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URGENTE: Presidente da Câmara Municipal de Rio Bonito volta do coma de 05 anos durante a Sessão Legislativa

A Sessão Legislativa na Câmara Municipal nesta quinta-feira, 08/06/2017, foi brilhante. Deixando as ideologias e opiniões pessoais de lado, o vereador e presidente, Reginaldo Ferreira Dutra (Reis), que está no comando da casa por 05 anos consecutivos, apontou para o fato de que a segurança e saúde pública estão com problemas na logística e no atendimento ao cidadão.

No caso da segurança pública, o vereador foi preciso em relação ao excedente número dos guardas municipais no centro da cidade, enquanto que a maioria das localidades estão literalmente abandonadas. Simplesmente, a criminalidade necessita de resposta dentro dos domínios da nossa cidade, mas a guarda se limita à segurança patrimonial, deixando o cidadão em último plano. A ausência ficou maior, quando o vereador mencionou o monitoramento, que não saiu do papel até a presente data.

Todavia, a parte que eu mais gostei da manifestação do vereador Reis, foi quando ele atentou para o fato de que construir ESF, Posto de Saúde e Ginásio é fácil. A dificuldade está é na manutenção das estruturas, que exigem profissionais diversificados e o investimento preventivo dos materiais de conservação. Na saúde, por exemplo, enquanto que o atendimento está fluindo no ESF na Bela Vista, a Praça Cruzeiro, Parque Indiano, Parque das Acácias e Basílio estão sem médicos, com filas no atendimento e prazos de meses para o primeiro atendimento.

O vereador Reis foi brilhante no seu raciocínio. A única coisa que não bate é o fato dele ser veterano como vereador e de estar na Presidência da Câmara Municipal por 05 anos consecutivos. Em seu discurso, ele deixou claro que tais problemas são antigos na troca entre os governos municipais. A única coisa que me deixa assustado é o fato de vê-lo com o raciocínio tão lógico e lúcido na atualidade, quando há tempos atrás, a situação era igual ou talvez pior no centro e no interior da cidade, mas nada era falado, porque o governo era aliado, enquanto que o grupo político e os apadrinhados precisavam sobreviver, as custas dos cofres públicos e da distribuição dos contratos e dos cargos comissionados.

Por fim, a manutenção do Mandiocão na prefeitura está forçando os vereadores ao despertar do coma do ostracismo político. Agora, só falta a cereja do bolo, que seria justamente vê-los assumirem a responsabilidade nos erros e nas omissões cometidas nos últimos 25 anos, porque deixar tudo na conta dos prefeitos é covardia.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Reis se aproxima do Marcos Abrahão para medir força com Mandiocão

Não me assustei ou fiquei surpreso com a manutenção do vereador Reginaldo Ferreira Dutra, do PMDB, na Presidência da Câmara Municipal de Rio Bonito pelo 3º biênio consecutivo, tendo em vista sua articulação dentro do governo Solange Pereira de Almeida, flutuando por várias secretarias, e a obtenção dos 2000 votos nas urnas nas Eleições 2016, sendo o vereador mais votado em Rio Bonito.

Não fui surpreendido com o apoio que o Reis recebeu por parte dos vereadores novatos, que ingressaram no seu primeiro mandato, uma vez que a gravidade dos grupos políticos e dos interesses investidos neles, por parte dos seus respectivos patrocinadores, convergiam para a manutenção do sistema, que é contraditório, diante da predominância da palavra MUDANÇA nos discursos, mas mantendo as coisas nos seus respectivos lugares: – O pobre implorando por emprego, porque o mercado está saturado, deixando de absorver a juventude e as pessoas com mais de 50 anos de idade. Como já dizia o jornalista Flávio Azevedo: – Tudo isso já era esperado.

Todavia, devo admitir que estou surpreso com a aproximação declarada do Presidente da Câmara Municipal, Reginaldo Ferreira Dutra, do deputado estadual, Marcos Abrahão. Na verdade, era para ambos estarem trabalhando juntos desde o primeiro mandato do deputado, prospectando verbas, investimentos sociais, anistias e incentivos para beneficiar o desenvolvimento social, político e econômico de Rio Bonito. Entretanto, foi construído um muro imaginário nos Poderes Executivo e Legislativo na esfera municipal, que deixaram o Marcos Abrahão isolado na ALERJ e com pouca inteiração institucional local. Ao que tudo indica, o afastamento da Solange do circuito político deu maior liberdade ao deputado estadual Paulo Melo e aos vereadores para optarem por uma terceira opção, aproximando o Poder Legislativo Municipal da ALERJ.

Os movimentos no tabuleiro de xadrez do poder indicam que o prefeito José Luiz Alves Antunes (Mandiocão) terá as dificuldades maximizadas por parte da Câmara Municipal, que está refletindo a mágoa gerada pela liminar que anulou os efeitos da sessão, que reprovou as contas do ex-prefeito, legitimando sua posse e a permanência no cargo por parte do TRE-RJ e do TSE. Todavia, os políticos deveriam avaliar suas estratégias, uma vez que, provavelmente, o Reis não seria reeleito vereador, caso o escândalo do concurso público de Rio Bonito tivesse acontecido antes das eleições. Por outro lado, mesmo que Mandiocão sofresse o impeachment ou fosse cassado antes do período de 02 anos, Rio Bonito iria para uma nova eleição, que resultaria na manutenção do candidato da situação, tendo em vista o controle da máquina pública e o apoio do 1º Distrito. Entretanto, não poderíamos desconsiderar a síndrome do vice Michel Temer, que assumiu o comando da nação com o impeachment da Dilma Rousseff, antes dos 24 meses, abrindo precedentes para prefeitos e governadores no futuro.

Por fim, espero que a democracia seja cumprida, desejando que o deputado Marcos Abrahão aproveite a oportunidade para aumentar sua aprovação perante à opinião pública riobonitense, caso ainda insista concorrer ao cargo de prefeito no futuro. Também espero que os vereadores novatos compreendam a profundidade da crise ética e econômica que nos encontramos, enquanto que a cidade de Rio Bonito deverá sempre estar acima das vaidades e dos desejos pessoais, pois, atrapalhar o governo do Mandiocão nesse momento, sem fundamento, seria o mesmo que sabotar os riobonitenses.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Câmara Municipal de Rio Bonito, mesmo renovada, continua doente e em estágio terminal

20150414_182153Contrariando a expectativa gerada na sociedade rio-bonitense diante da renovação em 50% dos vereadores, a atual composição da Câmara Municipal de Rio Bonito iniciou os trabalhos, mantendo o vereador Reginaldo Ferreira Dutra, popularmente conhecido como Reis, na presidência da Casa Legislativa, mesmo diante do escândalo no concurso público municipal, cumulado com os mandos e desmandos ao longo do governo Solange Pereira de Almeida. Infelizmente, os novos vereadores já entraram na política, mantendo a tradição da antiga escola, quando deveriam trazer a mudança na postura, vislumbrando o cumprimento da ética e respeitando o clamor da opinião pública, que foram ignorados no primeiro final de semana, após o resultado das Eleições Municipais 2016.

O que os rio-bonitenses podem esperar da Câmara Municipal à altura do campeonato, depois da manutenção do presidente por seis anos consecutivos? – Nada além da falta de imaginação, da ausência da criatividade e do compromisso com os acordos pessoais, que ficaram acima dos votos confiados pelo eleitor, que clama por um sistema mais justo e igualitário, que vai muito além do apadrinhamento político ou do emprego, cujas obrigações só ocorrerão nos dias de semana, deixando os feriados e os finais de semana livres para lazer. Isso, quando o apadrinhado comparece à labuta.

O rio-bonitense precisa de saúde pública, educação e, acima de tudo, trabalho, para sustentar sua família e gerar novos tributos e receitas ao erário público.

O rio-bonitense precisa que as pessoas consumam na cidade para que os negócios prosperem, levantando, consigo, a arrecadação municipal e os investimentos sociais e econômicos.

O rio-bonitense precisa de segurança pública para garantir a tranquilidade nos lares e nas ruas da nossa cidade, porque o crime gera o medo e propaga o terror.

No primeiro mês de 2017, eu observei a mudança dos nomes e a continuação do mais do mesmo. Simplesmente, os vereadores estão invisíveis e insensíveis diante dos problemas sociais, lutando por suas bandeiras pessoais ou pelas bandeiras dos seus patrocinadores. Quando se manifestam, fazem joguetes com as palavras, objetivando agarrar as janelas, que, talvez, seriam seus 15 minutos de fama. Mas, mesmo assim, tudo termina na tentativa, porque os políticos não sabem e não querem se comunicar com o povo, porque isso exige e dá muito trabalho.

Há um abismo ideológico e egoísta, que é visível, perceptível e latente diante da sociedade rio-bonitense, que parece não reconhecer os vereadores recém-eleitos, cujas palavras são negadas pelas atitudes, que me lembram o teatro de marionetes, com as silhuetas movimentando as cordas dos personagens, dando-lhes voz e vida. Simplesmente, eles falam, atacam, se magoam e se ofendem com a verdade. Mas, se isolarmos o cenário do plenário, concluiremos que nada falam, pouco se importam com a sociedade e não estão nem aí para o futuro de Rio Bonito, porque a política é um jogo de carta marcadas, que se resume à posição na mesa diretora e ao salário, com o dia certo para depósito.

