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Você sabe quanto custa um vereador em Rio Bonito?

O leitor que estudou OSPB (Organização Social e Política do Brasil) e Educação Moral e Cívica na década de 1980, saberá responder na ponta da língua, que os vereadores tem a função de fiscalizar o Poder Executivo e de legislar, que significa fazer leis. O problema é que as duas disciplinas foram banidas da grade curricular com a abertura democrática, levando consigo a propagação do civismo, nacionalismo e da cidadania. Dessa forma, as gerações, que nasceram na década de 1990 para cá, não tem a menor ideia de como funciona o sistema público, o que é uma república e as funções dos políticos. Os heróis deles são o Pablo Escobar e a linha de produção das séries dos narcotraficantes em Hollywood ou em Paulínia – SP.

Em Rio Bonito, localizado no Estado do Rio de Janeiro, era para os vereadores fiscalizarem as contas públicas, os gastos, investimentos e projetos executados pelo Município. O problema é que eles não fazem, e, quando o fazem, é sempre pelos objetivos pessoais ou do grupo político. Quando o assunto é legislar ou fazer leis, o critério da qualidade despenca, enquanto que a maioria se utiliza da máxima reversa: “na natureza, nada se cria. Tudo se copia”.  Assim, com as funções CTRL + C e CTRL+V, os poucos projetos nascem, contrariando a constituição e atrapalhando a vida dos cidadãos e dos empresários.

A Câmara Municipal é a representação do Poder Legislativo na jurisdição municipal. Ela é autônoma, possui 10 vereadores e custa mais de R$6 milhões por ano ao contribuinte, com seu duodécimo. Isso quer dizer que cada vereador custa R$600.000,00 por ano, R$50.000,00 por mês e R$1.666,66 por dia, com a hora trabalhada computada em R$208,33. Agora, se pensarmos na Câmara Municipal como um todo, ela consome, em média, R$500.000,00 por mês, R$125.000,00 por semana, R$62.500,00 por sessão legislativa realizada.

Na prática, com o custo mensal de um vereador em Rio Bonito, daria para manter 25 professores e 22 médicos concursados na rede Municipal.

Certamente, aparecerá alguém patrocinado pela folha de pagamento, argumentando que o salário do vereador é de R$6.800,00 por mês e que os cálculos são absurdos, não batendo com a veracidade dos fatos, demonstrando a ignorância e a incapacidade na interpretação do fato e do ato administrativo em relação ao cálculo do custo, que é justamente uma das tarefas do vereador no cumprimento da função nobre do fiscal, ratificando a essência desta resenha.

Por fim, a Câmara Municipal é um elefante branco, enorme, gordo e desengonçado, que tem servido mais de enfeite à democracia rio-bonitense, afastando-se do seu ideal como instituição política na construção da sociedade a cada eleição realizada nos últimos 30 anos, sem se preocupar com a opinião pública e os índices de aprovação, porque o objetivo do político não é materializar as políticas públicas, mas controlar o duodécimo, sem a transparência e a participação popular necessárias.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Inspirado no exemplo da vereadora Marlene, Rafael Caldas investe no trabalho voluntário no Rio do Ouro

16708306_162241357612886_4441334804800153241_nCom 48 horas após a publicação da resenha, que apontava o exemplo da vereadora Marlene Carvalho Pereira na fiscalização dos serviços públicos e na atuação dentro do bairro da Serra do Sambê, o vereador Rafael Caldas, popularmente conhecido como Rafael do Rio do Ouro publicou sua atuação na pintura do quebra-molas no bairro do Rio do Ouro, apontando para o fato de que está acompanhando a leitura da opinião pública e buscando exemplos positivos para se espelhar e replicar na sociedade.

O vereador Rafael Caldas, filiado ao PT do B, está no seu primeiro mandato, obtendo 1051 votos nas urnas, demonstrando lealdade e respeito ao deputado estadual Marcos Abrahão, que o apoiou diretamente na última eleição, assumindo a posição de mentor e conselheiro. Ele está entre os 07 vereadores que votaram na manutenção do vereador Reginaldo Ferreira Dutra na presidência da Câmara Municipal pelo terceiro biênio consecutivo. Mesmo diante do carma gerado perante à opinião pública com a escolha do presidente da Câmara Municipal, vejo-lhe com possibilidades de progressão na carreira política.

16711839_162241350946220_1306241263466606380_nO vereador compreendeu a força da comunicação social e do trabalho de imagem dentro da política, sentindo o peso das decisões prematuramente. O simples fato dele tentar acompanhar o modelo de trabalho da vereadora Marlene Carvalho Pereira, já deve ser considerado como um avanço e a possibilidade de uma futura aliança dentro da Casa Legislativa com a liderança do governo.

Por fim, como pai, marido, filho e cidadão, ainda acredito no potencial das pessoas, desde que haja o exemplo para que possam se espelhar. O Rafael Caldas merece uma observação mais detalhada por parte da opinião pública, tendo em vista que foi o primeiro da nova geração a demonstrar alguma preocupação com a opinião pública, mesmo que seja tardia. Os outros seis vereadores que votaram no Reis para a presidência, continuaram no silêncio, no egoísmo e na esperança de que tudo caia no esquecimento, mesmo com as redes socais para registrarem as memórias no tempo e no espaço.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Os vereadores novatos deveriam seguir o exemplo da Marlene, focalizando o trabalho

Enquanto a maioria da Câmara Municipal de Rio Bonito está flutuando na plenitude do poder, passando por cima da opinião pública e brigando pelo duodécimo no valor de R$500.000,00 por mês, a vereadora Marlene Carvalho Pereira, que está no seu segundo mandato consecutivo, acompanhou o processo de limpeza das ruas na Serra do Sambê, exercendo o principal papel do Poder Legislativo, que é a fiscalização do Poder Executivo e dos serviços essenciais.

A vereadora Marlene Assistente Social, do PPS, obteve 1288 votos nas Eleições de 2016, sendo a terceira mais votada, assumindo a posição de liderança do governo na Câmara Municipal, contando com o apoio dos vereadores Humberto Guarda e Claudinho do Bumbum Lanches, formando a minoria das dez cadeiras no plenário.

Embora tudo pareça simples e muito óbvio, a postura da Marlene merece a observação e o elogio dos riobonitenses, tendo em vista que ela está acompanhando os mutirões para a recuperação das unidades de saúde, além de fazer questão de fiscalizar as atuações do Poder Executivo dentro do seu bairro, a Serra do Sambê. Ela poderia estar fazendo reuniões nos restaurantes e curtindo o período do recesso legislativo, quando manteve a coerência e a postura, executando as funções do vereador dentro da sociedade, da cidade e da própria opinião pública.

Por fim, enquanto que muitos dirão que é autopromoção por parte da vereadora Marlene, como cidadão e escritor, prefiro ver de outra forma e de outro ângulo, como o início da aplicação da comunicação social e da transparência dentro do âmbito legislativo, servindo de inspiração e exemplo àqueles que estão no primeiro mandato e tem muito para aprender sobre política, código de ética e cidadania, porque o salário exige a contrapartida do trabalho com excelência.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Rio-bonitenses anseiam por mudança na Presidência da Câmara Municipal, depois do escândalo do concurso público municipal

Como menos de dez dias após a eleição municipal realizada em 02/10/2016, houve o vazamento proposital da fotografia na qual estavam os vereadores eleitos para o mandato de 2017/2020, Abner Alvernaz Júnior, o Neném de Boa Esperança (PMN); Edilon de Souza Ferreira, o Dilon de Boa Esperança (PSC); Cláudio da Fonseca Moraes, o Claudinho do Bumbum Lanches (PR); Fernando Carvalho, o Fernando da Mata (PMN); Fabiano Cardoso, o Xeroca (PTB); e Reginaldo Ferreira Dutra, conhecido popularmente como Reis (PMDB), que é o atual presidente da Câmara Municipal, perpetuando-se no controle da Casa Legislativa ao longo do mandato 2013/2016, deixando entender que já tem os votos necessários para sua manutenção no cargo alfa, incluindo o controle do repasse do duodécimo constitucional, que, em 2016, ficou no valor médio mensal de R$500.000,00.

Dos nomes supramencionados, Reginaldo Ferreira Dutra, Abner Alvernaz Júnior, Edilon de Souza Ferreira e Cláudio Fonseca de Moraes conseguiram se reeleger, enquanto que a Câmara Municipal teve 50% de renovação, trazendo Humberto Alexandre Belgues, do PT do B, de volta ao Poder Legislativo, cujo perfil competitivo deixa latente seu interesse na disputa pela presidência da Casa Legislativa, bem como a concorrência ao cargo de prefeito, no futuro próximo.

Embora o jornalista Flávio Azevedo defenda a tese de que o Reis seria favorecido pela regra da casa, no caso do empate, e a formação da suposta base aliada, conforme a fotografia deste artigo, eu ousarei discordar, uma vez que da data da divulgação da fotografia para cá já aconteceram vários episódios, que trouxeram o vereador Reis para o centro da trama, começando justamente por sua atual posição na presidência da Câmara Municipal, cumulada com o escândalo do concurso público da prefeitura municipal de Rio Bonito, cujas principais posições foram preenchidas por pessoas ligadas diretamente ao vereador e aos membros do seu staff. Assim sendo, por maiores que sejam as cartas na manga por parte do Reis, seria contraditório à lógica democrática e da renovação que os vereadores recém-eleitos não materializassem a renovação, começando pela mudança do nome na presidência da casa. Por outro lado, caso o vereador Reis venha se perpetuar na presidência da Câmara por mais um biênio consecutivo, ficará latente para a opinião pública que os novos vereadores já começaram o exercício do mandato da forma errada, mantendo as coisas nos mesmos lugares.

Me atreverei a dizer que, caso os vereadores tivessem a visão do futuro, eles não apareceriam na fotografia. Logo, a manutenção da atual presidência da Câmara Municipal seria o mesmo que assinar uma declaração pública de não importância com a opinião pública e os fatos que levaram a cidade de Rio Bonito aos jornais nas últimas semanas. Mas, se a Monarquia Legislativa for mantida, os novos vereadores terão o mesmo destino político do vereador, Marquinho Luanda, que perdeu a eleição para prefeito justamente por sua proximidade extrema e contínua ao vereador Reis, que lhe trouxe tamanha negatividade, colocando-lhe como o candidato da situação com a pior resposta nas urnas, nos registros históricos rio-bonitenses.

Por fim, com exceção do vereador Edilon de Souza Ferreira (PSC), que é o fiel escudeiro do Reis, ainda tenho a esperança de que os novos vereadores se aproximem da vereadora Marlene, que também conseguiu se reeleger, e do vereador Abner Alvernaz Júnior,  vislumbrando constituir a mesa diretora mais democrática e livre dentro da Câmara Municipal de Rio Bonito para o biênio 2017/2018, porque a renovação foi uma palavra empregada no palanque e que precisa ser praticada em nome da democracia e do respeito ao eleitor e ao cidadão, enquanto que os vereadores não poderão permitir a hipótese da disputa entre 03 candidatos  à Presidência da Casa Legislativa, pois, assim, o vereador Reis continuaria no cargo.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Anderson Caldeira, o candidato que trouxe a alma aos comícios em 2016

Na noite do dia 27/09/2016, eu entrevistei o candidato a vereador, ANDERSON CALDEIRA, do PPS, casado com Maria Fernanda, servidor público federal, pai de cinco filhos, detentor de uma mente brilhante e cheia de ideias para Rio Bonito.

Em 2013, diante da ausência da transparência no governo municipal, o Caldeira iniciou o complexo trabalho de peticionar diretamente ao Município, vislumbrando levantar as informações pertinentes aos gastos públicos, começando pelos aluguéis, as licitações, chegado às audiências públicas, com a maior arma que o cidadão tem para o exercício da cidadania, que é a informação. Assim, no meio desta jornada, o policial rodoviário federal acabou exercendo, gratuitamente, a função do fiscal do Poder Executivo, que é uma das funções dos vereadores, que deixam de aplicá-la, ora por falta do conhecimento necessário, por preguiça ou comodismo com a coisa pública.

Como uma reação em cadeia no mundo físico, o exercício da cidadania e a busca das informações acabaram influenciando o Caldeira na jornada pela compreensão da política e da luta pelos direito do cidadão. Dessa forma, o ativista despertou, participando ativamente das eleições municipais, como candidato.

