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Preocupados com a reforma da previdência, os brasileiros perderão seus direitos trabalhistas com a aprovação da terceirização no Congresso

terceirizacaoMeu caro leitor, eu ainda consigo me surpreender com a reação da opinião pública brasileira, embora o mecanismo de resposta esteja seguindo o planejamento adotado pelas forças econômicas e políticas, que evidenciam um tema polêmico, tipo a reforma da previdência, para liberar a terceirização de todas as atividades-fim dentro do Congresso Nacional, passando por cima das garantias trabalhistas, através de um caminho constitucional paralelo. Assim, por exemplo, uma escola poderá terceirizar a prestação dos serviços dos professores, das merendeiras, dos supervisores, colaboradores da limpeza e dos serviços gerais, dando margem legal para a anulação do 13º salário, FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) e férias, uma vez que as pessoas jurídicas não possuem as garantias trabalhistas das pessoas físicas.

Após 06 anos da investidura fracassada dos barões da indústria e do comércio paulistano e carioca pela terceirização no governo Dilma Rousseff, os empresários materializaram seus planos, através do governo do presidente Michel Temer, que não recebeu um único voto através da democracia, pagando sua parte na contrapartida da manutenção do político do PMDB no cargo, quando o Brasil deveria ter ingressado numa nova Eleição Presidencial, após o impeachment de julho de 2016.

Enquanto a imprensa te mantém focalizado nos possíveis 40 anos de contribuição e na aposentadoria pós-morte, a privatização da CEDAE foi aprovada na ALERJ, a Presidência da República focalizará a reforma previdenciária no âmbito privado e nos servidores públicos federais, deixando os Estados e Municípios encarregados das suas reformas no momento oportuno. Mas, a pior parte é saber que o governo cortará na carne do trabalhador, deixando de recolher R$417 bilhões das empresas, que não recolheram ou fizeram o recolhimento da forma errada, com o Bradesco na liderança, com seus R$700 milhões em dívidas junto ao INSS (Instituto Nacional da Seguridade Social).

Por fim, a propaganda do PMDB já está no ar, justificando cada ato calculado como necessário para o futuro da sociedade e do mercado nacional, quando uma minoria, composta por executivos, banqueiros e políticos, se beneficiará com lucros majorados, ao custo do tempo de vida dos trabalhadores brasileiros, que se mobilizam pelas causas certas nos momentos errados, porque um grupo de consultores em marketing e estratégia econômica decidiram as portas fechadas dentro do Palácio do Planalto.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

A Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição e a noite riobonitense.

O Melhor de Rio Bonito para os investidores estrangeiros

Trajeto Rio Bonito x Gávea - Aérea dos investidores.A pequena cidade de Rio Bonito, inserida recentemente na região metropolitana do Estado do Rio de Janeiro, ainda mantém as características do interior, primando pela qualidade de vida no estilo artesanal, aproveitando a beleza e o recanto de sua natureza, através da diversidade de sua fauna, flora e da riqueza hídrica.

Com a área correspondente a 456,45 Km², a população computada pela estimativa de 57.615 habitantes e o IDHM (Índice de Desenvolvimento Humano Municipal) calculado em 0,710, o Município de Rio Bonito foi divido em 03 distritos, sendo-lhes o Centro, Basílio e Boa Esperança, apresentando sua expressão econômica na agropecuária, embora suas forças produtivas e meios de produção estejam focalizados nos serviços, demonstrando que o riobonitense ainda possui muito potencial e terra produtiva para alavancar sua economia, através do pequeno produtor rural e do turismo ecológico.

O Município de Rio Bonito encontra-se, literalmente, no centro do Estado do Rio de Janeiro, sendo cortado pelas rodovias BR-101 e a RJ-124 (Via Lagos), o que lhe permite a instalação das indústrias de base e do setor da logística terrestre, aérea e marítima, por estar próximo do litoral e da região serrana, enquanto que se encontra a 76 km da capital, cujo percurso terrestre dura em média 58 minutos. Outrossim, considerando o deslocamento aéreo numa linha reta, a cidade fica a 63 Km dos principais empreendimentos do nosso Estado, fazendo fácil triangulação com Cabo Frio e Macaé.