Por fim, o sangue novo, que deveria levar à cura ao Poder Legislativo Municipal, acabou se contaminando, acelerando o desenvolvimento da doença dentro da democracia. No final, fica aquela sensação de que é melhor seguir a correnteza, mesmo com os erros e vícios, do que navegar contra, fazendo o certo e servindo de exemplo para esta geração e as futuras.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Rio-bonitenses anseiam por mudança na Presidência da Câmara Municipal, depois do escândalo do concurso público municipal

Como menos de dez dias após a eleição municipal realizada em 02/10/2016, houve o vazamento proposital da fotografia na qual estavam os vereadores eleitos para o mandato de 2017/2020, Abner Alvernaz Júnior, o Neném de Boa Esperança (PMN); Edilon de Souza Ferreira, o Dilon de Boa Esperança (PSC); Cláudio da Fonseca Moraes, o Claudinho do Bumbum Lanches (PR); Fernando Carvalho, o Fernando da Mata (PMN); Fabiano Cardoso, o Xeroca (PTB); e Reginaldo Ferreira Dutra, conhecido popularmente como Reis (PMDB), que é o atual presidente da Câmara Municipal, perpetuando-se no controle da Casa Legislativa ao longo do mandato 2013/2016, deixando entender que já tem os votos necessários para sua manutenção no cargo alfa, incluindo o controle do repasse do duodécimo constitucional, que, em 2016, ficou no valor médio mensal de R$500.000,00.

Dos nomes supramencionados, Reginaldo Ferreira Dutra, Abner Alvernaz Júnior, Edilon de Souza Ferreira e Cláudio Fonseca de Moraes conseguiram se reeleger, enquanto que a Câmara Municipal teve 50% de renovação, trazendo Humberto Alexandre Belgues, do PT do B, de volta ao Poder Legislativo, cujo perfil competitivo deixa latente seu interesse na disputa pela presidência da Casa Legislativa, bem como a concorrência ao cargo de prefeito, no futuro próximo.

Embora o jornalista Flávio Azevedo defenda a tese de que o Reis seria favorecido pela regra da casa, no caso do empate, e a formação da suposta base aliada, conforme a fotografia deste artigo, eu ousarei discordar, uma vez que da data da divulgação da fotografia para cá já aconteceram vários episódios, que trouxeram o vereador Reis para o centro da trama, começando justamente por sua atual posição na presidência da Câmara Municipal, cumulada com o escândalo do concurso público da prefeitura municipal de Rio Bonito, cujas principais posições foram preenchidas por pessoas ligadas diretamente ao vereador e aos membros do seu staff. Assim sendo, por maiores que sejam as cartas na manga por parte do Reis, seria contraditório à lógica democrática e da renovação que os vereadores recém-eleitos não materializassem a renovação, começando pela mudança do nome na presidência da casa. Por outro lado, caso o vereador Reis venha se perpetuar na presidência da Câmara por mais um biênio consecutivo, ficará latente para a opinião pública que os novos vereadores já começaram o exercício do mandato da forma errada, mantendo as coisas nos mesmos lugares.

Me atreverei a dizer que, caso os vereadores tivessem a visão do futuro, eles não apareceriam na fotografia. Logo, a manutenção da atual presidência da Câmara Municipal seria o mesmo que assinar uma declaração pública de não importância com a opinião pública e os fatos que levaram a cidade de Rio Bonito aos jornais nas últimas semanas. Mas, se a Monarquia Legislativa for mantida, os novos vereadores terão o mesmo destino político do vereador, Marquinho Luanda, que perdeu a eleição para prefeito justamente por sua proximidade extrema e contínua ao vereador Reis, que lhe trouxe tamanha negatividade, colocando-lhe como o candidato da situação com a pior resposta nas urnas, nos registros históricos rio-bonitenses.

Por fim, com exceção do vereador Edilon de Souza Ferreira (PSC), que é o fiel escudeiro do Reis, ainda tenho a esperança de que os novos vereadores se aproximem da vereadora Marlene, que também conseguiu se reeleger, e do vereador Abner Alvernaz Júnior,  vislumbrando constituir a mesa diretora mais democrática e livre dentro da Câmara Municipal de Rio Bonito para o biênio 2017/2018, porque a renovação foi uma palavra empregada no palanque e que precisa ser praticada em nome da democracia e do respeito ao eleitor e ao cidadão, enquanto que os vereadores não poderão permitir a hipótese da disputa entre 03 candidatos  à Presidência da Casa Legislativa, pois, assim, o vereador Reis continuaria no cargo.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Escândalo do Concurso Público pode comprometer o mandato de Reis e mudar a composição da Câmara Municipal

Nada melhor do que uma crise para acobertar a outra, para não dizer um escândalo. E foi, justamente, seguindo o raciocínio do marketing, que a Prefeitura Municipal de Rio Bonito designou o dia 09/12/2016 para o encerramento do transporte universitário rio-bonitense, publicando na página oficial do Município de Rio Bonito, desejando sorte e sucesso aos universitários. Dessa forma, os canais da imprensa local e os principais veículos da comunicação social acabaram seguindo a lógica da notícia, deixando o escândalo do polêmico concurso público municipal em segundo plano, para cair no esquecimento, encerrando-se, assim, o assunto perante a opinião pública, cujos participantes se demonstram mais preocupados com o ressarcimento da inscrição do que com a conclusão da investigação, tendo em vista o cancelamento do concurso por parte da prefeita, Solange Pereira de Almeida. Todavia, o Café Poético e Filosófico não se esqueceu, trazendo os detalhes dos bastidores da política e do próprio concurso cancelado, uma vez que seus efeitos, caso comprovada a fraude e o tráfico de influência, acabarão no desmembramento nos mandados de segurança para os concursados prejudicados, nas ações criminais e nas improbidades aos envolvidos e àqueles que exerceram função pública no erário municipal no período em questão, e, por fim, a ação eleitoral, que poderá tornar o atual presidente da Câmara Municipal, o Vereador Reginaldo Ferreira Dutra, conhecido como Reis, do PMDB, inelegível, tendo em vista que as evidências o colocam no centro de toda trama, enquanto que o concurso foi realizado dentro do período eleitoral.

A Solange Pereira de Almeida não era candidata, logo, não havia qualquer impedimento para a realização do concurso público. Entretanto, o Reis foi candidato à reeleição no Poder Legislativo, obtendo mais de 2000 votos nesta eleição.  Logo, diante dos nomes e do grau público da proximidade entre os envolvidos, a lógica processual indica que há grande possibilidade da mudança na atual composição da Câmara Municipal de Rio Bonito, uma vez que materializado o contexto probatório, incluindo sua condução na jurisdição eleitoral, que está muito célere, os 2000 votos do atual presidente da Câmara Municipal seriam anulados, alterando a legenda e o nome dos titulares das cadeiras. Pelo menos essa é tese dos partidos políticos e dos possíveis sucessores, que já estão acompanhando as ações e fazendo pressão.

Por fim, vamos acompanhar o andamento e a publicidade das investigações, cuja lógica indica que ocorrerão vários desmembramentos, mas, que também, poderá terminar no arquivamento, mantendo as coisas e as pessoas nos seus respectivos lugares e posições. Em tempo, é importante atentarmos para o fato de que o atual presidente da Câmara Municipal de Rio Bonito está no exercício do cargo desde 2013, trabalhando nos bastidores para se perpetuar no cargo por mais 02 (dois) anos, no mínimo, vislumbrando o controle total e absoluto dos duodécimo constitucional, que corresponde ao valor médio mensal de R$500.000,00 em 2016, enquanto que a folha de pagamento e os encargos da Casa Legislativa  Municipal totalizam, aproximadamente R$223.000,00, sobrando o quantum médio de R$277.000,00, que não foram devolvidos ao erário público ao longo dos meses, que poderiam ajudar o Hospital Regional Darcy Vargas, a UPA e o Transporte Universitário, por exemplo.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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A situação do concurso público em Rio Bonito exige o afastamento de Reis e da Prefeita até o término das investigações

Os riobonitenses ficaram mais uma vez assustados com o resultado do concurso público da Prefeitura Municipal de Rio Bonito em 2016, tendo em vista que as primeiras colocações foram preenchidas, coincidentemente, por parentes e pessoas próximas ao atual presidente da Câmara Municipal, Reginaldo Ferreira Dutra, do PMDB, conhecido popularmente como Reis, bem como por parentes do atual prefeito de Itaboraí, Helil Cardozo, do PMDB, incluindo o chefe de gabinete e o secretário de administração do atual governo, Solange Pereira de Almeida, também do PMDB.

