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Com a Secretaria de Saúde em suas mãos, Matheus Neto se tornará o sucessor natural do Mandiocão para 2020

Com a condenação da ex-prefeita Solange Pereira de Almeida e seu impedimento legal para ocupar cargos políticos ou prestar serviços à administração pública pelo período de 06 anos, só no primeiro processo, a corrida eleitoral para a ALERJ, em Rio Bonito, ficou limitada ao deputado, Marcos Abrahão, do PT do B, e ao secretário municipal de saúde, Matheus Neto, do PR.

Enquanto a Solange Pereira de Almeida deixa o universo de 12000 eleitores leais, sem o vislumbre do surgimento de uma nova liderança política na sucessão do seu grupo, vejo uma grande oportunidade para o deputado Marcos Abrahão assumir tal posição. O problema é que somente a Solange consegue manter o grupo unido e focado, enquanto que a manutenção do seu exército eleitoral é cara, tanto para os políticos quanto o erário público. Assim, mesmo com a aproximação e o apoio do deputado estadual Paulo Melo, Marcos Abrahão precisará apresentar seu diferencial perante à opinião pública, caso ainda deseje continuar na disputa eleitoral para o cargo de prefeito em 2020.

Para potencializar a dificuldade estratégica do Marcos Abrahão para 2020, o sistema deixa bem claro e evidente a diferença existente entre os cargos de secretário municipal da saúde e o de deputado estadual na ALERJ, tendo em vista que Matheus Neto está aproveitando cada segundo e cada oportunidade para se colocar em cena, ficando com a evidência maior que o próprio prefeito Mandiocão e a vice-prefeita Rita da Educação. Por exemplo, na última sexta-feira, 17/03/2017, enquanto o deputado Marcos Abrahão colocava o folder digital na sua página oficial no Facebook, Matheus Neto se fez presente na logística da vacinação para a imunização da população contra a febre amarela, com direito à fotografia e pose com os cidadãos e simpatizantes do governo.

Por fim, ficou uma coisa muito nítida desde o primeiro dia do governo José Luiz Alves Antunes: – Matheus Neto amadureceu na gestão e no trabalho da sua própria imagem, tornando-se o sucessor do prefeito perante a opinião pública. Assim, caso ele não consiga ingressar como deputado na ALERJ, haverá confronto dentro do governo para as próximas eleições municipais, uma vez que a vice-prefeita, Rita da Educação, tem a aprovação e o apoio da maioria dos empresários, enquanto que o Matheus Neto está concentrando toda a atenção da opinião pública em si, convertendo as ações do governo em bônus para sua aprovação popular e consecutiva ascensão política.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Pedido da suspensão da contribuição de iluminação pública de Rio Bonito é contrassenso diante do tempo do governo e dos R$71 milhões em dívidas herdadas

“Seguindo a moda de outros municípios que enfrentam problemas com a iluminação pública, a Mesa Diretora da Câmara Municipal de Rio Bonito pediu que a Contribuição de Iluminação Pública (CIP) seja suspensa até que o serviço seja prestado ao contribuinte. Alvo de constantes críticas, a prestação desse serviço irrita o cidadão, porque ele paga mensalmente a CIP, mas o serviço não é prestado. “Eu pago R$ 12,00 por essa bendita iluminação pública, mas na minha rua boa parte dos postes estão apagados há pelo menos dois anos”, reclama uma ouvinte do Programa Flávio Azevedo, que vai ao ar de segunda a sexta-feira, às 13h, pela Rádio Jornal 1340 AM – Leste Fluminense.”

Os serviços públicos essenciais no Município de Rio Bonito estão precários desde 2013, quando Solange Pereira de Almeida assumiu o governo, com exceção da coleta do lixo. A prefeita ficou 48 meses no poder, enquanto que a Câmara Municipal quedou-se inerte diante desta situação e muitas outras, incluindo a iluminação pública.

A sensação que tenho é que a Câmara Municipal está perdendo a coerência na matéria, quando faz o pedido da suspensão da CIP (Contribuição de Iluminação Pública), até que o serviço prestado seja regularizado, tendo em vista que o prefeito José Luiz Alves Antunes (Mandiocão) assumiu o governo há 43 dias, com R$71 milhões em dívidas herdadas da gestão anterior, tendo que garantir o repasse atrasado do Hospital Regional Darcy Vargas desde outubro de 2016, entre inúmeras outras questões emergenciais. O certo seria a Câmara Municipal se reunir com o governo, apresentar a situação e exigir a regularização do serviço, estabelecendo prazos, como o TAC (Termo de Ajustes de Conduta).

Para mim, a questão toda está se resumindo à tentativa da quebra-de-braço entre o Executivo e o Legislativo, para causar sensacionalismo, sem produzir os compromissos necessários com a sociedade e o cidadão riobonitense. Simplesmente, estão pegando os problemas provocados ou continuados pela Solange Pereira de Almeida ao longo do seu mandato, colocando na conta do novo governo, quando a própria Câmara Municipal de Rio Bonito tem culpa, diante da omissão e da ausência na fiscalização. Não faz sentido a Solange ter tido 48 meses sem solução, e colocar o atual governo na parede para solucionar o problema da iluminação pública com 43 dias na gestão do município, sem ter tido, sequer, a transição e a transparência nas contas públicas.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Reis se aproxima do Marcos Abrahão para medir força com Mandiocão

Não me assustei ou fiquei surpreso com a manutenção do vereador Reginaldo Ferreira Dutra, do PMDB, na Presidência da Câmara Municipal de Rio Bonito pelo 3º biênio consecutivo, tendo em vista sua articulação dentro do governo Solange Pereira de Almeida, flutuando por várias secretarias, e a obtenção dos 2000 votos nas urnas nas Eleições 2016, sendo o vereador mais votado em Rio Bonito.

Não fui surpreendido com o apoio que o Reis recebeu por parte dos vereadores novatos, que ingressaram no seu primeiro mandato, uma vez que a gravidade dos grupos políticos e dos interesses investidos neles, por parte dos seus respectivos patrocinadores, convergiam para a manutenção do sistema, que é contraditório, diante da predominância da palavra MUDANÇA nos discursos, mas mantendo as coisas nos seus respectivos lugares: – O pobre implorando por emprego, porque o mercado está saturado, deixando de absorver a juventude e as pessoas com mais de 50 anos de idade. Como já dizia o jornalista Flávio Azevedo: – Tudo isso já era esperado.

Todavia, devo admitir que estou surpreso com a aproximação declarada do Presidente da Câmara Municipal, Reginaldo Ferreira Dutra, do deputado estadual, Marcos Abrahão. Na verdade, era para ambos estarem trabalhando juntos desde o primeiro mandato do deputado, prospectando verbas, investimentos sociais, anistias e incentivos para beneficiar o desenvolvimento social, político e econômico de Rio Bonito. Entretanto, foi construído um muro imaginário nos Poderes Executivo e Legislativo na esfera municipal, que deixaram o Marcos Abrahão isolado na ALERJ e com pouca inteiração institucional local. Ao que tudo indica, o afastamento da Solange do circuito político deu maior liberdade ao deputado estadual Paulo Melo e aos vereadores para optarem por uma terceira opção, aproximando o Poder Legislativo Municipal da ALERJ.

Os movimentos no tabuleiro de xadrez do poder indicam que o prefeito José Luiz Alves Antunes (Mandiocão) terá as dificuldades maximizadas por parte da Câmara Municipal, que está refletindo a mágoa gerada pela liminar que anulou os efeitos da sessão, que reprovou as contas do ex-prefeito, legitimando sua posse e a permanência no cargo por parte do TRE-RJ e do TSE. Todavia, os políticos deveriam avaliar suas estratégias, uma vez que, provavelmente, o Reis não seria reeleito vereador, caso o escândalo do concurso público de Rio Bonito tivesse acontecido antes das eleições. Por outro lado, mesmo que Mandiocão sofresse o impeachment ou fosse cassado antes do período de 02 anos, Rio Bonito iria para uma nova eleição, que resultaria na manutenção do candidato da situação, tendo em vista o controle da máquina pública e o apoio do 1º Distrito. Entretanto, não poderíamos desconsiderar a síndrome do vice Michel Temer, que assumiu o comando da nação com o impeachment da Dilma Rousseff, antes dos 24 meses, abrindo precedentes para prefeitos e governadores no futuro.

Por fim, espero que a democracia seja cumprida, desejando que o deputado Marcos Abrahão aproveite a oportunidade para aumentar sua aprovação perante à opinião pública riobonitense, caso ainda insista concorrer ao cargo de prefeito no futuro. Também espero que os vereadores novatos compreendam a profundidade da crise ética e econômica que nos encontramos, enquanto que a cidade de Rio Bonito deverá sempre estar acima das vaidades e dos desejos pessoais, pois, atrapalhar o governo do Mandiocão nesse momento, sem fundamento, seria o mesmo que sabotar os riobonitenses.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Mandiocão faz o repasse parcial dos atrasados para o HRDV, que ainda continua no vermelho

16682020_1303648886347577_7022683996543563300_nDesde 2011, quando o prefeito da época era o Mandiocão, o Hospital Regional Darcy Vargas vem sofrendo com o atraso nos repasses do governo federal e na contrapartida da PMRB com seus recursos próprios, o que colocou o HRDV no centro da Eleição Municipal em 2012, transformando-lhe num dos indicadores principais para a tendência de voto por parte da população.

Na visão dos gestores do HRDV, a instituição se encontra no desequilíbrio financeiro pelo simples fato da tabela do SUS estar desatualizada, obrigando o hospital a ganhar na quantidade, até que o Ministério da Saúde começou a estabelecer quotas de demanda, numa área que o gestor hospitalar e o médico não podem pedir aos doentes para aguardarem a virada do mês para serem atendidos. Assim, em nome da natureza filantrópica, o HRDV cresceu no tamanho e na especialização, fechando suas contas no vermelho em função dos atrasos, da não correção da tabela do SUS, do limite de quotas por parte do governo e dos empréstimos, oriundos ao longo das administrações, vislumbrando a manutenção dos investimentos e dos lapsos temporais provocados pelos atrasos nos repasses por parte do Município de Rio Bonito, através da secretaria municipal de saúde.

Na visão dos prefeitos, o HRDV está com problemas financeiros em função das falhas na gestão da instituição filantrópica, cujos 80% da sua receita são oriundos diretamente dos cofres públicos. Assim, ao longo da última década, a diretoria do hospital e os prefeitos criaram o ciclo vicioso de ora trabalharem juntos, até que os custos aumentam, exigindo mais investimento público, provocando o rompimento, que termina nos atrasos supramencionados.

16508884_1303648889680910_913562333499976825_nNa última sexta-feira (10/02/17), o prefeito, José Luiz Alves Antunes (Mandiocão), cumpriu os trâmites legais para materializar o pagamento do quantum de R$710.391,39 ao HRDV, sendo R$180.000 referente aos débitos do governo estadual com a oncologia; R$55.000,00 referente aos débitos atuais com a oncologia; R$436.000,00 referente à manutenção da emergência no mês de dezembro de 2016, faltando o mês de janeiro, da parte do atual governo, para colocar sua dívida em dia com o Hospital. Todavia, o governo anterior deixou de pagar os meses de outubro e novembro de 2016, referente aos recursos próprios, que totalizam R$1,3 milhão, somados ao mês de janeiro de 2017.

Por fim, a atual administração do HRDV está aguardando o pagamento dos valores restantes para quitar os débitos financeiros com seus funcionários, o que demonstra o fato de que a instituição não está fazendo reservas ou o planejamento estratégico e financeiro, operando ainda no vermelho. Por outro lado, diante do montante mensal do capital público investido no hospital, é notória a necessidade da gestão compartilhada ou da auditoria contínua, objetivando racionalizar os serviços e estabilizar suas contas, revertendo a energia na melhoria no pronto de socorro e no atendimento médico-hospitalar.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Câmara Municipal de Rio Bonito, mesmo renovada, continua doente e em estágio terminal

20150414_182153Contrariando a expectativa gerada na sociedade rio-bonitense diante da renovação em 50% dos vereadores, a atual composição da Câmara Municipal de Rio Bonito iniciou os trabalhos, mantendo o vereador Reginaldo Ferreira Dutra, popularmente conhecido como Reis, na presidência da Casa Legislativa, mesmo diante do escândalo no concurso público municipal, cumulado com os mandos e desmandos ao longo do governo Solange Pereira de Almeida. Infelizmente, os novos vereadores já entraram na política, mantendo a tradição da antiga escola, quando deveriam trazer a mudança na postura, vislumbrando o cumprimento da ética e respeitando o clamor da opinião pública, que foram ignorados no primeiro final de semana, após o resultado das Eleições Municipais 2016.

O que os rio-bonitenses podem esperar da Câmara Municipal à altura do campeonato, depois da manutenção do presidente por seis anos consecutivos? – Nada além da falta de imaginação, da ausência da criatividade e do compromisso com os acordos pessoais, que ficaram acima dos votos confiados pelo eleitor, que clama por um sistema mais justo e igualitário, que vai muito além do apadrinhamento político ou do emprego, cujas obrigações só ocorrerão nos dias de semana, deixando os feriados e os finais de semana livres para lazer. Isso, quando o apadrinhado comparece à labuta.

O rio-bonitense precisa de saúde pública, educação e, acima de tudo, trabalho, para sustentar sua família e gerar novos tributos e receitas ao erário público.

O rio-bonitense precisa que as pessoas consumam na cidade para que os negócios prosperem, levantando, consigo, a arrecadação municipal e os investimentos sociais e econômicos.

O rio-bonitense precisa de segurança pública para garantir a tranquilidade nos lares e nas ruas da nossa cidade, porque o crime gera o medo e propaga o terror.

No primeiro mês de 2017, eu observei a mudança dos nomes e a continuação do mais do mesmo. Simplesmente, os vereadores estão invisíveis e insensíveis diante dos problemas sociais, lutando por suas bandeiras pessoais ou pelas bandeiras dos seus patrocinadores. Quando se manifestam, fazem joguetes com as palavras, objetivando agarrar as janelas, que, talvez, seriam seus 15 minutos de fama. Mas, mesmo assim, tudo termina na tentativa, porque os políticos não sabem e não querem se comunicar com o povo, porque isso exige e dá muito trabalho.

Há um abismo ideológico e egoísta, que é visível, perceptível e latente diante da sociedade rio-bonitense, que parece não reconhecer os vereadores recém-eleitos, cujas palavras são negadas pelas atitudes, que me lembram o teatro de marionetes, com as silhuetas movimentando as cordas dos personagens, dando-lhes voz e vida. Simplesmente, eles falam, atacam, se magoam e se ofendem com a verdade. Mas, se isolarmos o cenário do plenário, concluiremos que nada falam, pouco se importam com a sociedade e não estão nem aí para o futuro de Rio Bonito, porque a política é um jogo de carta marcadas, que se resume à posição na mesa diretora e ao salário, com o dia certo para depósito.

Por fim, o sangue novo, que deveria levar à cura ao Poder Legislativo Municipal, acabou se contaminando, acelerando o desenvolvimento da doença dentro da democracia. No final, fica aquela sensação de que é melhor seguir a correnteza, mesmo com os erros e vícios, do que navegar contra, fazendo o certo e servindo de exemplo para esta geração e as futuras.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Marcos Abrahão precisa manter seu foco em Rio Bonito para 2018 e 2020

O deputado estadual, Marcos Abrahão, do PT do B, saiu vitorioso na última eleição municipal, tendo em vista que seu eleitorado saltou dos 5000 para os 11000 votos nas urnas para prefeito. Entretanto, as eleições acabaram, Mandiocão assumiu a prefeitura, enquanto que o deputado desapareceu do cenário local, quando deveria estar mais presente nas ruas e alinhado ao governo municipal, independentemente da rixa entre os grupos políticos em rio Bonito.

Marcos Abrahão não esconde o orgulho que sente do ginásio poliesportivo Bonitão, incluindo os projetos sociais que ali são mantidos, atendendo parte da demanda no lazer e na prática desportiva.  Todavia, a atuação do deputado  não pode ficar limitada ao Bonitão, principalmente, diante do seu desejo em se tornar prefeito de Rio Bonito.

