informações, tendo em vista que o apadrinhamento político está custando R$475.241,00 por mês, ultrapassando o quantum de R$6 milhões por ano. Está claro e objetivo que o prefeito investe o triplo do orçamento estimado e destinado à merenda escolar nos cargos comissionados, demonstrando que sua prioridade é a manutenção do grupo político.

Por fim, na ausência da transparência na municipalidade, seria muito interessante que o presidente da Câmara Municipal fizesse a exposição nominal, com os cargos e os salários, para que a sociedade pudesse acompanhar e avaliar o impacto. A pergunta é: – Alguém se habilitaria para tal? Será que um dos três vereadores da situação assumiriam a transparência perante à opinião pública?

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Com o aumento da gasolina, o governo Temer intensificou o desemprego e a crise econômica

O aumento no preço do litro da gasolina para o valor de R$4,19, provoca um efeito em cascata para todos os setores, tendo em vista que há uma relação diretamente proporcional no frete e em toda logística do transporte nacional, que é focalizado nas rodovias. Dessa forma, o fabricante, os distribuidores e os vendedores incorporam os encargos na venda, transferindo a sobrecarga tributária repetidas vezes, até o produto chegar às mãos do consumidor. Assim, a unidade da latinha do refrigerante, que custa aproximadamente R$1,59 no atacado, salta para o preço final entre R$4,50, podendo chegar aos R$7,00 para o consumidor nas lanchonetes e restaurantes. Todavia, se calcularmos a carga tributária e o seu impacto no aumento dos combustíveis, o consumidor ficará assustado, porque ele descobrirá que o Estado consome direta e indiretamente 42,7% de tudo que é produzido e conquistado com o suor do seu trabalho, sem dar qualquer contrapartida no mundo real, salvo os conchavos, os apadrinhamentos e a cooperação financeira entre os políticos.

Como o agronegócio tem sua logística concentrada no transporte ferroviário, os maiores prejudicados serão os setores da indústria e do comércio, que estão concentrados na região sudeste, que são muito dependentes do transporte rodoviário para a distribuição e a revenda no restante do país. Em suma, o valor do atacado e do varejo aumentarão, enquanto que as empresas terão que fazer cortes para compensar o fluxo de caixa e o lucro, restando a única opção mais viável, que é a demissão, o que aumentará o desemprego e os gastos do governo com a seguridade social, além de ter impacto direto no comportamento do mercado consumidor, que há conta com 68 milhões de inadimplentes em 2017, conforme o CERASA e SPC.

A política econômica brasileira está fechando vagas de emprego, quando deveria abrir mais, focalizando o incentivo do consumo e a tributação por demanda. Mas, o governo focaliza a liquidação da economia nacional, aplicando altas taxas de juros para atrair o investidor estrangeiro, fechando as portas para as portas para as empresas nacionais. Isso é tangível para os cariocas, quando andam pelo centro do Rio de Janeiro e se deparam com as lojas e as salas comerciais fechadas. Entretanto, nada disso faz diferença para as metas do Banco do Central e do Ministério da Fazenda, que precisam fazer a política econômica para manterem a elite na ponta da pirâmide, no meio de uma crise política na Presidência da República, que está custando R$15 bilhões aos contribuintes. No final, as ações na bolsa de valores e os papéis do tesouro nacional valem mais do que sua própria nação.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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O Complexo Contínuo da Eternidade

Os dias estão mais curtos e os anos pequenos.

A velhice é inevitável na ordem da vida.

Ontem, ele me carregava em seus braços.

Hoje, eu aguardo sua visita eternamente.

Tento ensinar minha filha o certo,

Que é acreditar em Deus e praticar a justiça e a caridade.

 

Todavia, tenho medo de perder a crença e os valores,

Porque o mundo está ao contrário e acelerado,

Com as pessoas cheias de si e cultuando a vaidade.

Elas não percebem que estão perdendo o tempo,

Que é a única moeda com o valor da verdade.

 

Quando um único segundo passa,

Ele leva parte de todos consigo,

Sem direito ao reembolso ou a devolução.

Por fim, lembre-se da sua mortalidade…

E que ela sempre perderá para o infinito,

Com seu complexo contínuo da eternidade.

 

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

 

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Sem o monitoramento remoto, a Secretaria de Gestão e Ordem Pública é um cabide de emprego para PMRB

Modelo de Sala de controle de crises - Sistema de Monitoramento Remoto.

Modelo de Sala de controle de crises – Sistema de Monitoramento Remoto.

A PMRB montou uma comissão para avaliar e adequar a Guarda Municipal à Lei Federal nº13.022/14. O detalhe é que a comissão só encontrou um conflito entre os artigos 19 e 21 da Lei supramencionada, em relação à cor da farda e à organização dos postos hierárquicos, que não podem ser iguais àqueles utilizados pela polícia militar. É isso mesmo, meu caro leitor, a comissão se limitou ao conflito do uniforme e dos cargos, quando os pontos mais importantes ainda não foram mencionados no momento:  – A qualificação, o treinamento e o desenvolvimento contínuo dos agentes, que envolvem a utilização da força e dos armamentos letais e não letais.

