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Os OVNIs estão aqui, independentemente daquilo que você acredita

A atual geração tem a honra de testemunhar eventos astronômicos que são considerados raridades, não por suas ocorrências programadas, mas pelos prazos para que os fenômenos aconteçam, considerando a esperança de vida da espécie humana.  Estamos falando das tempestades solares com grande intensidade, dos alinhamentos planetários e galácticos, a lua vermelha, a superlua e a passagem esperada de alguns cometas e asteróides. Entretanto, não poderia deixar de mencionar a tecnologia e os registros dos eventos singulares, tais como os buracos negros e as supernovas.

Nossa geração é privilegiada e não faz a menor questão de compreender a singularidade de sua época. Somos egoístas ao extremo, tanto como indivíduos quanto como espécie.  Assim, nos prendemos nas relações formais e informais no cotidiano, nos aproximando da consciência coletiva através da internet e das redes sociais, mas, abandonando a conversa, o toque e o contato, quando o corpo necessita interagir com o meio social e seus pares. Simplesmente, deixamos de falar da vida, da emoção e do sentimento, para fazermos parte de uma comunicação por dispositivos, que demonstram o status e a falsa ideia da segurança na informação e nas próprias palavras. Em suma, deixamos de nos abrir com o próximo, no calor da intimidade, para apresentarmos um holograma ao mundo, que, na maioria das vezes, não corresponde à realidade.

Retornando aos fenômenos naturais, o planeta terra está sobrecarregado com a atividade humana. As  geleiras do ártico estão derretendo, enquanto que novas rotas comerciais estão surgindo, consequentemente. Algumas estações ficaram maiores e mais intensas, enquanto que outras são, sequer, notadas. Em suma, temos a noção do calor e do frio.

Diante dos poucos fenômenos supramencionados, não me assusta o fato do aparecimento dos OVNIs (Objetos voadores não identificados) em diversas partes do planeta Terra. Também não me assusta o registro das imagens e sons das naves ou dos discos voadores orbitando nosso planeta ou galáxia. Nossa ignorância e etnocentrismo não nos permitem concluir o óbvio: – Não estamos sozinhos no universo, enquanto que os fenômenos astronômicos e humanos estão sendo observados por nossos vizinhos.

Por fim, precisamos conversar sobre a possibilidade de vida inteligente fora da terra. Essa conversa necessita ser iniciada na humanidade, incluindo as nações, a ciência e as religiões. Na disputa pela soberania dos países e das nações, o Homem está esquecendo que o nosso planeta possui um papel estratégico no sistema solar, não pela nossa existência por si só, mas pela diversidade plástica e natural que envolve todo o contexto planetário. Nesse cenário diplomático, não vejo nação mais apropriada para começar o diálogo do que a Igreja Católica Apostólica Romana, através da transparência do Papa Francisco. Todavia, não ficaria assustado se o processo começasse por uma pessoa comum, trazendo notória imparcialidade à ONU e as nações do mundo.

 

Por Nadelson Costa Nogueira Junior

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