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Em 2015, com a Petrobrás fraca, o latifúndio ganhou força nos negócios

Com a crise global no setor petrolífero e da mineração, que deixou a PETROBRÁS e a VALE expostas no mercado, sofrendo forte retração, o Brasil retornou ao cenário econômico da década de 1950, com o agronegócio tendo a participação histórica de 46,2% de tudo que é vendido no exterior, correspondendo ao quantum de US$21,28 bilhões, aproximadamente R$85,12 bilhões, oriundos da soja, milho, café, celulose, frango in natura, cacau, frutas, álcool e carne suína, conforme os dados da transparência, oriundos do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

A China foi a maior compradora do agronegócio, com 75% na participação no mercado em 2015, enquanto que os Estados Unidos, Vietnã, Bangladesh, Irã e Coreia do Sul participaram dos 25% restantes.

Em suma, o Brasil se tornou o celeiro da China. A questão é sabermos se essa relação se manterá no futuro, com as prospecções no continente africano. Não existem fronteiras para o dinheiro, principalmente, quando os governos são ditaduras ou da esquerda.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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