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Reunião entre o ex-prefeito, José Luiz Alves Antunes, Bruno Soares, ex-presidente do CCS, e Alberto Gallo, diretor da Autopista Fluminense, em 2012.

Bruno Soares, o empresário que acredita no poder da sociedade civil organizada

Bruno Soares, presidindo uma das sessões do CCS (Conselho Comunitário de Segurança), em 2012.

Bruno Soares, presidindo uma das sessões do CCS (Conselho Comunitário de Segurança), em 2012.

Seguindo a construção do perfil político rio-bonitense para as Eleições Municipais deste ano, diante da especulação da sua pré-candidatura como vice-prefeito do José Luiz Alves Antunes, do PP (Partido Progressista), entrevistei o empresário do ramo da construção civil, Bruno Soares, filiado ao PSB (Partido Social Brasileiro), desde 2011, com 40 anos de idade, filho de Francisco Soares da antiga Franauto, casado, pai de três filhos, e com o nível superior incompleto no curso de Administração de Empresas. Embora, ele não tenha exercido qualquer função pública remunerada até a presente data, o empresário demonstrou seu poder de articulação e mobilização popular, quando exerceu a presidência do CCS (Conselho Comunitário de Segurança) em 2012, atuando diretamente entre a sociedade, o governo municipal e as autoridades estaduais.

Conhecidos pelos amigos de infância como Bruno Guima e popularmente como Bruno da Brunauto, que foi o nome da sua antiga agência de automóveis, o jovem empresário apresenta a postura eloquente na hora de conversar, demonstrando seu talento nato para os negócios e a articulação. Todavia, a parte mais interessante nele está no seu raciocínio lógico, na indignação com os problemas sociais em Rio Bonito, e a visão sistêmica e contingencial que possui sobre a realidade, trazendo, consigo, a proposta da aplicação do planejamento estratégico e as etapas do plano de negócios na administração pública, acrescentando os ingredientes do controle, do prazo para o cumprimento dos processos e a avaliação contínua das ações, colocando a ordem no caos orçamentário do Município de Rio Bonito.

Bruno Soares atuando na reunião com Beltrame, Secretário Estadual de Segurança Pública, César, Presidente da 35ª OAB/RJ, André, Presidente da CDL- Rio Bonito, Solange Pereira de Almeida, atual prefeita de Rio Bonito, José Luiz Alves Antunes, ex-prefeito de Rio Bonito, e Gustavo Martins, ex-presidente do Hospital Regional Darcy Vargas, em 2012.

Bruno Soares atuando na reunião com Beltrame, Secretário Estadual de Segurança Pública, César Gomes de Sá, Presidente da 35ª OAB/RJ, André Felício Goettert, Presidente da CDL- Rio Bonito, Solange Pereira de Almeida, atual prefeita de Rio Bonito, Guilherme Cordeiro, e Gustavo Martins, ex-presidente do Hospital Regional Darcy Vargas, em 2012.

Enquanto esteve na presidência do CCS, o Bruno Soares atuou brilhantemente com a Sociedade Civil e as organizações publicas e privadas, fazendo o canal de comunicação entre as comunidades, o setor empresarial, e os Poderes Executivo e Legislativo na jurisdição municipal, nos assuntos diretamente ligados à pasta da segurança pública, tais como a instalação da passarela ligando as localidades dos três coqueiros e viçosa, em relação à Via Lagos, a construção do viaduto do Green Valley junto à Autopista Fluninense, com o diretor, Alberto Gallo, bem como na reunião, agendada pela ex-deputada federal e atual prefeita, Solange Pereira de Almeida, com o Secretário de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro, José Mariano Beltrame, em decorrência dos altos índices dos furtos na saída dos bancos naquela época, que serviram de base para o aumento do efetivo policial e a obrigatoriedade dos biombos nos bancos, cuja autoria legislativa é do ex-vereador, Humberto Belgues.

Pessoalmente, considero a experiência informal do empresário louvável nas políticas públicas, cujos resultados demonstram seu perfil para o Poder Executivo, enquanto que sua aproximação pública ao ex-prefeito, José Luiz Alves Antunes, o coloca na posição de destaque para ser o vice-prefeito nesse pleito, bem como a pessoa certa para manter a unidade do grupo político, cumulada com o apoio empresarial. Todavia, o empresário deixa bem claro à opinião pública que, embora esteja com seu nome cotado para vice do Mandiocão, ele não permitirá que a situação lhe suba à cabeça, tendo em vista as circunstâncias e o fato de que poderá auxiliar a sociedade rio-bonitense, independentemente do cargo político, desde que seja possível a comunicação entre as lideranças comunitárias, a sociedade civil organizada e as autoridades competentes, mantendo, assim, a coerência no seu perfil articulador e diplomático.