O trabalho conjunto entre a chefia de gabinete, a procuradoria geral e a secretaria municipal de gestão e ordem pública, apresentou a oferta futura de 150 câmeras de monitoramento pelo município de Rio Bonito, com sala do gabinete de crise e novas instalações. Só há um grande detalhe na comunicação social da PMRB em relação ao monitoramento remoto e à guarda municipal, que os tabloides ainda não mencionaram: – O silêncio do prefeito José Luiz Alves Antunes (Mandiocão), enquanto que estão apresentando à sociedade riobonitense algo que ainda não aconteceu e poderá não acontecer, plagiando o filme MINORITY REPORT  estreado por Tom Cruise em 2002, cuja sinopse é a justiça, que se utiliza da tecnologia mediúnica para prever o crime no futuro, prendendo o meliante antes mesmo de cometê-lo. Em suma, noticiaram algo que não existe na realidade e que se baseia numa reunião conjunta entre membros de três secretarias, sem o comprometimento direto do prefeito com a sociedade.

Se a Câmara Municipal de Rio Bonito, a Ordem dos Advogados do Brasil, a Maçonaria, os empresários e a sociedade civil não cobrarem o monitoramento remoto e maiores investimentos na segurança pública, tudo se limitará às reuniões, com seus papos furados, regados com café, sucos e guloseimas, que só serviram para justificar a existência da Secretaria Municipal de Ordem Pública, com seu cabide de emprego.

Por fim, a gestão do Mandiocão demonstra que será mais do mesmo, focalizando as obras dos ginásios, das praças e postos de saúde, para garantir o lucro dos empreendedores do grupo dentro do governo, com as licitações, e fora com a venda dos loteamentos superfaturados, sem saneamento básico, pavimentação e energia elétrica, porque os empresários têm pressa e estão cheios de incertezas por conta da validade das liminares. E que cada cidadão contrate sua equipe de segurança privada e instale o sistema de monitoramento remoto em suas residências e estabelecimentos comerciais.

 

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

 

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Câmara Municipal de Rio Bonito agiu corretamente na rejeição das mensagens das obras e da merenda escolar

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LOA – 2017

Essa semana foi marcada pela rejeição das mensagens do Poder Executivo Municipal pela maioria doas vereadores da Câmara Municipal de Rio Bonito. Conforme os comentários pelas ruas e redes sociais, o grupo opositor do prefeito Mandiocão, composto por 07 vereadores, rejeitou as mensagens referentes às verbas federais R$205.000,00 para a merenda escolar, R$197.000,00 para o PELC (Programa Esporte e Lazer para Cidade), sendo ambos sem contrapartida, cumuladas com o valor aproximado de R$500.000,00, que seriam investidos na construção das quadras da viçosa e mangueirinha, exigindo a contrapartida dos cofres públicos municipais.

Para o governo, a rejeição é o resultado da retaliação política dos vereadores, que querem cargos comissionados e maior atividade dentro da esfera do Poder Executivo, como nos mandatos anteriores. Dessa forma, há uma carta digitalizada sendo propagada no whatsapp e no facebook, colocando a Câmara Municipal como a vilã da história. Mas, até que ponto isso tudo é verdade? – Precisamos pesquisar os dados, traduzi-los para a opinião pública e colocar as coisas nos seus respectivos lugares, que não estão no clamor público ou na vitimização por parte do staff do prefeito Mandiocão.

whatsapp-image-2017-07-04-at-23-12-54Analisando a Câmara Municipal, destacando o posicionamento dos vereadores Xeroca e Humberto Belgues, infelizmente, a equipe do prefeito Mandiocão fez escolhas erradas e não está passando as informações com a transparência necessária, uma vez que os R$205.000,00 pertencem ao Programa Mais Educação do Governo Federal, cujo montante não foi depositado em sua integridade, indicando erro técnico na matéria. Seria imprudência gestora da Câmara Municipal aprovar algo que está incompleto e que pode não ser depositado em sua totalidade. Em relação aos R$ 197.000,00 para o PELC (Programa Esporte e Lazer para Cidade) e as obras das quadras e benfeitorias nos bairros da Viçosa e da Mangueirinha, a maioria dos vereadores consideram a direção dos possíveis investimentos um erro do governo no momento da crise que assola o Estado do Rio de Janeiro e o país, enquanto que a cidade necessita racionalizar sua estrutura e os investimentos para atender melhor a sociedade. Por mais que me doa ter que dizer isso, não faz sentido construir quadras ou postos de saúde, quando a prefeitura não possui capacidade financeira e recursos humanos para atender à demanda já existente ou fazer a manutenção daquilo que foi construído. Olhem as escolas, os postos de saúde, os prédios da PMRB, os computadores e o mobiliário, que compreenderão imediatamente a lógica invertida das coisas.

whatsapp-image-2017-07-04-at-23-07-17Está latente que os 03 vereadores da situação estão mais preocupados em ficar bem com o Poder Executivo, do que analisarem suas decisões estrategicamente com a realidade econômica e financeira do nosso Município. Em suma, eles não podem dizer não, por escolhas políticas. Em tempo, analisando os perfis dos vereadores Xeroca, Odilon e Humberto Belgues, a Câmara Municipal poderá votar as matérias mais para frente, desde que as falhas técnicas sejam corrigidas, no caso da merenda escolar.

