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A Quarta luz da loja maçônica

Esperamos que as constelações caiam em nossos braços, quando deveríamos seguir a lógica natural do universo, para nos elevarmos às estrelas e conquistarmos nosso lugar de direito entre os astros e corpos celestes. O mundo precisa da luz operante para sair da escuridão. Por isso, meu caro leitor, solicito humildemente que sejas luz ou cajado que transporta o fogo para dentro da caverna e do exílio.

O Orador é aquele que garante o cumprimento da Lei e que estabelece o caminho reto ao Venerável Mestre e aos irmãos dentro da Loja Maçônica. Onde está o Orador dos nossos lares, das nossas famílias? – Como caímos tanto diante de tanta abundancia e riqueza? Dizem que a Loja Maçônica possui três luzes para orientar o iniciado na lapidação da sua alma e moralidade. Todavia, me atrevo a discordar dos estatutos, manuais e landmarks para trazer a quarta luz aos céus do quadrilongo justo e perfeito, porque o Orador e a Lei, por ele relembrada, são um único astro com luz própria e que brilham do oriente ao ocidente e do norte ao sul, como o segundo sol, que está entrando em nosso sistema solar para alterar a ordem do dia e da noite, porque a humanidade precisa passar por uma nova revolução essencial no seu conteúdo e no pensamento contemporâneo.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Quando as minorias falam mais alto que a sociedade

Eu nasci em 1976. Estávamos na ditadura militar. O mundo vivia a bipolaridade da Guerra Fria. A Alemanha estava dividida pelo Muro de Berlim. Muita gente acreditava que comunista comia criancinha. Havia a hegemonia heterossexual e a família era o centro da vida social. Naquela época, as minorias não eram percebidas, porque a imprensa lutava contra a censura, enquanto que não existia a internet e as redes sociais. Na atualidade, tudo mudou. Mesmo assim, acho que perdemos uma parte da nossa essência no meio do caminho, porque as minorias ganharam voz e se tornaram maiores que a própria sociedade. E foi nessa lógica insana, que criaram o bolsa família e as políticas públicas que colocam os opostos no conflito direto, para que o Estado tenha sentido e os cidadãos fiquem confusos na comunicação social. Enquanto isso, os políticos ficam cada vez mais ricos, sem derramar uma única gota de suor.

Volto a dizer que não acredito na solução dos nossos problemas com novos nomes ingressando na vida política, pois o verdadeiro caminho está no dia-a-dia, na nossa postura dentro do trabalho, na escola, na religião e, principalmente, dentro de casa, com nossa família. Político gosta de dinheiro, caso contrário, ele seria líder comunitário e trabalharia na caridade.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Brasil precisa olhar para si e para o Jair Bolsonaro em 2018

Eleito deputado federal pelo sétimo mandato consecutivo pelo Estado do Rio de Janeiro, compreendendo 27 anos de política, o capitão da reserva do exército brasileiro, Jair Messias Bolsonaro, do PP (Partido Progressista), ficou no anonimato por um longo período, aparecendo em cena para a mídia nacional no episódio na sala verde da Câmara dos Deputados, onde ele travou o primeiro conflito televisionado contra a deputada federal Maria do Rosário em 2003 (clique aqui para ver o vídeo). De lá para cá, após uma guerra de condenações e recursos, a luta entre os dois parlamentares acabou dando muita evidência ao Bolsonaro, que conquistou seguidores com sua inteligência e oratória, baseando suas propostas na redução de menoridade penal, no fim do estatuto do desarmamento e no direito do cidadão de bem poder ser armar e se defender diante da inoperância do Estado, sendo posicionado pela imprensa como o representante da ala do “B” de bala no Congresso Nacional, cuja predominância representativa se faz em cima de mais dois “BB”, boi e bíblia.

Com a ausência das novas lideranças e a persistência das antigas, mesmo com a alta carga negativa perante a opinião pública, tais como condenações por improbidades administrativas, crimes de responsabilidade e corrupções ativas e passivas aguardando as decisões nos recursos dentro do Poder Judiciário, o deputado federal Jair Bolsonaro tem surgido como uma resposta ao sistema nas eleições presidenciais, principalmente para os estados do Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e uma pequena parte de São Paulo, com o universo eleitoral composto, em sua maioria, por homens, com idade compreendida entre 18 a 55 anos, pertencentes à classe média, sendo a maioria trabalhador liberal, autônomo ou estudante. A possibilidade do Jair Bolsonaro ser eleito presidente da república em 2018 é baixíssima, tendo em vista que ele é do Rio de Janeiro, que não elege presidente desde a década de 1920 com a República das Espadas, enquanto que o deputado não conseguiu penetração forte nos Estados de São Paulo e Minas Gerais, com o Nordeste e o Norte do país dominados pelo PT (Partido dos Trabalhadores). Para piorar a situação, o Brasil possui mais eleitoras do que eleitores, logo a essência da briga do deputado com a Maria do Rosário foi considerada pelo público feminino como apologia ao estupro, pesando e muito na rejeição ao candidato, que não possui um plano de governo real e sustentável para o país, salvo a possibilidade de se tornar um ditador e impor sua vontade sobre a nação brasileira e à democracia.

Há um outro detalhe interessante na estratégia do deputado Jair Bolsonaro, que eu admiro, mas que também cria mais rejeição do que a prospecção de votos: – Ele está visitando o país nos últimos dois anos, atuando brilhantemente dentro das Lojas Maçônicas (clique aqui para ver o vídeo). O problema é que a aproximação anunciada do deputado às potências maçônicas o afasta do voto cristão, criando uma grande tempestade de interpretações e mitos em cima do mito que se criou ao acaso.

Se o eleitor está indignado e revoltado com a política brasileira e acredita, sinceramente, que o Bolsonaro e a intervenção militar são a solução, assim como qualquer ditador, para impor a ordem à força e, contraditoriamente, dentro da democracia, é porque ele é MONARQUISTA, mas não sabe disso por causa da programação social, que foi aplicada pela educação industrial republicana por mais de um século. Se tivéssemos um imperador legítimo, já estaríamos com um presidente eleito diretamente pelo voto, enquanto que os males do cotidiano seriam resolvidos rapidamente, porque o imperador é a CONSTITUIÇÃO VIVA, que fala e se faz cumprir nos três poderes. Pense nisso e estudo sobre o tema. Tenho certeza de que você irá se surpreender com o Segundo Reinado e a verdadeira essência da Monarquia Constitucional. E só para considerar a pertinência do assunto, os maiores indicadores de desenvolvimento humano estão nos países que utilizam a monarquia constitucional há séculos e que passaram pelas duas guerras mundiais.

Por fim, enquanto a república brasileira estiver na configuração doentia que se encontra na ética e na moralidade, mesmo com o discurso quadrado e antiquado para a atualidade, o Jair Bolsonaro demonstra sinceridade em suas palavras e acredita em suas ideias, o que já o torna diferente do sistema, cujos candidatos mentem e enganam para serem eleitos e se embebedarem no poder com seus parentes, afilhados e amigos. Será que ele conseguirá manter sua linha objetiva até o final da campanha eleitoral em 2018, caso venha se candidatar à Presidência da República, ou continuará nos bastidores da política brasileira, dentro da Câmara dos Deputados? – Não tenho vergonha de assumir que estou em dúvida em relação ao Jair Bolsonaro, porque ele se apresenta com o discurso do choque de ordem pública, que é necessário. Todavia, eu tenho medo pela democracia. Por outro lado, eu também não queria ver o Brasil do jeito que está, numa bagunça generalizada entre os três poderes, com a institucionalização do caixa dois e da corrupção, com altos índices de desemprego e a violência urbana.

 

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Rio Bonito precisa compreender o que está por trás da transferência da vara da justiça do trabalho para Itaboraí

Na última quinta-feira (14/09/2017), o presidente César Gomes de Sá, esteve na sede do TRT, junto de outros advogados da subseção, para participar da votação em torno da transferência da vara da Justiça do Trabalho do município de Rio Bonito, para Itaboraí. Durante seu discurso, o presidente citou os principais malefícios que a medida trará aos municípios de Rio Bonito, Tanguá e Silva Jardim, o que prejudicará o universo de 120.000 habitantes  diretamente, provocando o desiquilíbrio econômico e do acesso à cidadania aos municípios prejudicados, enquanto que as distribuições dos processos na Justiça do Trabalho desde sua inauguração, em Rio Bonito, foram superiores as de Cabo Frio e de outras localidades, demonstrando a demanda para a sua manutenção local.

Mesmo diante das justificativas e dos indicadores estatísticos apresentados pelo presidente César Gomes de Sá, o Órgão Especial do TRT decidiu pela transferência de Rio Bonito para Itaboraí.

A 35ª Subseção da OAB/RJ lutou bravamente até o último momento na sessão do órgão especial do TRT. Por outro lado, a PMRB e a Câmara Municipal de Rio Bonito quedaram-se inertes na mobilização política, limitando-se às notas de repúdio. No final, o Município de Rio Bonito está perdendo prestígio para Itaboraí, lembrando o período Imperial, com o Visconde de Itaboraí.

É importante dividir a seara política envolvida nesse assunto em questão, tendo em vista que, conforme os corredores do poder, o atual prefeito de Itaboraí, Sadinoel Souza, foi à Brasília pedir para que a Vara da Justiça do Trabalho instalada em Rio Bonito fosse transferida para a comarca de Itaboraí, cujo pedido foi materializado no último dia 14/09/2017, sob a alegação da demanda e da economia. Por outro lado, a transferência da Vara provocará a construção de um novo Fórum do Trabalho em Itaboraí no futuro, onde o pedido fará total sentido para o cidadão, o trabalhador, o advogado e o usuário dos serviços, trazendo mais gastos aos cofres públicos.

Há total sentido na inércia do prefeito Mandiocão e da Câmara Municipal de Rio Bonito sobre a transferência da Justiça do Trabalho para Itaboraí, tendo em vista que foi a Solange Pereira de Almeida que a trouxe para cidade no seu último mandato 2013/2016, se tornando a única contribuição real e necessária dela para Rio Bonito no mesmo período. Assim, em nome da vaidade pessoal do prefeito e do seu grupo político, a saída da Vara do Trabalho apagará o pouco legado da ex-prefeita, enquanto que a reversão futura, se for o caso, traria todo o sucesso da demanda para o grupo político, que insiste na reeleição e na sucessão, com seu plano de poder. O único detalhe é que, caso minha tese esteja correta, os interesses econômicos estarão acima da necessidade e da cidadania para a construção do futuro e mais novo Fórum da Justiça do Trabalho em Itaboraí, com suas licitações, contratos de trabalho e construtoras envolvidas.

Por fim, enquanto tivermos políticos medíocres e uma sociedade civil tão pacífica e apática, continuaremos perdendo tudo em Rio Bonito, no Estado do Rio de Janeiro e no Brasil.

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Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Grupo Espírita João Baptista é um lugar de amor, luz, conhecimento e caridade, que está aberto para todos

Na semana passada, eu quis fazer algo diferente. Fui com minha família ao Grupo Espírita João Baptista, localizado à Rua Major Bezerra Cavalcanti, nº 521, centro, Rio Bonito – RJ. Lá, assistimos a palestra sobre o estudo das obras de Allan Kardec, ministrada por Paula Sales, cujo tema era a Vinha de Luz e a lapidação do velho homem dentro de nós, com seus instintos e o egoísmo. Simplesmente, foram trinta minutos produtivos e enriquecedores, que levaram a alma humana aos auspícios do evangelho e ao contraste com nossa realidade atual, histórica, espiritual e evolutiva. Me desintoxiquei da tempestade das informações do cotidiano, cujo processo de filtragem se salva pouca coisa.

Hoje, meu coração necessitava da congregação física entre os irmãos, enquanto que meu espírito queria se nutrir com a sabedoria da palestra e a prece. E assim, foi dado de presente a palestra do Luis Celso Nunes, que atentava para a necessidade de nos tornamos persistentes e vigilantes diante das tribulações e das nossas próprias paixões na prática da caridade e no desenvolvimento nas relações humanas no mundo material e espiritual. Como a resposta a alguns questionamentos que tenho sobre o caos ético que paira sobre a humanidade, o irmão citou as palavras de Emmanuel, que explanavam o fato de que a exaltação evolutiva do espírito humano só é possível sob duas asas, a inteligência e o aperfeiçoamento moral pela experiência.

 

 

GRUPO ESPÍRITA JOÃO BAPTISTA – PROGRAMAÇÃO SEMANAL
Domingo 10:00 Palestra
Terça-Feira 18:00 Estudo das obras de André Luiz.
20:00 Estudo de O Evangelho segundo Espiritismo.
Quarta-Feira 13:30 Estudo das obras de Allan Kardec.
20:00 Palestra (30 min) e Passe (Fluidoterapia).
Quinta-Feira 18:00 Estudo das obras de Yvonne A. Pereira.
20:00 Estudo de O Livro dos Espíritos.
Sexta-Feira 08:00 Estudo das obras de Allan Kardec.
09:00 Estudo das obras de André Luiz.
Sábado 08:00 Estudo das obras de Allan Kardec.
09:30 Estudo doutrinário com pais e/ou responsáveis.
09:30 Evangelização infanto juvenil.
11:00 Mocidade espírita.

 

Em suma, mais uma vez a palestra foi providencial, construtiva, humana e divina, principalmente, num período marcado por conflitos éticos e morais contínuos na sociedade ocidental e oriental. No mais, se dê uma chance para conhecer o diferente e de se surpreender consigo mesmo diante do espelho da palavra e do conhecimento.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Independência e Esperança por Padre Dudu

“Hoje é um dia fundamental para nossa vida de brasileiros, dia histórico e profético. Celebrar a independência de nossa pátria é sonhar com o Povo que quis criar, amar, redimir e santificar. Não somos um povo qualquer! Caminhamos na fé e não apenas guiados pelas delações premiadas. A sabedoria do Espírito nos diz que nossa crise não é econômica, mas a ausência de amor à Deus e ao próximo!

A convocação dos nossos bispos brasileiros hoje para um dia de jejum e oração é um ato profético! O Documento de Aparecida nos ensinou que “O que nos define não são as circunstâncias dramáticas da vida, nem os desafios da sociedade ou as tarefas que devemos empreender, mas acima de tudo o amor recebido do Pai graças a Jesus Cristo pela unção do Espírito Santo” (n. 14).

Não são as conjunturas sociais que nos definirão! Quem tem fé, dizia Bento XVI, vive difrente! Levante gigante adormecido! Que se ouça do Ipiranga agora um grito de esperança! Seremos um povo heroico (como diz nosso hino) se formos uma pátria formada de homens e mulheres que não percam a esperança em Deus, nas pessoas, e portanto, no futuro. O que o Papa Francisco disse hoje na Colômbia, sirva também para nós neste dia:  “Não se deixem vencer. Mantenham a esperança e a alegria”!

Nesta mudança de época, nesta mudança do cenário sócio-político-econômico brasileiro, oremos pela mudança dos nossos corações para a mudança das nossas estruturas! Temos, como Igreja Católica um legado inegável e um ministério profético para o futuro da nação de Santa Cruz! Diante da imposição de culturas superficiais e maléficas, proclamemos a civilização do amor, proclamando o que cantamos em nossas celebrações que “a vida é bem mais do que aquilo que o mundo ensina”.

Junto à Cruz desta Santa Terra, foi encontrada também a Senhora da Esperança (imagem que os portugueses trouxeram nas caravelas que vieram para o Brasil): Maria! Somos uma Pátria que cresce debaixo de um olhar materno! Há 300 anos Deus escolheu um lugar de cura, libertação, avivamento, milagres, devoção e fé. Não existe e nem existirá no Brasil um epicentro, tão poderoso espiritualmente falando, como o lugar onde aquelas redes foram lançadas! E hoje, 7 de Setembro, no Evangelho do dia, Jesus pede que as redes sejam lançadas (Cf. Lc 5, 1-11). Eles já haviam lavado as redes e estavam desistindo da pesca. Imagem do Povo Brasileiro que está prestes a desistir…Não! Com Jesus nos espera um pesca milagrosa. Esta foi a ordem de João de Deus, São João Paulo II, para o terceiro milênio: Duc in altum! Avançem para as águas profundas! Sete é plenitude! 7 de Setembro! Que a Onipotência e a Perfeição de Deus toque a nossa Terra, abençoe nossa nação e cure a todos nós, brasileiros! Haverá um levante! Creiamos como o Papa Francisco que nos exortava no último dia nove de Agosto: “Jesus entrevê uma possibilidade de Ressureição mesmo para quem fez um monte de opções erradas na vida. Onde houver um homem e uma mulher sofrendo, Jesus vai querer sua cura, sua libertação e sua vida plena” E ainda no Angelus de nove de Julho: “Ele é o Descanso que buscamos! Quando Jesus entra na vida, chega a paz”.

Ofereço estas linhas à Ironi Spuldaro, meu filho, amigo, irmão e agora, também meu pai, que hoje me pediu que escrevesse. Você me conhece…Hoje, neste dia de jejum e oração, o Espírito está renovando também a minha esperança pela Igreja e pelo Brasil. Unidos pelo Avivamento, sempre a até o fim!”

 

PD

Festa da Independência, Ano Mariano 2017, a.D

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Professora Andréa Guimarães é mais uma vítima dos grupos políticos no governo Mandiocão

20900893_1657043144326214_9065063231302122218_oEssa semana foi marcada pela iniciativa do prefeito, José Luiz Alves Antunes, popularmente conhecido como Mandiocão, em intervir politicamente na pasta da educação, alterando a diretoria da escola Maria Lydia Coutinho, que estava sob direção da professora Andréa Guimarães, transferindo o cargo de confiança à professora Cieli Mendes. É isso mesmo, meu caro leitor, o cargo de diretor de escola na municipalidade é de confiança, deixando de ter qualquer critério curricular, acadêmico ou pedagógico. Só basta o prefeito fazer o mapa astral, alinhando as órbitas dos planetas e chegar à conclusão de que a pessoa tem potencial político para ocupar o cargo. E é assim que a educação pública municipal tem sido tratada nos últimos 25 anos, tanto nas mãos do Mandiocão, quanto nas da Solange.

O que torna o caso da Andréa Guimarães extraordinário, é que ela ingressou numa escola, considerada problemática pela Secretaria Municipal de Educação e pelos profissionais da educação, construindo a liga do amor, da compaixão e da solidariedade, conquistando o respeito dos alunos, dos pais dos alunos e da maioria da comunidade do Rio do Ouro. Simplesmente, ela plantou e está colhendo os frutos por parte da sociedade e da comunidade, que compreendeu o fato de que a escola é um lugar de segurança e de multiplicação do afeto e do conhecimento, principalmente diante da desigualdade social e da pobreza. Todavia, a atual gestão interpretou tudo como uma ameaça, materializando a única coisa que os grupos políticos sabem fazer em Rio Bonito: – Destruir as ações sociais e as políticas públicas que beneficiam a sociedade e levar as pessoas ao questionamento da realidade.

20934693_1657043147659547_2554571845005761768_oNo último dia 18/08/2017, a escola Maria Lydia Coutinho fez uma manifestação pacífica, pedindo pela manutenção da Andréa Guimarães na direção. Infelizmente, o prefeito, a vice-prefeita, que é conhecida como Rita da Educação, e o secretário de educação seguiram com o planejamento aplicado.

Mesmo com o antigo FUNDEF e o atual FUNDEB idealizando a gestão escolar participativa, conhecida nos corredores da política como “Gestão Democrática”, transformando o cargo de diretor de escola numa função eletiva pela comunidade escolar, composta por alunos, professores e pais de alunos, objetivando o sistema de colegiado e a administração direta dos 40% do valor do fundo, que deveriam ser investidos nas escolas, através das obras, compra dos recursos tecnológicos e didáticos, a PMRB insiste em manter o cargo de confiança e por indicação do prefeito. Dessa forma, a secretaria municipal de educação centraliza os R$58 milhões sob sua gestão direta, não sofrendo qualquer tipo de resistência nos quadros pedagógicos. Por outro lado, o dinheiro sai pelo ralo todos os anos, enquanto que as escolas estão sucateadas, os professores desmotivados e desvalorizados e a educação capengando morro abaixo.

Por fim, Manidocão e a Solange transformaram a educação pública municipal numa espécie de clube do whisky e literalmente num colégio eleitoral controlável, contrariando todos os princípios e as ideologias pedagógicas, que buscam o aperfeiçoamento da vida cotidiana, financeira, moral, ética e intelectual dos alunos e da diversidade da realidade que se encontram inseridos.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

 

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PMRB provoca a insatisfação da opinião pública com o projeto Bela Vista de Cara Nova

O vereador Claudinho do Bumbum Lanches trouxe o governo Mandiocão para o centro do conflito da impopularidade, por causa do anuncio da obra que será realizada na bela vista, sob o nome de “Bela Vista com Cara Nova”. O que era para ser um movimento positivo do governo, se tornou um fiasco, por falhas na comunicação social. Simplesmente, eles estão brincando de governar, cometendo erros seguidos. A coisa já começou errada, quando o vereador anunciou algo que deveria ser anunciado pelos canais oficiais do Poder Executivo Municipal.

A Jacuba está revoltada com a ausência da PMRB em relação à infraestrutura do bairro, e com toda razão. Solange prometeu levar o asfalto para lá no palanque e ao longo do seu último mandato, e até agora nada. A população da localidade ficou na expectativa por dias melhores, que ainda não chegaram. A mesma situação se repete com o Boqueirão, a Serra do Sambê e Nova Cidade, que está com a ponte do acesso principal parcialmente destruída, enquanto que a rodovia está sob a jurisdição do governo do Estado do Rio de Janeiro, que não dava respostas na época das vacas gordas, deixando a estrutura de lado diante da crise ética e moral.

Analisando as obras e o cenário político-econômico, o prefeito Mandiocão e o secretário de desenvolvimento econômico, Bruno Guimarães Soares, estão focalizando a região de lavras, para instalarem o segundo polo industrial de Rio Bonito, objetivando incentivar o crescimento da região, o que também intensificará os empreendimentos imobiliários. Se a política pública for bem planejada, gerará novas vagas de emprego e abrirá a oportunidade para novos negócios em Rio Bonito, aproveitando o novo formato da BR-101 naquela área.

Os rio-bonitenses não estão compreendendo o anúncio das obras na Bela Vista por parte da PMRB, tendo em vista que existem áreas precárias e abandonadas próximas ao centro da cidade, que aguardam por uma solução há anos. Todavia, eu vou explicar para o cidadão e o contribuinte a lógica do gestor público: – Se vocês observarem ao longo da Avenida Manuel Duarte – Bela Vista, localizarão dois loteamentos, que aumentarão os preços dos lotes com as obras, enquanto que existem vários terrenos, que acolherão projetos de edifícios para o futuro. Assim sendo, salvo o enriquecimento dos empreendedores, Mandiocão está planejando investir e incentivar o crescimento da cidade para o sentido do Rio do Ouro, Jacuba, Lavras e Sambê. Todavia, para que os projetos subsequentes possam acontecer, é necessário começar pela Bela Vista, que é parte importante da trajetória que se inicia no Basílio, com a via verde, e que terminará no futuro polo industrial de Lavras, à beira da BR-101.

Por fim, o inferno está cheio de boas intenções. Logo, espero que a equipe do governo Mandiocão consiga materializar as ações e conectá-las num projeto econômico maior. Todavia, eles parecem perdidos e desorientados, enquanto que, com o orçamento limitado, os patrocinadores tendem a priorizar o retorno dos investimentos do grupo, deixando a população de lado, que se sente abandonada em sem qualquer representatividade.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Você sabe quanto custa um vereador em Rio Bonito?

O leitor que estudou OSPB (Organização Social e Política do Brasil) e Educação Moral e Cívica na década de 1980, saberá responder na ponta da língua, que os vereadores tem a função de fiscalizar o Poder Executivo e de legislar, que significa fazer leis. O problema é que as duas disciplinas foram banidas da grade curricular com a abertura democrática, levando consigo a propagação do civismo, nacionalismo e da cidadania. Dessa forma, as gerações, que nasceram na década de 1990 para cá, não tem a menor ideia de como funciona o sistema público, o que é uma república e as funções dos políticos. Os heróis deles são o Pablo Escobar e a linha de produção das séries dos narcotraficantes em Hollywood ou em Paulínia – SP.

Em Rio Bonito, localizado no Estado do Rio de Janeiro, era para os vereadores fiscalizarem as contas públicas, os gastos, investimentos e projetos executados pelo Município. O problema é que eles não fazem, e, quando o fazem, é sempre pelos objetivos pessoais ou do grupo político. Quando o assunto é legislar ou fazer leis, o critério da qualidade despenca, enquanto que a maioria se utiliza da máxima reversa: “na natureza, nada se cria. Tudo se copia”.  Assim, com as funções CTRL + C e CTRL+V, os poucos projetos nascem, contrariando a constituição e atrapalhando a vida dos cidadãos e dos empresários.

A Câmara Municipal é a representação do Poder Legislativo na jurisdição municipal. Ela é autônoma, possui 10 vereadores e custa mais de R$6 milhões por ano ao contribuinte, com seu duodécimo. Isso quer dizer que cada vereador custa R$600.000,00 por ano, R$50.000,00 por mês e R$1.666,66 por dia, com a hora trabalhada computada em R$208,33. Agora, se pensarmos na Câmara Municipal como um todo, ela consome, em média, R$500.000,00 por mês, R$125.000,00 por semana, R$62.500,00 por sessão legislativa realizada.

Na prática, com o custo mensal de um vereador em Rio Bonito, daria para manter 25 professores e 22 médicos concursados na rede Municipal.

Certamente, aparecerá alguém patrocinado pela folha de pagamento, argumentando que o salário do vereador é de R$6.800,00 por mês e que os cálculos são absurdos, não batendo com a veracidade dos fatos, demonstrando a ignorância e a incapacidade na interpretação do fato e do ato administrativo em relação ao cálculo do custo, que é justamente uma das tarefas do vereador no cumprimento da função nobre do fiscal, ratificando a essência desta resenha.

Por fim, a Câmara Municipal é um elefante branco, enorme, gordo e desengonçado, que tem servido mais de enfeite à democracia rio-bonitense, afastando-se do seu ideal como instituição política na construção da sociedade a cada eleição realizada nos últimos 30 anos, sem se preocupar com a opinião pública e os índices de aprovação, porque o objetivo do político não é materializar as políticas públicas, mas controlar o duodécimo, sem a transparência e a participação popular necessárias.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Rafael do Rio do Ouro agiu como moleque ou foi vítima de fraude na eleição da presidência da Câmara Municipal para o biênio 2019/2020

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A sessão legislativa da última terça-feira, 08/08/2017, foi marcada pelos altos e baixos na eleição prematura do próximo presidente da Câmara Municipal de Rio Bonito para o biênio 2019/2020. O que deveria ter sido um protocolo simples, com a manifestação do voto por parte dos vereadores, acabou se transformando num desastre moral e ético, tendo em vista que, conforme o documento com o protocolo da Câmara Municipal, o vereador Rafael Caldas, popularmente conhecido como Rafael do Rio do Ouro, assinou a chapa opositora à situação, que tinha o vereador Fabiano Xeroca como candidato à presidência, afirmando desconhecer o ato e o fato administrativo no dia, migrando sua intenção de voto para o vereador Humberto Alexandre Belgues, expondo a fragilidade política que Rio Bonito, o Estado do Rio de Janeiro e o Brasil passam.

A demonstração pública da lealdade ao Marcos Abrahão utilizada pelo do vereador Rafael do Rio do Ouro, para justificar o rompimento com a chapa, acabou prejudicando e muito o deputado, que, conforme os comentários nos bastidores políticos, está se desgastando perante a opinião pública para se afastar do cenário, cuja jurisdição se limita à Câmara Municipal de Rio Bonito.

Como dito na resenha anterior, o voto do vereador foi coerente com sua linha de campanha, grupo político e partido, cuja base é totalmente dependente do deputado estadual Marcos Abrahão, que é considerado como um mentor e conselheiro do Rafael do Rio de Ouro. O problema é que o vereador assinou o documento oficial, que foi carimbado pela casa legislativa, compondo uma chapa. Pessoalmente, eu não vejo problemas no momento do voto do Rafael do Rio do Ouro, mas, com a publicidade do documento da chapa, ficou evidente que os 57.000 habitantes e 45.204 eleitores foram ignorados na decisão pessoal, que provocou o efeito dominó, que terá impacto no nosso município até 2020, na próxima eleição. O vereador foi antiético e deixou o deputado Marcos Abrahão exposto, com sua justificativa pública, que foi baseada na especulação, inclusive, de que a assinatura no documento não era real, o que poderá conduzir o cenário todo para dentro da delegacia de polícia e no judiciário diante da hipótese da fraude, que é justamente o que ele terá que fazer para sustentar a trama toda, mantendo-se na posição de vítima de uma conspiração política.

Por fim, existem caminhos e decisões que devem ser pensadas e ponderadas, enquanto que o vereador demonstrou imaturidade, assumindo posturas opostas à natureza do seu universo eleitoral, que podem ser executadas, mas que demonstram a total diferença entre o ser político e estar político, principalmente na prática da ética e da moralidade.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior