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PMRB atrasa o pagamento dos salários dos servidores para forçar a Câmara Municipal na revisão da flexibilidade orçamentária em 2018

Assinando o atestado de incompetência gestora e assumindo a marca latente da infantilidade na política e administração pública brasileira, onde a vaidade e a personalidade do político interferem e influenciam as políticas públicas e todas as relações que envolvem o erário público, o governo Mandiocão atrasa os salários dos servidores públicos da PMRB, objetivando mobilizar a máquina, a partir do empregado, para forçar a Câmara Municipal de Rio Bonito na revisão da votação do remanejamento do valor de R$71,6 milhões em 2018, porque a pasta do planejamento não fez o dever de casa em relação ao equilíbrio fiscal e as garantias entre as receitas e despesas do Município de Rio Bonito, enquanto que a Câmara Municipal estabeleceu a flexibilidade de 0,5% (meio por cento) de R$238,9 milhões, deixando o governo com R$1,19 milhões para passar de uma conta para outra neste ano.

Fazendo a retrospectiva, com o orçamento de 2018 aprovado pela Câmara Municipal, em 2017, no valor presumido de R$238.999.216,93, o governo pediu a flexibilidade de 30% do valor, como de costume, enquanto que os vereadores aprovaram 0,5%. Na prática, isso quer dizer que o prefeito só poderá retirar R$1.194.996,08 do plano orçamentário anual ao longo de 2018, o que poderá comprometer vários projetos com os fundos próprios e o pagamento das contas da PMRB. Todavia, a culpa não é da Câmara ou dos vereadores, tendo em vista que foi o próprio governo que organizou o orçamento, através da Secretaria Municipal de Planejamento. Logo, pela primeira vez na história de Rio Bonito, o secretário de planejamento passou a ter a notoriedade e a responsabilidade que lhe são devidas ao cargo, cujas contas, aparentemente não estão batendo, levando o governo ao desespero previsto anteriormente.

É importante atentar o povo para o fato de que é a primeira vez que vejo a Câmara Municipal trabalhar da forma correta em relação à flexibilidade. Logo, toda a responsabilidade cairá nas mãos do prefeito e dos seus respectivos secretários, caso a contabilidade não se encaixe com a realidade, uma vez que o governo teve um ano para fazer o planejamento e o plano orçamentário. Assim sendo, terá muita gente falando no ouvido do prefeito para resolver o problema que acontecerá nas licitações, uma vez que não haverá a flexibilidade dos R$54 milhões para preencher os buracos entre uma conta e outra. Por outro lado, a lógica também indicará que o governo optará em pagar as licitações e os contratos do interesse, deixando a folha de pagamento em segundo plano, enquanto a manobra for permitida.

O prefeito Mandiocão está na mão do palhaço e terá que conversar com a Câmara Municipal e os vereadores para desenvolver seus projetos, caso contrário, continuará paralisado e cometendo erros consecutivos, por tratar as secretarias municipais de forma política, quando deveria ser técnica. No mais, que a flexibilidade seja de zero por cento de 2019 em diante, porque a Câmara Municipal representa o povo e deve saber para onde são investidos cada centavo do contribuinte.

Por fim, o Prefeito e o secretário de planejamento são os verdadeiros culpados pelo atraso no pagamento dos servidores e das contas do Município de Rio Bonito, porque a Câmara Municipal só aprova, reprova, faz leis e fiscaliza.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Riobonitenses ficam sem água no centro da cidade e adjacências na véspera do natal de 2017

downloadA CEDAE dá de presente ao centro de Rio Bonito a falta de água, logo às vésperas do natal de 2017. E me pergunto para onde está indo o manancial hídrico todo de Rio Bonito? Com o custo médio de R$72,00 para cada 15 metros cúbicos por domicílio ao mês, o problema não está na água e nem no dinheiro, mas na vontade política e na gestão da empresa.

Tem sido algo comum no quotidiano riobonitense a reclamação dos cidadãos sobre a falta d`água na cidade, que está marcada com períodos superiores aos 21 dias no Rio do Ouro. O mesmo padrão vem se mantendo nos birros adjacentes ao centro, mostrando que a CEDAE está ineficaz, ineficiente e incompetente na prestação do serviço, que, no caso de Rio Bonito se limita à manutenção natural do reservatório, desde a adutora até o reservatório localizado no bairro da Caixa D`água Nova, e a distribuição pela cidade.

A incompetência latente da CEDAE em Rio Bonito demonstra o quanto a renovação do contrato entre a empresa e o município está inapropriada, principalmente, diante do processo de privatização da empresa pública, que já recebeu o aval da ALERJ para ser materializada de um lado, enquanto que o governo do Estado do Rio de Janeiro já a colocou como garantia do empréstimo realizado junto ao Banco Francês, no valor de R$ 3 bilhões, com os juros previstos em R$1 Bilhão até o ano de 2020, do outro, o que tornará o processo de aquisição muito mais fácil e barato para a iniciativa privada.
Está óbvio para a população que a PMRB já deveria ter municipalizado o serviço de tratamento e distribuição da água em Rio Bonito para aumentar sua receita e garantir o fornecimento da água às famílias riobonitenses. E por que ainda não o fizeram? – Enfim, está na hora da população ir para rua para pressionar o prefeito e a Câmara Municipal, uma vez que a situação está insustentável, com o Município perdendo receita, inclusive.

No centro da cidade começará uma disputa entre as bombas hidráulicas autoaspirantes para a manutenção das cisternas domésticas, cujos preços variam de R$184,90 a R$2.129,00 dependendo da marca e da potência do motor. Em suma, pagamos caro pelo serviço, que, seguindo a tradição do estado mínimo, ainda temos que investir em tecnologias para dar pressão e garantir o fornecimento hídrico, enquanto assim o permitirem.

Por fim, está na hora de Rio Bonito controlar sua água e pegá-la de volta para si, com o retardo mínimo de 15 anos, sem a CEDAE e terceiros no processo, porque a água é nossa.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Mandiocão escolhe novo secretário para a Secretaria de Prevenção à Dependência Química

dependencia-quimica1“Mais um Ato importante que mostra o quanto o nosso prefeito Mandiocão é bisonho! Para comandar a Secretaria Municipal de Prevenção a Dependência Química, ele escolheu o nosso amigo Alexandre Ferreira Campos, popularmente conhecido como Xandocão. Minha gente, eu nada tenho contra o Xandocão, que é um amigo dos tempos de colégio e um ótimo garoto. Mas não me lembro de Xandocão ter nenhuma tradição nessa questão da prevenção a dependência química.
Você que está lendo o post vai me perguntar: “mas quem o “bisonho” poderia nomear para a função?”. Eu vou mencionar três nomes de dentro do grupo do prefeito que entendem do assunto, conhecem a questão das drogas, atuam na questão da dependência química, há anos lidam com prevenção e têm relevantes serviços prestados a sociedade riobonitense.
O primeiro é João Paulo Romanelli. O cara simplesmente fez parte da coordenação de campanha do bisonho e foi figura importante no bastidor político em 2016.
O segundo é Aliomar Guimarães. O garoto dispensa apresentações e o mais interessante: além da atuação na área da prevenção a dependência química, ele foi candidato a vereador pelo PR, no palanque do “bisonho”, e alcançou 504 votos;
O terceiro nome é o de Fabio Pombo Rodrigues, o nosso amigo Fabão. Outro que dispensa apresentação e também foi candidato pelo PR, partido da base do bisonho. Fabão alcançou 163 votos, inclusive, no período eleitoral ele se recuperava de uma cirurgia ortopédica, o que interferiu no seu desempenho como candidato.
Nós temos ainda outros nomes, mas estou citando esses três, porque eles orbitam próximos ao bisonho. A escolha deixa claro o desprezo do Sr. Prefeito a área da Dependência Química e, sobretudo, aos que estão ao lado dele. Aliás, Xandocão também foi candidato a vereador no grupo do bisonho, o partido era o DEM, e ele alcançou 53 votos.
Quer ajudar o amigo Xandocão, prefeito? Aproveite a oportunidade para ajudar o município! Desenvolva um projeto de informatização da Prefeitura, que interligue setores, que tenha plataformas digitais e aplicativos onde o contribuinte consiga pedir coleta de entulho e resto de obras, fazer reclamações, consultar leis municipais, fazer matricula escolar, marcar transporte para tratamento de saúde, renovar carteira de transporte universitário, marcar exames etc. Convide Xandocão para coordenar esse serviço, porque de informática ele entende muito. Ofereça a ele uma Assessoria Especial, que tem remuneração igual a de secretário, e vamos fazer o município evoluir. Eu acredito que ele tem capacidade para isso e o município precisa para ontem dessa modernização em sua estrutura!
Por conta dessa nomeação esdruxula, o prefeito está sendo promovido, em minhas postagens, de “Pangaré” para Bisonho!”
Por Flávio Azevedo.
Vereador Edilon de Souza Ferreira, o Dilon de Boa Esperança (PSC), no Programa Flávio Azevedo, em 18/12/17.

Programa Flávio Azevedo recebe vereador Dilon de Boa Esperança

O Programa Flávio Azevedo dessa segunda-feira (18/12) recebe o vereador Edilon de Souza Ferreira, o Dilon de Boa Esperança (PSC). Em nosso papo com o parlamentar riobonitense, a Lei de sua autoria que proíbe o ensino da Ideologia de Gênero nas escolas públicas e privadas do município. Também iremos fazer um balanço, com o parlamentar, sobre esse primeiro ano do mandato e suas perspectivas de futuro.

 

O "Auto da Compadecida" foi a grande atração da noite no palco do "Natal Bonito".

Natal Bonito mostra que Rio Bonito pode ser mais bonito

“Praça Fonseca Portela lotada. No palco, um grupo de jovens e adolescentes. Meninos que conseguiram na marra e na persistência alcançar o estrelato. A estória de Ariano Suassuna, “O Auto da Compadecida”, permitiu vermos no palco, jovens e crianças de todas as idades e talentos variados. O desempenho da garotada confirma o que já se sabe há muito tempo: Rio Bonito é uma terra de pessoas talentosas, de artistas que precisam apenas que lhes pavimente o caminho.
Do outro lado da rua, artesãos, gente tão talentosa quantos os atores que davam vida a obra de Suassuna. Pessoas que através de traços, riscos, pinturas, dobraduras e cortes; confirmavam que talento e criatividade é realmente a marca da nossa gente. O polêmico “Natal Bonito”, iniciativa que inebria ufanistas e desagrada pessimistas; confirma que nossa gente tão sofrida exige serviços públicos de qualidade, mas também gosta de celebrar e expor seus atributos.
Os artistas, no palco e na rua? Esses querem apenas oportunidades. Oportunidades de externar o seu talento, sua criatividade, suas obras. Eventos como o que aconteceu na noite desse sábado, 16 de dezembro, por mais que o palco do Natal Bonito tenha recebido até aqui muita gente talentosa, cria uma expectativa positiva na cabeça do riobonitense, que há anos deseja ter um Ano novo que ofereça de verdade novas perspectivas.
A trupe do Lona na Lua, os artesãos e aqueles que estão empenhados em promover o “Natal Bonito”; pela primeira vez conseguem, em muitos anos, alinhar o que é desejo do riobonitense há muito tempo: ver nossos artistas valorizados, ter orgulho de ser riobonitenses e acreditar que Rio Bonito é uma cidade possível.”
Por Flávio Azevedo.
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Aprovada gratificação natalina para contratados da Prefeitura de Rio Bonito

“Na sessão Legislativa dessa terça-feira (12/12), a Câmara Municipal de Vereadores aprovaram mensagem do poder Executivo que pedia autorização legislativa para pagar Gratificação Natalina aos funcionários contratados da Prefeitura Municipal de Rio Bonito. Os vereadores afirmaram ser importante para o comércio o pagamento da gratificação e destacaram que também é importante pagar a dívida do município com parte dos contratados que trabalharam em dezembro de 2016 e janeiro de 2017 e ainda não receberam.
Os vereadores também aprovaram mudanças na forma de negociação de débitos do contribuinte com a Prefeitura. Segundo o vereador, Humberto Humberto Alexandre Belgues (PSL); a mudança será positiva para o cidadão que deseja quitar seus impostos com a Prefeitura e para a arrecadação do município. Na ocasião, os vereadores também aprovaram Projeto de Lei do vereador Edilon Souza Ferreira, o Dilon de Boa Esperança (PSC), que proíbe o ensino da Ideologia de Gênero nas escolas públicas e privadas do município.”
Por Flávio Azevedo.
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Mandiocão se colocou na mão da Câmara Municipal sem a flexibilidade orçamentária para 2018

Quando Mandiocão garantiu sua candidatura ao cargo de prefeito em 2016 por força da liminar, vencendo nas urnas e se mantendo na cadeira até a presente data, ele retirou a soberania da Câmara Municipal. Não satisfeito com o cenário construído por ele, o prefeito e seu respectivo grupo político tentaram interferir na eleição do presidente da casa legislativa para o próximo biênio de 2019/2020, perdendo para a oposição e aumentando o conflito entre os Poderes Executivo e Legislativo na jurisdição municipal. Simplesmente, eles assumiram o poder, mas não conseguiram exercer a governabilidade, se colocando na armadilha orçamentária para 2018, que foi construída pelo próprio governo, através da pasta responsável pela demanda, que é a Secretaria Municipal de Planejamento.

Com o orçamento de 2018 aprovado pela Câmara Municipal no valor presumido de R$180 milhões, o governo pediu a flexibilidade de 30% do valor, como de costume, enquanto que os vereadores aprovaram 0,5%. Na prática, isso quer dizer que o prefeito só poderá retirar R$900 mil do plano orçamentário anual ao longo de 2018, o que poderá comprometer vários projetos com os fundos próprios e o pagamento das contas da PMRB. Todavia, a culpa não é da Câmara ou dos vereadores, tendo em vista que foi o próprio governo que organizou o orçamento, através da Secretaria Municipal de Planejamento. Logo, pela primeira vez na história de Rio Bonito, o secretário de planejamento passou a ter a notoriedade e a responsabilidade que lhe são devidas ao cargo. No mais, o governo terá que torcer que as contas e o planejamento orçamentário estejam corretos, o que duvido muito, considerando a tradição local, com contas desorganizadas em todas as pastas, com exceção a educação, por causa do FUNDEB e o controle por parte da União.

É importante atentar o povo para o fato de que é a primeira vez que vejo a Câmara Municipal trabalhar da forma correta em relação à flexibilidade. Logo, toda a responsabilidade cairá nas mãos do prefeito e dos seus respectivos secretários, caso a contabilidade não se encaixe com a realidade, uma vez que o governo teve um ano para fazer o planejamento e o plano orçamentário. Assim sendo, terá muita gente falando no ouvido do prefeito para resolver o problema que acontecerá nas licitações, uma vez que não haverá a flexibilidade dos R$54 milhões para preencher os buracos entre uma conta e outra.

O prefeito Mandiocão está na mão do palhaço e terá que conversar com a Câmara Municipal e os vereadores para desenvolver seus projetos, caso contrário, continuará paralisado.

Por fim, devemos atentar para o fato de que a arquitetura das ações aplicadas pela Câmara Municipal é muito complexa, o que indica a existência de uma terceira pessoa no circuito do poder, que está articulando nas sombras e deixando o prefeito e seu grupo natural congelados no tempo e no espaço, diante da previsibilidade e da falta dos talentos e das habilidades necessárias para a saída da tempestade, que promete piorar.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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PMRB inova a faixa de pedestres com tapete vermelho

Eu acho incrível o poder da imagem diante da sociedade. O simples fato da PMRB ter pintado a faixa de pedestre no centro da cidade, nos dá aquela falsa sensação de que a cidade não está abandonada pelo poder público e que as coisas melhorarão. No final, a tinta alimenta a esperança de que dias melhores virão para Rio Bonito.

O detalhe é que surgiram diversos comentários nas redes sociais, reprovando a iniciativa da PMRB ter pintado a faixa de pedestres com o contorno vermelho, seguindo o modelo aplicado, inclusive, em Juiz de Fora – MG. Os críticos utilizaram o modelo idealizado pelo conselho nacional de trânsito, que estabelece o modelo da faixa branca, com o fundo preto do asfalto. Aliás, o problema é justamente esse: – As leis são para inglês ver no Brasil, porque o Brasil nunca foi e jamais será a Inglaterra. A frase original do Brasil Império é latente e forte na antropologia e na sociologia jurídica nacional.

A questão da faixa de pedestres é pertinente aos olhos da lei. Mas, existem brechas técnicas que permitem a iniciativa da inovação. O que transforma o debate numa questão jurídica, que, pessoalmente, considero desnecessária e que só aumentará as estatísticas dos prazos e do término dos processos no Poder Judiciário, cuja matéria é merecedora do plenário do STF (Supremo Tribunal Federal).

Por fim, com o tapete vermelho e a faixa de pedestres reforçados, só falta o pedestre riobonitense compreender que ele só pode atravessar na faixa, enquanto que o motorista precisará relembrar que a parada na faixa é obrigatória, quando o pedestre pisa. E que comecem os jogos vorazes do egoísmo e da estupidez humana no trânsito local.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Com o Sabadão Alegre, Marcos Abrahão trouxe o modelo racional e sustentável para os eventos beneficentes

No último sábado, 21/10/2017, enquanto o deputado estadual, Marcos Abrahão, do PT do B, realizava o Sabadão Alegre no Complexo Poliesportivo Bonitão, para arrecadar mantimentos para ajudar o Asilo São Vicente de Paula, o Lar Maria de Nazareth e a Associação Pestalozzi de Silva Jardim, o público se via surpreendido pela cobrança simbólica para o uso dos brinquedos, a venda das bolas e a compra dos lanches. Mesmo assim, o evento teve êxito e merece aplausos em relação à organização e o acolhimento por parte da equipe do deputado e de sua família.

Numa conversa rápida com o deputado Marcos Abrahão, ele justificou a cobrança simbólica pelo uso dos brinquedos e o consumo durante o evento para comprar os mantimentos e utensílios mais caros e que são difíceis de serem arrecadados, tais como o cremogema, o leite em pó e a fralda geriátrica, por exemplo.

O evento serviu para, mais uma vez, demonstrar à sociedade riobonitense que o Complexo Poliesportivo Bonitão não serve somente para atender as demandas desportivas, se tornando uma referência no trabalho social e, principalmente, na participação das classes mais carentes. Não tenho dúvidas de que muitos outros projetos poderiam ser desenvolvidos na estrutura do Bonitão, desde que o prefeito José Luiz Alves Antunes (Mandiocão) descesse do seu pedestal em nome do crescimento da cidade e da região.

Por fim, como de costume, o deputado Marcos Abrahão utilizou o Bonitão para receber as autoridades políticas da região e do Estado do Rio de Janeiro, trazendo a articulação política e a ampliação da rede de contatos para o evento, o que considero muito importante para o capital político pessoal dele e de Rio Bonito. Na visão gestora, ele realizou um evento social, racional e sustentável, ensinando aos políticos da região que a ação social exige planejamento e vai muito além do marketing e da manutenção da logomarca dos partidos, das instituições e dos governos.

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Por Nadelson Costa Nogueira Junior