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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A comunicação é alma de todo negócio, incluindo a política

images (23)A politica é simples assim: – Você lê a resenha, executa o raciocínio lógico A = B+C, faz a relação entre as variáveis, calcula a audiência, acompanha a margem de impacto e faz a avaliação da campanha desenvolvida. E assim, uma ação desenvolve a outra, como uma corrente. Isso é fazer e compreender a opinião publica. Todavia, existem limites éticos e lógicos que não podem ser ultrapassados. Um grande exemplo deste caso é o politico não ter realizado nada de importante no seu mandato e propagar que construiu castelos e que tudo está bem, quando a realidade é oposta à ideia vendida.

Existe outra vertente da comunicação social e do marketing que a maioria dos políticos ignora, quando executa suas campanhas, que são os indicadores sociais e a mensagem que a consciência coletiva do universo pesquisado transmite à sociedade. Logo, não basta vender a ideia ou o produto, se não fizerem o plano e o planejamento do marketing e a projeção da comunicação social, pois ocorrerão ruídos, que debilitarão todo o trabalho desenvolvido. Trabalhar com a opinião pública é uma via de mão dupla, principalmente, quando se utiliza as redes sociais e a internet como veículos. Talvez, essa seja a grande façanha da comunicação digital em relação aos jornais, que informam, comunicam e fazem opinião pública, mas não dão feedback (retorno), deixando o leitor com a ideia na mão e nada mais. É por tal motivo que os jornais americanos abraçaram o twitter e o facebook, focalizando a inclusão digital e o upgrade do veículo de comunicação conservador e tradicional, unindo o velho ao inovador.

Por fim, meu conselho é que valorizem as forças e não se esqueçam das fraquezas. Uma campanha limpa e transparente reconhece seus erros para tentar corrigi-los. Negá-los, será um ato infantil, que alimentara os oponentes, e afastará o eleitor do processo democrático, o que inclinará no voto em branco ou nulo, e na abstenção voluntária do cidadão nas eleições. Aliás, se compararmos as estatísticas das eleições brasileiras, nos últimos 12 anos, notaremos que mais de 20% dos eleitores já se excluíram do processo eleitoral, enquanto que os índices tendem a subir aos 30%.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

A Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição e a noite riobonitense.

O Melhor de Rio Bonito para os investidores estrangeiros

Trajeto Rio Bonito x Gávea - Aérea dos investidores.A pequena cidade de Rio Bonito, inserida recentemente na região metropolitana do Estado do Rio de Janeiro, ainda mantém as características do interior, primando pela qualidade de vida no estilo artesanal, aproveitando a beleza e o recanto de sua natureza, através da diversidade de sua fauna, flora e da riqueza hídrica.

Com a área correspondente a 456,45 Km², a população computada pela estimativa de 57.615 habitantes e o IDHM (Índice de Desenvolvimento Humano Municipal) calculado em 0,710, o Município de Rio Bonito foi divido em 03 distritos, sendo-lhes o Centro, Basílio e Boa Esperança, apresentando sua expressão econômica na agropecuária, embora suas forças produtivas e meios de produção estejam focalizados nos serviços, demonstrando que o riobonitense ainda possui muito potencial e terra produtiva para alavancar sua economia, através do pequeno produtor rural e do turismo ecológico.

O Município de Rio Bonito encontra-se, literalmente, no centro do Estado do Rio de Janeiro, sendo cortado pelas rodovias BR-101 e a RJ-124 (Via Lagos), o que lhe permite a instalação das indústrias de base e do setor da logística terrestre, aérea e marítima, por estar próximo do litoral e da região serrana, enquanto que se encontra a 76 km da capital, cujo percurso terrestre dura em média 58 minutos. Outrossim, considerando o deslocamento aéreo numa linha reta, a cidade fica a 63 Km dos principais empreendimentos do nosso Estado, fazendo fácil triangulação com Cabo Frio e Macaé.

Com as pedalas fiscais, a má gestão governamental no Estado do Rio de Janeiro e no Município de Rio Bonito, cumulados com as commodities e a crise mundial do petróleo, a arrecadação municipal despencará dos R$228.000.000,00, em 2016, para R$180.000.000,00  em 2017, enquanto que a máquina pública necessitará fazer cortes e compensações de um lado, além de ter a obrigação de constituir um plano econômico para gerar novas receitas, através da criação das novas empresas e vagas de trabalho, do outro. Assim cada pessoa empregada, corresponderá a novas receitas no futuro, além da diminuição do peso do desemprego.

A verdade é que todos os políticos e até mesmos os empresários estão pensando a política pública de forma errada, tendo em vista que todos os envolvidos querem encontrar a máquina pronta para sangrá-la na economia local ou regional, quando, na realidade, ninguém apresentou, até a presente data, um modelo, sequer, do projeto que prospectasse novos empreendimentos e gerasse novas receitas.

Por fim, os russos, chineses, alemães, israelenses, árabes e canadenses estão investindo no Brasil e no COMPERJ nesse exato momento. Por que não oferecermos aquilo que temos de melhor aos investidores estrangeiros? – Assim, espero que esse texto se propague pelas redes sociais e pela internet, no intuito de chamar a atenção de algum grande investidor chinês, russo, alemão, israelense, árabe ou, até mesmo, brasileiro, focalizando a instalação dos seus negócios na nossa cidade, para que Rio Bonito, Tanguá e Silva Jardim voltem ao ritmo do crescimento econômico das décadas já esquecidas na história do Brasil República e do Brasil Império.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

consultoria@rbempregos.com.br

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Me reconectei a Deus e me sincronizei com os negócios

A luz é afrodisíaca e entorpece aquele que se fez distante por algum tempo. A oração faz isso com qualquer praticante da fé. Poderíamos falar das taxas da endorfina que são lançadas na corrente sanguínea do ser humano no momento da realização, seja ela qual for. Mas, não diminuirei o tema aos números e as tentativas do homem em querer quantificar tudo, porque nós não somos máquinas. Prefiro mantê-lo no campo da existência, da consciência e da metafísica.

Após o falecimento do meu pai, em julho de 2015, ingressei numa espécie de crise existencial. Acendia as velas do Shabat e cumpria a ritualística, como de costume. Todavia, as ações pareciam mecânicas. Havia algo dentro de mim que estava atrapalhando minha conexão com o criador e a criação. Talvez, tenha sido o tamanho da dor e da perda, que sofri no silêncio. Talvez, seja o desligamento obrigatório e involuntário do patriarca da família.

Esse desconforto me afetou nos negócios, uma vez que meu sócio, mestre, conselheiro e amigo não estava mais comigo no plano material. Tive que parar os serviços nos últimos meses, tendo em vista que era imperativo dar um tempo, para diluir e reconstruir tudo, com ordem no tempo e no espaço.

Essa semana,  estou muito feliz, porque montei dois servidores e atendi alguns clientes na área da formatação e consultoria em TI ( Tecnologia da Informação). Arrumei o laboratório e coloquei as coisas no lugar. Estou pronto para continuar os projetos e o legado que construí junto com meu pai. Por isso, mãos na massa, porque tempo é dinheiro, enquanto que pretendo passar parte do meu conhecimento e aprendizado a minha filha.

Continuarei com a forma humanística de trabalho do patriarca, que seguia com a máxima:  “Não faça clientes, mas amigos.”

Mas, minha maior alegria foi ter me preparado para as orações, sem a correria e a interferência do trabalho. Exatamente no por do sol, acendi as velas do Shabat e senti a paz e a ternura, que havia esquecido, porque não estava mais sozinho, pois o criador estava comigo e com toda criação.

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

www.nadfad.com.br

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O QUIPU é um aplicativo gratuito que veio para ajudar o microempreendedor individual e o iniciante no mundo dos negócios

images (2)Há um mês, fui apresentado ao aplicativo QUIPU, cuja finalidade é dar acesso ao microempreendedor individual (MEI) às informações básicas e necessárias para manter a parte burocrática do negócio em dia. O startup, em parceria com o SEBRAE, oferece a geração dos relatórios de resultados, gráficos dos indicadores, declaração anual e, o mais importante para o MEI e para o governo: – O controle e o aviso do pagamento do DAS (Documento de Arrecadação Simplificada), bem como a declaração anual.

Literalmente, o aplicativo gratuito cumpre tudo que promete, tornando a vida do microempreendedor individual mais fácil e menos burocrática, estando disponível no Google Play e no App Store, para as plataformas ANDROID e IOS (APPLE).

Inclusive, a última versão da atualização do aplicativo permite seu uso,  sem o o CNPJ (Cadastro Nacional das Pessoas Jurídicas). A ideia é incentivar o uso da tecnologia da informação e da portabilidade dos celulares, objetivando ampliar o auxílio aos empreendedores iniciantes, que, sequer, conhecem o sistema do microempreendedor individual.

Pessoalmente, eu acho muito interessante para o empreendedor poder controlar seu negócio diretamente do celular ou tablete, sem ter que pagar por isso. A QUIPU também oferece os serviços de consultoria e geração de conteúdos sobre negócios e gestão.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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A quebra da Kodak é o exemplo de que a visão do futuro é necessária nos negócios

Kodak_Kodakchrom_64_KBO estudo do caso da quebra da KODAK, que foi a maior referência global na qualidade do material fotográfico, é um exemplo de grandes atitudes e, também, de grandes erros.

Toda organização que acredita que sua posição está inatingível e que se estará sempre na liderança, porque possui os melhores executivos do seu tempo, investindo no desenvolvimento da sua equipe e dos seus talentos, mas, deixando de sincronizar seu planejamento estratégico com o plano do negócio, vislumbrando o mercado consumidor, com suas necessidades e tendências, salvo a ausência da concorrência, estará fadada ao fracasso e à falência, por maior que tenha sido seu legado global e a valorização da sua marca.

Mas, onde foi que a KODAK errou, tendo em vista que possuia um dos maiores centros industriais do setor fotográfico no mundo, produzindo tecnologia de ponta e investindo nos seus talentos? A culpa é da crise econômica americana de 2009? – A resposta poderia ser simplificada e colocada na conta da cries econômica de 2009 e seus efeitos no mercado financeiro global. Entretanto, não há qualquer relação de um fato com o outro. A KODAK errou, porque ela não sincronizou seu planejamento estratégico com o negócio, ignorando as tendências tecnológicas do mercado. Assim, seguindo uma linha padrão, a KODAK continuou investindo no marketing, como a COCA-COLA. Todavia, manter sua marca em evidência não é a garantia de que seus produtos continuarão sendo consumidos pelo mercado, quando se tem um concorrente inteligente, inovador e visionário. A situação piora, quando esse concorrente pertence a outro mercado, enquanto que sua inovação causará total desequilíbrio em outras setores, por conta do conceito da inovação dos seus produtos. Logo, poderíamos afirmar que a FUJI e outras marcas famosas no setor fotográfico foram os causadores do fracasso da KODAK. Mas, tal afirmação, embora tenha sentido dentro do mercado da fotografia, seria um erro, tendo em vista que o mercado consumidor mudou seu comportamento, enquanto que o lançamento dos smartphones, com a resolução digital e os aplicativos de edição, provocaram uma mudança no comportamento do mercado consumidor, que deseja simplicidade, mobilidade e carregar o mínimo de peso possível. Assim, a onda negativa da KODAK se iniciou com o lançamento do IPHONE e seus efeitos no setor da telefonia e da tecnologia. A SAMSUNG e os Tigres Asiáticos não ficaram para trás e começaram a desenvolver tecnologias menores e mais eficientes na área da fotografia, migrando tais tendências aos portáteis.

kodak-bankruptcyA KODAK, na sua falta de visão estratégica para construir e simular cenários no futuro, acabou se perdendo na sua história de glória e conquistas. Mas, há um outro ponto muito interessante nisso tudo, tendo em vista que a empresa não ficou de braços cruzados e deixando a era digital passar diante dos seus olhos. Ela reagiu e entrou no mercado, produzindo câmeras e impressoras digitais específicas para o ramo da fotografia. Entretanto, havia um outro problema, uma vez que a KODAK tinha o recurso tecnológico digital muito caro, em comparação à concorrência, agravando a situação com as limitações do acesso aos produtos, que não migravam com outros dispositivos e produtos que não fossem da marca KODAK. Logo, a empresa cometeu o segundo erro no cenário tecnológico e mercadológico, acreditando que as pessoas continuariam consumindo seus produtos por causa da marca, mantendo a fidelidade forçada.

No final, restaram três opções a KODAK: 01 – Não reagir e quebrar; 02 – Expandir a área do mercado, fazendo parcerias ou fusões com empresas no setor tecnológico e da comunicação; e 03 – Diminuir a estrutura da organização, objetivando atender o fotógrafo profissional e o fotógrafo que trabalha com a fotografia como arte, dento do modelo original, com lentes especiais e caras, exigindo o modelo do laboratório fotográfico e a revelação no papel. Em suma, a KODAK aplicou a terceira opção, demonstrando que terá o mesmo fim das fábricas das fitas cassetes ou das máquinas de datilografia. Se os concorrentes do setor não migrarem seus negócios com outros setores e tendências no mercado consumidor, sofrerão do mesmo efeito dominó, porque o mercado quer praticidade, enquanto que o mesmo ainda não acordou para o fato que se tornará escravo do sistema das nuvens e do controle da informação. Mas, isso é uma conversa para uma outra hora.

 

Nadelson Costa Nogueira Junior