DF - DILMA/MUNICÍPIOS/INVESTIMENTO - POLÍTICA - A presidente Dilma Rousseff,   acompanhada de seu vice, Michel Temer,   descendo a rampa para a cerimônia de   contratação de obras de saneamento do   Programa de Aceleração do Crescimento   (PAC) 2 em municípios com até 50 mil   habitantes, no Salão Nobre do Palácio   do Planalto, em Brasília, nesta quarta-  feira.   21/12/2011 - Foto: DIDA SAMPAIO/AGÊNCIA ESTADO/AE

A Economia só voltará a crescer, quando o Impeachment acontecer

Precisamos deixar a hipocrisia e as ideologias de lado nesse momento, para analisarmos a política nacional, que está afetando a economia e a vida de todos os brasileiros. Quando a Dilma Rousseff oficializou as pedalas, enviando o buraco bilionário nas contas públicas na casa dos três dígitos ao congresso nacional, ficou latente que não havia como jogar a sujeira para debaixo do tapete, mesmo com a aprovação, quando as planilhas do governo tinham sido reprovadas pelo Tribunal de Contas da União em 2015.

A verdade é que a Operação Lava-Jato fechou as portas da corrupção, da propina e dos mecanismos contábeis governamentais, que movimentavam o dinheiro da Petrobrás e de outras autarquias para o sistema paralelo, deixando o político à deriva e sem opções para os investimentos pessoais e os famosos fundos de campanha ou caixa dois, salvo as verbas da educação, da merenda escolar, da saúde pública e da previdência social, baseados no princípio de que, se não chegou ao destino, a verba poderá ser reutilizada em outros destinos, seguindo a vontade do governante e do seu respectivo grupo político. Assim, decidiram inverter a hierarquia das obrigações governamentais, colocando os fornecedores na primeira fila da prioridade, deixando os servidores no final, quando a Lei diz que a regra é justamente o contrário daquilo que está sendo praticado no Estado do Rio de Janeiro.

Na tentativa transparente de assumir o buraco nas contas, objetivando ganhar tempo no mandato para manter o plano de poder do Partido dos Trabalhadores, a presidente, Dilma Rousseff, acabou deixando tanto seu governo, como o Congresso Nacional expostos, diante do pacote econômico, que se baseava na única regra que o governo conhece: – Majorar os impostos, as taxas sobre os serviços da água, da luz, do telefone e dos combustíveis, provocando o aumento do desemprego e fechamento de milhares de empresas na sociedade.

Assim sendo, os industriais, os grandes empresários brasileiros e os investidores estrangeiros decidiram adiantar o inevitável, demitindo o máximo de gente possível, vislumbrando a intensificação do caos, que só parará com o impeachment da Dilma Rousseff. O mercado já percebeu que o governo não apresentará soluções reais e legítimas para a solução do problema econômico, enquanto que a troca do governante, mesmo que seja ilusória, dará a força e a energia necessária para que a economia volte a se movimentar por suas próprias pernas, com a intervenção mínima do Estado.

Chegou a hora da Dilma Rousseff se afastar para que as coisas voltem aos seus devidos lugares.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

Comentários