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A Prefeita Solange faz teatro com o Poder Legislativo e brinca com a emoção dos professores.

A Câmara dos Vereadores está vazia aos olhos da sociedade.

A Câmara dos Vereadores está vazia aos olhos da sociedade.

“No dia 09/06 na sessão da Câmara, nós Profissionais de Educação lotamos mais uma vez a casa, com o intuito de obter informações concretas sobre o Veto Total ou Parcial da Prefeita, já que no dia 04/06 um Vereador já havia solicitado ao Executivo, na seção, a justificativa por escrito daquele poder sobre o motivo do veto.

Também fomos a Câmara, acreditando que o Projeto de Lei Nº 30, que trata do pagamento do Piso Nacional ao Pessoal do Magistério, teria retornado a casa para ser derrubado o veto da Prefeita pelo Legislativo.

Mas, saímos de lá mais uma vez indignados com as atitudes do Executivo, que retirou a matéria da Casa Legislativa sem, ao nosso entendimento, cumprir com todo o tramite legal para fazê-lo.

Será que ela poderia retirar o Projeto da casa Legislativa sem um pedido oficial e aprovação feita em Sessão? Nós estamos frequentando essa casa durante um bom tempo e o que vemos é o Presidente da Câmara dizer: “OS QUE APROVAM PERMANEÇAM SENTADOS. APROVADO!”

Podemos até estar sendo ignorantes neste momento, pois somos professores e não advogados, mas cremos que deve haver um tramite processual legal para essa retirada. Os próprios Vereadores estão abismados com essa atitude e a consideram uma falta de respeito com o Legislativo.

Alguns Vereadores expressaram estar ao lado dos Profissionais de Educação e esses que falaram, ainda disseram, em nome dos que se mantiveram calados, que os 10 vereadores estão ao nosso lado.

Nós profissionais de educação, que estamos acompanhando essa casa, estamos observando que há interferências diretas dentro do plenário e… Será que é permitido toda essa interferência?

Mais uma coisa, que muito nos chamou a atenção, foi a fala de alguns vereadores, que deixaram claro que não concordaram com a reunião marcada pela Prefeita na manhã do dia 09/06 com o Legislativo e que no momento foi esclarecido pelo presidente da Câmara, que havia sido agendada por ele. Alguns até disseram não ter comparecido, porque sabiam que não se trataria de uma reunião de diálogo e sim de uma reunião impositiva de como o Executivo gostaria como fosse resolvida a situação.

A Vereadora Rita, que participou da reunião confirmou que não foi uma reunião de diálogo, mas sim com decisões tomadas de cima para baixo, configurando uma não negociação entre Legislativo e Executivo.

E nós embarcamos também nesse ponto, é exatamente assim que a Comissão do SEPE foi atendida nos momentos dos supostos “diálogos” com o Executivo, que, todo momento, impunha suas decisões e dizia que não era possível, mantendo suas decisões.

Isso é diálogo? Se o próprio Legislativo diz que não há negociação e diálogo com o Executivo, o que dirá nós pequenos Profissionais de Educação! Se não há diálogo e negociação entre os Poderes como poderá haver entre nós pobres mortais?

Temos que chamar o Chapolim Colorado! “E AGORA QUEM PODERAR NOS DEFENDER?””

 

 

Por Profissionais de Educação

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