Com as pedalas fiscais, a má gestão governamental no Estado do Rio de Janeiro e no Município de Rio Bonito, cumulados com as commodities e a crise mundial do petróleo, a arrecadação municipal despencará dos R$228.000.000,00, em 2016, para R$180.000.000,00  em 2017, enquanto que a máquina pública necessitará fazer cortes e compensações de um lado, além de ter a obrigação de constituir um plano econômico para gerar novas receitas, através da criação das novas empresas e vagas de trabalho, do outro. Assim cada pessoa empregada, corresponderá a novas receitas no futuro, além da diminuição do peso do desemprego.

A verdade é que todos os políticos e até mesmos os empresários estão pensando a política pública de forma errada, tendo em vista que todos os envolvidos querem encontrar a máquina pronta para sangrá-la na economia local ou regional, quando, na realidade, ninguém apresentou, até a presente data, um modelo, sequer, do projeto que prospectasse novos empreendimentos e gerasse novas receitas.

Por fim, os russos, chineses, alemães, israelenses, árabes e canadenses estão investindo no Brasil e no COMPERJ nesse exato momento. Por que não oferecermos aquilo que temos de melhor aos investidores estrangeiros? – Assim, espero que esse texto se propague pelas redes sociais e pela internet, no intuito de chamar a atenção de algum grande investidor chinês, russo, alemão, israelense, árabe ou, até mesmo, brasileiro, focalizando a instalação dos seus negócios na nossa cidade, para que Rio Bonito, Tanguá e Silva Jardim voltem ao ritmo do crescimento econômico das décadas já esquecidas na história do Brasil República e do Brasil Império.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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FHC e Lula dançam juntos no fogo amigo do poder

Não me assusto de ver a mídia brasileira com seus fotógrafos e colunistas políticos mirando o Lula, tendo em vista que o PT (Partido dos Trabalhadores) faz questão de deixar bem claro que não largará o osso do poder, enquanto que lutará até o último soldado. Todavia, mesmo com o Aluízio Mercadante em stand by, a única estrela do partido é o ex-presidente LULA, cujas bases do seu colégio eleitoral estão fincadas nos sindicatos, nas federações e no público alvo do Programa Bolsa Família.

Também, não me assusto com o fato de ver a mesma mídia brasileira bombardeando o ex-presidente, Fernando Henrique Cardoso (FHC), tendo em vista que, até a presente data, é o único nome com força política nacional e internacional dentro do PSDB para confrontar o LULA. E assim, mesmo com o excesso da energia depositada no Aécio Neves, no José Serra e no Geraldo Alckmim, o PSDB está passando pela crise da identidade política da meia idade, com poucas lideranças reais ou quase nenhuma para concorrer ao pleito presidencial em 2018.

Enquanto Lula atravessa o bombardeio dos possíveis escândalos, compartilhando o desgaste com a estrela do seu partido, Dilma Rousseff se arrasta para melhorar a opinião pública, através do marketing, associando sua imagem aos Jogos Olímpicos do Rio 2016, enfrentando seu vice-presidente, que é do PMDB, na construção das coalizões e acordos com os partidos políticos dentro do Congresso Nacional.

A verdade é que o maior inimigo dos políticos, cuja liderança é inquestionável, é a vaidade, que serve de trampolim para que os jornais sejam financiados, produzindo resenhas encomendadas, objetivando derrubar o oponente e o próprio amigo.

No final, Lula só tem o FHC, enquanto que o FHC só tem o Lula como amigo, demonstrando que o Brasil está sem opção para o futuro, salvo os escândalos com seus respectivos cartéis.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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A América Latina carece de novas lideranças políticas, que sejam técnicas e carismáticas

A América Latina está carente de novas lideranças políticas, que trazem o carisma e a inovação necessários para os problemas da atualidade, limitando-se ao José Mujica, no Uruguai, Michelle Bachelet, no Chile, e Maurício Macri, na Argentina. Simplesmente, as lutas populares do continente se misturaram com as ideologias ultrapassadas do comunismo e à indústria do narcotráfico, dificultando o diálogo construtivo com as potências ocidentais, além de provocarem os efeitos devastadores em suas respectivas sociedades no combate ao tráfico da cocaína, da heroína e da metanfetamina. A violência e a guerrilha urbana se tornaram elementos agregados à paisagem humana na América Latina.

No Brasil, o PT (Partido dos Trabalhadores) cortou na própria carne, no quesito corrupção e transparência. Todavia, ao contrário de todos os partidos políticos, não sobrou muito do corpo trabalhista para resistir e purificar a essência do partido predominante no governo desde 2003, uma vez que os sábios, os intelectuais, os ditadores e muitos oportunistas pularam do barco ao longo dos anos, migrando para outras siglas, e construindo seus impérios pessoais dentro do filtro, estabelecido pelo próprio Congresso Nacional, quanto quem será ou não o candidato ao circuito do poder.

Essa semana, materializou-se a migração entre os deputados e senadores do PT para outros partidos, enquanto que a REDE foi a que mais recebeu cadeiras, mesmo não participando do pleito eleitoral oficial.  A imprensa e os ativistas estão comemorando o fato, tendo em vista que o PT perdeu força no Congresso, como legenda. Todavia, sou obrigado a discordar da euforia, tendo em vista que o PT está se infiltrando nos partidos novos e antigos, com exceção do PMDB e do PSDB, mobilizando novas frentes de batalha, focalizando o domínio local, regional e nacional das siglas. No final, todo o processo não passará de um show de ilusão.

Para piorar o panorama político, os únicos partidos que conseguiriam competir com a dinâmica estratégica do PT, dentro das variáveis siglas, são o PMDB e o PSDB, que não possuem nomes expressivos, enquanto que seus  governos municipais e estaduais se encontram no declínio financeiro e estrutural.

Por fim, os brasileiros estão perdidos e desorientados. Suas memórias se limitam ao presente, enquanto que o fantasma da Ditadura Militar assombra os lares e os grupos sociais, ganhando o apoio da classe média. A democracia está perdendo sua nobreza e seu valor, porque os políticos são egoístas, não se preocupam com as políticas públicas, transformando o voto no trampolim para o tráfico de influência, a geração de novos negócios, com o acesso direto ao orçamento público para transformá-lo na coisa privada. Não existe democracia sem a manutenção da educação e a igualdade no mercado das oportunidades.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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A conta de luz se tornou a galinha dos ovos de ouro no Brasil e na Argentina

Embora, Macri tenha materializado o rompimento ideológico com a esquerda dentro da Argentina, as fórmulas utilizadas no país vizinho estão sendo aplicadas no formato semelhante ao Plano Real em 1994, mesmo mantendo o marketing da política cambial singular e distinta no continente. E assim, com o discurso contrário à prática, o governo argentino depende do Brasil, tanto na garantia da sua carteira dos contatos e contratos no exterior, bem como, no setor energético, tendo em vista que a malha elétrica argentina não consegue atender a demanda, principalmente, no quesito geração de energia. Em suma, sem energia, não há força para movimentar a indústria, a sociedade e a economia. Logo, o Brasil passou a enviar seu excedente energético ao país vizinho, uma vez que o setor industrial teve a retração no consumo interno em 6%, podendo chegar aos 9% com o fechamento das usinas siderúrgicas e a alteração logística no setor automobilístico.

Macri cortou os subsídios que mantinham considerável parte das empresas distribuidoras de energia elétrica dentro do território argentino, provocando o aumento, aproximadamente, em 600% na conta de luz, cujo custeio será bancado pelo contribuinte. E dessa forma, os argentinos já mudarão o discurso sob a nova ótica governamental em seu país. Mas, a decisão não prevê somente a economia com o dinheiro público, tendo em vista que a Argentina está mais conectada com o governo Brasileiro do que a própria mídia está divulgando, enquanto que o modelo da cobrança e da fiscalização no serviço de energia do nosso país é totalmente ajustável à necessidade da Presidência da República, não necessitando do Congresso para autorização no aumento das taxas e tarifas, salvo a Agência fiscalizadora de energia elétrica, o que constitui uma espécie de plano dois para a tapagem dos buracos nas contas públicas e na própria balança comercial, cuja dinâmica é silenciosa e imperceptível ao consumidor.

O modelo é simples e está dividido nas cores verde, amarelo, rosa e vermelho. Quanto maior é o consumo, maior será a tarifa, enquanto que o governo arrecadará mais dinheiro, alegando o estado de emergência energética, cujo conceito é relativo e depende da opinião do próprio governo para tal. Logo, se pegarmos 56.595.007 dos domicílios com energia elétrica, conforme o SENSO 2010 – IBGE, sob a bandeira tarifária vermelha, obteremos o quanto médio de R$ 509.355.063,00 ao mês, sem as alíquotas que podem chegar a 29% e demais taxas, dependendo do padrão no consumo. Isso quer dizer que o Brasil arrecadará R$6,0 bilhões só com o sistema de bandeiras, já com a redução para o acréscimo dos R$4,50 para cada 100Kwh.

A lógica indica que Macri copiará o modelo tarifário brasileiro, transferindo a despesa para o contribuinte, além do governo obter a arrecadação direta sob o serviço.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Com otimismo, o Brasil só sairá da depressão econômica em 2019

Como o brasileiro pode fazer meta para 2016, recebendo salário mínimo e pagando impostos diretos e indiretos na proporcionalidade superior aos 33% do seu ganho mensal? – Só com milagre, crediário nas Casas Bahia e muita sorte, para que nada aconteça de extraordinário entre uma compra e outra. Embora pareça estranho o raciocínio, foi justamente nessa lógica de consumo que o Brasil se manteve nos últimos 20 anos, tratando-se da economia interna e do Bolsa Família.

O Brasil não pode abrir mão do bolsa família, mesmo com as pedaladas fiscais, tendo em vista que a indústria registrou o índice de regressão em 8%, enquanto que o governo assumiu a inflação, nos últimos 12 meses, em 10,72%, com a estimativa do aumento progressivo em 6,5% para 2016, se as metas forem atingidas de um lado, e os Estados e Municípios economizarem do outro. Todavia, os especialistas já calculam uma prévia de 33 meses de crise, considerando a intervenção do Banco Central a cada trimestre. Logo, os 6,5% de inflação, possivelmente, fecharão em 12% até dezembro de 2016, salvo o fato de acontecer um milagre na balança comercial, batendo SUPERÁVIT a cada trimestre, o que exigiria a injeção de mais dólares americanos por parte do governo, que ocasionaria uma nova sequência das pedaladas fiscais, objetivando conter um buraco de um lado, criando outro na dívida pública interna.

Em suma, a tendência do mercado é piorar, enquanto que ainda há muita água para chegar ao fundo do poço. A situação econômica se intensifica, quando o governo, depois de elevar a alíquota dos impostos, concede o aumento do salário mínimo nacional, aumentando a carga tributária e trabalhista das indústrias, que já estão pagando a conta por parte dos combustíveis, dos fretes e da energia. Enquanto que o governo assume a inflação de 10,72% em 2015, que serão 17,22% com a sequência em 2016, o mercado interno está encolhendo sua fatia do lucro na produção e na competitividade nacional e internacional, sofrendo com a inflação real superior aos 22% nos últimos 12 meses. Logo, a única alternativa da indústria e do comércio é demitir, para compensar o fluxo de caixa, focalizando a sobrevivência tributária.

Para agravar a situação, considerando a carga trabalhista e os impostos diretos e indiretos, a indústria e o comércio estão levando a facada média de 38%, se igualando aos índices tributários dos países com a melhor qualidade de vida do mundo, tais como a Suécia, a Noruega e a Suíça. Em suma, seguindo a linha da desigualdade tributária, onde a classe média e empresarial bancam o sistema para que os milionários e os assalariados paguem nada ou muito pouco, o governo deixará de arrecadar mais, por causa da alíquota aplicada na economia. Se a política interna focalizasse o emprego e a participação proporcional em todos os níveis de rendimento, o Estado poderia reduzir a média da alíquota dos impostos no teto máximo dos 22%, proporcionando maior incentivo na geração das novas frentes do trabalho formal, deixando a economia interna compensar e investir em si mesma, através do fluxo do capital. Entretanto, a ortodoxia política e governamental jamais praticaria tal mecanismo, porque a tradição brasileira se baseia na elevação das alíquotas para aumentar a receita, sem cortes nos Ministérios, Secretarias e departamentos públicos. No Brasil, a meta da eficiência tem lógica contrário ao restante do mundo, pois o departamento que é eficiente, fazendo o máximo com o mínimo, sofrerá cortes no orçamento no ano seguinte.

Por fim, em 2016, a fila do desemprego aumentará por culpa do governo e da sua estratégia econômica e financeira, que liquida o país para o investidor estrangeiro ficar mais rico e com pouco risco no mercado. O problema é que não basta injetar dólares americanos do tesouro no mercado para atrair a caça, quando o mercado é o resultado dos indicadores de liquidez, eficiência, remuneração, lucro bruto e líquido das empresas.  A lógica do governo funcionou por 12 anos, com a PETROBRÁS em alta, a Vale liderando o mercado da mineração, além das obras superfaturadas das Olimpíadas e da Copa do Mundo de 2014. O problema é que o mercado nacional não possui empresas de peso para apresentarem os indicadores atrativos para investimento, com exceção da AMBEV, FRIBOI, ITAÚ e BRADESCO.

A solução do governo será compensar a fila do desemprego, ampliando o suporte do Bolsa Família, aumentando o exército dos dependentes, seguindo a mesma lógica com os refugiados. Com otimismo, a economia só se estabilizará em 2019, com a indústria e o comércio se arrastando para sobervevirem às falhas na gestão por parte dos nossos governantes. Ironicamente, só ganhará dinheiro, quem tem muito capital para investir, principalmente no ramo do agronegócio e na indústria bélica e da defesa, cujos setores estão em desenvolvimento no Brasil, materializando acordos com a China, Estados Unidos, Suécia, Israel e Panamá.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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A CNEC procura parceiros para vagas de estágio em Gestão em RH e Processos Gerenciais

A CNEC RIO BONITO procura parceiros para disponibilizarem vagas de estágio na área da Gestão em RH (Recursos Humanos) e Processos Gerenciais, através dos convênios. Dessa forma, o acadêmico ganha a oportunidade de colocar o conhecimento teórico na prática, enquanto que a empresa se torna competitiva com a troca de experiência na gestão de pessoas. No final, todos ganham, incluindo o próprio mercado de trabalho e de consumo.

Todas as empresas, tanto em Rio Bonito quanto na região, são potenciais agregadores de valor nos negócios e na aprendizagem, desde os microempreendedores individuais até as grandes empresas. Assim, incluímos como potenciais parceiros a CDL, a ASCIRB, as prefeituras, as  Câmaras dos Vereadores, o comércio, os serviços, a indústria e o agronegócio. Em suma, onde há relação com pessoas e com negócios, há oportunidade de estágio e crescimento econômico. Por isso, meu conselho é que invistam nessa ideia. Não vejam como custo, mas como um investimento para sua empresa e toda sociedade.

Para maiores informações, façam contato com a CNEC EAD –  polo Rio Bonito:

Alessandra Joice R. Nogueira
Responsável pela captação Cnec Ead
Email: cead.captador.riobonito@cnec.br
Tel: (21) 99907-7552.

 

Nadelson Costa Nogueira Junior