Embora, ele seja candidato ao cargo de vereador, é nítido o fato de que, caso seja eleito, seu perfil está diretamente ligado ao Poder Executivo, através da gestão das políticas públicas e da articulação entre o governo e a sociedade. Quando o Caldeira fala, o comício sai da inércia e entra no sincronismo necessário entre o candidato e a comunidade, com os posicionamentos reais e sinceros, diretamente ligados às necessidades dos bairros. Logo, não tenho nenhum problema em afirmar que o Anderson Caldeira se tornou a alma da campanha, com seus discursos calorosos, que tocam na ferida do sistema, trazendo a alma, há bastante tempo esquecida, ao palanque. Todavia, o conteúdo dos seus discursos não foram ao acaso, uma vez que o candidato fez o trabalho de campo nos bairros e nas comunidades, mapeando seus problemas e suas necessidades, antes mesmo de se candidatar, demonstrando preocupação, planejamento e comprometimento.

A verdade é que o palanque e o comício não ganham a eleição, porque o candidato deve estar no meio do povo, enquanto que o Caldeira se empenhou naturalmente para isso, sendo uma mente brilhante que faz questão de passar e de ficar na multidão.

Pessoalmente, acredito que o Anderson Caldeira será um parlamentar inquisidor e punhos de ferro dentro na Câmara Municipal. Se ele já estava atuante nos bastidores, provocando a abertura da máquina pública para a transparência, exercendo sua cidadania. Imaginem o que ele fará, se for eleito! Logo, o candidato é uma das revelações da campanha eleitoral, em 2016, para o Legislativo, enquanto que tenho certeza que sua luta não se limitará ao cargo de vereador, ganhando ou não neste pleito, tendo em vista que o homem de chapéu, com camisa amarela, tem tudo para ser o próximo prefeito de Rio Bonito em 2020 ou, talvez, 2024. Tudo dependerá das tramas do destino, que faz suas reservas e desafios em etapas, fechando portas de um lado e abrindo outras do outro.

Por fim, eu lhe desejo sorte na sua jornada, Anderson Caldeira.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

 

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No Sala Aberta, Nadelson Junior entrevista o Ricardo Abrahão

Nadelson Costa Nogueira Junior entrevista o candidato a vereador, Ricardo Abrahão, sobre suas propostas e ideias políticas para o Município de Rio Bonito. O Empresário, músico, designer e atleta, com 16 anos de experiência nos bastidores políticos, apresenta o mandato coletivo, o ICMS verde, a transparência nas contas pública, além da reflexão sobre a ética e o comportamento humano na atualidade. Vale a pena assistir.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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Na incoerência, Marquinho Luanda é o maior cabo eleitoral do Marcos Abrahão

Acompanhando os bastidores da campanha eleitoral em Rio Bonito, tenho detectado falhas na comunicação social e nas estratégias dos candidatos aos cargos de vereador e prefeito.

No caso dos vereadores, com raríssimas exceções, os candidatos estão assumindo posições que não lhes são pertinentes ao cargo, cuja essência do trabalho é fiscalizar o Poder Executivo, fazer leis e realizar o feedback com a sociedade, através das comunidades, associações e demais modelos  organizacionais existentes. Assim, tem sido comum ver o candidato a vereador fazer promessas disso ou daquilo, cuja responsabilidade é do prefeito, enquanto que os candidatos a prefeito estão se comprometendo o mínimo possível, tecendo promessas generalizadas, incluindo o conteúdo dos seus respectivos planos de governo.

Por outro lado, tem candidato a prefeito fazendo campanha para a concorrência, sem se dá conta disso, como é o caso do Marquinho Luanda, do PMDB, que está pedindo o voto de confiança do eleitor, batendo na palavra RENOVAÇÃO, quando está com a maioria dos personagens que atuaram ou que ainda atuam na política nos últimos 24 anos. Diante da incoerência entre o discurso e a prática no palanque, cada vez que o Marquinho Luanda fala na RENOVAÇÃO, ele está acionando o gatilho coletivo dentro da opinião pública para o deputado estadual, Marcos Abrahão, do PT do B, cujo grupo político e a equipe nunca atuaram oficialmente na esfera do Poder Executivo, salvo as funções do deputado.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

Jornalista Flávio Azevedo.

Flávio Azevedo pede seu voto, tendo seu trabalho jornalístico como testemunho

“Eu tenho plena consciência da desconfiança do brasileiro em relação à política e políticos. E o povo tem razão! Ouço muitos colegas dizendo que está ruim pedir voto, por conta desse ceticismo generalizado. Todavia, nos primeiros dias de campanha eleitoral eu tenho encontrado muito mais palavras de incentivo que de desânimo. Eu tenho encontrado muita gente descrente, mas também encontro muita gente querendo acreditar. Muitas pessoas estão carentes de proposta, postura, compromisso, verdade…

Os mercenários, a turma da boquinha, os pedintes em geral, essa galera segue no jogo do toma lá dá cá! Todavia, eu estou encontrando muita gente me dizendo que vai votar no Flávio, no João, no Antônio, ou no Pedro, simplesmente porque acredita neles! Riobonitenses que vão apoiar alguém sem querer nada em troca! Isso é sensacional e sinaliza que vagarosamente estamos mudando!

Assim, se o amigo ainda não tem compromisso com nenhum candidato a vereador, eu estou colocando minhas ideias (expostas ao longo dos últimos 10 anos) e trabalho a disposição de Rio Bonito e do riobonitense. Vote Flávio Azevedo, vote 45.123. Faça parte da onda #flavioazevedo45123

Por Flávio Azevedo
Wellington Doir.

Wellington Doir pede o seu voto de confiança. Desperta Rio Bonito!

“Os bairros e as comunidades precisam de representatividade e de voz dentro da Câmara Municipal, objetivando aproximar o cidadão e o governo,  a sociedade e a administração pública. Mas, representar somente não basta, é necessário que os bairros e as comunidades se organizem através das associações dos moradores e que os vereadores estejam mais presentes no cotidiano da nossa cidade, humanizando e valorizando o cidadão, que é muito mais do que um título de eleitor.

Por isso, venho até você, de corpo, alma e espírito abertos, para pedir seu voto de confiança, porque acredito que posso cumprir o papel do construtor das leis, do fiscal do poder executivo e da representatividade da vontade dos bairros e das comunidades rio-bonitenses. É importante construir e manter esse elo, porque não se pode governar sozinho dentro da democracia. Logo, quero estar contigo nessa jornada durante a eleição municipal, e depois, caso eleito, retribuindo com respeito e dedicação à população.”

 

Por Wellington Doir

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Doir, o inovador que acredita na autonomia dos vereadores e na organização dos bairros

Seguindo o projeto da construção do perfil político rio-bonitense para as Eleições Municipais de 2016 para a Câmara Municipal, apresentarei o perfil do pré-candidato a vereador, Doir Rodrigues de Sá, filiado ao PSC (Partido Social Cristão), filho de Hélio Rodrigues de Sá e Niva Fontes Silva, casado com Valéria, pai de cinco filhos, funcionário público, nascido em Rio Bonito, morador do centro, trabalhando há 18 anos no Fórum desta comarca.

Conhecido popularmente como Welington Doir, o pré-candidato está insistindo na sua quarta tentativa para ingressar no Poder Legislativo e assumir uma das dez cadeiras da Câmara Municipal, recebendo 484 votos de confiança nas urnas, em 2012.

Por sua origem humilde e batalhadora, na minha opinião, o Welington Doir é um dos maiores representantes dessa nova geração dos candidatos, que almejam a mudança positiva para nossa cidade, através do investimento financeiro e social na qualidade de vida do cidadão, priorizando a otimização dos serviços públicos, bem como a geração de emprego e renda aos rio-bonitenses e seus vizinhos através da iniciativa privada, focalizando a participação das comunidades e dos bairros, através das associações de moradores e das organizações locais, incentivando a o exercício da cidadania na solução dos problemas dentro do seu bairro e de toda cidade.

O pré-candidato também defende o fato de que é necessária a mudança dentro da casa legislativa rio-bonitense, incluindo sua organização administrativa e as operações dos gabinetes dos vereadores, cujos cargos estão diretamente centralizados nas mãos do Presidente, que utiliza a máquina já constituída como instrumento de controle e de barganha dos seus pares. Ele acredita que os vereadores precisam ter autonomia no exercício da função fiscalizadora e legislativa, independentemente da sua posição e da opinião sobre a diversidade dos fatos e dos atos que envolvem a administração pública, pois, somente assim, a democracia plena poderá ser exercida.

Em suma, enquando os políticos veteranos se calam em nome do bem pessoal e das suas regalias, o Doir faz questão de deixar bem claro o motivo da sua indignação e candidatura, bem como o foco do problema, cuja solução exigiria não somente a vitória nas urnas, mas sua inclusão na Presidência da Câmara Municipal.

Por Nadelson Costa Nogueira Junior