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A Saúde de Rio Bonito que a maioria dos riobonitenses não conhecem.

Na última sexta-feira, 05/12/2014, eu fiz uma visita rápida à Secretaria Municipal de Saúde de Rio Bonito e devo admitir que fiquei fascinado com a organização que encontrei no estoque e controle dos medicamentos, alimentos, material de limpeza e a papelaria. Primeiro, porque eu vi o caos que era no antigo DNER, em janeiro de 2013. Segundo, porque tenho visto tanta reclamação nas redes sociais, que, quando vi a logística e a organização aplicada, ficou aquela sensação de que a realidade não está batendo com aquilo que estão propagando pela internet e pelas ruas.

A equipe do estoque e controle da secretaria de saúde está sob a gestão e responsabilidade do Sr. Célio Chafim, que me permitiu acesso às dependências para que a sociedade veja a parte da Saúde que a maioria dos cidadãos riobonitenses fazem a menor ideia de que exista ou de como funciona. Simplesmente, Célio Chafim e sua equipe são responsáveis pela organização, controle e distribuição de todos os medicamentos e insumos da saúde para os postos de saúde do nosso município, ESF e a UPA. Sem eles, a saúde não anda e não se desenvolve.

O mais interessante de toda a experiência, foi o esclarecimento que o departamento transmitiu quanto à ausência de alguns medicamentos na rede municipal, tendo em vista que a entrada dos mesmos é em função do fornecedor licitado, enquanto que, na maioria das vezes que as reclamações aparecem nas redes sociais e nas ruas, são casos em que o medicamento não é localizado na unidade de saúde naquele momento, mas que a parte não aguarda o tempo necessário para que a logística possa encontrar o medicamento no estoque em outra unidade ou na central, causando a falsa ideia de que a máquina da saúde não está funcionando com eficiência. Existem os casos, inclusive, dos medicamentos que estão disponíveis na farmácia popular com preços baixos e alguns gratuitos.

Não poderia deixar de mencionar neste artigo que a sede da Secretaria Municipal de Saúde, que se localiza na Avenida Manuel Duarte, no bairro da Bela Vista, foi alugada pelo atual governo, tendo seu valor de R$4.000,00, mensais, questionado por muitos nas redes sociais e nas ruas. Por fim, posso dizer, sem qualquer sombra de dúvida, que diante da estrutura oferecida e das possibilidades e investimentos que foram aplicados, focalizando o bem estar da sociedade, o valor é mísero. Foram realizados investimentos estruturais no local, cuja finalidade foi exatamente montar o Departamento de Controle, Estoque e Logística do Município. O detalhe é que todas as alterações estruturais foram realizadas com parceiros, não havendo qualquer ônus ou despesas para o Município de Rio Bonito. Outrossim, as estruturas metálicas poderão ser removidas e transferidas para qualquer lugar a qualquer momento.

Cobertura em video (Qualidade FLV):

Observação: A distorção foi proposital para não comprometer o protocolo de segurança do departamento.

 

Nadelson Costa Nogueira Junior

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Almoxarifado da Secretaria Municipal de Saúde de Rio Bonito.

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Almoxarifado da Secretaria Municipal de Saúde de Rio Bonito.

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Almoxarifado da Secretaria Municipal de Saúde de Rio Bonito.

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Almoxarifado da Secretaria Municipal de Saúde de Rio Bonito.

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Almoxarifado da Secretaria Municipal de Saúde de Rio Bonito.

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A saúde do HRDV está acima da saúde dos riobonitenses.

A reunião do dia 24/11/2014, demonstrou somente uma coisa: – A saúde do HRDV está acima da saúde dos riobonitenses e das necessidades da sociedade, tendo em vista que estavam presentes a Prefeita, os vereadores responsáveis pela comissão da saúde, os representantes do conselho municipal de saúde, o presidente do sindicato dos enfermeiros, os servidores do HRDV, os médicos, a imprensa e a sociedade civil. Todos estavam presentes na reunião, menos a diretoria do hospital, alegando que o presidente estava doente. E assim, não apareceu ninguém para representar a instituição, mesmo com todos os cargos da diretoria devidamente preenchidos, incluindo o conselho fiscal e deliberativo. A ideia que foi transmitida é que o Hospital é uma instituição composta e representada por um único homem.

Se o Presidente da República ficasse doente, o Vice-Presidente o representaria. Na ausência do Vice, iria o Presidente do Senado. Na ausência do Presidente do Senado, seria o Presidente da Câmara dos Deputados. Na ausência da o Presidente da Câmara dos Deputados, iria o Presidente do Supremo Tribunal Federal. Eu entendo a ausência do presidente. Todavia, a asuência de qualquer representante ou do procurador do hospital, à reunião com a sociedade, é algo incompreensível.

Essa atitude precisa ser repensada por cada cidadão, porque o dinheiro público é oriundo dos tributos e impostos pagos por cada um de nós. A ausência demonstra a necessidade da gestão compartilhada.

 

Nadelson Costa Nogueira Junior

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EU TENHO ORGULHO DE SER SERVENTUÁRIO DA JUSTIÇA.

Em outubro, eu completarei 15 anos de dedicação ao TJRJ como serventuário. Ao longo destes anos, nunca perdi o foco e me esqueci dos motivos que me levaram a trabalhar no Poder Judiciário: – Fazer a diferença no serviço público e na aplicação da justiça. Posso afirmar, sem qualquer falsa modéstia, que tenho orgulho do meu trabalho, do meu Tribunal e, principalmente, da 2ª Vara da Comarca de Rio Bonito.

O orgulho e a gratificação se tornaram maiores, quando fiquei sabendo que o Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro ficou entre os quatro tribunais de justiça que atingiram 100% de eficiência em índice do CNJ, estando na liderança desde 2009, conforme o IPC –Jus, que leva em consideração o total dos processos em tramitação, o número de magistrados, o número de servidores (exceto terceirizados e estagiários) e a despesa total do tribunal, excluindo-se a despesa com funcionários inativos. Assim, de forma objetiva, um Tribunal é considerado eficiente quando consegue produzir mais com menos recursos.

Conforme os dados atualizados até junho pelo CNJ, as serventias da primeira e segunda instância cumpriram 95% da Meta 1/2014, que consiste em julgar quantidade maior de processos de conhecimento do que os distribuídos até 31 de dezembro. O TJRJ também cumpriu 80% dos objetivos gerais da Meta 2/2014, que prevê o julgamento, até o final do ano, de todas as ações ajuizadas até 31/12/2011 nos Juizados Especiais e nas Turmas Recursais, além de identificar e julgar pelo menos 80% dos processos distribuídos até 31/12/2010 no primeiro grau e até 30/11/2011 no segundo grau.

Por fim, mesmo diante das dificuldades do cotidiano cartorário, não tem como não expressar a satisfação, resultante do trabalho conjunto de toda organização. Os números e resultados falam por si só, enquanto que a 2ª Vara da Comarca de Rio Bonito cumpriu quase 200% da Meta 1, no mês de agosto.

Nadelson Costa Nogueira Junior

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Contando com o voto do político morto.

Há algo que a maioria das pessoas precisam compreender: – Os políticos querem os votos que seriam do Eduardo Campos. Logo, aparecerão lágrimas, manifestações e toda forma de teatro para aumentar o universo eleitoral. Na região sul e sudeste, os votos do PSB flutuarão para o Aécio Neves ou continuarão com a Marina Silva, se a mesma decidir continuar na disputa. Todavia, o Nordeste fechará com Dilma, porque a única resistência se foi.
A possibilidade da eleição presidencial ser resolvida no primeiro turno aumentou e se tornou tangível. Entretanto, quem possivelmente ganhará mais com a ausência do Eduardo Campos será o PMDB, tendo em vista que dois ministérios ficarão disponíveis para as negociações do poder. Essa, também, poderá ser uma oportunidade para o PR ampliar sua participação nas pastas ministeriais.
Uma coisa é certa: – Nessa eleição, a possibilidade de ficar em cima do muro só ocorrerá, se o eleitor anular o voto ou votar em branco, porque a terceira opção se tornou uma ilusão para a classe média. Aliás, a terceira opção já era uma ilusão para controlar o ambiente eleitoral até o segundo turno desde o início.

Nadelson Costa Nogueira Junior

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Anderson Tinoco é o Vice-Prefeito de Rio Bonito, gostando ou não.

Considerando o fato de que tenho lido inúmeros comentários sobre o vice-prefeito de Rio Bonito nas redes sociais, irei expressar minha opinião sobre o assunto: – Enquanto Andinho Tinoco estava calado e quieto, a mídia riobonitense não falava nada a favor ou contra. Todavia, agora, que ele está isolado do governo e demonstrando forte tendência em apoiar o candidato distinto da bancada governamental para governador, simplesmente, decidiram marretar.

Enquanto as críticas são negativas até o momento, eu me atrevo a ver a exclusão de Anderson Tinoco do governo de forma positiva, pois, ele é o vice-prefeito eleito pelo povo, gostando os governistas ou não. Simplesmente, ele não deve mais nada a ninguém. Se o Vice tiver que assumir o governo no futuro, ele poderá começar o processo do zero, literalmente.

Por fim, ironicamente, Andinho precisou ser excluído do governo, para se tornar evidente na política, porque, antes, o mesmo estava isolado, com somente cinco funções disponíveis, que foram exoneradas na primeira oportunidade pela prefeita. No mais, quanto mais baterem nele, será melhor para a opinião pública, porque o sistema não bate em cachorro morto, como querem demonstrar.

 

Nadelson Costa Nogueira Junior

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Não há intolerância religiosa em Rio Bonito.

Não vejo conflito ou intolerância religiosa em Rio Bonito, muito pelo contrário. Vejo a diversidade de pensamentos, de valores e de atitudes, que, independentemente da doutrina proferida pelo praticante ou pelo grupo, se encontram num único destino: – D-US.

Isso é algo tão evidente em nossa sociedade, que o obelisco maçônico construído há dezesseis anos na praça Astério Alves de Mendonça, em frente à antiga Estação Ferroviária, se coloca como testemunha, embora ninguém tenha mencionado o fato até a presente data.

Sou de Copacabana. Lá, a comunidade judaica, armênia e islâmica convivem em paz e se ajudam, mesmo com as diferenças religiosas, que são enormes em vários aspectos. Se em Copacabana pode acontecer isso, eu não tenho dúvida alguma de que Rio Bonito poderá constituir a harmonia e a unidade religiosa e comunitária, porque não existem diferenças a serem resolvidas, salvo as doutrinas e as escolhas pessoais dos seus líderes e representantes.

Ainda, mencionando o exemplo Copacabana, àqueles que forem visitar a Estação do Metro Cardeal Arco Verde, logo na saída da estação ficarão fascinados com o Menorah (castiçal de nove pontas), que é o símbolo do judaísmo. Mesmo assim, não houve briga entre comunidades, porque o respeito e a necessidade delas estão acima de qualquer outro valor ou ideia política.

Líderes religiosos, vocês devem se unir pelo bem maior, que é cobrar do governo, do cidadão e da sociedade, uma postura mais humanista e solidária com o próximo.

Pensem nisso.

“HARÊNI – Eu perdôo a todo aquele que me magoou e me zangou, ou que me fez mal, tanto ao meu corpo como à minha propriedade, à minha honra e a tudo que possuo; tanto contra a sua vontade ou com a sua vontade, tanto sem querer como premeditadamente, tanto com palavras como com ações; enfim, peço que nenhum ser humano seja castigado por minha causa.”

 

Nadelson Costa Nogueira Junior

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Análise do primeiro ano do governo de Solange Almeida.

Durante as eleições municipais de 2012, a sociedade rio bonitense pode testemunhar a mudança no discurso da candidata ao cargo de prefeito, bem como dos candidatos ao cargo de vereador, que participaram da coligação, a qual tinha começado com a visão humanista e assistencialista, passando para a visão tecnológica, sistêmica e progressista. Assim, as promessas saíram do contexto de que era preferível salvar uma vida que tapar um buraco, para o discurso de que seriam instalados o SENAI e a Escolta Técnica (IFF) na nossa cidade, focalizando a capacitação e a inserção do cidadão no COMPERJ, que é o terceiro maior empreendimento em execução no planeta. E seguindo nessa linha de raciocínio, a classe média depositou o voto de confiança, acreditando que o partido e os contatos políticos, no Estado e em Brasília, poderiam facilitar o cumprimento das promessas e do plano de governo proposto.
O ano de 2013 passou, sendo seu primeiro semestre marcado pela ausência, pelas perseguições àqueles que não eram simpatizantes ao governo e pelas falhas na prestação dos serviços públicos, tais como a iluminação e a limpeza. Com a desculpa de que o staff estava aprendendo, cumulado com a dívida herdada por parte da gestão anterior, nada ou muito pouco foi realizado em Rio Bonito.

No segundo semestre, logo no início de agosto, os ônibus do transporte universitário foram apresentados à sociedade, como uma promessa cumprida. Todavia, durante as reuniões realizadas com os universitários, tinha sido prometida a entrega dos 06 ônibus no final de março, enquanto que os mesmos teriam ar condicionado. Em suma, a promessa não foi cumprida totalmente, tendo em vista o atraso de quase 05 meses, enquanto que os ônibus chegaram sem o ar condicionado.

Mas, mesmo com passos de tartaruga, 2013 foi um ano muito produtivo, tendo em vista a malha asfáltica que foi colocada nas principais ruas do centro da cidade, através do projeto Asfalto na Porta, trazendo uma falsa ideia do progresso. Teria sido perfeito, se o asfalto não estivesse descolando em vários pontos, como, por exemplo, na Avenida Manuel Duarte, no bairro da Bela Vista, que foi o último ponto a ser instalado. Assim, a dependência da cidade aumentou em relação às usinas de asfalto e aos altos custos da manutenção. Logo, olhem onde já havia o asfalto, pois a alegria do motorista de hoje se tornará o inferno do amanhã por causa dos buracos.

Seguindo o plano da campanha para 2014, os bairros, como Green Valley, Jacuba e Cajueiro, continuam com a promessa da pavimentação com o Projeto Bairro Novo. Entretanto, acho muito difícil alguma coisa acontecer nesse ano, diante da Copa do Mundo, enquanto que, possivelmente, usarão esse mecanismo para pedir voto, condicionando a promessa após as eleições.

Sobre o SENAI, nada foi oficialmente resolvido até o momento. Sobre a Escola Técnica (IFF), o governo preferiu implantar o PRONATEC, com os cursos de informática e enfermagem, quando precisamos dos cursos industriais para o COMPERJ e o desenvolvimento do nosso próprio setor industrial no futuro.

Todavia, há unanimidade quanto ao trânsito da cidade, pois as alterações aplicadas no ano passado não resolveram o problema, como agravaram a situação, conforme a opinião pública.

Por fim, a avaliação do primeiro ano do governo é negativa, tendo em vista o não cumprimento das promessas realizadas no palanque durante a campanha eleitoral e o afastamento das metas traçadas no plano proposto. A avaliação política e ética se agrava com a ausência da transparência nas contas públicas, cumulada com um orçamento anual mínimo estimado em R$142.000.000,00, quando o governo possui a maioria dentro da Câmara dos Vereadores. Em suma, mesmo com os recursos próprios do Município e as dívidas herdadas, a atual administração poderia ter realizado milagres políticos e econômicos, que não são tão difíceis assim. Mas, optaram em fazer a receita da gestão que supervaloriza o grupo político e escraviza a sociedade, que só poderia ser quebrada com a capacitação da mão de obra e a contratação da sua força de trabalho pelo setor privado. Assim, o cidadão dependeria menos do governo e retornaria o investimento das políticas públicas com o aumento do padrão econômico, do consumo e dos impostos, alavancando o comércio e a indústria local.

Analisando todo o contexto, desde as eleições até o último dia do ano de 2013, fica aquela sensação de que o governo perdeu a alma ou se perdeu, porque prometeu e fez questão de não cumprir. Errou e fez questão de manter os erros, afastando a classe média, os comerciantes e os universitários.

Nadelson Costa Nogueira Junior