Voltando ao PELC (Programa Esporte e Lazer para Cidade), não há fundamento que justifique a rejeição, salvo a vaidade alheia. Entretanto, o secretário Anderson Tinoco poderia investir na participação público privada, fazendo, inclusive, a conexão entre o governo e o gabinete do Deputado Marcos Abrahão em busca da parceria com o Bonitão para realizar torneios e eventos maiores. Todavia, isso não acontecerá, porque a situação jamais se sentará com o deputado, porque a vaidade dos grupos políticos está acima das necessidades reais e imediatas da população.

Por fim, se o Mandiocão não quer negociar cargos ou regalias com os vereadores, que é o correto na minha opinião. Todavia, ele também deve saber trabalhar com a rejeição, exigindo um padrão mínimo de qualidade no trabalho executado por sua equipe, para evitar situações, que deixarão o governo exposto à opinião pública e ao conflito político. Não há coerência em fazer obra com o discurso da crise, pelo menos para o eleitor e o cidadão. Todavia, sem dúvida, alguém lucrará com as quadras e benfeitorias na Viçosa e na Mangueirinha, principalmente, àqueles que atuam no ramo da construção, terraplanagem, topografia e dos loteamentos.

 

 

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Brasil não precisa mais dos ditadores, mas do retorno da constituição viva, através da Monarquia

Há uma carência programada e planejada no ensino brasileiro em relação à disciplina da História, principalmente, quando a disciplina fica específica à História do Brasil. Simplesmente, quanto mais nos aproximados do período Monárquico e Republicano, os temas são apresentados de forma rasa aos alunos, no intuito de enfraquecer o pensamento monarquista constitucional de um lado, além de manter a juventude, no processo de reposição das gerações, sob a zona do controle social, alimentando de forma direta as tendências do Estado, que se mantiveram no prisma conservador e da direita, preservando a propriedade, o latifúndio e a participação de uma minoria contribuinte de 20% de uma nação, que tem que sustentar a totalidade dos 200 milhões de habitantes.

Se o Brasil gozou a plenitude constitucional e a cidadania, é latente que foi na Monarquia, principalmente no reinado do Dom Pedro II, que foi um estadista, com a visão esplêndida do futuro da nossa nação, investindo na tecnologia e no desenvolvimento, enquanto que sua geração dos empresários e políticos não o acompanhavam na maioria dos projetos, devido à visão obtusa, limitada e escravagista do seu tempo. Precisamos apontar para um fato muito importante na História do Brasil, que nossos professores não contaram: – Os militares deram fim ao regime monárquico, porque a família real passou por cima do Congresso Nacional, abolindo a escravidão no país. Em retaliação ao ato irrevogável do Império, os senhores das fazendas de café e do açúcar se recusaram a contratar a maioria dos negros libertos, preferindo pagar a viagem e o salário ao imigrante europeu, alegando a transmissão da tecnologia, quando de fato a situação se limitava à vaidade humana.

A população negra foi para o campo e para os morros, que evoluíram para o modelo do subúrbio e das favelas que conhecemos hoje. O código penal previa o crime de vadiagem, levando o Estado a prender os negros desempregados, que estavam pelas ruas, levando-lhes ao trabalho forçado nos navios da marinha. Assim, dando o salto histórico superior a um século, nos deparamos com os problemas sociais construídos naquela época, não pelo Império, mas pela República das Espadas, que virou a do Café com Leite e se apresenta como a democracia da parceria entre o PMDB e o PSDB.

Por fim, aconselho a você, que é jovem e cheio de ideias para utilizar a internet e estudar mais sobre as monarquias europeias. Depois de analisar as informações da atualidade, faça uma pesquisa profunda sobre a Monarquia Constitucional Brasileira, e concluirás que éramos para ter seguido a tradição da Inglaterra, Holanda e da Finlândia, por exemplo, mas acabamos seguindo o sonho americano, conquistando direitos trabalhistas em períodos ditatoriais e colocando os políticos corruptos para brincarem de casinha com dinheiro público, deturpando a essência do Estado e do próprio povo brasileiro, que não fora consultado quando fizeram o golpe e a mudança do sistema, transferindo o poder moderador do Imperador para o Senado e a Câmara dos Deputados. O Brasil não precisa de mais senadores, mas do retorno do Rei e da legitimidade do Estado, que deve ser separada das questões do governo dentro da essência parlamentar da Monarquia Constitucional.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior