Rubeola-e-erradicada-no-continente-americano

O Brasil com sua inovação tecnológica e seus antigos problemas

Na atualidade, foram desenvolvidas tecnologias com a diversidade dos seus criadores. A humanidade testemunhou o arroto de um buraco negro e a morte de planeta.

Na medicina, desenvolveram a biotecnologia que expõe geneticamente as células cancerígenas ao sistema imunológico, que provoca o fenômeno chamado de “suicídio celular”.

Na engenharia, os chineses constroem prédios de cinquenta andares em dez dias, deixando-lhes funcionais aos novos moradores.

Testemunhei o salto do processador igual o cartucho do atari para a tecnologia quântica.

Na contabilidade, os analistas financeiros se dedicam à compreensão do fluxo de caixa e dos índices de liquidez.

Simplesmente, o mundo o mundo ficou acelerado e inconstante.

Todavia, mesmo com tanta tecnologia, conhecimento e capital intelectual, estou vendo a sociedade do meu tempo regredir, quando tinha tudo para avançar. Não estou falando da política ou das guerras econômicas entre as nações e suas respectivas corporações. Meu tema central está focalizado nas doenças. Mas, também, não estou acompanhando a moda do zika, da dengue e do ebola. Aponto as doenças que estavam erradicadas no Brasil, mas que estão voltando, tais como a hanseníase (lepra), a febre amarela, o sarampo, a tuberculose, a poliomielite e a rubéola.

Na militância pelas políticas públicas, a sociedade está perdendo a luta na saúde, quando tenta encontrar a cura para as novas doenças, mas ignora o fato de que as doenças erradicadas estão se popularizando.

No final, as estatísticas são alteradas para que não haja pânico. Até que uma dessas doenças visita subitamente um membro qualquer da nossa família, o vizinho ou amigo. Assim, a sujeira, que estão colocando debaixo do tapete da História, fica exposta, trazendo os problemas dos cortiços para dentro da elite, porque todos estão no mesmo conjunto, chamado sociedade.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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