Se analisarmos a atuação do deputado no Estado do Rio de Janeiro, notaremos que seu reduto político para deputado está mais concentrado na baixada fluminense, o que exige maior participação nos projetos sociais e nas representações solenes. Mas, se o Marcos Abrahão realmente deseja mudar de nicho político, saindo da ALERJ para se tornar prefeito, torna-se imperativo seu investimento maciço em Rio Bonito e na região, criando alianças, construindo estruturas maduras nos bairros e nas comunidades, trabalhando sua imagem e ideias de forma direta com a sociedade, porque a fórmula do ressurgimento somente no período eleitoral não está funcionando mais, quando o assunto é a eleição majoritária.

Por fim, o deputado precisa trabalhar sua imagem e a imagem do seu grupo perante a sociedade continuamente, utilizando-se dos instrumentos da comunicação social, incorporando artistas, pensadores, intelectuais e líderes diversos, estando presente  em Rio Bonito, ao longo do mandato inteiro, com ou sem o acesso ao prefeito.  Aliás, ele já poderia começar pelo carnaval rio-bonitense em 2017.

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

 

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Hemonúcleo de Rio Bonito precisa da sua doação para continuar salvando vidas

15896131_1293535637380639_6962100513388660339_oEm função do período das férias escolares e do verão, o fluxo dos veículos aumenta consideravelmente na BR-101 e na RJ-124 em direção à Região dos Lagos, enquanto as estatísticas dos acidentes seguem a mesma proporção. Dessa forma, o Município de Rio Bonito precisa manter sua equipe da UPA (Unidade de Pronto Atendimento Médico), do SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e do HRDV (Hospital Regional Darcy Vargas) em prontidão, 24 horas por dia, 07 dias por semana.

O que a maioria não observa no primeiro momento, salvo a necessidade na emergência, que o Hemonúcleo de Rio Bonito precisa manter a mesma logística para atender a demanda dos serviços de emergência, em relação ao fornecimento das bolsas de sangue, enquanto que é justamente nesse período que o banco de sangue trabalha no limite, necessitando do maior número de doadores possíveis para manter o estoque equilibrado.

Assim sendo, a Prefeitura Municipal de Rio Bonito iniciou a campanha para incentivar a doação de sangue, objetivando a manutenção da emergência municipal e regional, através do Hemonúcleo, que funciona das 8h às 11h30, na Rua Martinho de Almeida 222, Mangueirinha, Rio Bonito – RJ.

Saiba as condições para doar:

– Documento oficial com foto;
– Estar bem de saúde;
– Ter entre 16(c/autorização do responsável) 67 anos;
– Pesar mais de 50 kg;
– Não ter ingerido bebida alcoólica nas ultimas 24 h.;
– Ter dormido à noite;
– Não ser usuário de drogas;
– Não estar grávida e nem amamentando;
– Não estar em jejum, porém evitar alimentos gordurosos nas três horas antes da doação.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Economia rio-bonitense está frágil e precisa se reinventar diante da crise

economia-criativaQuando o comércio rio-bonitense se apresenta de forma frágil no período natalino, fica latente que a bolha econômica construída em 2009, em função do COMPERJ, explodiu, enquanto que o sistema do salário mínimo não consegue mais sustentar os custos da alimentação, do aluguel supervalorizado e das necessidades básicas da família. A fragilidade econômica ficou mais latente, quando o Estado do Rio de Janeiro e o Município de Rio Bonito começaram a atrasar os salários ao longo do ano de 2016, deixando uma incógnita quanto ao pagamento do 13º salário até o último dia do ano.

Quando o comércio local assume sua fragilidade econômica no período do ano, que a maioria dos negócios aguardam o superávit, é porque torna-se necessário repensar a folha de pagamento e o plano de carreira dos colaboradores do setor privado, que são maiores em número dentro do mercado consumidor, mas que estão sobrevivendo entre as sucessões das dívidas, as contas sobrecarregadas tributariamente, os aluguéis acima da capacidade de renda da cidade, cumulada com a falta das novas oportunidades nos negócios e no mercado de trabalho.

Chegou a hora do comerciante, do empresário e do autônomo assumirem a responsabilidade parcial no caos econômico gerado em Rio Bonito. Os governantes dos últimos 24 anos possuem 50% da culpa e da responsabilidade, mas a sociedade e os setores econômicos também tiveram grande participação no processo, quando elevaram os aluguéis, o preço das mercadorias e dos serviços, mantendo padrão inverso em relação aos funcionários e suas respectivas famílias. Ao invés do leitor ver isso como um julgamento sumário, tecnicamente falando, a reflexão nos leva ao caminho inevitável da prática da RESPONSABILIDADE SOCIAL, que vai muito além da caridade travestida no marketing, através das ações nos orfanatos, hospitais e instituições beneficentes, uma vez que o conceito é cíclico e deve ser incorporado na mentalidade dos empresários, diretores, gerentes e chefes dos departamentos, objetivando cuidar dos colaboradores e de suas respectivas famílias, começando pela dignidade no salário e nos benefícios.

download-4Esse, também, é o momento para que o futuro governo já inicie seus trabalhos e projetos, focalizando maior proximidade da CDL (Câmara dos Dirigentes Lojistas), da ASCIRB (Associação Comercial e Industrial de Rio Bonito) e da sociedade civil, na busca por soluções aos problemas econômicos de Rio Bonito, que só serão resolvidos através da parceria com a iniciativa privada, vislumbrando a profissionalização, a capacitação, o treinamento e o desenvolvimento dos trabalhadores formais e informais, na reconstrução do mercado de trabalho local e regional.

Por fim, há um ditado judaico que afirma o seguinte: “Onde há crise, sempre haverá oportunidade.” A crise é latente, clara e evidente. Logo, precisamos tirar vantagem desse momento, que é uma crise generalizada, para potencializarmos nossas forças, diminuirmos nossas fraquezas, planejando o futuro para as próximas gerações, inovando e criando novas oportunidades e vagas de emprego.

 

Por Nadelson Cota Nogueira Junior

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TRE-RJ diploma Mandiocão como o prefeito de Rio Bonito para o mandato 2017/2020

15380467_636312369882618_188583184847904_nCom sua candidatura indeferida durante as eleições municipais em 2016, José Luiz Alves Antunes se diplomou neste dia 16/12/2016, cuja cerimônia oficial do Tribunal Regional Eleitoral foi realizada no Egrégio Tribunal do Júri da Comarca de Rio Bonito, às 14:00 horas, terminando, definitivamente, com a novela da dúvida alimentada pelos grupos políticos desde o dia 02/12/2016, quando o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) deu o veredito final, mantendo os acórdãos do TRE- RJ e fechando as portas para que os grupos políticos pudessem continuar com os recursos hierárquicos.

Mandiocão quebrou todas as regras da probabilidade matemática, uma vez que ingressou na competição eleitoral sob à imposição da Lei Ficha Limpa, quando teve suas contas reprovadas pela Câmara Municipal em 26/11/2013, transformando o impossível em realidade, quando alegou o cerceamento de defesa e perseguição política, suspendendo a sessão legislativa, tornando-se elegível e ficha limpa, conquistando a primeira posição nas urnas, com 14826 votos, além de deixar a prefeita, Solange Pereira de Almeida exposta, uma vez que ela não conseguiu eleger o sucessor, que obteve 8000 votos, mesmo com a máquina à disposição e o apoio da maioria dos vereadores, tendo a pior expressão eleitoral na história. Logo, não é errado afirmar que a vitória do candidato do Partido Progressista pode ser considerada tripla, analisando seus efeitos perante à concorrência.

Analisando o ambiente político e representativo rio-bonitense, Mandiocão assumirá a cadeira do prefeito no dia 01/01/2017, enquanto que o deputado estadual, Marcos Abrahão, continuará  na ALERJ. Por outro lado, conforme os comentários pelos corredores do poder, Solange Pereira de Almeida tem planos para se candidatar ao cargo de deputado estadual em 2018, mesmo diante do tsunami dos processos administrativos e judiciais, enquanto que a lógica indica que sua vida política ficará paralisada por, pelo menos, 08 anos, em função da sua primeira condenação no STJ, o que a coloca na classificação da ficha suja, antes do trânsito em julgado.

Por fim, simula-se que o atual governo deixará o déficit mínimo de –R$23 milhões, acompanhando o resultado de 2015, enquanto que o orçamento estimado em 2017 indica a redução aproximada de -R$40 milhões por conta dos cortes por parte do Estado e da União, deixando um terço do orçamento anual comprometido para o futuro prefeito, que terá que consertar os estragos provocados pela incompetência desta gestão, que deixou a sensação de que a cidade adormeceu nos últimos quatro anos, encerrando seu legado sem monumentos ou nomes registrados na história.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Escândalo do Concurso Público pode comprometer o mandato de Reis e mudar a composição da Câmara Municipal

Nada melhor do que uma crise para acobertar a outra, para não dizer um escândalo. E foi, justamente, seguindo o raciocínio do marketing, que a Prefeitura Municipal de Rio Bonito designou o dia 09/12/2016 para o encerramento do transporte universitário rio-bonitense, publicando na página oficial do Município de Rio Bonito, desejando sorte e sucesso aos universitários. Dessa forma, os canais da imprensa local e os principais veículos da comunicação social acabaram seguindo a lógica da notícia, deixando o escândalo do polêmico concurso público municipal em segundo plano, para cair no esquecimento, encerrando-se, assim, o assunto perante a opinião pública, cujos participantes se demonstram mais preocupados com o ressarcimento da inscrição do que com a conclusão da investigação, tendo em vista o cancelamento do concurso por parte da prefeita, Solange Pereira de Almeida. Todavia, o Café Poético e Filosófico não se esqueceu, trazendo os detalhes dos bastidores da política e do próprio concurso cancelado, uma vez que seus efeitos, caso comprovada a fraude e o tráfico de influência, acabarão no desmembramento nos mandados de segurança para os concursados prejudicados, nas ações criminais e nas improbidades aos envolvidos e àqueles que exerceram função pública no erário municipal no período em questão, e, por fim, a ação eleitoral, que poderá tornar o atual presidente da Câmara Municipal, o Vereador Reginaldo Ferreira Dutra, conhecido como Reis, do PMDB, inelegível, tendo em vista que as evidências o colocam no centro de toda trama, enquanto que o concurso foi realizado dentro do período eleitoral.

A Solange Pereira de Almeida não era candidata, logo, não havia qualquer impedimento para a realização do concurso público. Entretanto, o Reis foi candidato à reeleição no Poder Legislativo, obtendo mais de 2000 votos nesta eleição.  Logo, diante dos nomes e do grau público da proximidade entre os envolvidos, a lógica processual indica que há grande possibilidade da mudança na atual composição da Câmara Municipal de Rio Bonito, uma vez que materializado o contexto probatório, incluindo sua condução na jurisdição eleitoral, que está muito célere, os 2000 votos do atual presidente da Câmara Municipal seriam anulados, alterando a legenda e o nome dos titulares das cadeiras. Pelo menos essa é tese dos partidos políticos e dos possíveis sucessores, que já estão acompanhando as ações e fazendo pressão.

Por fim, vamos acompanhar o andamento e a publicidade das investigações, cuja lógica indica que ocorrerão vários desmembramentos, mas, que também, poderá terminar no arquivamento, mantendo as coisas e as pessoas nos seus respectivos lugares e posições. Em tempo, é importante atentarmos para o fato de que o atual presidente da Câmara Municipal de Rio Bonito está no exercício do cargo desde 2013, trabalhando nos bastidores para se perpetuar no cargo por mais 02 (dois) anos, no mínimo, vislumbrando o controle total e absoluto dos duodécimo constitucional, que corresponde ao valor médio mensal de R$500.000,00 em 2016, enquanto que a folha de pagamento e os encargos da Casa Legislativa  Municipal totalizam, aproximadamente R$223.000,00, sobrando o quantum médio de R$277.000,00, que não foram devolvidos ao erário público ao longo dos meses, que poderiam ajudar o Hospital Regional Darcy Vargas, a UPA e o Transporte Universitário, por exemplo.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior