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Precisamos conversar sobre o valor da liderança e do trabalho diante do crescimento do desemprego

Dentro de qualquer empresa, sendo-lhe grande ou pequena, a liderança da equipe poderá ser imposta pela organização, através da avaliação de desempenho, ou selecionada democraticamente pelos colaboradores. Todavia, independente do modelo aplicado para a seleção, tanto o líder quanto os colaboradores terão que compreender que a finalidade da empresa é o lucro, que só será possível com o cumprimento e a superação das metas, que exigirão prazos, disciplina e dedicação na produtividade individual e coletiva.

O líder sempre será o canal da comunicação entre os colaboradores e os gestores, principalmente, quando se tratar do chão da fábrica ou do operacional. Assim, a liderança ficará sempre na zona do conflito entre os interesses da empresa e da equipe, lembrando que, quando as regras são claras no contrato de trabalho, o colaborador tem a obrigação de cumprir sua parte de um lado, enquanto que a empresa deverá manter as suas do outro, depositando o salário no quinto dia útil do mês, incluindo os benefícios, as horas extras e as premiações.

O líder deverá ser o primeiro a chegar e o último a ir embora, mostrando o exemplo daquilo que é esperado pelo patrão. Quando as metas não são alcançadas, a produtividade fica comprometida, afetando e diminuindo o lucro dos investidores, obrigando a empresa a fazer cortes para ajustar as contas. Na maioria das vezes, os cortes se iniciam na demissão dos setores que se encontram com excessos, seguindo pelos improdutivos, que são apontados pelas avaliações de desempenho ou pelos gestores diretos. Culturalmente no Brasil, as empresas cortam diretamente no setor do RH e na comunicação institucional, contrariando o valor estratégico dentro das organizações.

Por fim, o colaborador não pode esperar que a liderança sustente a informalidade dentro da empresa, como se fosse um clube do Whisky, principalmente, quando a contrapartida da eficiência e da produtividade estão afetando negativamente as contas dos investidores. Logo, é preciso ter tato para não fazer parte do exército dos desempregados, que hoje está computado em 13.000.000 oficialmente no Brasil, transformando a carteira assinada e o pacote dos benefícios numa verdadeira mina de ouro, quando a economia se encontra estagnada, com a previsão otimista da melhora para 2022.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

Consultor em Gestão de Pessoas

Reunião entre o ex-prefeito, José Luiz Alves Antunes, Bruno Soares, ex-presidente do CCS, e Alberto Gallo, diretor da Autopista Fluminense, em 2012.

A velha política riobonitense tenta inibir a construção das novas lideranças

O empresário Bruno Soares e o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, na convenção do DEM.

O empresário Bruno Soares e o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, na convenção do DEM.

Conforme o serviço de inteligência extraoficial, apesar da expectativa criada pela renovação na política riobonitense por parte da classe empresarial e da comunidade cristã em relação ao empresário, Bruno Soares, do PSB, para vice-prefeito da candidatura do José Luiz Alves Antunes (Mandiocão), ao que tudo indica, há a possibilidade de surgir uma nova vítima no cenário da politicagem local, que poderá resultar na sua desistência do pleito, devido à publicação, no último sábado, dia 23/07/2016, do DECRETO MUNICIPAL  Nº. 434/2016, que dispõe sobre a adjudicação do quantum de 49 (quarenta e nove) lotes pertencentes ao Loteamento RESIDENCIAL GAND VILLE em favor do Município de Rio Bonito.

Em contato com o empresário, Bruno Soares, ele confirma as informações, afirmando que tomará as medidas jurídicas necessárias e que continuará alinhado ao grupo do José Luiz Alves Antunes (Mandiocão), mas que está repensando a possibilidade de ingressar na carreira política.

Infelizmente, ao que tudo indica, a velha política pode afastar mais uma pessoa de bem, que tenta dar sua contribuição no cenário político riobonitense.

Em tempo, o empresário, Bruno Soares, que foi proprietário da Brunauto Veículos, presidente do CCS (Conselho Comunitário de Segurança) em 2012, casado, pai de 03 (três) filhos e construtor, está  desenvolvendo, nos últimos 04 (quatro) anos, o projeto do Loteamento Residencial Grand Ville, tornando-se um empreendimento singular e uma referência na região, uma vez que é  um dos poucos loteamentos no Município que disponibiliza a pavimentação e a rede elétrica na sua infraestrutura inicial.

 

Residencial Grand Ville – Facebook

Loteamento Residencial Grand Ville - Rio Bonito / RJ.

Loteamento Residencial Grand Ville – Rio Bonito / RJ.

Loteamento Grand Ville - Rio Bonito / RJ.

Loteamento Grand Ville – Rio Bonito / RJ.

 

 

 

 

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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O valor do erro e da aprendizagem no crescimento profissional e organizacional

Missao-dada-Missao-cumpridaAinda é comum o modelo da empresa da escola burocrática pós-guerra, com vários níveis hierárquicos, focalizando a papelada, o controle e a disciplina. Nesse modelo, a norma vem antes da produtividade e da eficiência, porque, antes de produzir, o importante é obedecer. Coincidências de lado, não precisa ser um gênio para concluir que considerável parte do modelo da escola burocrática se baseia na vida militar, com sua hierarquia, ordens e missões.

Por exemplo, o general precisa que uma determinada ponte seja destruída, objetivando executar o restante da estratégia por parte do seu exército. A missão é transmitida ao coronel, que passará pelo tenente-coronel, que passará ao major, que passará ao capitão, que montará a equipe tática e operacional, que será liderada pelo 1º Tenente, que só terá o conhecimento necessário para o cumprimento da missão.

Na primeira hipótese, a ordem é simples e objetiva: – Destrua a ponte as 08:00 horas. O 1º tenente executará a ordem e com sua equipe, para que a missão tenha o resultado esperado. E assim, a ponte foi explodida, com um pouco de resistência, mas no horário estimado e com algumas baixas.

Na segunda hipótese, a equipe está com tudo pronto para explodir a ponte as 08:00 horas, mas existe um problema: – Há um grupo de crianças atravessando a ponte, justamente no horário da missão. O tenente improvisa, objetivando cumpri-la e poupar o máximo de vidas civis. Entretanto, a decisão comprometeu o fator surpresa, enquanto que o tenente teve que explodir a ponte com as crianças e a maior parte do seu grupo para que o horário fosse cumprido.

Nas hipóteses das simulações militares da segunda guerra mundial, o fato mais curioso é que o general recebeu o telefonema na segurança do seu quartel general, informando que a missão foi cumprida com êxito, pois a ponte foi destruída, exatamente, as 08:00 horas, quando o comboio do eixo alemão estava do outro lado do leito do rio. A guerra tem o poder de coisificar a vida humana, para computa-la em baixas ou voluntários. Na atualidade, a guerra foi transferida para o mercado. As nações são as empresas, o exército é composto por colaboradores, que seguem a hierarquia, recebem as ordens para cumprirem as missões. Seguindo a mesma analogia, pontes são destruídas todos os dias na competição feroz do capitalismo.

Quando o líder está no meio do fogo cruzado, somente ele e a equipe poderão dar as respostas momentâneas às circunstâncias, por maior que seja a hierarquia da organização. O trabalho em campo exige a autonomia, que a maioria das empresas públicas e privadas não permitiriam no cotidiano, não pela questão do certo ou do errado, mas pela vaidade em deter o poder da palavra final, mesmo que isso custe vidas, os dividendos dos investidores e sócios ou a manutenção do seu próprio emprego.

Quem foi que disse que tomar a iniciativa e decidir seria algo fácil? – No final, se der certo, todos ganharão. Mas, se der errado, a culpa será sua e somente sua. Assim nasce o peso da responsabilidade, personificado no modelo da crucificação, materializado na demissão. Todavia, como não estamos na Idade Medieval, podemos valorizar o erro, usá-lo como modelo para novas soluções, através da experiência de campo do profissional na transmissão do seu conhecimento, na hora do treinamento e do desenvolvimento de outros colaboradores, pois, na atualidade, errar não é somente humano, mas é uma fonte de conhecimento para novas decisões e a construção de novos modelos de gestão.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

afeto nas equipes

Precisamos conversar sobre a gestão do afeto e o conceito da felicidade no trabalho

67767767O maior desafio para o gestor é construir e manter o ambiente de trabalho agradável para os colaboradores da organização, tendo em vista que a felicidade e a satisfação organizacional são reflexos da soma dos sentimentos e das emoções dos colaboradores consigo e com o restante da empresa.

O desafio se torna maior, quando as empresas ainda tratam os colaboradores como funções mecânicas que devem ser realizadas, sob o prisma da supervisão disciplinar e das metas na produtividade, sobrecarregando o ambiente com os excessos de disciplina, focalizando o cumprimento do horário como um fim.

A retenção dos talentos de uma organização está diretamente ligada aos salários, benefícios e planos de carreira oferecidos pelas empresas. Todavia, a questão da satisfação no trabalho se tornou a ponta do prisma na escala dos valores, principalmente, quando a demanda não atende a necessidade do mercado de trabalho, enquanto que a capacitação se torna cada vez mais elevada. Dessa forma, as organizações de grande porte já aceitam abrir mão de parte do controle disciplinar e da gestão do tempo, focalizando a produtividade e a qualidade da tarefa executada como fim, aproximando-se do ponto de equilíbrio idealizado pela geração Y quanto à manutenção da carreira e da vida pessoal. Mesmo assim, o desafio permanece no mercado de trabalho brasileiro, onde os colaboradores tem seu tempo de produção definido, limitadamente, ao salário mínimo ou salário base da categoria. Assim, enquanto a Alta Administração não consegue alcançar e compreender a tendência do mercado de trabalho, a solução é compreender, participar, interagir e compensar a carência financeira com a manutenção do ambiente de trabalho feliz, trabalhando a informalidade de forma positiva, objetivando valorizar tanto a empresa quanto o colaborador, através do afeto.

Todavia, minha experiência na gestão me obriga a fazer advertências quanto ao ingresso na compreensão da informalidade, uma vez que só bastará um colaborador radiar a energia negativa no ambiente, para desmoronar o trabalho de todo o grupo. Em suma, o profissional dos recursos humanos (gestor) deverá manter a atenção redobrada na utilização da informalidade na construção da felicidade organizacional, tendo em vista que a Alta Administração conservadora tenderá a não compreender a metodologia, o que inclinará na incapacidade de reconhecer os resultados, benefícios e valores que a psicologia organizacional poderá trazer à empresa e aos colaboradores, incluindo a valorização das lideranças naturais e o impacto deste modelo dentro do cotidiano.

Lembre-se que, para o modelo conservador, a empresa quer que as funções sejam realizadas com êxito, enquanto que os colaboradores não precisam se amar. Todavia, na prática, os estudos do comportamento indicam que quanto maior for o afeto e a felicidade no trabalho, as equipes e os departamentos se tornarão mais eficientes e autônomos. Logo, o ideal para esse século é a gestão eficiente e com afeto. Assim, tire horas para conversar e fazer dinâmicas de grupo com os colaboradores, objetivando o desenvolvimento das habilidades e das emoções. Aproxime-se, sem medo.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior