Posts

15800614_1292242160835163_748046036254401610_o

Vice-prefeita Rita da Educação vira Rita da Saúde, mantendo os padrões dos governos anteriores na PMRB

whatsapp-image-2018-02-03-at-08-53-21Na última sexta-feira, dia 02 de fevereiro de 2018, a vice-prefeita de Rio Bonito, Rita de Cássia Antunes Borges Martins Gomes, popularmente conhecida como Rita da Educação, foi nomeada para o cargo de secretária municipal de saúde, símbolo SM, a contar de 02/02/2018, alcançando o ápice da sua carreira executiva e controlando, literalmente, um terço do orçamento municipal para 2018, no valor estimado em R$238 milhões, sendo R$79,3 milhões só para a pasta da saúde, que teve um péssimo desempenho no ano de 2017, salvo as propagandas do reforço de imagem do governo, com filas e agendamentos de longa espera no Loyola e nos postos de saúde, a UPA sem refrigeração e com problemas logísticos no estoque e almoxarifado, tendo em vista que o Município de Rio Bonito vem custeando a parte do Estado do Rio de Janeiro desde o anúncio da sua crise financeira, além dos empenhos superfaturados no transporte dos doentes, cujos carros foram maus utilizados pelo ente público, deixando a sociedade e os usuários dos serviços chupando dedo. Existem relatos do uso dos carros para a entrega de cachorro quente em festa de igreja no segundo distrito de Boa Esperança, por exemplo, enquanto que os doentes foram ignorados e deixados de lado.

No decorrer das eleições 2016, era visível e latente para a imprensa e a opinião pública que o grupo do prefeito Mandiocão estava fragmentado em 03 subgrupos políticos, sendo o primeiro original do prefeito, o segundo com o ex-secretário de saúde, Matheus Neto, como avatar, e o terceiro com a ex-vereadora e a atual vice-prefeita no comando, lutando por cada centímetro cúbico de influência e a atuação nos bastidores e nas apresentações no jogo do poder político. Dessa forma, também era latente e perceptível o conflito velado entre o grupo político do Matheus Neto e da Rita da Educação pela pasta da saúde e pela indicação do prefeito para a futura sucessão, lembrando a tradicional ritualística romana, quando o César levantava a mão do general e sucessor perante a sociedade nos festejos dos Deuses, com o escravo sussurrando no ouvido do indicado, dizendo-lhe que a morte era certa para todos.

A vice-prefeita estava com o controle da pasta da educação em 2017, que teve o orçamento real de R$58 milhões, recebendo o suporte extra de R$12 milhões do Governo Temer, totalizando R$70 milhões, enquanto que a educação municipal foi marcada pelos mandos e desmandos tradicionais nas direções escolares, com a merenda escolar comprometida na maioria das unidades, ficando mais latente a carência no interior, com a herança gerada no mandato do Mandiocão de 2005/2012, cujo caos foi mantido pela ex-prefeita Solange Pereira de Almeida, com as escolas sucateadas, professores desvalorizados e com péssimos salários, o FUNDEB utilizado de forma subjetiva, além da manutenção contínua dos contratos dos profissionais da saúde através do processo seletivo, quando a demanda deixa clara a necessidade do concurso público e do fim do cabide de emprego na educação, o que acabaria com o capital político do governante nas eleições seguintes.

Pelo julgamento histórico em 2017 e início de 2018, a vice-prefeita fez mais iniciativas plásticas com as pinturas e os trabalhos de imagem do que as intervenções e transformações essenciais e necessárias de fato na educação municipal, mantendo a tradição do mais do mesmo, vendendo a imagem de uma realidade editada no computador, cuja cereja do bolo foi o fechamento de uma escola no Quindão (Escola Municipal Casimiro de Abreu), no 2º Distrito de Boa Esperança em 2017, e de duas escolas, sendo a de Rio Mole e da Colina da Primavera, sem qualquer diálogo com a sociedade, o conselho municipal de educação e a Câmara Municipal, com a expectativa de fechar a escola de Cachoeiras dos Bagres ainda em 2018.

Por fim, a transição da vice-prefeita para a pasta da saúde poderá ser a volta por cima de tudo e a reinvenção de uma possível sucessão no poder para o Madiocão. Todavia, considerando o ambiente político local, acredito que já deixaram bombas instaladas propositalmente na pasta da saúde, que explodirão nas mãos da Rita de Cássia e que comprometerão seus planos para o futuro em relação ao cargo de prefeito, materializando o famoso fogo amigo ou a sabotagem no jogo do poder pelo poder. O primeiro desafio da vice-prefeita será a manutenção da UPA e das licitações deixadas pelo ex-secretário de saúde, num período em que o governo só possui 0,5% (meio por cento) de flexibilidade. É importante lembrar que estamos em ano eleitoral, enquanto que o Partido Progressista exigirá o apoio e a logística política na região para os seus candidatos ao Congresso Nacional, ALERJ, governo do Estado e Presidência da República. Dessa forma, a vice-prefeita e o prefeito não terão muita opção, diante do desgaste político e jurídico provocado na campanha eleitoral em 2016, que mantém o Mandiocão sentado na cadeira de prefeito, sustentado numa liminar, que arrancou a eleição, no tapetão, do Marcos Abrahão e a soberania da Câmara Municipal de Rio Bonito.

 

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior:.

p_20170118_092720

Avaliação do primeiro trimestre do governo Mandiocão

Peço desculpas aos meus amigos, familiares e aos empresários rio-bonitenses, mas é preciso acreditar em alguma coisa para existir. É necessário seguir a linha da coerência na busca pela informação e na transmissão dos fatos, independentemente do veículo de comunicação utilizado.

Esse tem sido um período de controvérsias e da busca de redenção por parte do governo José Luiz Alves Antunes (Mandiocão), do PP (Partido Progressista), tendo em vista que ele sentou na cadeira e assumiu o cargo de prefeito, puxando o tapete dos outros candidatos e da própria democracia. Seguindo a lógica jurídica, no dia 02/12/2016, o TSE suspendeu a continuidade de todos os recursos contra o político, em função da liminar que o tornou temporariamente elegível. Dessa forma, a possibilidade de uma nova eleição, que é considerada um pesadelo para muitos e um sonho para outros, foi descartada. Mas, salvo àqueles que estão diretamente ligados ao grupo político vencedor e os apaixonados, ficou latente a mácula moral e ética registrada no resultado das Eleições 2016, quando seus 14.826 votos foram anulados, contrariando as afirmações apresentadas no palanque pelo então candidato e sua equipe da articulação política.

Mesmo com a aprovação alta perante a sociedade, o atual governo começou seu legado, cometendo erros atrás de erros, decretando a calamidade financeira, sem ter anunciado o valor real da dívida herdada do governo anterior, porque não sabia ou lhe era conveniente não informar. O fato é que informaram à opinião pública que a dívida era de R$71 milhões, quando na verdade ela se limitava aos R$55 milhões. O prefeito nomeou parentes, materializando a prática do nepotismo, mesmo com o posicionamento desfavorável do STF (Supremo Tribunal Federal) em relação à indicação do filho do prefeito da cidade do Rio de Janeiro, Crivella.  Conforme o posicionamento do vereador Humberto Belgues, houve superfaturamento na compra dos alimentos, comparando os preços pagos pela PMRB àqueles aplicados ao mercado consumidor.

Em março, a rede de ensino público municipal, com suas 42 escolas, já iniciou o ano letivo com a greve dos profissionais da educação, que exigem o aumento dos salários e a utilização correta do FUNDEB, cujo governo deveria usar 60% para a complementar e valorizar o salário do professor, enquanto que os outros 40% deveriam ser investidos nas escolas, mediante a proporcionalidade do número dos alunos matriculados, o que já faria a cobertura das obras de manutenção e dos investimentos sociais, incluindo a compra da própria merenda escolar.

Mas, o Mandiocão foi eficiente em relação ao governo anterior, tendo em vista que a manutenção da iluminação pública está em andamento desde o dia 06/03/17, as ruas estão limpas no centro, seguindo a logística paulatinamente para os bairros e localidades mais distantes, enquanto que a cidade teve sua tão esperada festa de carnaval, contando com a participação público privada. A vice-prefeita, Rita de Cássia, demonstrou força e articulação, quando trouxe a participação privada para o universo público, recebendo doações e fazendo a manutenção plástica da paisagem nas escolas, cuja degradação já se registrava em 2012, quando Mandiocão era o prefeito em seu penúltimo mandato.

Infelizmente, após analisar o primeiro trimestre do atual governo, não posso deixar de atentar para o fato de que o grupo do Mandiocão não saiu do palanque, dando evidência extrema ao atual secretário de saúde, Matheus Neto, deixando a vice-prefeita isolada no combate dentro da pasta da educação, permitindo que a opinião pública interprete a leitura de uma possível sabotagem. Mas, isso não será problema para a vice-prefeita, que cuidará da comunicação no momento certo, quando as janelas estiverem alinhadas para os projetos maiores, pois ela nunca fugiu do trabalho e está somando forças para sua perspectiva no futuro, que focaliza a prefeitura, sob sua visão e idealização.

Por fim, eu tenho certeza de que a maioria dos erros cometidos até agora por conta do governo não teriam ocorrido, se a Rita de Cássia fosse a prefeita. Mesmo com toda a burocracia nos cargos comissionados e nas pastas governamentais, há um diferencial no atual governo que nunca existiu no grupo do Mandiocão, anteriormente. Ele está no perfil perfeccionista da vice-prefeita, que deixa evidente sua assinatura na logística da iluminação pública, no diálogo e na confiança da classe dos empresários no governo, incorporando o espírito da verdadeira esperança na atual administração pública por parte da sociedade. No mais, espero que o Mandiocão dê mais ouvidos a vice-prefeita nos conflitos, porque ela já demonstrou que poderá fazer muito mais do que foi realizado até agora.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

15800614_1292242160835163_748046036254401610_o

Rita de Cássia é o político do ano de 2016, em Rio Bonito

A vice-prefeita, Rita de Cássia, trabalhando na reforma do Ambulatório Loyola.

A vice-prefeita, Rita de Cássia, trabalhando na reforma do Ambulatório Loyola.

Independentemente de quem o eleitor tenha votado em 2016 para prefeito, é latente a diferença na postura do governo José Luiz Alves Antunes (Mandiocão) e Rita de Cássia Antunes Borges Martins Gomes, tendo em vista que, há exatamente quatro anos, o governo Solange Pereira de Almeida, que foi eleito com o apoio do governador Sérgio Cabral, do então presidente da ALERJ, Paulo Melo, e uma carteira diversificada dos deputados do PMDB, liderados pelo Eduardo Cunha, ficou com a cidade paralisada por mais de seis meses, com a maioria dos secretários ostentando status nas redes sociais, através das viagens na Região dos Lagos, carros novos e jantares. O período também foi marcado pela perseguição política aos servidores públicos municipais, que eram técnicos e foram valorizados pelo governo Mandiocão nas gestões anteriores, acabando com a tecnocracia, substituindo-a por uma meritocracia subjetiva, que se vinculava exclusivamente ao nível de relacionamento afetivo ou político com a ex-prefeita e as lideranças do seu grupo político.

Com uma semana no governo municipal, Mandiocão e Rita estão sinalizando que a dupla veio para fazer a diferença em comparação ao modelo dos mandatos anteriores do prefeito e da Solange, que deixou a educação e a saúde pública em ruínas, priorizando a manutenção dos contratados e dos comissionados, abandonando a produtividade, a eficiência e o respeito ao contribuinte e ao cidadão riobonitense. A mudança na consciência do atual grupo político dominante se materializou com a postura da vice-prefeita, Rita de Cássia, que está trabalhando literalmente na reconstrução da coisa pública, fazendo a manutenção da sua imagem de forma positiva perante a opinião pública, dando lugar ao modelo do político e do gestor público idealizado pela sociedade, focalizando o trabalho, a inclusão e a participação social, a transparência,  e, principalmente, a coerência. Aliás, a Rita de Cássia está mantendo a coerência e a lucidez do período que foi secretária de educação e vereadora, cujos discursos eram eloquentes, profundos, objetivos e precisos.

É importante analisarmos que a vice-prefeita se demonstrou uma grande estrategista e articuladora política em 2016, quando trouxe o Mandiocão para o Partido Progressista, anunciando sua candidatura com o prefeito na convenção municipal, quando existia uma competição interna pelo cargo entre o Bruno Soares, atual secretário de desenvolvimento econômico, Matheus Neto, atual secretário de saúde, e Anderson Tinoco Luz, atual secretário de esportes e lazer e foi o vice-prefeito de Solange, além de ter focalizando suas forças na manutenção da legenda na eleição proporcional para vereador, articulando pela vereadora Marlene, que foi reeleita.

Por fim, considerando as dificuldades comuns de uma eleição municipal e o cenário complexo que foi desenhado em 2016, a vice-prefeita Rita de Cássia merece o prêmio do político do ano de 2016, porque ela focalizou o destino, não se distraiu com a oposição e a imprensa local, vencendo na eleição majoritária e proporcional, enfrentando todos os obstáculos internos e externos. Precisamos aguardar o transcorrer do mandato 2017/2020, todavia, minha intuição indica que o Mandiocão já tem sua sucessora legítima, que articulará para fazer o deputado estadual do grupo político nas próximas eleições em 2018, uma vez que essa é a única posição que está faltando para elevar a próxima eleição municipal à plenitude.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

 

14955969_619363528244169_4853874211040395572_n

TRE-RJ diploma Mandiocão como o prefeito de Rio Bonito para o mandato 2017/2020

15380467_636312369882618_188583184847904_nCom sua candidatura indeferida durante as eleições municipais em 2016, José Luiz Alves Antunes se diplomou neste dia 16/12/2016, cuja cerimônia oficial do Tribunal Regional Eleitoral foi realizada no Egrégio Tribunal do Júri da Comarca de Rio Bonito, às 14:00 horas, terminando, definitivamente, com a novela da dúvida alimentada pelos grupos políticos desde o dia 02/12/2016, quando o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) deu o veredito final, mantendo os acórdãos do TRE- RJ e fechando as portas para que os grupos políticos pudessem continuar com os recursos hierárquicos.

Mandiocão quebrou todas as regras da probabilidade matemática, uma vez que ingressou na competição eleitoral sob à imposição da Lei Ficha Limpa, quando teve suas contas reprovadas pela Câmara Municipal em 26/11/2013, transformando o impossível em realidade, quando alegou o cerceamento de defesa e perseguição política, suspendendo a sessão legislativa, tornando-se elegível e ficha limpa, conquistando a primeira posição nas urnas, com 14826 votos, além de deixar a prefeita, Solange Pereira de Almeida exposta, uma vez que ela não conseguiu eleger o sucessor, que obteve 8000 votos, mesmo com a máquina à disposição e o apoio da maioria dos vereadores, tendo a pior expressão eleitoral na história. Logo, não é errado afirmar que a vitória do candidato do Partido Progressista pode ser considerada tripla, analisando seus efeitos perante à concorrência.

Analisando o ambiente político e representativo rio-bonitense, Mandiocão assumirá a cadeira do prefeito no dia 01/01/2017, enquanto que o deputado estadual, Marcos Abrahão, continuará  na ALERJ. Por outro lado, conforme os comentários pelos corredores do poder, Solange Pereira de Almeida tem planos para se candidatar ao cargo de deputado estadual em 2018, mesmo diante do tsunami dos processos administrativos e judiciais, enquanto que a lógica indica que sua vida política ficará paralisada por, pelo menos, 08 anos, em função da sua primeira condenação no STJ, o que a coloca na classificação da ficha suja, antes do trânsito em julgado.

Por fim, simula-se que o atual governo deixará o déficit mínimo de –R$23 milhões, acompanhando o resultado de 2015, enquanto que o orçamento estimado em 2017 indica a redução aproximada de -R$40 milhões por conta dos cortes por parte do Estado e da União, deixando um terço do orçamento anual comprometido para o futuro prefeito, que terá que consertar os estragos provocados pela incompetência desta gestão, que deixou a sensação de que a cidade adormeceu nos últimos quatro anos, encerrando seu legado sem monumentos ou nomes registrados na história.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

14053797_687326828086279_5756000540273029695_o

Mandiocão é o prefeito eleito pelo TRE-RJ e governará Rio Bonito no mandato de 2017/2020

14938399_10205770823109415_6850326308401022874_n-copiaA maioria dos rio-bonitenses ainda está se perguntando quem será o prefeito eleito de Rio Bonito para exercer o mandato 2017/2020, diante dos conflitos e dos recursos gerados na justiça eleitoral desde a largada oficial da campanha política nas eleições 2016, que resultou na vitória do José Luiz Alves Antunes, popularmente conhecido como Mandiocão, com 14.826 votos. Todavia, no momento do anúncio da vitória no dia 02/10/16, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) o Marcos Abrahão como vencedor, enquanto que o Mandiocão teve seus votos anulados, em conformidade à minirreforma eleitoral da Lei nº13.165/15, tendo em vista o indeferimento da sua candidatura, em função da reprovação das contas de 2012 do ex-prefeito por parte da Câmara Municipal de Rio Bonito, enquadrando o candidato na Lei da Ficha Limpa e no artigo 31, §2º da Constituição Federal.

Ainda no decorrer da campanha eleitoral, a equipe jurídica do Mandiocão entrou com o pedido liminar no plantão judicial da capital, conseguindo suspender os efeitos da Sessão da Câmara Municipal, tornado o candidato elegível, uma vez que não havia qualquer outra circunstância que impedisse sua candidatura. Assim, o TRE (Tribunal Regional Eleitoral) analisou a situação do candidato, decidindo, com unanimidade, pelo deferimento da candidatura do José Luiz Alves Antunes, no primeiro recurso, mantendo a posição nos embargos de declaração.

Embora o processo do Mandiocão ainda esteja na fase do recurso dentro do TSE (Sub Judice), o TRE-RJ já proclamou o candidato a prefeito José Luiz Alves Antunes e sua vice, para a diplomação, a qual realizar-se-á no dia 19/12/16, às 14:00 horas, no Egrégio Salão do Júri da Comarca de Rio Bonito, localizado no Edifício do Fórum.

14902909_10205770826749506_543393366294256228_oEsse é um momento que exige a reflexão do cidadão  e de toda sociedade rio-bonitense, tendo em vista que, mesmo com a candidatura comprometida, o Mandiocão recebeu o voto de confiança da maioria dos eleitores, enquanto que seria contrassenso não proclamá-lo o prefeito eleito, tendo em vista sua participação na campanha eleitoral, enquanto que o próprio TSE já tinha perdido o prazo, estabelecido por ele mesmo, para resolver todos os recursos, que seria o dia 20/09/16. Em tempo, é importantíssimo esclarecer a opinião pública de que a vitória do Mandiocão nos recursos e com unanimidade não foi nada fora da normalidade, tendo em vista que seu impedimento não era eleitoral, mas constitucional, enquanto que o mesmo foi suspenso por força de uma liminar na justiça comum. Logo, se eu fosse membro da turma que fez a votação do recurso e dos embargos de declaração, votaria pelo deferimento da candidatura também.

Pessoalmente, acho que o Mandiocão será diplomado, assumirá o cargo de prefeito no dia 01/01/2017, enquanto que os recursos no TSE e no STF, se for o caso, lhes serão favoráveis, uma vez que a luta real está na Justiça Comum, enquanto que a parte legitimada na demanda é a própria Câmara Municipal.

No final, terei que tirar o meu chapéu para o Mandiocão, uma vez que ele começou a campanha inelegível e com as contas reprovadas. Agora, ele está elegível e com as contas temporariamente em dia, faltando-lhe a reversão das multas que lhe foram aplicadas até o momento. Logo, ele não venceu a eleição somente, mas lutou contra a probabilidade matemática e jurídica, conquistando o direito de se sentar no trono do poder pela quarta vez.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior