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A gestão do conhecimento é o caminho humano e histórico

Existem quatro coisas que, quanto mais são compartilhadas, crescem: – O conhecimento, a ignorância, a pobreza e a fé. O que você anda compartilhando consigo e com o mundo? Essa é uma fórmula que se aplica aos indivíduos, grupos, organizações, sociedades, governos e nações.

Quando o conhecimento está associado à fé, ele se propaga com facilidade e se converte em práticas e exemplos. A ética nasce da junção entre o conhecimento e a fé compartilhados no tempo.

Quando o conhecimento se associa com a pobreza, ela desaparece gradativamente da sociedade. Nesse caso, estamos falando da pobreza econômica e também da espiritual.

Quando o conhecimento se associa à ignorância, ela diminui, dando espaço às virtudes da fé e da ciência.

O ignorante tem propriedades complicadas para se trabalhar no cotidiano, tais como o orgulho, a vaidade e a falsa ideia de que ele sabe de alguma coisa. Existem ignorantes de todas as formas e em todos os lugares. Para Sócrates, todo ser humano é ignorante. A existência humana se justifica pela luta em diminuir a ignorância ao ponto de tornar o conhecimento produtivo e transmissível ao próximo. Entretanto, o pior de todos os ignorantes é justamente aquele que se esconde por trás de um diploma e acredita que chegou à posição de se achar acima do bem e do mal. Esse último exemplo fez questão de não “aprender fazendo” ou pensando, além de basear sua existência na fé de que a ignorância e a pobreza podem salvar o mundo do resultado de suas próprias ações.

E, mais uma vez, eu convido aos meus caros leitores a repensarem a existência individual e social, bem como aquilo que estão compartilhando em seus lares, com seus filhos e entes queridos.

Por fim, emobra a ignorância seja uma marca da humanidade, é possível melhorarmos continuamente através do estudo, da prática do amor e da caridade intelectual e espiritual. Por isso, eu lhes faço o seguinte convite: – Vamos pensar para, depois, transformarmos o mundo, através do trabalho e da ética, independentemente de que o praticante tenha escolhido a ciência ou a religião como o caminho inicial, porque o final dessa jornada está na sociedade e na construção da própria história.

 

Nadelson Costa Nogueira Junior

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