Embora a sociedade riobonitense e a imprensa estejam apresentando os fatos, que induzem a opinião pública a concluir que, no mínimo, houve vazamento controlado do gabarito ou a intervenção externa na realização do concurso público, tendo em vista que as primeiras colocações foram preenchidas por pessoas ligadas à atual presidência da Câmara Municipal e aos Governos Municipais de Itaboraí e Rio Bonito,  é importante atentarmos para o fato de que, caso não sejam encontradas as provas testemunhais ou documentais que comprovem as teses supramencionadas, o concurso seguirá seu destino natural e jurídico, que é a convocação e a posse dos candidatos. Logo, se alguém viu alguma coisa errada no dia da aplicação das provas, ou se trabalhou dentro da empresa responsável pelo concurso em questão, esse é o momento certo para procurar o Ministério Público, tendo em vista que as partes diretamente envolvidas não se manifestarão contra si mesmas, caso as práticas suspeitas não sejam provadas.

Está latente o fato de que houve manipulação parcial no concurso público em Rio Bonito, enquanto que as circunstâncias atenuantes exigem o afastamento imediato da prefeita, Solange Pereira de Almeida, do cargo, bem como do presidente da Câmara Municipal, o vereador Reginaldo Ferreira Dutra, incluindo os subordinados diretamente envolvidos no resultado do concurso em questão, para que não haja qualquer intervenção nas investigações. Inclusive, esse é o momento histórico que o Ministério Público deveria realizar o confronto entre a folha de pagamento do IPREVIRB, da Câmara Municipal e do Município de Rio Bonito, vislumbrando fazer a conexão entre os comissionados e contratados que foram aprovados e que trabalham na máquina pública, quantificando-se, assim, os efeitos das suspeitas apontadas.

O concurso foi realizado no momento errado, tendo em vista o ano eleitoral para prefeito e vereadores, enquanto que o fim da era Solange Pereira de Almeida, em Rio Bonito, e da era Helil Cardozo, em Itaboraí, colocaram a atual estrutura em xeque-mate. Contudo, independentemente do resultado da atuação do Ministério Público em relação ao atual concurso público, precisamos questionar se os mesmos resultados aconteceriam fora da supremacia do PMDB em nossa cidade e na região, pois é latente o fato de que o partido está tentando ocupar o espaço deixado pelo PT na União, fazendo a inclusão do seu pessoal dentro da máquina pública, seguindo o mesmo modelo aplicado pelo seu antecessor até o impeachment da Dilma Rousseff, cuja logística política custou à derrota nas urnas na última eleição, limitando o PMDB ao cenário tradicional do partido do centro dentro nas Assembleias Legislativas e no Congresso Nacional.

Por fim, não basta que o atual presidente da Câmara Municipal declare que está com sua consciência limpa, apoiando a suspensão temporária do concurso, tendo em vista a condição ambiental e as partes envolvidas. Logo, em nome da ética, o vereador deveria pedir licença e se afastar do cargo até que o fiscal da ordem pública se manifeste oficialmente sobre a questão. Mantenho a mesma tese sobre a prefeita, incluindo os demais envolvidos. Não basta investigar. Tem que se ter afastamento imposto pela Câmara Municipal ou voluntário para que as coisas sigam corretamente, sem qualquer margem de dúvida quanto à inteferência nos procedimentos.

Em tempo, se fizerem os confrontos entre as folhas de pagamento do IPREVIERB, da Câmara Municipal e do Município de Rio Bonito, tais desdobramentos trarão à luz novas informações e, talvez, novo contexto à opinião públcia, que não consegue ter acesso aos dados da municipalidade, tendo em vista a ausência da transparência.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Querem fazer a mudança e a renovação, mantendo as mesmas pessoas no poder

Inauguração da malha asfáltica no Green Valley, em 2014.

Inauguração da malha asfáltica no Green Valley, em 2014.

Infelizmente, essa resenha não seguirá a onda do momento na imprensa, que é o Eduardo Cunha. Todavia, os biólogos e os biomédicos compreenderão com muita facilidade a memória viral que sustentará todo o contexto. Para àqueles que não sabem, o sistema imunológico humano registra as infecções em sua memória genética, mantendo um padrão de resposta. É justamente com base neste modelo científico que a vacina é aplicada, de forma preventiva.

Desde 2013, construíram e estão vendendo uma imagem em cima do atual candidato do PMDB à prefeitura de Rio Bonito, que eu mesmo consumi e acabei propagando há poucos meses atrás, em relação a sua desvinculação da prefeita Solange Pereira de Almeida. Mas, a foto principal desta resenha é o registro histórico e da memória genética do PMDB, que apresentarei à opinião pública.

A ideia que venderam era que a Solange estava em conflito com o Marquinho Luanda, que se intensificou na campanha para deputado federal em 2014, quando a prefeita optou em apoiar o Eduardo Cunha. Já nos bastidores da política, os mais próximos alegam que a prefeita queria apoiar o Tiãozinho, ex-secretário municipal de desenvolvimento econômico, para prefeito, que faria parceria com Murilinho, atual secretário municipal de meio ambiente, para vice. Entretanto, há algo que não está encaixando no raciocínio lógico, tendo em vista que o Tiãozinho não tinha sido o vice de Solange em 2012, justamente pelo fato da presidência do diretório municipal do PDT não ter autorizado, enquanto que o diretório estadual manteve a decisão. O mandato começou e Tiãozinho continuou na inércia de 2012. Por outro lado, era comum ver os vereadores Marquinho Luanda e Dilon nas fotografias com a Solange nos eventos do governo, até as eleições de 2014.

Hasteamento das bandeiras em 07/05/2015.

Hasteamento das bandeiras em 07/05/2015.

Em 2014, já durante a eleição para deputado federal, o vereador Marquinho Luanda levantou a suposta bandeira da oposição ao governo dentro da Câmara, enquanto que a Solange ainda pretendia investir na reeleição, até o primeiro processo alcançar a condenação no segundo grau da jurisdição, tornando-a inelegível pela Lei da Ficha Limpa. E assim, o Marquinho Luanda continuou exercendo o papel da oposição, mas junto à prefeita no hasteamento da bandeira no dia 07/05/15, quando a cidade não teve festa, além de aparecer na mídia na maioria dos eventos públicos.

Causa-me estranheza o fato do vereador Reis, do PMDB, atual presidente da Câmara Municipal, investido no cargo desde 2013, apoiar o Marquinho Luanda, porque a lógica do poder manda isolar a oposição. Mas, no caso deles, a parceria rendeu a candidatura ao cargo de prefeito, cuja construção já estava evidente em 2015, quando os vereadores, em exercício, migraram para os partidos menores, vislumbrando a posição alfa dentro das coligações. Todavia, Marquinho Luanda ficou no PMDB com o Reis, quando a lógica eleitoral já indicava que somente um se elegeria. Logo, naquele momento, todo o cenário já estava construído, enquanto que precisava do tempo para ser materializado.

Na construção da imagem de uma suposta oposição política que o desvincularia da prefeita Solange, Marquinho Luanda cometeu dois erros graves, quando apareceu no palanque com a velha guarda do grupo, utilizando a palavra RENOVAÇÃO. Mas, a cereja do bolo está no fato que a maioria ainda não parou para analisar: – O atual candidato a prefeito foi um dos vereadores que votaram pela manutenção da reprovação das constas do ex-prefeito Mandiocão, sendo a pessoa que, tecnicamente, mais se beneficiaria com o ato. A questão é: – Foi tudo calculado, ou o destino se dedicou em colocar todas as peças nos lugares exatos para que estivéssemos analisando todo o contexto no momento? – Esse julgamento caberá à opinião pública nas urnas.

Por fim, quando o Marquinho Luanda se analisa, ele se vê no PMDB do Aires Abdalla, quando, na realidade, ele está no PMDB do Michel Temer, do Eduardo Cunha, da Solange e do Reis. Logo, os votos dedicados ao candidato a deputado federal, em 2014, foram computados para legenda, alimentando a rede de forma direta e indireta, construindo a fábrica de deputados, que a prefeita não conseguiria agregar votos diretamente ao Eduardo Cunha, tratando-se de Rio Bonito.

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

Sandro Geddes e Aires Abdala.

O empresário que está crescendo a cada dia no conceito da opinião pública

Sandro Geddes e sua esposa Gleice Geddes.

Sandro Geddes e sua esposa Gleice Geddes.

Deixando de lado a novela mexicana da candidatura do Mandiocão, por enquanto, e aproveitando o tsunami da audiência que ultrapassou as 21.000 visualizações  no 13º dia deste mês, colocarei o candidato Sandro Geddes para surfar dentro da opinião pública, diante do impacto que o empresário tem causado dentro do território político do vereador Reis.

Sandro Geddes já começou sua campanha com a benção do ex-prefeito, Aires Adballa, passeando com o padrinho político e amigo por Rio Bonito, focalizando, principalmente, as imediações da Praça Cruzeiro, Rio dos Índios, Parque indiano, Parque das Acácias, Parque da Luz e o Basílio. A questão é: – Os 10.000 votos fiéis do Abdalla se transfeririam ao Sandro Geddes na eleição proporcional para o cargo de vereador? Na dúvida, os cartolas dos grupos políticos isolaram o candidato na fase preparatória, enquanto que o Sandro quase não conseguiu ingressar ao pleito. Simplesmente, tentaram fazer com o candidato o mesmo que fizeram com o Caneco.

Entre os mortos e feridos, o sobrevivente político continuou atuante no Parque Indiano e no Basílio, investindo seus empreendimentos nos bairros, valorizando a vizinhança com sua representatividade dentro dos problemas cotidianos, fazendo as denúncias através dos vídeos, deixando o vereador Reis inoperante diante à opinião pública, dentro do seu reduto eleitoral, mesmo com a presidência da Câmara Municipal ao longo de todo mandato de 2013-2016.

O empresário tem o projeto de instalar o boliche no Parque Indiano, enquanto que o mesmo não desistiu do projeto estrutural do SENAI, que foi colocado na gaveta por parte do staff da prefeita nesse governo. Em suma, eu desejo sorte ao candidato, que é empresário, casado, pai de dois filhos, demonstrando ter pretensões maiores para o futuro, tanto na política como na sociedade riobonitense.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

 

José Luiz Alves Antunes (Mandiocão).

O único caminho para Mandiocão é brigar na Câmara Municipal, para mudar o veridito

Após a publicação da decisão do STF, no dia 10/08/2016, que definia a aplicação da Lei da Ficha aos candidatos com as contas rejeitadas pelos Tribunais de Contas dos Estados, estabelecendo o impedimento somente àqueles que já possuem as contas rejeitadas pelas Câmaras Municipais, a Suprema Corte Brasileira colocou os TCE`s na função técnica e constitucional, considerando seus relatórios como pareceres, deixando a responsabilidade da ética e da transparência na esfera do Poder Legislativo, através do voto dos vereadores.

No caso do Município de Rio Bonito, os efeitos da Lei da Ficha Limpa serão devastadores com o ex-prefeito, José Luiz Alves Antunes (Mandiocão), que teve suas contas, referentes ao ano de 2012, reprovadas pelo TCE-RJ em 2013, enquanto que a Câmara Municipal manteve a reprovação. Assim, o pré-candidato do Partido Progressista não terá caminho para garantir sua candidatura, mesmo com as liminares, tendo em vista que os processos eleitorais deverão ser decididos até a Eleição. Todavia, após as pesquisas realizadas nos últimos dois dias, consegui encontrar uma brecha para o Mandioção. Entretanto, sua solução não estaria na esfera do Poder Judiciário, mas do Poder Legislativo, pelo qual um dos dez vereadores poderia solicitar a realização da sessão extraordinária, objetivando a revisão da sessão que reprovou as contas do ex-prefeito em 2013, o que exigiria uma sessão extraordinária para a votação do pedido e outra para a reavaliação do ato questionado, desde que a mesa diretora o receba e não o engavete nos anais da burocracia.

É importante analisarmos que, conforme a decisão do STF, se as contas reprovadas em 2013 fossem reanalisadas, seguindo para uma nova votação, o ex-prefeito Mandiocão estaria sem qualquer impedimento legal para concorrer ao pleito, caso o resultado dos votos inclinasse pela APROVAÇÃO. Pessoalmente, não acho ético esse tipo de movimento, todavia, existe tal possibilidade, desde que o grupo político consiga ultrapassar as barreiras dos interesses pessoais e ideológicos dos vereadores. Assim, analisando a postura dos parlamentares nas votações dos pareceres das comissões que analisaram a matéria, o ex-prefeito teria o apoio do Cláudio Moraes (Claudinho do Bumbum Lanches), Aissar Elias, Rita de Cássia, que é sua vice, Carlos Luiz de Carvalho Jr (Jubinha), e Marlene Pereira, o que lhe daria 05 (cinco) votos, correspondendo a 50% das cadeiras da Casa Legislativa. Mas, em contrapartida, os vereadores Reginaldo Ferreira Dura (Reis), Marcos da Fonseca (Marquinho da Luanda Car), Edilon de Souza Ferreira (Dilon de Boa Esperança), Márcio da Cunha Mendonça (Marcinho Bocão), e Abner Alvernaz Jr (Neném), inclinaram pela reprovação das contas na época, enquanto que o Marquinho Luanda é o candidato a prefeito pelo PMDB, o que já indica a tendência da mesa diretora da Câmara Municipal.

É importantíssimo analisarmos o fato de que o Mandiocão teve as contas reprovadas na Câmara Municipal de Rio Bonito com 05 votos pela rejeição e 05 votos pela aprovação.  Conforme a regra regimental, seriam necessários 07 votos para a aprovação das contas. Em tempo, a tese construída se baseou no histórico do processo decidido no STF essa semana, enquanto que cada Câmara Municipal possui seu regimento interno, além da subordinação constitucional à Lei Orgânica Municipal. Logo, os prazos e as condições ambientais são totalmente diferentes de uma Casa Legislativa para outra.

Por fim, independentemente dos caminhos que serão escolhidos pelo ex-prefeito na busca pela legitimidade da sua candidatura, é importante atentarmos para o fato de que o grupo político do Marquinho Luanda está contando que o voto do Mandiocão migrará para o seu candidato. Todavia, precisamos lembrar que o Marquinho Luanda demonstrou-se favorável pela REJEIÇÃO das contas em 2013. Assim, seria contrassenso  por parte do eleitor do Mandiocão inclinar-se a votar no vereador que mais se beneficiou com ato.

Em conversa com alguns analistas políticos intimamente ligados ao Poder Legislativo local, o grupo político do Mandiocão tentou reverter a situação na época, não logrando êxito na votação, enquanto que o prazo regimental não permitiria a aplicação da tese supramencionada, no caso da Câmara Municipal de Rio Bonito. Em suma, todas as portas estariam fechadas para o ex-prefeito, em função da Lei da Ficha Limpa, tanto na Justiça Eleitoral quanto na Câmara Municipal.

Precisamos repensar Rio Bonito, como cidade e sociedade.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Puxaram o tapete do Caneco, mas ele deu a volta por cima em 2016

Carlos Cordeiro Neto, popularmente conhecido como Caneco, é oriundo da tradicional família Cordeiro, cuja história se confunde com o poder legislativo municipal, que conta com representantes do povo nas últimas três gerações, enquanto que a maior comenda da Casa Legislativa possui o nome do seu avô, Carlos Cordeiro.

Com quatro mandatos legislativos consecutivos no seu histórico, o Caneco ingressou na carreira política em 1996, presidindo a Câmara Municipal no biênio 2003-2004. Infelizmente, ele não logrou êxito na última eleição, em 2012, tendo em vista que, embora tivesse obtido 1105 votos nas urnas, não conquistou a cadeira, em função das fórmulas da proporcional, cujas variáveis  intervenientes são alteradas pelas coligações.

Para o público que não participou dos bastidores nas Eleições Municipais em 2012, as lideranças políticas tinham decidido que o Caneco não participaria do pleito, dentro da coligação liderada pelo PMDB, cujo comando estava nas mãos do Marquinho Luanda e do Reginaldo Ferreira Dutra, que é o atual presidente da Câmara Municipal de Rio Bonito, conhecido popularmente como Reis, enquanto que ele não teria mais tempo hábil para migrar para outro partido ou coligação, em função da burocracia e do cronograma na época. Todavia, eu estava auxiliando a campanha naquele momento, enquanto que interferi diretamente nos interesses políticos, indicando que era um erro que estavam cometendo, enquanto que  afetaria a imagem do grupo diante da opinião pública, principalmente na juventude. Assim, nas últimas horas do último dia do prazo, o Caneco estava ingressando na competição.

Nas Eleições Municipais em 2016, não foi diferente, enquanto que repetiram a dose, excluindo o candidato com 1100 votos registrados no seu histórico, sob a alegação partidária de que o Caneco atrapalharia a composição já construída dentro das coligações, assim, ele foi considerado uma ameaça interna, principalmente aos vereadores em exercício, por ser um candidato com o universo eleitoral maduro e fiel. Serei muito direto e objetivo, tendo em vista que, em 2012, a Solange Pereira de Almeida levou em consideração as variáveis e a opinião pública, mantendo o candidato na coligação, mesmo contrariando a lideranças. Todavia, tendo em vista que o Marquinho Luanda é o alfa desta eleição, ele não parou para analisar os efeitos da decisão, através da gestão do impacto, demonstrando que sua equipe estratégica não está sincronizada com o ambiente político, deixando o Caneco à deriva. Bem, pelo menos, essa era a intenção do grupo político.

Ironicamente, o Caneco foi convidado pelo Marcos Abrahão para ser seu vice-prefeito na majoritária pelo PT do B, trazendo a emoção ao panorama político rio-bonitense, enquanto que, caso o Marcos Abrahão seja eleito prefeito em 2016, o destino pregará a peça na coligação do PMDB e na vaidade pessoal das suas lideranças.

Por Nadelson Costa Nogueira Junior