Posts

Prefeito Mandiocão e o secretário de desenvolvimento econômico, Bruno Soares, na reunião do monitoramento remoto realizada na CDL, em 18/01/2017.

Liminar do Mandiocão é mantida com o placar de 6×0

whatsapp-image-2017-08-02-at-19-28-57Nesta quarta-feira, 02/08/2017, a liminar do processo 0050701-04.2016.8.19.0000, foi submetida ao colegiado da colênda 3ª Câmara Cível do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, sendo mantida por unanimidade de 5  x 0, repetindo o padrão dos recursos eleitorais, jogando para 6×0, considerando a teoria da conspiração dos grupos políticos opositores, que insistem na teoria da influência do desembargador imaginário. Brincadeiras à parte. Na prática, o prefeito José Luiz Alves Antunes, popularmente conhecido como Mandiocão, continua ficha limpa e no cargo de prefeito em Rio Bonito, tendo em vista a anulação dos efeitos da sessão da Câmara Municipal do dia 26/11/2013, cujas contas de 2012 foram reprovadas pela casa legislativa.

Foi criada muita expectativa por conta deste acórdão, devido a possibilidade da realização de uma nova eleição municipal e do conflito declarado entre os poderes executivo e legislativo municipal. O clima não estava bom, enquanto que a Câmara Municipal poderá insistir nos mecanismos legislativos mais ortodoxos, incluindo a abertura do processo do impechment em face do Mandiocão, que é uma hipótese remota, desde que sua equipe trabalhe direito e não o deixe exposto nas rotinas administrativas da gestão pública.

O Deputado Marcos Abrahão é a parte mais interessada na cassação da liminar supramencionada, uma vez que isso levaria a uma nova eleição, enquanto que ele foi anunciado como o primeiro colocado nas urnas no dia da eleição, até que os votos do Mandiocão fossem validados pelo TRE-RJ. A questão é saber se o eleitorado do Mandiocão votaria no deputado numa segunda eleição, tendo em vista as variáveis intervenientes de janeiro de 2017 até a presente data.

Há um indicador que pesou e muito na avaliação do colegiado, que foi justamente o resultado das eleições em 2016. Uma nova eleição sairia muito caro para os cofres públicos, enquanto que os riobonitenses estão desgastados com a instabilidade política propagada até então.

A oposição ao prefeito Mandiocão terá que repensar suas estratégias e focalizar o combate no momento certo, que será nas Eleições Municipais de 2020. O único problema é que não existem concorrentes para o candidato, que possivelmente irá para a reeleição, fará o deputado estadual do seu grupo político em 2018, com muita chance de fazer a sucessão, através da vice-prefeita.

Por fim, mesmo com todas as janelas favoráveis, não podemos esquecer o que foi que aconteceu nas Eleições Municipais de 2016, quando o Mandiocão mentiu para seus eleitores, afirmando que seus votos não seriam anulados, enquanto que, desde o início da campanha, a frase mais exaltada pelo seu grupo político era: – Vamos dar um jeitinho. Ele foi diplomado, se sentou na cadeira do prefeito pela quarta vez, e se igualou a ex-prefeita Solange Pereira de Almeida, perdendo a magia, a pureza e o encanto de tempos anteriores.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

4ccbd8f9cf85039af7a26ff5d030e033_xlddgg-800x418

Mandiocão gasta o triplo do orçamento da merenda escolar com os cargos comissionados em 2017

Com o orçamento estimado em R$200 milhões para 2017, a cidade de Rio Bonito está no meio de uma guerra entre os três principais grupos políticos pelo poder, que envolve empresários, contratos, licitações, empreendimentos, tráfico de influência, ganância e domínio de território. Ter acesso à prefeitura de Rio Bonito se tornou o suporte político, financeiro e econômico para os grupos políticos da Solange Pereira de Almeida e do José Luiz Alves Antunes (Mandiocão) nos últimos 25 anos, com suas secretarias, cargos comissionados e os contratos temporários, que foram utilizados irresponsavelmente por anos, recrutando os soldados da política local, até que a Justiça Pública exigiu o cumprimento da lei, estabelecendo o processo seletivo simplificado. Mesmo assim, o sistema se adaptou, enquanto que os soldados e os mercenários continuaram sendo recrutados a cada mudança de governo, como peças no tabuleiro de xadrez.

O combate político se intensificou entre os poderes executivo e o legislativo municipal, elevando o conflito à exposição dos comissionados do governo, com nomes, cargos e salários. Todavia, muito além da exposição, faltou a estratégia ao autor intelectual, uma vez que a informação é poder, enquanto que este poder foi compartilhado pelos princípios errados. Logo, pegarei as mesmas informações e as transformarei em indicadores simples para a compreensão do cidadão.

 

 

CUSTO COM COMISSIONADOS – PMRB – 2017
CARGO VAGAS VENCIMENTO CUSTO MENSAL CUSTO ANUAL
Secretário Municipal 16 R$6.880,00 R$110.080,00 R$1.320.960,00
Assessor Especial 4 R$6.880,00 R$27.520,00 R$330.240,00
Assessor DAS-1 22 R$2.932,00 R$64.504,00 R$774.048,00
Assessor DAS-2 59 R$1.559,00 R$91.981,00 R$1.103.772,00
Assessor DAS-3 30 R$1.233,00 R$36.990,00 R$443.880,00
Assessor DAS-4 66 R$935,00 R$61.710,00 R$740.520,00
Diretor de Departamento DAS-4 (R$935,00 para servdior) 6 R$937,00 R$5.622,00 R$67.464,00
Diretor de Divisão DAS-5 (R$560,00 para servidor) 15 R$937,00 R$14.055,00 R$168.660,00
Assistente DAS-5 (R$560,00 para servidor) 49 R$937,00 R$45.913,00 R$550.956,00
Assistente DAS-6 (R$520,00 para servidor) 18 R$937,00 R$16.866,00 R$202.392,00
TOTAL 285 R$24.167,00 R$475.241,00 R$5.702.892,00

Analisando os números, nota-se que o prefeito não utilizou todos os cargos disponíveis, racionalizando a demanda, concentrando a gestão pública nas mãos das pessoas sem vínculo com o serviço público, desvalorizando o servidor público municipal, com raríssimas exceções. Quanto maior é o vencimento, a participação dos servidores públicos de carreira diminui na gestão pública.

Há um outro ponto muito interessante nas informações, tendo em vista que o apadrinhamento político está custando R$475.241,00 por mês, ultrapassando o quantum de R$6 milhões por ano. Está claro e objetivo que o prefeito investe o triplo do orçamento estimado e destinado à merenda escolar nos cargos comissionados, demonstrando que sua prioridade é a manutenção do grupo político.

Por fim, na ausência da transparência na municipalidade, seria muito interessante que o presidente da Câmara Municipal fizesse a exposição nominal, com os cargos e os salários, para que a sociedade pudesse acompanhar e avaliar o impacto. A pergunta é: – Alguém se habilitaria para tal? Será que um dos três vereadores da situação assumiriam a transparência perante à opinião pública?

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

Paixo

Justiça Estadual decreta a indisponibilidade dos bens do Madiocão

O prefeito José Luiz Alves Antunes, popularmente conhecido como Mandiocão, está com seus bens indisponíveis por determinação judicial do Dr. Pedro Amorim Gotlib Pilderwasser, Juiz Titular da 2ª Vara da Comarca de Rio Bonito, conforme os documentos de fls. 1847/1850 do Processo Eletrônico nº0002888-03.2017.8.19.0046, referente à ação civil pública que busca a condenação dos réus pela prática de atos de improbidade administrativa previstos nos arts. 10, caput e 11, V da Lei nº8429/92, consistente em ilicitudes praticadas na contratação de sociedade especializada em locação de veículos para atendimento às secretarias municipais, na forma detalhada na inicial. Dessa forma, o Ministério Público, liminarmente, requereu a decretação da indisponibilidade de bens dos demandados até o limite do prejuízo causado aos cofres públicos, no valor de R$257.235,69.

É importante atentar para o fato de que o processo ainda não foi sentenciado, enquanto que se encontra na fase inicial.

Por fim, vamos aguardar as novidades no cenário político municipal pelas próximas semanas.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

341600_3

Sem o monitoramento remoto, a Secretaria de Gestão e Ordem Pública é um cabide de emprego para PMRB

Modelo de Sala de controle de crises - Sistema de Monitoramento Remoto.

Modelo de Sala de controle de crises – Sistema de Monitoramento Remoto.

A PMRB montou uma comissão para avaliar e adequar a Guarda Municipal à Lei Federal nº13.022/14. O detalhe é que a comissão só encontrou um conflito entre os artigos 19 e 21 da Lei supramencionada, em relação à cor da farda e à organização dos postos hierárquicos, que não podem ser iguais àqueles utilizados pela polícia militar. É isso mesmo, meu caro leitor, a comissão se limitou ao conflito do uniforme e dos cargos, quando os pontos mais importantes ainda não foram mencionados no momento:  – A qualificação, o treinamento e o desenvolvimento contínuo dos agentes, que envolvem a utilização da força e dos armamentos letais e não letais.

O trabalho conjunto entre a chefia de gabinete, a procuradoria geral e a secretaria municipal de gestão e ordem pública, apresentou a oferta futura de 150 câmeras de monitoramento pelo município de Rio Bonito, com sala do gabinete de crise e novas instalações. Só há um grande detalhe na comunicação social da PMRB em relação ao monitoramento remoto e à guarda municipal, que os tabloides ainda não mencionaram: – O silêncio do prefeito José Luiz Alves Antunes (Mandiocão), enquanto que estão apresentando à sociedade riobonitense algo que ainda não aconteceu e poderá não acontecer, plagiando o filme MINORITY REPORT  estreado por Tom Cruise em 2002, cuja sinopse é a justiça, que se utiliza da tecnologia mediúnica para prever o crime no futuro, prendendo o meliante antes mesmo de cometê-lo. Em suma, noticiaram algo que não existe na realidade e que se baseia numa reunião conjunta entre membros de três secretarias, sem o comprometimento direto do prefeito com a sociedade.

Se a Câmara Municipal de Rio Bonito, a Ordem dos Advogados do Brasil, a Maçonaria, os empresários e a sociedade civil não cobrarem o monitoramento remoto e maiores investimentos na segurança pública, tudo se limitará às reuniões, com seus papos furados, regados com café, sucos e guloseimas, que só serviram para justificar a existência da Secretaria Municipal de Ordem Pública, com seu cabide de emprego.

Por fim, a gestão do Mandiocão demonstra que será mais do mesmo, focalizando as obras dos ginásios, das praças e postos de saúde, para garantir o lucro dos empreendedores do grupo dentro do governo, com as licitações, e fora com a venda dos loteamentos superfaturados, sem saneamento básico, pavimentação e energia elétrica, porque os empresários têm pressa e estão cheios de incertezas por conta da validade das liminares. E que cada cidadão contrate sua equipe de segurança privada e instale o sistema de monitoramento remoto em suas residências e estabelecimentos comerciais.

 

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

 

sgambbfnxjoprt8wi8m6-640x270

Trânsito de Rio Bonito é uma zona e a culpa é da política da boa vizinhança

Na última década, nenhum tema foi tão pertinente na pequena cidade de Rio Bonito, localizada na região metropolitana do Estado do Rio de Janeiro, do que a organização da sua logística e do trânsito. Literalmente, o trânsito é uma zona, com as motocicletas e os  carros conduzidos por adolescentes, enquanto que os motoristas ignoram o código nacional de trânsito, com seus sinais e faixas. A seta é um acessório em desuso. O trânsito para às 11:30, 13:00 e 17:00 horas, por causa da entrada e da saída das principais escolas, com os pais ignorando a faixa dos pedestres, as faixas amarelas duplas e a preferência nos retornos. Simplesmente, muitos se acham donos das ruas e da cidade, enquanto que os carros se tornam parte da projeção do status quor do motorista, cujas barbeiragens são diretamente proporcionais ao patrimônio e ao sobrenome do condutor, que se torna infrator, por ultrapassar a margem da Lei.

Na terça-feira passada (27/06/2017), o guarda municipal de trânsito colocou dois cones com uma fita entre eles, impedindo que os motoristas atravessassem a Avenida Martinho Almeida  pelo Posto Sambê para a Rua do Colégio Criar. Alguns pais e péssimos exemplos de motoristas e cidadãos ainda insistiam com o guarda municipal, que apitava e apontava para o sentido da pista, que inclinaria no retorno à frente, num percurso inferior aos 200 metros. O detalhe é que a faixa amarela dupla é visível na rua, mas os motoristas cometem os mesmos erros diariamente, porque não há repressão em Rio Bonito por parte das autoridades.

Notei que a operação tinha sido um sucesso, tendo em vista que o trânsito estava fluindo dos dois lados, mesmo com o tráfego dos caminhões de carga no Super Market. Todavia, para minha estranheza no dia seguinte, o guarda municipal estava lá no horário previsto, cumprindo sua praxe cotidiana no trabalho, sem os cones e a fita impedindo a travessia. Simplesmente, mais uma vez, a Guarda Municipal foi impedida de realizar seu trabalho com sucesso, porque algumas pessoas, que se consideram donas da cidade, assim exigiram, porque elas não querem ir até o retorno.

Há um outro ponto sobre a guarda municipal que me incomoda e muito, tendo em vista que a multa está chovendo no horário das missas e dos cultos, mas os carros das agências dos automóveis não são multados, mesmo contrariando a lei, ficando em cima das calçadas. E é nesse ponto que a sociedade rio-bonitense e o governo municipal precisam parar com o elitismo e compreenderem que a Lei é para todos, sem exceção.

Por fim, Mandiocão deve reavaliar seu julgamento diante da atividade da Guarda Municipal, tendo em vista a evidência da política dos dois pesos e duas medidas: – Ou multa todo mundo ou não multa ninguém.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

18835492_727021557478365_5536971027548564087_n

Mandiocão precisa armar a Guarda Municipal para proteger Rio Bonito contra a marginalidade

Treinamento local da GMRB.

Treinamento local da GMRB.

A Lei nº 13.022 de 08/08/2014, que dispõe sobre o Estatuto das Guardas Municipais, estabelece que guarda municipal (GM) deixa de ter a função exclusiva de guardar o patrimônio público, ampliando seus princípios para a proteção dos direitos humanos fundamentais, a preservação da vida e o uso progressivo da força, conforme a essência do seu artigo 3º. Muito além dos debates da atualidade, a GM tem funções pedagógicas, vislumbrando a conscientização e a prevenção ambiental, tanto na zona urbana quanto na rural, ratificando cumulativamente suas responsabilidades administrativas e fiscais no trânsito.

Atualmente, a sociedade rio-bonitense vem discutindo nas ruas e nas redes sociais sobre um tema muito polêmico, que é justamente o porte e o uso de armamento bélico (letais) e das tecnologias não letais por parte dos guardas municipais, uma vez que a GM, que foi criada em 2000 no Governo da Solange Pereira de Almeida, tem sido subutilizada até a presente data, encontrando problemas políticos e técnicos dentro da sua organização, o que a atrapalha no cumprimento das funções básicas, que é a segurança patrimonial pública e o controle do trânsito local, numa cidade de 57.000 habitantes, que, ironicamente, só possui um único semáforo, que passa mais tempo desligado do que em funcionamento.

O caos governamental nos últimos 03 anos deixou bem claro para a opinião pública, que os municípios do interior do Estado do Rio de Janeiro terão que atuar de forma mais ativa e direta nas questões da segurança pública no combate à violência, obrigando a elevação da GM ao status da “polícia municipal”, com a utilização do monitoramento remoto, drones, radares de velocidade, cavalaria, viaturas e armamento, que evoluirão às tropas de choques, diante do crescimento descontrolado da população e do desemprego, o que exigirá o choque de ordem nos conflitos sociais. Assim, por exemplo, o Município de Araruama armou e equipou sua GM no carnaval de 2016, se tornando uma referência positiva para as regiões metropolitana e dos Lagos.

Há algo que o governo Mandiocão não está conseguindo realizar, que é justamente comunicar e informar. Isso se aplica no uso da comunicação interna e externa em todas as pastas e na construção da imagem do próprio governo. Dessa forma, a população não está compreendendo a necessidade imposta pelas circunstâncias socioeconômicas e pela própria crise generalizada na segurança pública, acreditando que o governo colocará as armas e as tecnologias nas mãos dos guardas municipais, sem qualquer preparo, quando todos os guardas concursados deverão passar pela reciclagem e pelo treinamento nas academias de polícia, no mesmo modelo aplicado em Araruama e nas cidades que anteciparam à obrigatoriedade do Estatuto das Guardas Municipais.

Por fim, o prefeito só tem dois caminhos para solucionar e prevenir a imigração da criminalidade da capital para os domínios de Rio Bonito: 01 – Fazer reuniões com o secretário de segurança público do Estado do Rio de Janeiro para tirar fotografias e nada mais; ou 02 – ampliar as forças de combate e prevenção, transformando a GM numa máquina de combate e em mais uma ferramenta para somar força operacional as polícias civil, militar e federal. Assim, espero que Mandiocão não seja político e tenha a coragem necessária para armar e reestruturar a nossa Guarda Municipal, objetivando garantir a ordem pública e a tranquilidade local.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

whatsapp-image-2017-06-24-at-15-21-16

Brasil tem mais mortes violentas que as zonas de guerra, mas as autoridades se calam

Ao assistirmos o noticiário na televisão ou acompanharmos a programação nas rádios difusoras brasileiras, nos deparamos continuamente com as notícias envolvendo os arrastões, os tiroteios ao céu aberto, as disputas das facções criminosas pelo domínio do território, assaltos às agências bancárias, tráfico de drogas e armamentos, além da corrupção que assola o país, deixando a máquina pública sem resposta diante dos conflitos urbanos e das manipulações dentro do jogo do poder. Simplesmente, o tabuleiro está montado, enquanto que as peças são movimentadas desde as comunidades e favelas, alcançando as coberturas na zona sul do Rio de Janeiro, transmitindo a mensagem de que o cidadão tem que se esconder dentro de casa, porque está tudo dominado pelo crime desorganizado.

Entre os buracos criados pelo Congresso Nacional na elaboração das leis, o Poder Judiciário, mesmo com o magistrado concursado cumprindo seu papel com excelência, tem sua missão deturpada pelos Ministros dos Tribunais Superiores, que são indicados pelo Presidente da República e precisam da aprovação de dois terços do Senado Federal para assumirem os cargos. Dessa forma, o sistema garante seus interesses, através da manipulação nas esferas superiores. Mas, o mecanismo supramencionado não se limita ao prazer dos políticos, servindo como via de controle das maiores empresas nacionais e multinacionais.

Para piorar o contexto, as comissões dos direitos humanos estabelecem limites na segurança pública, que prejudicam mais a cidadania e o cidadão, dando poderes, voz e representação ao criminoso, transformando-lhes em vítimas de um sistema, que está condenando a polícia, que querendo ou não, é a instituição dos super-heróis dos tempos modernos, que lutam e se sacrificam nos limites da sociedade, para que possamos dormir em paz, o sono dos justos.

Acompanhando o twitter do Comandante do Exército, General Villas Boas, me deparo com os dados referentes aos números da guerra, que apontam que o Brasil teve 279.567 assassinatos no período de 05 anos, ultrapassando a Guerra da Síria, que teve 256.124 assassinatos no mesmo período. Em suma, a inteligência das Forças Armadas está acompanhando a situação da sociedade civil, concluindo que o Brasil já está numa guerra civil não declarada, porque as autoridades não querem assumir tal situação.

Por fim, diante da ausência e da incompetência estatal, o Brasil terá que optar entre a aplicação da Lei Marcial e da Intervenção Militar ou o armamento em massa da população, o intensificará o cenário do conflito, levando as cidades do interior ao sistema dos feudos, com muralhas, pontes, rios e crocodilos.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

18835492_727021557478365_5536971027548564087_n

Mandiocão apresenta os novos carros da Guarda Municipal, seguindo a tradição da maquiagem política na segurança pública

18814077_727021540811700_805141500244621843_nNo último dia 02 de junho de 2017, a Prefeitura Municipal de Rio Bonito estava exibindo os novos veículos da Guarda Municipal, que são bonitos, potentes e bem caros. O detalhe mais interessante nisso tudo é que os carros foram apresentados com novo layout do governo no envelopamento. As aquisições são importantes e servirão muito para a segurança patrimonial e pública da nossa cidade.

O Município de Rio Bonito criou e instalou sua Guarda Municipal em 2000, no final do primeiro mandato da Prefeita Solange Pereira de Almeida. Assim, nos últimos 17 anos, os guardas municipais foram e ainda estão subutilizados pelos governos, quando poderiam atuar ativamente na sociedade, indo muito além da segurança patrimonial, focalizando, justamente, a prevenção e a organização do trânsito, trazendo para os cofres públicos valores superiores aos R$86.670,00 mensais, indicados pela licitação do estacionamento rotativo realizada em 2015, e que foi engavetada pelos gestores públicos na época, uma vez que o processo licitatório terminou na justiça, que determinou a legitimidade do vencedor, que não tinha qualquer vínculo com o grupo político dominante nos Poderes Executivo e Legislativo.

Os guardas municipais precisam do respaldo do Prefeito para executarem suas funções. Aliás, a Guarda Municipal procedeu a distribuição das multas de trânsito na Avenida 07 de Maio no horário nobre da missa, enquanto que o Prefeito José Luiz Alves Antunes (Mandiocão) foi extremamente ético, deixando de interferir na operação. Todavia, a GM precisa passar por uma mudança comportamental e de consciência por parte da Administração Pública, tendo em vista que ela pode gerar renda extra para o município, além de ser mais uma opção por parte do ente público na prevenção e no combate ao crime.  A Guarda Municipal precisa ser valorizada com um plano de carreira e um sistema de bonificação, além, é claro, da reciclagem contínua.

Por fim, o governo precisa compreender que, quando se trata da segurança patrimonial e pública, a mudança não pode ser exclusivamente no envelopamento dos carros e nos uniformes, porque o órgão é composto por pessoas, que tem famílias e precisam ser valorizadas pelo seu serviço, que é de grande utilidade pública, mas pode ser otimizado, ao ponto de gerar renda extra e própria para o nosso Município.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

whatsapp-image-2017-04-21-at-11-13-55-1

Tanguá passa pela madrugada do terror, com a explosão do caixa eletrônico do Banco do Brasil

whatsapp-image-2017-04-21-at-11-13-57Na madrugada desta sexta-feira, 21/04/2017, por volta das 03:30 horas, uma quadrilha explodiu a unidade dos caixas eletrônicos da Agência do Banco do Brasil, destruindo a estrutura do banco parcialmente.

Conforme os relatos, a resposta da polícia militar foi imediata, enquanto que houve a troca de tiros, o que resultou na fuga dos meliantes do local do crime. Ninguém ficou ferido.

A tentativa do furto dos caixas eletrônicos do Banco do Brasil nesta madrugada se tornou a cereja do bolo no mês de abril de 2017, diante dos roubos e da violência aplicada por partes dos criminosos junto ao comércio e as residências localizadas à margem da BR-101, em Tanguá.

A verdade é que a economia está estagnada, enquanto que a única melhoria foi na propaganda política do PSDB e do PMDB. O Brasil registrou oficialmente o fechamento de 71.000 vagas de emprego formal em março deste ano, aumentando a fila dos desempregados de um lado, e o desespero do mercado e das famílias do outro.

18076977_1531587190246800_8136162656930554327_oPara piorar a situação, a ausência do dinheiro e do emprego provocou o aumento da concentração da renda nas mãos do governo e da elite, não sobrando muito para os usuários das drogas furtarem em seus lares e nas comunidades, o que provocou a inadimplência do tráfico de drogas, obrigando os traficantes à executarem os devedores de um lado, além de praticarem outros crimes do outro.

A solução para o problema não é imediata, mas paliativa, tendo em vista que o problema é de origem econômica, enquanto que a única garantia de proteção da sociedade está nas mãos dos bravos combatentes da política militar e civil, que não são valorizados pelos governos e pela imprensa convencional.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

ficha-brasilia-2

Enquanto a Globo apresenta a novela da Odebrecht, o Governo faz a festa com o dinheiro público

Acompanhando a cobertura da Operação Lava Jatos e as delações premiadas da Odebrecht no horário nobre pela televisão, observo que a imprensa transformou o cenário numa novela, divulgando as partes convenientes das filmagens dos depoimentos perante o Ministério Público Federal, desconstruindo fatos de um lado, reconstruindo conceitos do outro, blindando os principais políticos e partidos brasileiro. No final, não ficarei assustado se as delações facilitarem as coisas para os executivos e as construtoras envolvidas no esquema de corrupção, enquanto que os políticos ficarão intocáveis, ora por causa do foro privilegiado, ora por força da imunidade parlamentar ou das filas processuais dentro da burocracia.

O interessante é que há uma regra geral para os contratos dentro da máquina pública: – As licitações que envolvem as maiores quantias de dinheiro resultam na vitória de alguém relacionado ao grupo do político vencedor. Essa regra se repete na União, nos Estados e Municípios. Assim, a sociedade finge que acredita no combate à corrupção, enquanto que cada um faz o seu marketing no seu próprio quadrado.  Logo, há um padrão nas licitações, que não foi criado pela Odebrecht, mas que está incorporado na cultura da gestão pública brasileira há décadas, abrindo a porta para os pedágios de 1% a 10% sobre os projetos, às bonificações pelo lobby por parte do político e manutenção do caixa dois, com o dinheiro da saúde, da educação e de qualquer outra pasta que poderia viabilizar a desigualdade social e a dependência econômica dentro do Brasil.

Enquanto o Jornal Nacional prende sua atenção ao óbvio no sistema de corrupção e propina dentro da esfera do poder público, as águias de sempre estão manipulando a atenção da sociedade, para que a reforma da previdência social e o aumento da jornada semanal de trabalho sejam aprovados. Por exemplo, os governos de Lula e da Dilma Rousseff intensificaram a transposição parcial do Rio São Francisco, levando água para o sertão nordestino. O Temer assumiu a Presidência da República, enquanto que a Rede Globo desenvolveu várias matérias apresentando a parte que não foi entregue da transposição, colocando o fato como um padrão, pegando aquilo que foi realizado anos antes para si, passando para o domínio do PMDB, como que se tudo tivesse ocorrido como um passe de mágica, levando o milagre nordestino para o paulistano e o carioca consumirem como verdade absoluta.

Por fim, a campanha eleitoral começou em abril de 2017, mas você não percebeu ainda, porque a imprensa está gerando uma expectativa, no intuito de vender um produto viciado em 2018.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior