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Fátima Mendonça garantiu a continuidade na Comunicação Social do Município de Rio Bonito

Fátima Mendonça, ex-secretária municipal de comunicação da PMRB.

Fátima Mendonça, ex-secretária municipal de comunicação da PMRB.

Na concorrência existente entre os grupos políticos, em suas entradas e saídas do governo, os arquivos dos computadores são delatados, alguns documentos desaparecem e os protocolos da transmissão do poder são passados de um prefeito para outro, através da solenidade da entrega das chaves, que a ex-prefeita não o fez em 2017, incluindo a transição. Só quem acompanha os bastidores do governo e do serviço público entenderá a complexidade de se começar um governo em Rio Bonito, com ou sem transição, porque é preciso ter muita dedicação e conhecimento de rede para juntar as peças do quebra-cabeça administrativo para reorganizar e colocar as coisas no seu devido lugar, mesmo com a existência das secretarias municipais de planejamento e gestão pública, porque a Prefeitura está na idade da pedra, quando o mundo se encontra globalizado e na era digital.

Fazer a comunicação social de uma organização pública não é uma tarefa fácil, principalmente, tratando-se da PMRB (Prefeitura Municipal de Rio Bonito), com sua diversidade nas secretarias, departamentos e setores logísticos e administrativos, enquanto que suas funções vão muito além da construção das resenhas e da assessoria de imprensa, uma vez que a secretaria de comunicação social é responsável pelas relações públicas, pelo endomarketing e marketing, o trabalho da imagem institucional perante a sociedade civil, pelo cerimonial na recepção das autoridades nos eventos públicos, sendo-lhes abertos ou fechados, e pelas pesquisas da qualidade de satisfação do cliente (cidadão), o que deveria incluir o serviço da ouvidoria.

Mas, num circuito descontrolado, onde o caos parece imperar, vislumbrando tradicionalmente sabotar os governos sucessores, a ex-secretária de comunicação, Fátima Mendonça, teve a postura ética e coerente de transferir o site do Município de Rio Bonito, com seus protocolos de acesso e as redes sociais, priorizando o Facebook, o Twitter e o Youtube. Ela seguiu os princípios da continuidade, da eficiência e da impessoalidade, que são partes dos pilares que definem a gestão pública. Ela não se apropriou da coisa pública, mesmo que fosse virtual, transferindo parte do capital do conhecimento e da informação, incluindo a complexa carteira dos contatos digitais, ao atual governo. Embora a postura da ex-secretária pareça óbvia ao leitor e ao cidadão, ela se torna latente pelo simples fato de que não houve tal reciprocidade em 2013, quando a tradição gestora da transmissão foi realizada, também, sem transição.

Por fim, o conhecimento institucional da PMRB não pode ficar retido nas mãos de um grupo político, porque seu patrimônio é dos riobonitenses e de toda a humanidade. A Fátima Mendonça compreendeu o tamanho da sua responsabilidade e se manteve fiel ao conceito filosófico e arquitetônico da secretaria de comunicação, materializado em seu planejamento estratégico. Assim, espero que o atual governo tenha a mesma postura ética, quando for transferir as chaves e os protocolos do Município, porque alguém tem que dar o primeiro passo e servir de exemplo positivo para as futuras gerações.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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A Teconologia da Informação veio para facilitar. Entretanto, as pessoas precisam cumprir suas tarefas na ética

JpegA aplicação dos softwares, como ferramentas da Tecnologia da Informação no mundo da contabilidade, traz benefícios tangíveis no primeiro mês, começando pelo inteiração do sistema de dados da orgnização com  sua contabilidade, computando os atos e fatos administrativo e contábeis, registrando as variações no patrimônio. Entretanto, para que a ferramenta associada à contabilidade tenha êxito, é necessário que a empresa tenha um suporte próprio, composto por servidores, analistas de sistemas, programadores, e, dependendo do tamanho da organização, um corpo de engenheiros de software.

A verdade é que a auditoria externa e a política da fiscalização governamental já estabeleceram metas e normas, que obrigam as empresas a ingressarem parcial ou integralmente na era eletrônica, objetivando a diminuinção no tempo da auditoria da escrituração e dos registros, bem como a eficiência na parte que compente ao recolhimento dos tributos e impostos, provocando, como consequência, o aumento da arrecadação da Fazenda Pública Nacional, Estadual e Municipal.

Entretanto, por regra, as empresas de pequeno porte não conseguem constituir a estrutura própria para realizar sua contabilidade e gestão, tendo que recorrer ao mais novo nicho do mercado da TI, que são as startups que atuam no ramo gestão, apresentando toda a segurança de uma empresa de grande porte, com mobilidade e comodidade ao gestor. Assim, as exigências do Governo quanto a parte da escrtiruração eletrônica e do fornecimento das informações, acabou incentivando  o surgimento de um ramo na Tecnologia da Informação Brasileira, objetivando atender as necessidades contábeis e gestora das organizações, através da ERP (Enterprise Resource Planning), associando ao modelo do software a junção da competência da contabilidade com a competência da gestão, solucionando vários problemas em um único produto ou pacote de serviços.

Não poderia deixar de mencionar o fato de que, o governo criou o E-Social, e, motivado pela PEC das Domésticas e pela necessidade de integrar um sistema simples, que garantisse a arrecadação dos impostos e encargos referentes ao empregado doméstico, foi dado o período de oito meses, para que o departamento governamental preparasse o software do E-Social, objetivando o recolhimento do FGTS, INSS, IR e o seguro contra acidentes numa única guia, cujo prazo venceria em 01/11/2015. O problema é que o empregador precisa pagar os encargos até o dia 06/11/2015, tendo em vista que o sétimo dia do mês cairá no sábado, enquanto que o sistema está emitindo tickets numéricos e projetando erros, dificultando a vida do empregador, quando deveria solucionar os problemas. A situação piora para os empregadores que precisam recolher, exclusivamente, os encargos, sem o FGTS, por causa da rescisão do contrato entre 01/10/2015 até 30/10/2015. Simplesmente, as instruções no manual e no rodapé da página não funcionam, no caso da edição da guia.

Tirando o fato supramencionado, como o entusiasta da tecnologia aplicada no cotidiano através do software livre, acho que é importante a integração entre a contabilidade (Financeiro) e a gestão por meio dos sistemas, mesmo que o motivo tenha sido a arrecadação do governo. Entretanto, uma vez lançados os registros e a escrituração dos atos e fatos contábeis, tanto o gestor, através da auditoria interna, quanto o governo e os investidores poderão fazer as consultas e as simulações das informações disponibilizadas nos mercados, facilitando e muito suas vidas, com a diminuição da burocracia e o aumento da transparência.

Por fim, existe o fator humano. Não basta ter o sistema perfeito, se o fator humano alterar os dados reais, no intuito de provocar efeitos artificiais no mercado. A Volkswagen é um bom exemplo na atualidade na Europa, bem como o sistema americano e sua crise de 2008, com as alavancadas quantitativas (Alavancamento Econômico) que não batiam com a realidade dos negócios, induzindo os investidores e o mercado aos investimentos errados, que terminaram num desastre para a maioria do povo americano, resultando no prejuízo individual e coletivo.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Sobre os efeitos dos atos jurídicos, contábeis e administrativos em nossas vidas

Eu aprendi, nos cursos que estudei pela vida, que, no cotidiano da sociedade humana, todos passarão constantemente por atos e fatos jurídicos, contábeis e administrativos. Por mais inconsciente que seja o padrão da ocorrência de tais ações, bem como suas materializações na realidade, nos limitamos, quando indagados ou obrigados pela situação a analisarmos os resultados, exclusivamente, seguindo a tendência natural e humana. Logo, não foi por acaso que os americanos se especializaram na DRE (Demonstração do Resultado do Exercício), pois, através desta ferramenta contábil e gestora, podemos ver, de forma genérica, a saúde da organização, tendo como ponto de partido o FLUXO DE CAIXA.

No meu cotidiano, eu utilizo as planilhas eletrônicas, com o balancete mensal e o balanço patrimonial, registrando o ATIVO e o PASSIVO, projetando o fluxo de caixa no futuro, idealizando o prazo de 12 meses. Nos últimos 10 anos, o procedimento tem funcionado e bem, no controle do orçamento doméstico.

Atualmente, a intensificação da cultura e da consciência sustentável, tanto na parte financeira quanto na ambiental, objetivando a evolução e o desenvolvimento da consciência e do comportamento doméstico financeiro, no intuito de também convergi-lo ao nicho do setor dos investimentos, tem contribuído e muito na compreensão do ato e do fato contábil, dentro da visão contingencial de uma sociedade, em constante movimento e transformação. Isso é tangível na situação do brasileiro, que está enfrentando a inflação, cujo método de controle escolhido pelo governo foi justamente o índice exagerado na taxa dos juros, elevando a alíquota dos impostos e tributos muito acima do limite tolerável dos 32%, causando diminuição na arrecadação interna, mas, intencionalmente, tentando chamar a atenção do investidor estrangeiro e o nacional para investir nos papéis do tesouro. Consequentemente, as empresas vendem menos, diminuindo a produção e demitindo seus empregados, que deixarão de consumir no mercado, causando um efeito dominó no país inteiro.

A escrituração é importantíssima, bem como o restante do universo contabilístico e auditor, tendo em vista que as pessoas jurídicas tenderão a fazer empréstimos, objetivando o crescimento na produção e a conquista do mercado. O mesmo comportamento tende se repetir na vida doméstica da pessoa física. Logo, fazer o controle financeiro e econômico é uma necessidade imperativa nos tempos da globalização e da guerra cambial entre as grandes corporações e suas respectivas nações.

Por fim, independentemente da nossa capacitação e conhecimento, o brasileiro precisa compreender que utiliza muito mais os conselhos e os efeitos dos atos e fatos jurídicos, contábeis e administrativos, do que visitam o médico ao longo de suas vidas. Entretanto, a base do discurso, quando provocado, se limitará ao valor e ao uso limitado do salário mínimo.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior