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Prefeito Mandiocão e o secretário de desenvolvimento econômico, Bruno Soares, na reunião do monitoramento remoto realizada na CDL, em 18/01/2017.

PMRB propõe a implantação do monitoramento remoto em parceria com a iniciativa privada

A apresentação do Felipe Reis, presidente do Projeto ViverBem.

A apresentação do Felipe Reis, presidente do Projeto ViverBem.

Na manhã desta quarta-feira (18/01/2017), a Prefeitura Municipal de Rio Bonito realizou, na CDL, a reunião com os empresários riobonitenses e as autoridades da segurança pública do nosso Município, objetivando apresentar a proposta do monitoramento remoto e do seu financiamento através da PPP (participação pública-privada), atendendo uma das principais prioridades da cidade desde 2011. Todavia, a implantação do monitoramento remoto foi silenciada em 2012, quando a situação não obteve êxito na sucessão, enquanto que a ex-prefeita, Solange Pereira de Almeida, prometeu investir no mesmo projeto, caso fosse eleita, deixando a promessa no papel, como a maioria das propostas do seu plano de governo.

As autoridades policiais e de defesa do Município de Rio Bonito.

As autoridades policiais e de defesa do Município de Rio Bonito.

O projeto do monitoramento remoto se baseia na experiência do município de Niterói, que implantou o sistema, através do projeto ViverBem, interagindo a dinâmica das 300 câmaras instaladas pela cidade, com a central de informação, a polícia civil, militar, rodoviária federal, a guarda municipal, os agentes do trânsito, a defesa civil, os serviços de emergência e as lideranças nas comunidades e bairros. Logo, o serviço do monitoramento proposto não se limita à instalação das câmeras pelos pontos estratégicos da cidade, contando com a cidadania e a participação da sociedade, da gestão pública municipal e as forças de defesa, compostas pela integração direta entre as polícias, a defesa civil, o corpo de bombeiros e a guarda municipal. E assim, o empresário e presidente do ViverBem, Felipe Reis, apresentou a experiência do projeto desde de sua fase embrionária até sua execução e evolução logística, atentando para o fato de que o processo é o resultado do trabalho em equipe, de forma contínua.

A apresentação conjunta dos secretários Bruno Soares e Ronen Antunes.

A apresentação conjunta dos secretários Bruno Soares e Ronen Antunes.

A pasta do desenvolvimento econômico, que está sob a gestão do empresário Bruno Guimarães Soares, ficará responsável pelo projeto e pela dinâmica da PPP, uma vez que a atual gestão priorizará tal metodologia, seguindo os exemplos aplicados na zona do sul do Rio de Janeiro, Niterói e Friburgo, cujas modelos são fortes, principalmente no desenvolvimento econômico, no turismo e na segurança pública. Todavia, o Bruno Soares está maximizando a comunicação entre o governo e a sociedade, apresentando o diferencial em conjunto com o secretário de desenvolvimento urbano e comunicação, Ronen Antunes, para prospectar parcerias para a manutenção e a conservação das áreas estratégicas da nossa cidade, valorizando o empresário e a economia local.

Se a PPP do monitoramento remoto sair do papel, ela inaugurar um novo período para a cidade, com a prática da gestão participativa, que é um modelo democrático e necessário, principalmente, quando a saúde financeira do Município de Rio Bonito está comprometida temporariamente.

Por fim, tive a oportunidade de conversar com os secretários do governo Bruno Soares e Ronen Antunes, bem como com o prefeito Mandiocão, que estão abertos para as ideias e colaborações dos cidadãos, priorizando a sociedade e a gestão pública racionalizada para reconstruir a cidade e a autoestima riobonitense.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Mandiocão pede desculpas aos riobonitenses pelos erros da Solange

O vídeo do prefeito José Luiz Alves Antunes (Mandiocão), que foi exibido nas redes sociais nesta segunda-feira, 16/01/2017, deixou a situação do Município de Rio Bonito bem clara para a opinião pública, mesmo sem mencionar o tamanho da dívida herdada da gestão anterior ou estabelecer uma data qualquer para o pagamento dos servidores públicos municipais, incluindo a parcela integral do 13º salário.

Estou acostumado com o Mandiocão que entra na briga para ganhar e que não desiste das lutas. Todavia, não gostei de vê-lo apresentando as prioridades da ex-prefeita em inverter as obrigações, deixando de pagar os servidores públicos para atender alguns fornecedores, com exclusividade, pedindo-lhes desculpas por uma sucessão de erros, que foram cometidos por sua antecessora, que sabotou a administração pública, o comércio e a maior parte das famílias riobonitenses.

Mandiocão foi nobre quando se desculpou, porque ele é o prefeito, enquanto que sua obrigação, mesmo não sendo o responsável direto pela origem do problema, é solucionar a crise e colocar a casa em ordem, pelo menos, na esfera financeira. Mas esse é o momento que o governante, que está no seu quarto mandato, deve se sentar com seu staff para fazer o levantamento das estruturas e o estudo de impacto para revitalizar as escolas, as unidades de saúde e os setores públicos, para que o patrimônio público não vire ruína, ficando na mesma condição da frota veicular sucateada. Não poderia deixar de mencionar a valorização do servidor público municipal, que deve ir além da subjetividade alheia.

Precisamos sair do ciclo vicioso das acusações e da mesquinharia, vislumbrando que o amanhã seja melhor que o hoje para nossos filhos e netos.

Precisamos sair do modelo ultrapassado, que constrói novas unidades e edifícios, abandonado os antigos às ruínas, mesmo sabendo que serão utilizados pelas comunidades, porque não existe outra opção ou outro caminho, principalmente para aqueles que moram no interior.

É no momento da crise que surgem as oportunidades para aprendermos e crescermos como sociedade e seres humanos. Por isso, diante da crise financeira que assola nosso Estado e nosso Município de Rio Bonito, penso que o slogan do governo deveria ser alterado do “Reconstruindo Rio Bonito” para “Reformando Rio Bonito”. A reconstrução afasta a culpa ativa ou passiva do problema. A reforma assume toda a responsabilidade e transforma o contexto, mesmo que o primeiro passo seja só na mentalidade e no comprometimento.

Por fim, o Mandiocão não pode perder sua fé, postura e força diante dos riobonitenses, porque o destino dos 57.000 habitantes, que vivem e investiram suas vidas nesta cidade, está em suas mãos, independentemente de terem votado ou não no prefeito, porque a democracia inclui, enquanto que os grupos políticos separam.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Mandiocão expõe a frota sucateada da PMRB e a incapacidade gestora da ex-prefeita

b7e651e3-0411-4752-b385-4b4d2ba58586 Como escrevi nas resenhas anteriores, não espero mais nada além do previsível por parte do governo José Luiz Alves Antunes (Mandiocão), salvo a expressão paralela da vice-prefeita, Rita de Cássia, que está arregaçando as mangas e trabalhando na recuperação estrutural da saúde e da educação riobonitense, articulando junto aos empresários e amigos na busca das doações e do trabalho voluntário. Em contrapartida, o grupo político do Mandiocão está respondendo da mesma forma dos mandatos anteriores, seguindo uma programação ideológica e comportamental, que começou com a exposição da frota dos veículos sucateados da PMRB e da incapacidade gestora do governo Solange Pereira de Almeida, mantendo a rixa entre os grupos políticos, trabalhando a comunicação social para desestabilizar a imagem da ex-prefeita, que poderá vir como candidata a deputado estadual em 2018 ou a prefeita em 2020, utilizando-se das liminares, que serão sustentadas nos princípios da presunção da inocência até o término do feito e do trânsito em julgado para ludibriar a Lei da Ficha Limpa.

d8c4c79a-7201-4981-a73c-271e27562948Simplesmente, os grupos políticos estão em conflito constante pelo poder, enquanto que o Mandiocão representa o bem na luta contra o mal, uma vez que está no poder e possui o aval da elite e da classe média riobonitense. A própria Solange acabou fortalecendo o atual prefeito, com suas falhas e ausências na administração pública, reafirmando o slogan da oposição durante as eleições municipais em 2012 e 2016: – Quem compara, vota.

A dívida da prefeitura ainda não foi anunciada oficialmente para sociedade, mas o desfile da frota era um evento certo para ser realizado, tornando-se folclórico na cultura local e mais importante que a transparência para os riobonitenses, principalmente após o decreto de calamidade financeira do Município.

Por Nadelson Cota Nogueira Junior

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Mandiocão se inspira no PEZÃO e decreta o estado de calamidade financeira em Rio Bonito

A PMRB (Prefeitura Municipal de Rio Bonito) decretou o “estado de calamidade financeira, por meio do Decreto nº004/2017, que foi publicado na edição nº 505 da Gazeta de Rio Bonito. Dessa forma, o atual governo assume oficialmente sua incapacidade financeira para manter o fluxo de caixa positivo, o que se agrava ainda mais, diante do atraso no pagamento dos salários dos servidores públicos e no 13º salário, que não possui calendário definido ainda para os ajustes, atentando para o fato de que o Município de Rio Bonito tinha a obrigação de proceder o pagamento integral do 13º no dia 20 de dezembro de 2016.

Desde 2014, a União já tem sinalizado aos prefeitos para racionalizarem os gastos e otimizarem os serviços. Assim, enquanto alguns municípios assumiram a postura indicada, tais como Tanguá e Silva Jardim, a ex-prefeita, Solange Pereira de Almeida, ignorou todos os avisos, mantendo a majoração da folha de pagamento dos R$4 milhões, no mandato anterior de Mandiocão, para os R$7,3 milhões, enquanto que o Município de Rio Bonito arrecadou mais de R$800 milhões ao longo do último mandato 2013/2016, cuja materialidade só poderá ser observada na malha asfáltica de baixa qualidade que foi instalada nas ruas da cidade, que os rioboninteses não conseguiram descobrir o valor real do investimento até a presente data, por falta da transparência nas contas públicas.

A verdade é que o grupo político da ex-prefeita decidiu pagar com a mesma moeda, deixando dívidas e despesas para o atual governo, enquanto que a cidade e a sociedade pagarão a conta, de uma forma ou de outra.

Causa-me estranheza o fato do prefeito Mandiocão decretar o estado de calamidade financeira, quando os números ainda não foram apresentados aos riobonitenses.  Dessa forma, por mais latente que seja o óbvio, os cidadãos não têm ideia das dívidas, do indicador de liquidez ou do fluxo de caixa do Município, o que afasta a possibilidade da mensuração dos prazos para a solução. Assim sendo, se a solução financeira ou o equilíbrio do fluxo de caixa for alcançado até maio, que é o mês do aniversário de emancipação de Rio Bonito, deixará latente de que o decreto de calamidade financeira foi prematuro e com o objetivo puramente político, para justificar a rixa entre os dois principais grupos políticos, colocando o governo como o salvador do caos, quando os ajustes ocorreriam naturalmente, mantendo-se a folha de pagamento dos servidores e dos comissionados no limite dos R$4,3 milhões ao mês.

Espero que o decreto da calamidade financeira tenha a publicidade das receitas e despesas anexadas, vislumbrando a transparência no serviço público. Caso contrário, Mandiocão ficará na mesma situação do governador Pezão, do PMDB, que decretou o estado de calamidade pública e financeira, para garantir a emergência nas licitações, alterar as regras do pagamento dos precatórios, fornecedores e servidores públicos, sem apresentar os números ao TCE-RJ e à ALERJ, atrasando o pagamento dos servidores públicos e dos aposentados, mas, mantendo as regalias do Palácio Guanabara, com seus helicópteros e jantares sofisticados, pagos com dinheiro do contribuinte.

Por fim, não seria pedir muito para que os números fossem apresentados, tendo em vista que existem as secretarias de planejamento e gestão para tais finalidades, enquanto que a controladoria tem a função do controle interno, da fiscalização e do back-up das informações analógicas do Município de Rio Bonito. Logo, é pertinente a pergunta: – Por que não apresentaram as contas, quando decretaram o estado de calamidade financeira?

 

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Rita de Cássia é o político do ano de 2016, em Rio Bonito

A vice-prefeita, Rita de Cássia, trabalhando na reforma do Ambulatório Loyola.

A vice-prefeita, Rita de Cássia, trabalhando na reforma do Ambulatório Loyola.

Independentemente de quem o eleitor tenha votado em 2016 para prefeito, é latente a diferença na postura do governo José Luiz Alves Antunes (Mandiocão) e Rita de Cássia Antunes Borges Martins Gomes, tendo em vista que, há exatamente quatro anos, o governo Solange Pereira de Almeida, que foi eleito com o apoio do governador Sérgio Cabral, do então presidente da ALERJ, Paulo Melo, e uma carteira diversificada dos deputados do PMDB, liderados pelo Eduardo Cunha, ficou com a cidade paralisada por mais de seis meses, com a maioria dos secretários ostentando status nas redes sociais, através das viagens na Região dos Lagos, carros novos e jantares. O período também foi marcado pela perseguição política aos servidores públicos municipais, que eram técnicos e foram valorizados pelo governo Mandiocão nas gestões anteriores, acabando com a tecnocracia, substituindo-a por uma meritocracia subjetiva, que se vinculava exclusivamente ao nível de relacionamento afetivo ou político com a ex-prefeita e as lideranças do seu grupo político.

Com uma semana no governo municipal, Mandiocão e Rita estão sinalizando que a dupla veio para fazer a diferença em comparação ao modelo dos mandatos anteriores do prefeito e da Solange, que deixou a educação e a saúde pública em ruínas, priorizando a manutenção dos contratados e dos comissionados, abandonando a produtividade, a eficiência e o respeito ao contribuinte e ao cidadão riobonitense. A mudança na consciência do atual grupo político dominante se materializou com a postura da vice-prefeita, Rita de Cássia, que está trabalhando literalmente na reconstrução da coisa pública, fazendo a manutenção da sua imagem de forma positiva perante a opinião pública, dando lugar ao modelo do político e do gestor público idealizado pela sociedade, focalizando o trabalho, a inclusão e a participação social, a transparência,  e, principalmente, a coerência. Aliás, a Rita de Cássia está mantendo a coerência e a lucidez do período que foi secretária de educação e vereadora, cujos discursos eram eloquentes, profundos, objetivos e precisos.

É importante analisarmos que a vice-prefeita se demonstrou uma grande estrategista e articuladora política em 2016, quando trouxe o Mandiocão para o Partido Progressista, anunciando sua candidatura com o prefeito na convenção municipal, quando existia uma competição interna pelo cargo entre o Bruno Soares, atual secretário de desenvolvimento econômico, Matheus Neto, atual secretário de saúde, e Anderson Tinoco Luz, atual secretário de esportes e lazer e foi o vice-prefeito de Solange, além de ter focalizando suas forças na manutenção da legenda na eleição proporcional para vereador, articulando pela vereadora Marlene, que foi reeleita.

Por fim, considerando as dificuldades comuns de uma eleição municipal e o cenário complexo que foi desenhado em 2016, a vice-prefeita Rita de Cássia merece o prêmio do político do ano de 2016, porque ela focalizou o destino, não se distraiu com a oposição e a imprensa local, vencendo na eleição majoritária e proporcional, enfrentando todos os obstáculos internos e externos. Precisamos aguardar o transcorrer do mandato 2017/2020, todavia, minha intuição indica que o Mandiocão já tem sua sucessora legítima, que articulará para fazer o deputado estadual do grupo político nas próximas eleições em 2018, uma vez que essa é a única posição que está faltando para elevar a próxima eleição municipal à plenitude.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

 

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Precisamos buscar o verdadeiro espírito do Natal continuamente

É no momento da crise, que o ser humano consegue alcançar os extremos da sua essência, que pode decair à sobrevivência selvagem ou se elevar à nobreza da existência singular por si mesma. Logo, diante da crise econômica e financeira que testemunhamos, que foram provocadas pela crise ética e moral, que assolam a sociedade brasileira há décadas, várias famílias não poderão comprar os presentes, em conformidade à tradição consumista, ora por causa do déficit na renda familiar, dos problemas nos negócios ou por causa do fantasma do desemprego. Mas, a questão é: – Quem foi que disse que o Natal é a festa do consumismo e da troca dos presentes entre as pessoas? – Quem foi que reduziu uma data tão nobre no seu significado para uma relação de troca, banhada por bebidas e comidas, que se estende até o primeiro dia do ano, conforme o calendário gregoriano? – Precisamos fazer tais perguntas para compreendermos o presente e como chegamos até aqui, nesta encruzilhada ideológica que coloca o material acima do espiritual e da própria essência fraterna da família.

O Natal é uma festa cristã, baseada nos princípios universais da fé, da família, do amor e da caridade, cujo cenário do nascedouro do menino Jesus é representado pelos presépios ou pela liturgia teológica nas igrejas, que expressam o período de perseguição aos recém-nascidos judeus, levando José e Maria a se exilarem, declinando a trama do nascimento do messias cristão dentro de um celeiro, sem luxo ou ostentação. Os reis magos, que seguiram a grande estrela, lhe trazem presentes espirituais, tais como a fé, o amor e a caridade, elevando o celeiro com a conexão estabelecida entre àqueles que davam com aqueles que recebiam e retribuíam.

O espírito do Natal está diretamente ligado ao sentimento e à expressão humana do afeto e do carinho, cujo presente somos nós mesmos, quando seguramos uns aos outros no momento da alegria e da tristeza. Logo, não perca seu tempo enfrentando filas ou se endividando pelos próximos doze meses para comprar presentes materiais, quando o maior presente é você, dando aquele abraço apertado no seu próximo, expressando o amor através das atitudes.

Embora pareça pouco diante do consumismo, o afeto, o carinho, o amor e a caridade podem transformar um único momento num episódio mágico, que ficará registrado pela eternidade. Tais virtudes não separam, mas agregam a diversidade, o respeito e a tolerância entre os povos e as pessoas. Logo, não tenho dúvida de que o seu abraço de hoje poderá pacificar o conflito do amanhã, porque você se colocou no lugar do próximo, agora.

Assim, como estamos no ano 5777, no Shabat do dia 24 do mês de Kislev, cuja data natalina coincide com o Chanuká (A Festa das Luzes), eu termino desejando um feliz natal fraterno aos meus amigos cristãos e Chag Chanukah Sameach à comunidade judaica e aos exilados, porque estamos conectados ao Eterno e uns aos outros, compondo a harmonia com a criação.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Economia rio-bonitense está frágil e precisa se reinventar diante da crise

economia-criativaQuando o comércio rio-bonitense se apresenta de forma frágil no período natalino, fica latente que a bolha econômica construída em 2009, em função do COMPERJ, explodiu, enquanto que o sistema do salário mínimo não consegue mais sustentar os custos da alimentação, do aluguel supervalorizado e das necessidades básicas da família. A fragilidade econômica ficou mais latente, quando o Estado do Rio de Janeiro e o Município de Rio Bonito começaram a atrasar os salários ao longo do ano de 2016, deixando uma incógnita quanto ao pagamento do 13º salário até o último dia do ano.

Quando o comércio local assume sua fragilidade econômica no período do ano, que a maioria dos negócios aguardam o superávit, é porque torna-se necessário repensar a folha de pagamento e o plano de carreira dos colaboradores do setor privado, que são maiores em número dentro do mercado consumidor, mas que estão sobrevivendo entre as sucessões das dívidas, as contas sobrecarregadas tributariamente, os aluguéis acima da capacidade de renda da cidade, cumulada com a falta das novas oportunidades nos negócios e no mercado de trabalho.

Chegou a hora do comerciante, do empresário e do autônomo assumirem a responsabilidade parcial no caos econômico gerado em Rio Bonito. Os governantes dos últimos 24 anos possuem 50% da culpa e da responsabilidade, mas a sociedade e os setores econômicos também tiveram grande participação no processo, quando elevaram os aluguéis, o preço das mercadorias e dos serviços, mantendo padrão inverso em relação aos funcionários e suas respectivas famílias. Ao invés do leitor ver isso como um julgamento sumário, tecnicamente falando, a reflexão nos leva ao caminho inevitável da prática da RESPONSABILIDADE SOCIAL, que vai muito além da caridade travestida no marketing, através das ações nos orfanatos, hospitais e instituições beneficentes, uma vez que o conceito é cíclico e deve ser incorporado na mentalidade dos empresários, diretores, gerentes e chefes dos departamentos, objetivando cuidar dos colaboradores e de suas respectivas famílias, começando pela dignidade no salário e nos benefícios.

download-4Esse, também, é o momento para que o futuro governo já inicie seus trabalhos e projetos, focalizando maior proximidade da CDL (Câmara dos Dirigentes Lojistas), da ASCIRB (Associação Comercial e Industrial de Rio Bonito) e da sociedade civil, na busca por soluções aos problemas econômicos de Rio Bonito, que só serão resolvidos através da parceria com a iniciativa privada, vislumbrando a profissionalização, a capacitação, o treinamento e o desenvolvimento dos trabalhadores formais e informais, na reconstrução do mercado de trabalho local e regional.

Por fim, há um ditado judaico que afirma o seguinte: “Onde há crise, sempre haverá oportunidade.” A crise é latente, clara e evidente. Logo, precisamos tirar vantagem desse momento, que é uma crise generalizada, para potencializarmos nossas forças, diminuirmos nossas fraquezas, planejando o futuro para as próximas gerações, inovando e criando novas oportunidades e vagas de emprego.

 

Por Nadelson Cota Nogueira Junior

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Câmara Municipal rio-bonitense aprova a transformação do transporte universitário em lei

No dia 15/12/2016, a Câmara Municipal de Rio Bonito foi o cenário da votação épica e necessária para os rio-bonitenses, cuja autoria do projeto é do vereador Marquinho Luanda (PMDB), que fez toda a articulação dentro do Poder Legislativo Municipal para aprová-la e encerrar seu mandato com a chave de ouro, demonstrando que o político se vê como uma liderança política, além de apontar novos horizontes em suas aspirações. Assim, a mensagem mais esperada dos últimos vinte anos foi enviada pela prefeita, Solange Pereira de Almeida, transformando o transporte universitário em lei, para atender os universitários e os profissionais que estudam e estudarão fora dos domínios da nossa cidade, legitimando a política pública para juventude e a sociedade rio-bonitense.

Os universitários estão lutando há anos para materializar o sonho da conversão do transporte universitário numa política pública, por força da Lei, cuja sua eficácia só seria possível, se o prefeito desse o primeiro passo, uma vez que a Câmara Municipal não pode criar Leis ou mecanismo jurídicos que gerem despesas ao erário público. Logo, foi uma surpresa para todos o envio da mensagem e aprovação do projeto, tendo em vista que a prefeita, Solange Pereira de Almeida, tinha anunciado o fim do transporte universitário no dia 09/12/2016. Todavia, é importante analisarmos os bastidores da política e da economia municipal para compreendermos a situação como um todo.

Embora as contas públicas do exercício de 2015 tenham sido aprovadas pela Câmara Municipal de Rio Bonito, o governo gastou mais do que recebeu, ficando com o déficit de –R$23 milhões. Logo, considerando o fato de que 2016 foi ano eleitoral, enquanto que o governo não fez cortes na folha de pagamento, que está na casa dos R$7,3 milhões mensalmente, a lógica indica que, no mínimo, a atual gestão transferirá o déficit para a próxima, enquanto que os analistas já esperam a redução de aproximadamente R$40 milhões no orçamento estimado de 2017 por parte do Estado e da União, o que deixará o próximo governante com um terço do orçamento comprometido.  Logo, por mais nobre que seja a transformação do transporte universitário numa política pública legitimada por lei, o fato é que a prefeita poderia ter materializado o ato no início do seu mandato, mas deixou para os últimos dias do seu governo, vislumbrando sabotar a futura gestão perante à opinião pública. Assim, o egoísmo do governante acabou ajudando o estudante rio-bonitense, que poderá entrar em conflito com as decisões mais prioritárias à coletividade em 2017, tais como a educação, a saúde e o custeio da folha de pagamento dos servidores públicos municipais.

Por fim, na condição do pai, do cidadão e do contribuinte, estou muito feliz pela transformação do transporte universitário numa política pública legitimada. Todavia, por outro lado, também estou muito preocupado com a educação, a saúde e o fluxo de caixa do nosso município, que terá que cortar na carne, afetando diretamente a qualidade dos serviços públicos prestados e na valorização dos servidores públicos, cujos salários estão defasados. Logo, quando a demanda é maior que a oferta, a alegria de um é a desgraça do outro, literalmente, quando o assunto é a gestão pública, sem a transição necessária e transparência das informações.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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TRE-RJ diploma Mandiocão como o prefeito de Rio Bonito para o mandato 2017/2020

15380467_636312369882618_188583184847904_nCom sua candidatura indeferida durante as eleições municipais em 2016, José Luiz Alves Antunes se diplomou neste dia 16/12/2016, cuja cerimônia oficial do Tribunal Regional Eleitoral foi realizada no Egrégio Tribunal do Júri da Comarca de Rio Bonito, às 14:00 horas, terminando, definitivamente, com a novela da dúvida alimentada pelos grupos políticos desde o dia 02/12/2016, quando o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) deu o veredito final, mantendo os acórdãos do TRE- RJ e fechando as portas para que os grupos políticos pudessem continuar com os recursos hierárquicos.

Mandiocão quebrou todas as regras da probabilidade matemática, uma vez que ingressou na competição eleitoral sob à imposição da Lei Ficha Limpa, quando teve suas contas reprovadas pela Câmara Municipal em 26/11/2013, transformando o impossível em realidade, quando alegou o cerceamento de defesa e perseguição política, suspendendo a sessão legislativa, tornando-se elegível e ficha limpa, conquistando a primeira posição nas urnas, com 14826 votos, além de deixar a prefeita, Solange Pereira de Almeida exposta, uma vez que ela não conseguiu eleger o sucessor, que obteve 8000 votos, mesmo com a máquina à disposição e o apoio da maioria dos vereadores, tendo a pior expressão eleitoral na história. Logo, não é errado afirmar que a vitória do candidato do Partido Progressista pode ser considerada tripla, analisando seus efeitos perante à concorrência.

Analisando o ambiente político e representativo rio-bonitense, Mandiocão assumirá a cadeira do prefeito no dia 01/01/2017, enquanto que o deputado estadual, Marcos Abrahão, continuará  na ALERJ. Por outro lado, conforme os comentários pelos corredores do poder, Solange Pereira de Almeida tem planos para se candidatar ao cargo de deputado estadual em 2018, mesmo diante do tsunami dos processos administrativos e judiciais, enquanto que a lógica indica que sua vida política ficará paralisada por, pelo menos, 08 anos, em função da sua primeira condenação no STJ, o que a coloca na classificação da ficha suja, antes do trânsito em julgado.

Por fim, simula-se que o atual governo deixará o déficit mínimo de –R$23 milhões, acompanhando o resultado de 2015, enquanto que o orçamento estimado em 2017 indica a redução aproximada de -R$40 milhões por conta dos cortes por parte do Estado e da União, deixando um terço do orçamento anual comprometido para o futuro prefeito, que terá que consertar os estragos provocados pela incompetência desta gestão, que deixou a sensação de que a cidade adormeceu nos últimos quatro anos, encerrando seu legado sem monumentos ou nomes registrados na história.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Sem transição, talvez Mandiocão inicie seu mandato com um terço do orçamento comprometido em 2017

Conforme o relatório do TCE-RJ, as contas do Município de Rio Bonito, referente ao exercício de 2015, foram aprovadas pelo conselho técnico, embora o relatório tenha registrado o déficit de – R$ 23.472.252,84, deixando as contas no vermelho. Assim, a previsão estimada do fluxo de caixa pelo empresário Aécio Moura, em março de 2016, está se materializando, enquanto que o exercício de 2016 só será auditado em 2017, quando os rio-bonitenses terão a oportunidade de tomar ciência do tamanho do buraco que a gestão Solange Pereira de Almeida deixará para a próxima gestão, que já foi apelidado pelos analistas políticos como a “herança maldita”.

Se os cálculos e as simulações estimados pelo empresário Aécio Moura continuarem sincronizados com a realidade, o rombo saltará dos  -R$ 23.472.252,84 para os -R$60.000.000,00 em 2017, considerando as contas, e os cortes das verbas e dos investimentos oriundos de Brasília e do Governo do Estado do Rio de Janeiro, que já decretou o estado de calamidade pública, não conseguindo arcar com a despesa com os servidores no último ano, anunciando, antecipadamente, o déficit de R$17 bilhões para o ano de 2017, jogando a culpa na previdência social.

Nos últimos dois anos, a folha de pagamento da Prefeitura Municipal de Rio Bonito está no valor de R$7,3 milhões por mês, enquanto que a prefeita Solange Pereira de Almeida não fez redução com o pessoal, lançando as compensações nos serviços essenciais, tais como a saúde, a educação e o desenvolvimento urbano. Por mais que os relatórios indicassem o inevitável, exigindo o controle dos gastos preventivamente, a atual gestão continuou gastando o dinheiro público de um lado, enquanto que os cidadãos rio-bonitenses ficaram abandonados do outro. Logo, não é errado afirmar que a prefeita foi o principal cabo eleitoral do Mandiocão nas eleições municipais de 2016, porque, na disputa entre os dois governantes, “quem compara, vota.”

A lógica compensatória nas contas públicas indica que Mandiocão reduzirá a folha de pagamento para o valor médio do seu último mandato, que estava na casa dos R$4 milhões mensais, em 2010. Assim, só com essa medida, o prefeito economizará R$42,9 milhões ao ano, equilibrando as contas públicas no final do primeiro semestre de 2017, caso o déficit de 2015 se mantenha em 2016. A única dúvida que paira sob a visão do gestor público é se o Governo Federal fará cortes e de quanto será o impacto no fluxo orçamentário. Mesmo assim, na pior possibilidade, caso os R$68 milhões de déficit se materialize, a futura gestão teria que fazer outras compensações internas, o que comprometeria a eficiência do Município até o décimo mês de 2017. Esse prazo poderia ficar reduzido ao 7º mês de 2017, caso a futura gestão faça a diminuição do número das secretarias municipais e dos cargos comissionados em 40%, fazenda a alta performance na economia organizacional para todo o mandato.

Em tempo, é importante atentarmos para o fato de que, caso a Prefeita, Solange Pereira de Almeida, autorizasse a transição, o déficit seria menor, enquanto que a sociedade rio-bonitense não seria surpreendida.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior